suicídio açores

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256 likes, 8 comments – rtpacores on September 10, 2026: “Os Açores registam a mais elevada taxa de mortalidade por suicídio do país. A Casa de Saúde das Irmãs Hospitaleiras, na ilha Terceira, lançou uma campanha para combater o fenómeno, alertar para sinais de risco e valorizar a vida. ℹ acores.rtp.pt #prevencaodosuicidio #suicidio”.

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Governo avança com fusão do 1.º e 2.º ciclos: “Vai ser um projeto-piloto” – Notícias ao Minuto

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“Não vai ser uma mudança tão abrupta como existe neste momento entre o 4.º e o 5.º ano, em que passamos da monodocência para vários professores”, explicou o ministro Fernando Alexandre, que adianta também que a decisão vai obrigar a reduzir a carga horária dos professores até ao 4.º ano.

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SEBASTIÃO EM LIMOGES

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MOSTEIRO DOS AGOSTINHO DE LIMOGES, França, eis onde foi sepultado D. Sebastião.
Reaparecerá num dia de nevoeiro, até nisso enganaram. O texto sob o qual se baseia o aparecimento de D. sebastião fala que ressurgirá da neve.
E assim foi, num dia de muita neve os duques de Bragança dão início à IV Dinastia, revoltam-se contra os Filipes e marcham sobre o poder. E vencem
FRAUDES HISTÓRICAS
DOS DEFENSORES DO
IMPERIALISMO ESPANHOL
SEM ÉTICA NEM REGRAS
A FALSA HISTÓRIA DA MORTE DE DOM SEBASTIÃO NO CAMPO DE BATALHA DE ALCÁCER, INVENTADA E CULTIVADA PARA JUSTIFICAR A USURPAÇÃO DO PODER PELOS FELIPES II, III E IV DE ESPANHA
Confirmar em Grandes Enigmas da História de Portugal, 3º vol., Maria Luísa Martins da Cunha, em Hagiografia de D. Sebastião – de desejado a encoberto, de Manuel J. Gandra, Mafra, 2014: 221-227.
que transcrevemos:
“
…
Felipe II, de Espanha, e o Duque de Alba, no interesse da Espanha, a pretexto de ajudarem D. Sebastião, vieram, de facto, a auxiliar, na batalha contra o exército português, os xerifes marroquinos sob a direcção de Ahmede Almançor, O Dourado, combatendo, a seu lado, em Alcácer-Quibir. Um único rei marroquino não morreu, resultando desse facto, na prática, a unidade de Marrocos.
O desastre que aí resultou para Portugal, permitiu que o Duque de Alba invadisse Portugal e Felipe II impusesse a sua coroa, usurpando o trono português, já que, sabe-se hoje, D. Sebastião escapou vivo da batalha (em que morreram três xerifes mouros), tendo que fugir e, após um sequestro em Itália e diversos episódios rocambolescos, a que não foi indiferente a “caça” que lhe foi dirigida pela Espanha, acabou, finalmente, ao que parece, velho, aos 76 anos, num mosteiro em Limoges (França).
Podemos resumir o Interregno por um excesso de reis. Chamemos-lhe reinado dos três reis (1580-1582, D. Sebastião, no exílio, D. António I e Felipe II, de España), primeiro reinado de dois reis (1582-1598, D. Sebastião, no exílio, e Felipe II, de España), segundo reinado de dois reis (1598-1621, D. Sebastião, no exílio, e Felipe III, de España e terceiro reinado de dois reis (1621-1632, D. Sebastião, no exílio, e Felipe IV, de España) e, regência do Vice-Rei (1632-1640, D. Afonso Furtado de Mendonça), período conspirativo e tumultuoso da pré-Restauração.
Convém relembrar que os reis felipinos destruíram dois impérios, o espanhol e o Português, sendo responsáveis pelo advento dos impérios holandês, inglês e francês.
Durante o Interregno, parte da frota portuguesa foi incorporada na Invencível e, de imediato, devido a temporal, naufragada Armada.
Em resultado disso, o Império Português passou a ser assolado pelos inimigos de Espanha, facto que custou a perda das colónias, esquadras, bens e vidas humanas.
Foi uma pilhagem generalizada, onde, sem dúvida, holandeses, franceses e ingleses foram quem teve parte de leão.
… “
Dom Sebastião foi enterrado, afinal, com 76 anos num túmulo da capela de S. Sebastião do Convento de frades agostinhos de Limoges, em França.
E a maior desfaçatez e provocação contra nós, Portugueses, contra a qual não reagimos, é ter no túmulo, alegadamente de D. Sebastião, um “coitado” desconhecido, esse sim, de um qualquer homem morto, irreconhecível claro, dessa batalha!
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Muito mais se pode falar, foi D. Sebastião conivente porque com a perda da Batalha de AlCacer Quibir não houe espólio de guerra e assim não teve como pagar aos primos Filipes de Espanha que o tinham financiado?
Muito falta contar ainda. Ou simplesmente trocou a vida de monarca pela boémia passeando-se sobre financiamento e proteção dos primos espanhóis por Itália, França…?
A verdade é que as provas de que não morreu são demasiadas para que o nevoeiro não nos turve mais os olho

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LUIS NEVES património novo à vista

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A Polícia Judiciária arrestou e apreendeu bens avaliados em cerca de 15 milhões de euros em dois processos por tráfico de droga, associação criminosa e branqueamento de capitais.
Entre o património estão 93 terrenos e casas, moradias, apartamentos, um restaurante, carros e participações financeiras.
Num dos processos, os cinco arguidos terão obtido, segundo a investigação, mais de 25 milhões de euros em lucros.
Os bens ficam congelados e poderão reverter para o Estado caso os tribunais confirmem os crimes e os pressupostos legais.

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mini dicionário micaelense

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Dicionário Micaelense

Corisco mal amanhado = Safado; traquinas
Gama = Pastilha elastica (do ingles Bubble Gum)
Braçado = Companheiro de boa aparência
Pelo eu! = Ai de ti!
Atoleimado = Tolo
Naião = Homossexual
Pau-de-filete = Poste de luz
Poderios = Muito
Requinho = bonito; engraçado
Abencoado = Querido
Fogue t’abrase = Fogo te abrase (injúria)
Vento encanado = Corrente de ar
Gueixa = vaca nova
Pana = Alguidar
Fonte = Torneira
Papo-seco = Carcaça
Gadanhos = Dedos
Apoquentação = Inquietação
Aboiar = Atirar
Ta’s muito mal enganado = Enganas-te redondamente
Foge diante = Sai da frente
Tás vesgueta = Estás cego
Tás co olho!? = Para onde estás a olhar!?
Enlameirados = Enlameados; caminhos com lama
Peugos/peugas = Meias
Meias = Collants
Rabichel = Rabo
Amanda = Manda
Clame = cuspo
Mesmo deveras = A sério
Estás bem amanhado = Estás lixado
Asno = Burro
Vais apanhar nas ventas = Vais levar na cara
Ilhó = olho do cu
Carro de praça = Taxi
Arressaca (deturpacao de Ressaca) = Briga
O chouffer da fragonete = Chauffeur da Furgoneta
Fominha negra = Muita fome
Testos = cacos
Olhos arregalados = Olhos em bico
Penca = Nariz
Macaquinhos = Desenhos animados
Cramalheira = Queixo
Petcheno = Pequeno; Rapazola
Nisca de gente = Rapazinho
Queijada = Pastel
Fogareiro/Fogão = Mulher feia
Grande padaria = Grande rabo
Chouffe’r = Motorista; Taxista
Paranhos = teias de aranha
Gadelhas = Cabelos
Que peste = Que pivete
Alvarozes = Jardineiras

Já se sabe = Pois claro

Punhado = Uma porção

Punhada = soco

Suera – Camisola de malha

É de arder! = que causa grande trabalho ou apoquentação

Prisões = ganchos de cabelo

Nica/nisca/niquinha/nisquinha = pedacinho

Pois alevá!= O que é que se há-de fazer?

Negaças = Provocações

Estás cegando = Estás a aborrecer-me

Teso de marreta = Difícil, duro de roer

Grande espoleta = Grande rombo na carteira

Pinarreta = Criança atrevida

Estarraçar = Estragar

Destarelado = Insensato

Tarelo = Tino

Paranhos = Teias de aranha

Canada = Bêco de terra

Enrediadeira = Cusca

Cisqueira = Pá do lixo

Bueiro = Valeta, esgoto

Pana = Alguidar

Mapa = Esfregona

Correr roupa = Passar roupa a ferro

Escarolar = Partir, quebrar

Friza = Congelador

Falsa = Sótão

Malina = Má

Calor = Bebedeira

Ferveleta = Pessoa inquieta

Pisar = Aleijar

Tem medo que se pela = Tem muito medo

Escabelado = Muito limpo

Esgadelhado= Despenteado

A comida que cresceu = A comida que sobrou

Ceidiço = Diz-se de comida estragada

Pau de virar tripas = Pessoa muito magra

Canhão = Mulher da vida

Largueza = Quero é distância

Botar = Pôr, colocar

Inssonço/a = Pessoa falsa

Atarrachador = Chave de fendas

Música = Instrumento musical de sopro (Ex. «Bateu-lhe com a música na cabeça»)

Testo = Mulher da vida

Embusiado = Chateado, macambúzio

Fera = Ordenado

Vou-me arranjar = Vou evacuar

Escaparate = Mesa de cabeceira

Psiché/psichel = Toucador

Falsa = Sótão

Ondagora = Há pouco tempo

Grande impôla = Grande chato

Bicha = Fila

Roqueira = Foguete

Bombão = Foguete

Bagou = Tonto, pataroco

Murganho = Ratito

 

 

 

texto de HELENA CHRYSTELLO DE 2011 o que mudou?

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Medidas correctas ou esforços inúteis

 

A questão educacional que seria a promoção do sucesso escolar vê-se reduzida a um diagnóstico negativo que tenta identificar causadores deste insucesso e se vai esvaziando de conteúdo, dando lugar a um jogo de rivalidades entre os seus intervenientes.

O aluno ao tornar-se no marginal da educação, continuará a pagar a factura do insucesso. Sendo a questão do sucesso um problema educacional e não administrativo, o facto de se marginalizar o aluno e não o colocar no centro da questão, não só agrava como não soluciona o problema do insucesso.

O verdadeiro sistema deveria ter como único ponto de convergência o aluno. Contudo, o currículo foi concebido como instrumento de organização de saberes transmitidos pelos professores e assimilados pelo aluno. O currículo deveria ser o instrumento de organização de aprendizagens, logo o aluno deveria ser o principal gestor deste, sendo o professor um dos muitos meios que poderão ser disponibilizados, colocando os professores na posição de orientadores, mediadores e indutores de aprendizagens. Foi o que se pretendeu com a Reforma Educativa, patente na Lei de Bases e no Decreto-Lei dos novos planos curriculares. Neste sentido, é relevante a redefinição do papel dos intervenientes do sistema e das suas responsabilidades, reconduzindo o percurso educacional do aluno ao exercício da aprendizagem como um processo pessoal e social do qual é participante e responsável. O fracasso no processo das aprendizagens do aluno é um fracasso do sistema, dado que o sistema é o próprio aluno.

Helena Chrystello nov 2011

Portuguese names in British ports

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Third in a series on Portuguese companies and investors in Asia — what they built, what survived, and what is still being built today.Portuguese (Goa and Macau) — 459 Europeans and Americans — 476 — Hong Kong census, 1853Part of José d’Almeida’s gravestone is set into the wall that runs around the former cemetery at Fort Canning in Singapore. I have written about him before, as one of a group of Portuguese pioneers whose stones survive there when almost everything else about them has gone.That e

Source: Portuguese names in British ports

Luís Neves Code Red – Tiago Freitas – SÁBADO

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O cemitério está pejado de insubstituíveis: alguns têm estátuas, outros avenidas e uns quantos apenas campas discretas. A democracia foi inventada precisamente para sobreviver aos indispensáveis.

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Torre Eiffel “escondeu” mulheres para visita de delegação hindu, mas grupo nega ter feito esse pedido – Mundo – SÁBADO

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Um dos principais símbolos da capital francesa esteve de portas fechadas esta segunda-feira, na sequência de uma greve em protesto pelas instruções ‘inaceitáveis’ da administração do monumento.

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Blanche d’Alpuget, acclaimed writer and wife of Bob Hawke, dies at 82 | SBS News

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D’Alpuget’s lust for life endured into her senior years. Her family described her as a woman who “lived life on her own terms”.

Source: Blanche d’Alpuget, acclaimed writer and wife of Bob Hawke, dies at 82 | SBS News