o que resta fazer 50 anos depois?

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Por tudo isto o que resta fazer 50 anos depois? Quase tudo, pois já só temos a liberdade de expressão e ruma-se rapidamente para o revivalismo do 24 de abril.

Não esqueço sons que associarei sempre ao 25 de abril e (podem ouvir em xxx, o YouTube censurou o vídeo de 2016 em abril 2024 por conter imagens da ditadura do Brasil, tive de o refazer agora em abril 2024 ficando apenas o som do Geraldo Vandré sem as imagens da ditadura brasileira….ah! censura que nunca desapareces, vejam o novo vídeo em

Ministra da Educação de Timor-Leste quer aumento de aprendizagem e ensino de língua portuguesa – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

Source: Ministra da Educação de Timor-Leste quer aumento de aprendizagem e ensino de língua portuguesa – Observatório da Língua Portuguesa

Prémio Oceanos soma 2.627 livros candidatos em língua portuguesa de autores de 28 países – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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25 Abril: PALOP têm vindo a perder importância para a economia portuguesa – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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25 Abril: Aposta na língua portuguesa e desenvolvimento são caminho a seguir pela CPLP – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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NÃO SEI SE O HOMEM ENSANDECEU

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50 anos do 25 de abril com 50 deputados do Chega e com declarações lamentáveis e deploráveis de Marcelo Rebelo de Sousa sobre António Costa e Luís Montenegro. A figura mais alta da nação dá-nos hoje um triste retrato do que devia ser e não é!
Pra esquecer!
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Nuno Vasconcelos

Só se desilude quem se iludiu!
25 Abril sempre!

Henrique Schanderl

MARCELO VS PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Desde há dois dias se não mais Marcelo (M) ou o Presidente da República(PR) estão irreconhecíveis, apesar de desde sempre ser uma pessoa no mínimo conflituosa.
M nestes últimos dias tomou atitudes em relação a António Costa indignas de um PR, chamando-o de lento devido à sua natureza indiana, pior tentando imputar a queda do Governo à Presidência do Ministério Público chamando-a maquiavélica (in CNN), quando é claro que d’oirou a pílula, pior o que tem dito sobre Montenegro, considerando este de pouco credível e rural entre outras coisas.
Mais, para sair airosamente do processo das gémeas diz que cortou relações com o filho, como se isso, a ser verdade, fosse a solução do problema e para terminar o cúmulo dos cúmulos que Portugal tem que pagar àqueles que de algum modo tenham sido considerados escravos, entre os anos de 60 a 65 do século passado, como se tal fosse possível de concretizar.
Por onde anda M ou o PR, ou pior quem é um, ou o outro?
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Luis Arruda

Impressionante

higiene medieval, saved by the bell

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Garça News

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Na Idade Média, não havia escovas de dente, perfumes, desodorantes e muito menos papel higiênico. Excremento humano era jogado das janelas do palácio.
Num dia de festa, a cozinha do palácio podia preparar um banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.
Nos filmes de hoje, vemos pessoas daquela época se sacudindo ou se abanando.
A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam sob as saias (feitas de propósito para conter o cheiro das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não era costume tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água corrente.
Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, dissipar o mau cheiro que o corpo e a boca exalavam, além de afugentar os insetos.
Quem esteve em Versalhes admirou os imensos e belos jardins que, naquela época, não eram apenas contemplados, mas serviam de banheiro nas famosas baladas promovidas pela monarquia, por não haver banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos acontecia em junho (para eles, o início do verão). O motivo é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; então, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Porém, como alguns cheiros já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores perto do corpo para disfarçar o fedor. Daí a explicação da origem do buquê de noiva.
Os banhos eram feitos em uma única banheira enorme cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho em água limpa. Então, sem trocar a água, os demais chegaram à casa, por ordem de idade, mulheres, também por idade e, por fim, filhos. Os bebês eram os últimos a se banhar.
As vigas de madeira, que sustentavam os telhados das casa, eram o melhor lugar para os animais, cachorros, gatos, ratos e besouros, se aquecerem. Quando chovia, as goteiras obrigavam os animais a pularem no chão.
Quem tinha dinheiro tinha chapas de lata. Certos tipos de alimentos oxidam o material, fazendo com que muitas pessoas morram de envenenamento. Os hábitos de higiene da época eram terríveis. Os tomates, por serem ácidos, foram considerados venenosos por muito tempo, as xícaras de lata eram usadas para beber cerveja ou uísque; essa combinação às vezes deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura de bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém andando na rua pensaria que ele estava morto, então eles recolhiam o corpo e se preparavam para o funeral. Em seguida, o corpo era colocado na mesa da cozinha por alguns dias e a família observava, comia, bebia e esperava para ver se o morto acordava ou não.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia um lugar para enterrar todos os mortos. Os caixões foram então abertos, os ossos removidos, colocados em ossários e a tumba foi usada para outro cadáver. Às vezes, ao abrir os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas internas, indicando que o morto havia, de fato, sido enterrado vivo.
Assim, ao fechar o caixão, surgiu a ideia de amarrar uma alça do pulso do falecido, passando-a por um orifício feito no caixão e amarrando-a a uma campainha. Após o enterro, alguém foi deixado de plantão ao lado do túmulo por alguns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria soar a campainha. E seria “salvo pelo gongo”, que é uma expressão popular que usamos até hoje.
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Pena suspensa e perda de mandato para autarca açoriano de São Roque por peculato – Portugal – Correio da Manhã

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Em causa está o alegado desvio de um montante superior a 137 mil euros das contas da Junta de Freguesia para o Clube Naval de São Roque.

Source: Pena suspensa e perda de mandato para autarca açoriano de São Roque por peculato – Portugal – Correio da Manhã