Número de Identificação do Prédio (NIP), espécie de “cartão do cidadão” da propriedade, vai ter, a partir de janeiro, um projeto-piloto em Alfândega da Fé e Lousã, antes de ser alargado ao resto do país, até ao final do ano. “Aquilo que faremos agora é um mero piloto, no início do ano, em duas áreas integradas de gestão da paisagem [AIGP], para permitir testar o sistema, afinar efetivamente aquilo que depois vai ser a sua evolução e a expansão”, até ao fim do ano, “a todo o território nacional”, afirmou Carla Mendonça, coordenadora da eBUPi – Estrutura de Missão para
Hoje Timor-Leste perdeu um dos seus maiores amigos. E eu perdi um grande amigo, um homem bom, um homem de convicções fortes, de paixões por causas humanas. Uma figura conhecida de todos, que parecia estar sempre presente em todo o lado, ainda que a mobilidade por vezes reduzida o obrigasse, há muito, a estar acompanhado da cana que o ajudava a andar. Que preferia sempre trocar por um braço de um amigo, entrelaçando o seu braço no teu.
Morreu o avô Tom. Tom Hyland, um irlandês a sério, sempre com piada pronta, um sorriso maroto na face e um amor que parecia eterno por Timor-Leste. E por outras causas. Mais recentemente consternado com o que se passa em Gaza.
A saúde deu-lhe muitas preocupações. A eles e aos amigos. Que agora se despedem dele.
A sua ligação a Timor-Leste começou no meio de um jogo de cartas. O condutor de autocarros em Dublin estava a jogar as cartas com os amigos, algures em 1993, quando a televisão, então só a fazer ruido de fundo, começou a mostrar o documentário “In Cold Blood: The Massacre of East Timor”, de John Pilger.
No início ainda mandou baixar o som. Mas depois não conseguiu deixar de ver. E o que viu enfureceu-o. E no dia seguinte, com alguns amigos, criou a primeira grande ação de solidariedade com Timor-Leste na Irlanda, a East Timor Solidarity Campaign. O impacto dessa campanha foi enorme, ajudando a que a causa de Timor-Leste fosse conhecida naquele país europeu.
Tom Hyland viveu a maior parte da sua vida em Ballyfermot in Dublin. Mas desde 1993 que, para Tom, a sua casa era também Timor-Leste.
Entrou em Timor-Leste, incógnito, com um passaporte que o identificava como Tomás Ó Haolain, em 1997. Viajou até Timor Ocidental e depois entrou por terra em Timor-Leste. Em maio de 1999, pouco tempo antes do referendo, voltou, desta vez a acompanhar o então ministro dos Negócios Estrangeiros David Andrews, um dos muitos a quem convenceu a dar o seu apoio a Timor-Leste. Pouco tempo depois, a partir de 2000, Tom Hyland regressaria e por aqui ficou. A fazer amigos. A ajudar Timor-Leste, depois da independência, sempre com a convicção de um ativista e o coração de um homem bom.
Amigo Tom, sei que gostavas mais da Sandra do que de mim. Ou assim o dizias, com um piscar de olho maroto.
Farewell you gorgeous Irishman you!!!
Vou ter saudades de te dar beijos na careca. Fica bem amigo. A luta continua!
Burt, the iconic Saltwater crocodile that appeared alongside Paul Hogan and Linda Kozlowski in the hit movie, was believed to be more than 90 years old.
Crimes terão ocorrido entre 2014 e 2017, quando Carlos Mendonça era presidente da Câmara do Nordeste. Acusação diz que o ex-autarca terá prometido beneficiar uma empresa de um ex-presidente de junta.
E não é só um: há cerca de 250 navios naufragados com tesouros nas águas das ilhas e da costa continental. “Não há um plano de contingência para proteger um achado destes”, avisa arqueólogo subaquático português. Cerca de 250 navios com tesouros encontram-se naufragados nas águas dos arquipélagos dos Açores e Madeira e na costa continental portuguesa, disse à Lusa o arqueólogo subaquático Alexandre Monteiro, que mapeou os navios afundados nestas regiões. Segundo o investigador do Instituto História, Territórios e Comunidades, da Universidade Nova de Lisboa, que há 25 anos mergulha e estuda os achados subaquáticos, a base de dados
A PNTL alertou para os perigos do uso individual de fogo de artifício, argumentando que representam sérios riscos à segurança pública, ao ambiente e à saúde da população. No entanto, a realidade quotidiana demonstra que os avisos são amplamente desrespeitados. […]