Empresários de São Miguel e Santa Maria alertam para “crise inevitável” no turismo – jornalacores9.pt

Views: 10

A Câmara de Comércio de Ponta Delgada alertou hoje para o impacto da saída da Ryanair dos Açores e redução da operação da Azores Airlines, considerando que a região está “à beira de uma crise inevitável” no turismo. Em comunicado, a associação empresarial das ilhas de São Miguel e de Santa Maria, salienta que os […]

Source: Empresários de São Miguel e Santa Maria alertam para “crise inevitável” no turismo – jornalacores9.pt

Preço da gasolina baixa 2,2 cêntimos em fevereiro

Views: 5

Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Açoriano Oriental

 

https://www.acorianooriental.pt/noticia/preco-da-gasolina-baixa-2-2-centimos-em-fevereiro-nos-acores-374744

Chega/Açores sugere encerramento da SATA Internacional ou integração na TAP – Açoriano Oriental

Views: 6

Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Chega/Açores sugere encerramento da SATA Internacional ou integração na TAP – Açoriano Oriental

JOSE GRAÇA E O PROBLEMA QUE NOS RECUSAMOS A NOMEAR

Views: 11

José Graça

Follow
A tempestade Kristin deixou o rasto habitual: casas inundadas, árvores tombadas, milhares de pessoas sem eletricidade e o discurso de sempre. Nas redes sociais, a coreografia repetiu-se. Uns culpam o Estado por tudo. Outros invocam o clima como destino incontornável. No fim, nada muda, porque ambos os discursos servem para evitar a única conversa que interessa.
O problema não é apenas meteorológico. Tempestades intensas existem há séculos neste território e hoje tendem a ser mais frequentes e violentas. O que mudou de forma decisiva foi a forma como ocupámos o solo. Durante décadas, construímos como se essas tempestades não existissem. Ocupámos leitos de cheia, autorizámos loteamentos em zonas de risco, canalizámos ribeiras, impermeabilizámos solos e chamámos a isso progresso. Cada decisão camarária, cada licença concedida, cada plano diretor aprovado foi uma aposta de que a sorte duraria para sempre. Kristin limitou-se a cobrar a fatura.
Invocar responsabilidade individual parece sensato, mas é insuficiente e muitas vezes enganador. Quando alguém constrói em zona inundável com licença municipal, quem falhou? Quando um município aprova loteamentos sem salvaguardar linhas de água, onde termina a escolha privada e começa a falha pública? A assimetria é evidente. Cidadãos decidem dentro das regras que o poder público define, tolera ou ignora. Fingir uma simetria perfeita entre responsabilidades é conveniente, mas falso.
Isso não absolve tudo nem todos. Há municípios que decidiram melhor do que outros. Houve pressão de proprietários, promotores e interesses locais para forçar más opções. Houve cumplicidades e silêncio conveniente. O problema não é um Estado abstrato, é um sistema concreto de decisões políticas, técnicas e económicas que privilegiou crescimento rápido sobre risco conhecido.
Os seguros são outro exemplo de falsa simplicidade. Tratá-los como mera opção individual ignora que vastas franjas da população não têm margem financeira para coberturas adequadas. Ignora também que o próprio mercado segurador recusa ou encarece drasticamente seguros em zonas de risco elevado, criando áreas onde a solução privada simplesmente não existe. Dizer “deviam ter seguro” a quem perdeu tudo numa casa licenciada pelo próprio Estado não é análise fria, é crueldade disfarçada de pragmatismo.
A verdade inconveniente é esta: resolver o problema implica custos políticos que poucos querem pagar. Implica dizer não a construções que prometem emprego e receita fiscal. Implica recusar licenças, rever planos diretores, relocar famílias, expropriar terrenos e restringir usos do solo. Implica conflito aberto com proprietários, promotores e autarcas. Implica aceitar que decisões legais no passado não são automaticamente legítimas à luz do risco que hoje conhecemos.
Implica também abandonar a ilusão de que crescimento económico e ocupação territorial desregulada são a mesma coisa. Portugal tem população em queda, mas áreas urbanas em expansão. Construímos mais onde precisamos menos e, muitas vezes, nos sítios errados. Cada nova catástrofe confirma que o modelo falha, mas a inércia continua a vencer.
Kristin foi violenta, mas não foi surpresa. As próximas tempestades também não serão. Entre agora e a seguinte, faremos estudos, anunciaremos planos, alocaremos fundos a projetos que ficarão na gaveta. Quando a próxima chegar, repetiremos o ritual: uns culparão o Estado, outros o clima, todos evitarão a conclusão óbvia.
Sabemos o que é preciso fazer. Sabemos que passa por menos exceções, mais recusas e mais conflitos antes da próxima tempestade. Falta apenas decidir se estamos dispostos a pagar esse preço, em vez de continuar a pagá-lo em cada inundação.

Três tempestades em poucos dias: as fragilidades (e as soluções) em Portugal

Views: 7

Ingrid, Joseph, Kristin. Mortos, destruição, prejuízos. E parte importante da solução está na… própria Natureza.

Source: Três tempestades em poucos dias: as fragilidades (e as soluções) em Portugal

“Não sabemos o que fazer, estamos completamente isolados e desesperados”: Figueiró dos Vinhos pede socorro

Views: 4

Autarca a ligar do telefone satélite dos bombeiros fala em “segunda maior tragédia” depois de Pedrógão Grande. Concelho de Leiria está sem comunicações, sem energia e, daqui a umas horas, sem água, assolado por um rasto de destruição. Autarca pede que seja decretado estado de calamidade. O presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria, pediu socorro e a declaração de calamidade esta quinta-feira, e alertou que o concelho, devido ao mau tempo, está “a viver um dos piores momentos da sua história”. “Estou a ligar do telefone satélite dos bombeiros porque, efetivamente, não temos comunicações. Nenhuma

Source: “Não sabemos o que fazer, estamos completamente isolados e desesperados”: Figueiró dos Vinhos pede socorro

“Não há conversações em curso e base dos Açores encerra em março”

Views: 4

Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Açoriano Oriental

 

https://www.acorianooriental.pt/noticia/nao-ha-conversacoes-em-curso-e-base-dos-acores-encerra-em-marco-374722

SATA: júri propõe rejeição da proposta de compra da Azores Airlines por falta de salvaguarda de interesses

Views: 9

Atlantic Connect Group, consórcio que integra a Newtour, a MS Aviation e os empresários Carlos Tavares e Paulo Pereira, tinha apresentado uma proposta de aquisição no valor de 17 milhões de euros. Júri considera que os interesses da SATA não estão salvaguardados. Privatização fica em risco

Source: SATA: júri propõe rejeição da proposta de compra da Azores Airlines por falta de salvaguarda de interesses

poupança de chacha

Views: 14

May be an image of text
ADEUS AO KETCHUP E À MAIONESE NA MESA — A EUROPA JÁ DECIDIU



Ir a um restaurante e encontrar sachês de ketchup, maionese, sal e outros condimentos sobre a mesa sempre foi algo automático. Mas esse hábito tem data para acabar em boa parte da Europa. A partir de agosto de 2026, esses itens descartáveis em porções individuais deixam de ser permitidos em restaurantes e hotéis de países da União Europeia.



A medida faz parte de um pacote mais amplo de regras ambientais que mira diretamente o excesso de lixo gerado por embalagens de uso único. Bilhões de sachês plásticos são descartados todos os anos, e grande parte deles não é reciclada de forma adequada. O impacto ambiental é significativo — especialmente nos oceanos.



🌍 Menos descartáveis, menos resíduos.

♻️ Mais reutilização, menos desperdício.

💶 Redução de custos operacionais no longo prazo.



Além da questão ambiental, há também um fator econômico. Restaurantes e hotéis gastam valores elevados com embalagens individuais, que encarecem a operação e estimulam o consumo automático. A substituição por dispensers reutilizáveis ou sistemas sob demanda tende a reduzir desperdícios e custos.



No Brasil, o cenário ainda é fragmentado. Em janeiro de 2026, não existe uma lei nacional que proíba totalmente os sachês. No entanto, diversas cidades já impõem restrições, como a retirada de condimentos das mesas, exigindo que o cliente solicite ao atendente. A prática reduz o consumo excessivo — inclusive de sódio.



🧠 O mesmo movimento ocorre na área de higiene. Hotéis europeus também deixarão de oferecer embalagens individuais de shampoo e condicionador, priorizando dispensers fixos. A mudança reflete uma transformação cultural: o descartável deixa de ser sinônimo de praticidade e passa a ser visto como desperdício.



No Brasil, projetos de lei em tramitação indicam que o país pode seguir caminho semelhante nos próximos anos. Leis que já baniram canudos, copos e talheres plásticos criaram um precedente importante.



📌 CTA INFORMATIVO: mudanças de hábito começam pequenas, mas moldam o futuro. Entender essas transformações ajuda a antecipar tendências e repensar escolhas do dia a dia.



🔍 Fontes confiáveis:

Comissão Europeia – Regulamento de Embalagens

União Europeia – Environmental Policy

Projeto de Lei 2524/2022 (Brasil)



#meioambiente #sustentabilidade #consumoconsciente #vidaurbana #mudançadehábitos #casasemsegredos

morreu ANTÓNIO CHAINHO

Views: 3

O músico e compositor António Chainho morreu esta terça-feira na sua residência em Alfragide, nos arredores de Lisboa, no dia em que completaria 88 anos, disse à Lusa o seu agente artístico.
O “mestre da guitarra portuguesa”, como era referido pela crítica especializada internacional, encerrou a carreira de 60 anos em setembro de 2024, tendo nesse ano editado o derradeiro álbum, “O Abraço da Guitarra”, no qual homenageou os que através da rádio foram os seus mestres.
Saiba mais no link nos comentários.
May be an image of guitar and text that says "OBSERVADOR Morreu António Chainho, um dos mais importantes guitarristas portugueses, no dia em que completava 88 anos キか O"

Forte ciclone afeta Portugal – risco de vento superior a 140km/h na pior tempestade de vento deste inverno – saiba a previsão do tempo na quarta, 28 de janeiro de 2026 | Luso Meteo

Views: 6

O tempo na quarta, dia 28 de janeiro de 2026, fica marcado pela aproximação de um forte ciclone, que se forma na sequência da circulação das depressões Joseph

Source: Forte ciclone afeta Portugal – risco de vento superior a 140km/h na pior tempestade de vento deste inverno – saiba a previsão do tempo na quarta, 28 de janeiro de 2026 | Luso Meteo