TRIO ORIGENS ONTEM AO VIVO

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O Trio Origens – com Rafael Carvalho, Carolina Constância e César Carvalho – esta quinta-feira no programa municipal Animar PDL.
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Rafael Carvalho, Sérgio Rezendes and 39 others
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Expresso | Os Açores POR luis aguiar conraria

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Os Açores são um verdadeiro pasto para poetas e escritores. O relato de um cronista em férias

Source: Expresso | Os Açores

 

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Os Açores são um verdadeiro pasto para poetas e escritores. O relato de um cronista em férias
Estas duas semanas em que estive afastado desta coluna — na verdade, desta coluna e de tudo o resto — passei-as nos Açores. Tinha lá ido algumas vezes, em pequeno, mas a primeira viagem de que me lembro bem foi em agosto de 1996. Há 25 anos, portanto. O meu pai, assíduo frequentador da Mesa Doze do bar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, liderou uma expedição às ilhas com os habituais convivas dessa mesa. Todos, ou quase todos, professores de artes e de letras. A que se juntaram maridos, mulheres, namorados/as, filhos/as e mais alguns apêndices, de formações mais tecnocráticas (como engenheiros e economistas) que os artistas das Letras. Éramos 32. Mais de 25 nunca haviam posto os pés nas ilhas.
Começámos no Pico, daí fomos ao Faial e São Jorge, passámos pela Terceira. Depois das ilhas do “Mau Tempo no Canal”, estivemos ainda vários dias em São Miguel. Cada uma tinha as suas particularidades e cada um de nós as suas preferências. Mas todos concordámos que o Pico era outra história, outra conversa. A imponente e inexorável montanha nas suas várias cores, a forma de mama descoberta, muitas vezes oculta por uma nuvem que se dissipava com o anoitecer.
Viajar com gente das artes e letras é uma experiência. Aquelas ilhas inspiram. Uns fizeram poemas. Outros aguarelas. Até uma sessão de flauta tivemos, protagonizada por uma das viajantes. Houve um que ficou tão esmagado pelo seu primeiro encontro com o Vulcão dos Capelinhos, no Faial, que procurou um café nas proximidades, tendo passado lá a tarde a beber chá. Outro não quis visitar São Jorge, o pano de fundo das vistas das nossas casas em São Roque do Pico: queria manter a distância e preservar o mistério daquela ilha, adensado pelas nuvens e pelas luzes noturnas. Raciocínios e explicações poéticas a que um simples economista não está habilitado a responder.
O João Luís Oliva — poeta, entre tantos outros ofícios que seria fastidioso enumerar — e Pirouz Eftekhari, poeta, pintor, especialista em literatura francesa e naturalizado português poucos anos depois desta viagem, produziram um pequeno livro, “Os Caminhos do Pico”, feito das suas notas da viagem em forma de poemas, textos e pinturas. Edição única de 32 exemplares, distribuídos pelos 32 passageiros.
Uns anos antes, em junho 1989, o então Presidente Mário Soares dedicou uma Presidência Aberta aos Açores. O meu pai foi convidado e, entre várias outras coisas, participou num jantar oferecido pela presidência, no Hotel Monte Palace, na Vista do Rei, em São Miguel, de onde se vê a Lagoa das Sete Cidades. Mota Amaral, presidente do governo regional dos Açores, seu amigo muito próximo, pois haviam sido bons colegas de liceu, quis apresentá-lo ao então primeiro-ministro, Cavaco Silva. Uma apresentação muito efusiva, descrevendo o meu pai como um representante maior da literatura açoriana, a par de Natália Correia ou Vitorino Nemésio — podem, naturalmente, dar o desconto que a amizade merece. Logo depois, pisgou-se, deixando Cavaco Silva e o meu pai sem saber o que dizer um ao outro. Mais experimentado, o primeiro-ministro quebrou o silêncio: “Já reparei que, nos Açores, há mais escritores por metro quadrado do que no continente por quilómetro quadrado…” [In Cristóvão de Aguiar, “Relação de Bordo II”, Campo das Letras, pág. 26]
Não sei como responder a estas contas, nem como fazê-las, na verdade, mas Cavaco Silva terá razão. Como descrevi, os Açores são um verdadeiro pasto para poetas e escritores. Se as cabras num pasto verde, cor de limão, inspiraram Camões para escrever um dos seus mais cantados poemas, imaginem as vacas nos montanhosos pastos açorianos.
Podemos mesmo dizer que também Cavaco Silva, entretanto promovido a Presidente, tentou fazer poesia quando, numa visita à ilha Graciosa, contou ter reparado “no sorriso das vacas, satisfeitíssimas olhando para o pasto que começava a ficar verdejante”. Mas não o acompanho. Sempre achei que as vacas tinham um olhar triste e melancólico. Mas isto também devo ser eu com elucubrações poéticas.
Vinte e cinco anos depois, o que surpreende nesta viagem de 2021, e em várias outras que entretanto fiz, foi como os Açores se têm preservado e renovado apesar da crescente pressão turística e de preocupantes ilhas de pobreza — que se descobrem facilmente, basta sair das vias principais. No Pico, encontro as mesmas poças de água azul (piscinas naturais, quase em mar aberto), mas mais bem cuidadas. Vulcões e caldeiras bem tratados (até com novos caminhos pedestres). Piscinas e cascatas de água vulcânica. Golfinhos e baleias sempre ali por perto. Hortênsias com mais de dois metros de altura.
Lembro-me de, algures no início dos anos 90 fins de 80, ter lido um artigo de opinião de um colunista maravilhado com os Açores. Apelava a que todos os autarcas açorianos viessem ao continente, em especial ao Algarve, para aprenderem o que não fazer e que os continentais visitassem os Açores para perceberem o que se tem quando não se estraga.
Estendo o convite a todos os portugueses. Mas, se for, não vá com pressa. Na verdade, nem adianta. Por mais urgência que tenha, não se consegue despachar. Como diz João Oliva, no tal livrinho de que falei, “os caminhos do Pico são caminhos de-vagar.”
(Luís Aguiar-Conraria – Professor de Economia da Univ. do Minho – Expresso de 10/09/2021)
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Morreu Jorge Sampaio | TVI24

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Até um dia… Um excelente presidente e um enorme ser Humano! 😢
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Antigo Presidente da República estava internado desde o dia 27 de agosto

Source: Morreu Jorge Sampaio | TVI24

radar quântico, que permite detetar aviões furtivos.

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Pesquisadores da China já testaram o protótipo em escala reduzida do novo radar quântico, que permite detectar aviões furtivos.
Cientistas chineses desenvolvem radar quântico capaz de detectar aviões furtivos
BR.SPUTNIKNEWS.COM
Cientistas chineses desenvolvem radar quântico capaz de detectar aviões furtivos
Um novo radar quântico desenvolvido por uma equipe de cientistas chineses poderá detectar aviões furtivos criando uma “pequena tormenta eletromagnética”. Os…
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reparação do cais de ponta delgada

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A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) aprovou um projecto de cerca de 4 milhões de euros, candidatado pelo Governo da República, para reparar danos sofridos no Cais do Depósito POL NATO de Ponta Delgada devido a tempestades. Na sequência dessa decisão, o Governo da República autorizou a despesa de projectos no âmbito do “NATO Security Investment Programme”
Ao todo, o Governo português viu aprovados sete projectos no montante global de 14,3 milhões de euros. O projecto de reparação dos danos no Cais do Depósito POL NATO de Ponta Delgada será um investimento feito com verbas repartidas por três anos, entre 2021 e 2023, atingindo o valor total de três milhões novecentos e setenta e cinco euros.
A autorização para esta despesa foi publicada a 6 de Setembro, em Diário da República, através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 125/2021.
O programa NATO “Security Investment Programme” é um mecanismo de apoio financeiro da OTAN que promove o desenvolvimento de capacidades militares no seio dos seus aliados, através da implementação de infra-estruturas militares e/ou de sistemas de informação, comunicação e controlo, suportadas pelo Fundo Comum da OTAN.
Ao longo das sete décadas de existência deste programa têm sido executados vários projectos no âmbito do NSIP em território nacional, totalmente financiados pelo Fundo Comum da OTAN e com claro benefício para a defesa e economia nacionais, assumindo-se como um programa de elevada importância para o estímulo da economia.
De acordo com as regras em vigor cabe ao Ministério da Defesa Nacional, por intermédio da Direcção-geral de Recursos da Defesa Nacional e com o apoio dos ramos das Forças Armadas, submeter à consideração e aprovação da OTAN os projectos no âmbito do NSIP passíveis de serem executados em território nacional e que possibilitem a disponibilização de capacidades militares para apoio ao cumprimento da missão da OTAN.
Os sete projectos nacionais devidamente enquadrados no NSIP que obtiveram autorização de execução e financiamento aprovado incluem, para além do projecto de reparação no Cais POL NATO de Ponta Delgada, a restauração no cais do Portinho da Costa pertencente ao Depósito de Munições NATO de Lisboa; a melhoria do “avental de estacionamento” para a missão AEW, a executar na Base Aérea de Beja; a ampliação do Taxiway da AEW também na Base Aérea de Beja; o fornecimento de munições às instalações na Base Aérea de Monte Real; o fornecimento de uma interconexão de pipeline na Base Aérea de Beja e o fornecimento de uma plataforma de trânsito na Base Aérea de Monte Real.
Estes sete projectos representam um investimento global de 14,3 milhões de euros. O Cais do Depósito POL NATO de Ponta Delgada recebeu já, em 2017,um investimento de 5,4 milhões de euros integralmente suportados pela NATO para reparação do cais, na sequência dos temporais que ocorreram em Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016, provocando grandes danos no molhe do porto de Ponta Delgada, junto ao farol.
Esta instalação militar integra o inventário das infra-estruturas da NATO e é a única dotada de condições para o reabastecimento de navios e submarinos militares entre o oeste e este do oceano Atlântico.
PV in diario dos açores.
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Carlos Fino shared a

país parolo e invejoso de marquises e bairros de lata

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Ana Franco, Tomás Quental and 67 others
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    Ana Franco

    Que perseguição!!! Já mandaram demolir as monstruosidades que se erguem no nosso país, há anos ?