islão de paz, pena de morte ao cristão que beber água sarracena

Views: 7

Efehe-Abasi Asanga

is feeling sad in Jos, Nigeria.

Follow
REMEMBER ASIA BIBI — 8 YEARS ON DEATH ROW FOR DRINKING WATER.
This is the face of Christian persecution in Pakistan.
Asia Bibi, a poor Christian farmworker, mother of 5, was working in the fields of Punjab in June 2009.
It was hot. She was thirsty. She walked to the well and drank water from an old metal cup lying nearby.
That’s it.
Her Muslim co-workers said: “Christians are unclean. You have contaminated our water by drinking from our cup.”
An argument broke out. Days later, a mob accused her of “insulting Prophet Muhammad” — blasphemy.
Pakistan’s blasphemy law: Section 295C — death by hanging.
She was arrested, beaten by a mob, sentenced to death in 2010.
She spent 8 years, 8 months in solitary confinement on death row. In a tiny, windowless cell. Waiting to be hanged.
What happened to those who defended her?
*Governor Salman Taseer* — the Governor of Punjab — visited her in prison and said the law was unjust. Weeks later, his own bodyguard, Mumtaz Qadri, shot him 27 times in Islamabad and was celebrated as a hero by thousands.
Minorities Minister Shahbaz Bhatti, a Christian, also called for her release — assassinated in broad daylight, riddled with bullets.
In October 2018, Pakistan’s Supreme Court finally acquitted her — saying the case was built on lies.
What happened?
TENS OF THOUSANDS rioted. Cities burned. Highways blocked. They demanded her head. A fatwa: Kill her.
A poll found *10 MILLION Pakistanis said they would personally kill her* if they could.
Her lawyer, Saif-ul-Malook, had to flee to the Netherlands under death threats.
Asia hid for 6 months in safe houses, under army protection.
In May 2019, she finally escaped. Canada granted her asylum.
Just for drinking water.
This is not “extremism.” This is blasphemy law in Pakistan today. In 2024 alone, over 200 blasphemy cases filed. Christians, Hindus, Ahmadiyyas live under constant threat — a cup of water can become a death sentence.
If this doesn’t make you angry, nothing will.
Remember her name. Share her story. The world must not forget.
Asia Bibi is alive today because the world spoke up.
Pray for the Christians still in Pakistan’s blasphemy prisons tonight.
Source: Supreme Court of Pakistan Judgement 2018, BBC, Amnesty International, Asia Bibi memoir “Enfin Libre!”
Reported by: Efehe-Abasi Asanga
May be an image of text

nata rima com barata …Na China, há “pastéis de nata” com insetos que parecem baratas – ZAP Notícias

Views: 8

Um restaurante na “Cidade Criativa da Gastronomia” da China criou pastéis de nata com “baratas gigantes” por cima. São crocantes, juntam o doce e o salgado. Se fecharmos os olhos, são deliciosos. Certas baratas, usadas na medicina tradicional chinesa, são tidas como úteis para desfazer a estagnação do sangue e desintoxicar o corpo O restaurante Lijing, em Shunde, na região de Guangdong, está a dar que falar na internet com uma sobremesa nova e bizarra: pastéis de nata cobertos com escaravelhos de água crocantes, iguaizinhos a baratas gigantes. Shunde é uma cidade conhecida pela cozinha cantonesa e reconhecida pela Unesco

Source: Na China, há “pastéis de nata” com insetos que parecem baratas – ZAP Notícias

espanha mais uma tragédi em alta velocidade

Views: 3

Segundo grande acidente ferroviário em nove meses abala Espanha

Espanha está de luto, mais uma vez, pouco antes das nove da manhã, um comboio AVE da Renfe que fazia a ligação Madrid–Sevilha embateu num comboio Iryo que seguia o mesmo percurso e se encontrava parado na via, junto à localidade toledana de Urda, no quilómetro 118 da linha de alta velocidade Madrid–Andaluzia. O AVE tinha partido de Madrid-Atocha às 8h00 e deveria chegar a Sevilha às 10h39.

O impacto fez descarrilar várias carruagens, duas das quais caíram por um talude, o que complicou o trabalho de resgate. Os dois comboios levavam, no total, 544 passageiros: 397 no AVE e 147 no Iryo, incluindo um bebé. Segundo as primeiras informações, o AVE circulava a mais de 100 km/h.

As vítimas mortais. Os números subiram ao longo da manhã e continuam provisórios. Falou-se primeiro em dez mortos, depois em 30, 31, 46 e 50, até que o presidente de Castela-La Mancha, Emiliano García-Page, confirmou 64 mortos. Emiliano García-Page avisou que o número pode aumentar, porque as equipas de emergência ainda não tinham conseguido aceder às carruagens mais danificadas, onde se procuravam eventuais corpos entre os destroços.

Os feridos. Os números também variam, mas para já são seguramente mais de 100, com cerca de 30 casos ligeiros, cerca de 50 de gravidade intermédia e alguns em estado crítico. Há ainda desaparecidos, entre eles a ex-ministra do Trabalho e presidente da Fundação CEOE, Fátima Báñez, que seguia num dos comboios a caminho de Sevilha, onde ia participar num evento empresarial.

As causas. A Adif, gestora da infraestrutura, afirmou que a causa ainda não está oficialmente determinada e passou pouco tempo para conclusões. Ainda assim, as hipóteses vão-se desenhando, embora nem sempre coincidam.

  • A mais citada aponta para uma avaria no sistema de segurança LZB, instalado na linha desde a inauguração do AVE em 1992. Este sistema comunica com os comboios através de um cabo condutor entre os carris, supervisiona a velocidade e deveria travar automaticamente um comboio que se aproximasse de outro parado.
  • A Cadena SER, cita fontes governamentais, e diz que o comboio da Renfe terá recebido autorização para avançar apesar de um sinal vermelho e de haver outro convoy parado na via. O El Español refere que os investigadores analisam uma possível avaria do LZB que teria obrigado a recorrer a procedimentos alternativos de sinalização.
  • Fontes do Ministério dos Transportes, citadas pelo ABC, falam em erro humano de um operador da Adif que estaria a tratar de uma avaria no sistema principal de sinalização e não teria alertado o AVE da proximidade do Iryo.
  • Segundo as primeiras hipóteses da Guardia Civil, os dois comboios estavam parados e foi dada ordem de arranque ao AVE sem se informar de que o Iryo continuava imobilizado mesmo à frente.
  • O El Mundo acrescenta que o maquinista do Iryo terá emitido um aviso de avaria do LZB e parado o comboio, mas que esse aviso deveria ter sido retransmitido aos restantes operadores pelo Centro de Gestão Operacional da Renfe e pelo Centro de Regulação e Controlo da Adif, ambos em Madrid, o que não aconteceu.

Falha de segurança. Os investigadores concordam ao admitir, por isso, falhas de segurança em vários níveis, sem esclarecer se se devem ao sistema ou a erro humano. Vários engenheiros citados na imprensa espanhola defendem que, mesmo havendo erro humano, o sistema não deveria permitir um acidente destes.

  • José Trigueros, presidente da Associação de Engenheiros de Caminos, Canales y Puertos, afirma que, se o sistema funcionasse bem, travaria automaticamente o comboio e que “no mesmo cantão não pode haver dois comboios”, pelo que o maquinista não teria culpa.
  • Salvador García-Ayllón, engenheiro e antigo diretor do departamento de engenharia civil da Universidade Politécnica de Cartagena, fala de um sistema fiável mas em declínio, de défice de investimento e de “remendos”, como as mais de mil limitações temporárias de velocidade na rede, e liga o acidente a problemas estruturais de manutenção e gestão que já se viam em Adamuz.

Um passageiro do AVE, Fernando Seco, vice-presidente da associação empresarial Cesur, contou que o comboio esteve parado cerca de dez minutos, após um aviso por megafonia de “problemas de intensidade de tráfego”, e que cinco minutos depois de retomar a marcha ocorreu o choque. Na sua perceção terá sido um choque frontal, e não uma colisão por trás, mas esta é uma impressão pessoal que as informações oficiais não confirmam. Um jornalista que seguia no comboio da Renfe descreveu igualmente a paragem inexplicada e o arranque pouco antes do embate.

O que se passa com o LZBD? O LZB (Linienzugbeeinflussung, “controlo contínuo de comboios ao longo da via”) é um sistema alemão de sinalização e proteção instalado na linha Madrid–Sevilha desde a inauguração do AVE, em 1992, e é a única linha de alta velocidade espanhola que ainda o usa.

Funciona através de um cabo colocado entre os carris, que mantém uma comunicação permanente com o comboio: este indica a sua posição e velocidade, e a via devolve-lhe as condições de circulação à frente, que aparecem diretamente na cabine do maquinista. Se as ordens não forem cumpridas, o sistema trava o comboio automaticamente.

A substituição do LZB pelo sistema europeu ERTMS de nível 2 na linha Madrid–Sevilha foi contratada pela Adif em 2020, com um orçamento de 131,1 milhões de euros e um prazo de 52 meses. Estava inicialmente prevista para 2024, mas o concurso teve de ser repetido por uma infração não sanável nas regras de adjudicação, o que empurrou a previsão para 2025 e, após a adjudicação definitiva em setembro de 2021, para 2026. As obras não ficaram concluídas a tempo, e a linha continua com o sistema antigo.

A resposta. Além dos hospitais, da proteção civil e de todos esses mecanismos que foram imediatamente ativados, a Renfe ativou o seu plano de assistência a vítimas e disponibilizou a linha 900 10 10 20, pedindo que só seja usada por afetados e familiares.

A Adif suspendeu a circulação de alta velocidade entre Madrid e a Andaluzia, sem previsão de retoma, e pediu aos viajantes que não se desloquem às estações. Centenas de passageiros ficaram retidos em Atocha, Córdova e Sevilha, com poucas alternativas, já que as ligações aéreas e rodoviárias também ficaram sobrecarregadas.

A Iberia limitou o preço máximo dos voos de e para a Andaluzia até 8 de novembro (99 euros em turística e 149 em executiva), e a Comunidade de Madrid ofereceu a sua frota de autocarros interurbanos.

Os maquinistas da Renfe, através do sindicato maioritário Semaf, tinham já convocada para quinta-feira, 29 de outubro, uma greve de 24 horas, motivada, entre outras razões, pela falta de medidas de segurança ferroviária. Um porta-voz sindical afirmou que “apenas mudou algo” desde Adamuz e que continuam a exigir a auditoria exaustiva então pedida, embora tenha dito que prefere não entrar nessa discussão agora.

Pré-campanha cancelada para todos menos Vox. PSOE, PP, a Frente Ampla (com candidatos como Ada Colau, Irene Montero ou Antonio Maíllo), Junts, ERC e os restantes partidos suspenderam atos e agendas. O líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, que estava em Barcelona, regressou a Madrid, disse-se muito preocupado e afirmou que a prioridade são as vítimas. A candidata do Junts por Barcelona, Míriam Nogueras, exigiu que se assumam responsabilidades pelos problemas das infraestruturas. O Vox foi a exceção. Santiago Abascal manteve os atos previstos em Santander e Valladolid, explicou que o luto não pode servir para “silenciar” a denúncia do estado das infraestruturas, tal como já defendera depois de Adamuz, quando também não suspendeu a agenda. Chamou “criminoso” ao Governo e afirmou-se com “raiva”. Acusou ainda o Executivo de ocultar as causas de Adamuz e fez alusões a contratos com gastos supérfluos ligados a José Luis Ábalos, antigo ministro dos Transportes que cumpre pena no caso Koldo. Os restantes partidos acusaram o Vox de não se associar ao luto.

Açores: companhias aéreas vão aumentar operação após saída da Ryanair – Expresso

Views: 6

Alberto Mota Borges compara os Açores a Billund, na Dinamarca, de onde a mesma companhia também saiu, e defende que é tempo de deixar de discutir o problema para passar às soluções. “Não é a primeira vez que esta companhia abandona um destino”, frisa

Source: Açores: companhias aéreas vão aumentar operação após saída da Ryanair – Expresso

Ponta Delgada e Lajes entre os aeroportos portugueses com mais atrasos

Views: 8

 

 

 

 

 

nos voos
Os aeroportos João Paulo II, em Ponta
Delgada, e das Lajes, na ilha Terceira, registaram
algumas das percentagens de pontualidade
mais baixas entre os aeroportos portugueses
analisados no terceiro trimestre deste
ano. Segundo os dados da AirHelp, apenas
56,8% dos voos que partiram de Ponta Delgada
e 59,1% dos que descolaram das Lajes
cumpriram os horários previstos entre Julho
e Setembro.
De acordo com a classificação elaborada
pela AirHelp, serviço online que permite aos
passageiros solicitar compensações por cancelamentos,
atrasos ou sobrelotação de voos,
o aeroporto de Ponta Delgada apresentou a
percentagem mais baixa de voos pontuais entre
os seis aeroportos incluídos no ranking. O
aeroporto das Lajes ficou na segunda posição
pela negativa, com Lisboa a registar 60,1%
de pontualidade.
No aeroporto João Paulo II foram analisados
4.313 voos durante o período em causa,
abrangendo 431.931 passageiros. Destes,
58,1% viajaram sem perturbações. Nas Lajes,
foram considerados 2.093 voos, correspondentes
a 178.349 passageiros, dos quais
61,4% não sofreram perturbações.
No extremo oposto da classificação, o aeroporto
da Madeira liderou, com 79,2% de
voos pontuais, seguido de Faro, com 78,7%,
e do Porto, com 69,6%.
Para elaborar o ranking de pontualidade, a
AirHelp seleccionou exclusivamente os aeroportos
com, pelo menos, 400 partidas mensais
com dados disponíveis, o equivalente a 1.200
voos durante o terceiro trimestre de 2026.
Este critério permitiu assegurar um volume
de actividade suficiente para uma comparação
homogénea entre os aeroportos, tendo seis
cumprido os requisitos definidos.
No conjunto dos aeroportos portugueses,
cerca de 71 mil voos partiram entre Julho e
Setembro, dos quais 34% registaram alguma
perturbação, enquanto 66% operaram à hora
prevista. No total, aproximadamente 24 mil
voos sofreram atrasos ou foram cancelados.
Mais de 23 mil registaram atrasos de pelo
menos 15 minutos e cerca de 840 foram cancelados.
Durante o mesmo período, mais de cinco
mil voos acumularam atrasos de uma hora
ou mais, o equivalente a cerca de 7% do total
analisado. Destes, mais de 1.300 sofreram
atrasos de pelo menos duas horas e mais de
500 registaram atrasos de três horas ou superiores.
Em termos de passageiros, mais de 10,4
milhões de pessoas partiram dos aeroportos
portugueses no terceiro trimestre, das quais
cerca de 3,5 milhões, correspondentes a 33%
do total, foram afectadas por atrasos ou cancelamentos.
Cerca de 742 mil passageiros enfrentaram
atrasos de pelo menos uma hora,
aproximadamente 193 mil sofreram atrasos
de duas horas ou mais e 71 mil tiveram atrasos
de três horas ou superiores. Além disso,
mais de 90 mil passageiros, correspondentes a
0,9% do total, viram os seus voos ser cancelados.
JHA in correio açores

See less

Portaria n.º 301/2026/1, de 17 de julho | DR

Views: 10

Aprova o Regulamento do Prémio de Incentivo à Promoção Internacional da Cultura Portuguesa.

Source: Portaria n.º 301/2026/1, de 17 de julho | DR

fim de ciclo osvaldo cabral

Views: 4

FIM DE CICLO
Elon Musk já inventou um carro que voa. Nos Açores, dois anos e meio depois, continuamos sem saber como recuperar dois blocos operatórios destruídos pelo incêndio no HDES.
A Madeira já sabe que contará, no próximo ano, com mais de 50 companhias aéreas a operar para o arquipélago. Nós, nos Açores, contentamo-nos com duas durante este Inverno IATA, que já começou, e com uma campanha promocional anunciada à última hora, à entrada de uma nova época turística.
Toda a gente sabia que o navio Thor teria de entrar em manutenção. Ainda assim, só quando começaram a faltar bens alimentares no Corvo e os protestos se multiplicaram é que o Governo Regional decidiu, à pressa, fretar uma embarcação local para assegurar a substituição.
Estes três exemplos de uma passividade irritante ilustram um padrão de governação caracoleta que se instalou na coligação: chega sempre tarde aos problemas, reage em vez de antecipar e revela uma preocupante ausência de imaginação.

Lá fora encontramos planeamento, criatividade e acção. Cá dentro, predominam a lentidão, a inércia e uma crescente incompetência.

Outro exemplo evidente são as antepropostas do Plano e Orçamento dos Açores para o próximo ano. São documentos sem visão estratégica, sem ambição transformadora e com o inequívoco cheiro de uma governação em fim de ciclo.
Os sinais estão todos lá: menos investimento, ausência de projectos inovadores, nenhuma reforma estrutural e uma alarmante falta de ambição.
Mais surpreendente ainda é o facto de estes documentos parecerem desligados da realidade regional. Não apresentam uma única medida relevante para enfrentar o aumento do custo de vida, problema que tudo indica continuará a agravar-se em 2027.
A única coerência visível é a confirmação da morte anunciada da governação da coligação, já assumida, de forma implícita ou explícita, pelo próprio José Manuel Bolieiro.
Vamos assistir, por isso, a um arrastamento penoso até 2028: um governo sem ideias, sem recursos e sem capacidade política para responder aos desafios do presente.
A incapacidade de responder atempadamente aos problemas é evidente há muito tempo. Mais grave ainda é a incapacidade de antecipá-los, algo que deveria constituir uma regra básica de qualquer governação competente.
Por este andar, o novo aeroporto de Lisboa será construído ainda antes da ampliação das pistas do Faial e do Pico.
Ao ritmo actual, é mais fácil imaginar o regresso do homem à Lua do que assistir à ampliação da aerogare de Ponta Delgada. As obras prometidas não avançam, a nova cadeia continua envolta em indefinições e, entretanto, Lisboa prepara uma nova torre de controlo aeroportuária avaliada em 35 milhões de euros, valor três vezes superior ao das Obrigações de Serviço Público para os Açores.
O Governo da República, que continua a transferir verbas para as Regiões Autónomas com base numa Lei de Finanças Regionais desactualizada, lançou a estratégia Portos 5+, prevendo um investimento de 4 mil milhões de euros em infra-estruturas portuárias até 2035. Os portos oceânicos de Ponta Delgada e da Praia da Vitória ficaram de fora.
Assistimos, um pouco por todo o lado, ao surgimento de uma geração de dirigentes políticos cada vez mais afastados da realidade quotidiana dos cidadãos.
Enquanto as famílias fazem contas todos os meses para acomodar o aumento constante do custo de vida, a classe política circula por eventos, viaja, frequenta os salões dos croquetes e celebra datas que já pouco dizem às novas gerações.
A revolta manifesta-se não apenas nas ruas, mas também nas urnas. Uns optam pela abstenção; outros procuram respostas em projectos políticos cada vez mais radicais, numa forma de protesto contra o sistema vigente.
A crise da habitação é apenas uma das expressões mais evidentes de anos de revolta acumulada.
Nos Açores, também continua a faltar uma verdadeira estratégia para a habitação. Nunca existiu.
Mas a responsabilidade não é apenas