Views: 0
A “ideologia de género” já chegou à fruta…

Rogério Mimoso Correia, Rosário Rodrigues and 3 others
3
Like
Comment
3 comments
-
Inês PereiraAlém de que na foto está um abacate

-
Like
-
Reply
- 2 h
-
ActivePedro Manuel Gonçalves TolentinoInês Pereira nasceu abacate mas identifica-se como manga…. Eh eh eh
-
Like
-
Reply
- 32 m
-
-
AÇORES, MULHERES NUAS NOS TABLETS
Views: 11
Caríssimos Encarregados de Educação de alunos a frequentar o 5° ano de escolaridade na Região Autónoma dos Açores.
O pai que denunciou à DRE e à comunicação social o problema da falta de filtros nos tablets dos nossos alunos a frequentar o 5ª ano de escolaridade, fui eu, e como eu, julgo que todos partilham da minha ansiedade e repudio por um equipamento, cuja propriedade pertence ao Governo Regional, permitir o acesso livre a conteúdo impróprio (fiz o teste a apenas conteúdo de cariz sexual), situação essa profundamente lamentável e incompreensível, atendendo que os equipamentos deveriam vir para as crianças 100% bloqueados (à semelhança dos equipamentos que temos cá em casa), quer dentro da rede escolar, quer fora.
Infelizmente, nem dentro da rede escolar estavam protegidos, tendo acesso a imagens preview (tenho um vídeo a constatar esse facto).
Por isso, e acreditando que também não concordam com a situação e contrariamente aquilo que a Senhora Secretaria afirmou no jornal Açoriano Oriental de 25 de outubro “que não existe um fenómeno massificado”, desvalorizando por completo a problemática em questão, parecendo que, como por exemplo, o facto de existir um homicida na escola e apenas 1 pessoa o ter denunciado, é de todo lamentável e irresponsável.
No mínimo, e para a salvaguarda da segurança e proteção dos nossos filhos, os tablets deveriam ser todos devolvidos à escola para a respetiva formatação e reprogramação das ferramentas/filtros, adequados à situação, e só depois de serem testados a 100%, em toda a rede wireless da Região, entregues aos alunos. Isso sim seria o mais sensato e demonstraria a máxima preocupação face à presente problemática.
Ora veja-se o que acontece com um medicamento suspeito de uma reação adversa grave e disponível no mercado, o INFARMED suspende de imediato a sua comercialização, até serem feitos os devidos testes.
Por acreditar que não estou sozinho nesta demonstração de preocupação para com uma situação muito grave, convidava-vos a juntarem-se a mim e a outros Encarregados de Educação, a contestarem, individualmente, à Secretaria Regional da Educação.
Informo que esta situação apenas me foi constatada pela minha filha, que confessou existir um amigo da sala de aula que via “mulheres nuas” no tablet da escola, fornecido pelo Governo Regional!. Perante este desabafo, fui de imediato ao da minha filha confirmar se tal seria possível, pesquisando apenas por “mulheres nuas” no Google, ao que para nosso espanto, a ameaça era real!
Relembro que a primeira demonstração de preocupação foi enviada, por e-mail, a 15 de outubro para a Secretaria Regional da Educação, alertando para o problema, sendo que só na terça-feira a foi tornada publica.
Como medida preventiva, aconselho-vos a consultar o histórico de pesquisas dos browsers presentes no tablet, pois como bem sabemos, há crianças que têm muita vergonha em abordar o assunto junto dos seus pais.
Conto convosco na promoção da proteção dos nossos filhos!
O e-mail da Secretaria Regional da Educação é ire@azores.gov.pt
Obrigado a todos.
Like
Comment

Share
1755: novo guião de alexandre borges
Views: 0
Calhou ter nascido no aniversário do grande terramoto de Lisboa (e no ano de um grande terramoto na minha própria cidade-natal, Angra do Heroísmo. Há um poema sobre isto tudo no “Atenção ao Intervalo entre o Caos e o Comboio”).
Não sei se por isso, senti sempre uma ligação e um interesse particular ao e pelo tema do distante ano de 1755.
Este ano, que não é sequer o de nenhum aniversário redondo daqueles em que se costuma falar das coisas, calhou ter recebido de presente o convite da Raquel Mourão e do Carlo Gomes da The Mediapro Studio para conceber e escrever um documentário sobre o assunto e que, aliás, não se debruçasse tanto sobre o terramoto em si, mas sobre o impacto cultural que causou mundo fora.
Chama-se “O Dia que Abalou o Pensamento”, estreia na próxima terça-feira, dia 1 de Novembro, no Canal História, e há tantas razões pelas quais gostaria que vissem.
É, de algum modo, a minha primeira longa-metragem (é um documentário de uma hora e meia) e um dos projectos de que mais me orgulho nestes já mais de 20 anos de televisão. Foi a oportunidade única de juntar a profissão no guionismo, a paixão pela história e a formação em filosofia (pai, mãe, o curso sempre serviu para alguma coisa) e reunir especialistas e actores que muito admiro, num objecto que, no fim, é também uma dessas declarações de amor que nós, banais apaixonados por Lisboa, teimamos em fazer-lhe.
Agradeço, adicionalmente, à Raquel e ao Carlo toda a liberdade e confiança que nos deram para trabalhar, mesmo nos casos em que arriscámos opções nada evidentes ou consensuais. Ao Ricardo Figueiredo, nosso realizador, que transformou, com toda a inteligência e bom gosto, palavras e ideias no que importa: a imagem. À Mafalda Quintela, produtora que só não conseguiu a Lua porque, por acaso, não lhe pedimos para lá filmar. À Rafaela Longras a ajuda incansável e todo-terreno nos conteúdos. E a toda a equipa a inexcedível entrega, competência e boa onda, da fotografia ao som, dos adereços aos figurinos, da anotação à maquilhagem.
“O Dia que Abalou o Pensamento”
Terça-feira, 1 de Novembro, Canal História, 22h15 (Hora de Lisboa)
Com: Rui Tavares, Fernando Ribeiro, Nuno Nabais, Patrícia Barbas, Helena Buescu, Rodrigo Moita de Deus, Susana Custódio, António Júlio Trigueiros, Raquel Henriques da Silva; Heitor Lourenço, Tiago Fernandes, Maria João Freitas, João Pedreiro e Pedro André; as perspectivas da Filosofia, da História, da Teologia, da Arquitectura, da Literatura, da Sismologia, da Comunicação e da História da Arte desse dia que mudou o mundo; entrevistas e reconstituições, séculos XVIII e XXI, imagem real e animação, fado e heavy-metal, anjos e Lisboa. E ainda a extraordinária narradora que vos convidamos a descobrir.
Não deverá ficar disponível na net, depois. É mesmo para consumir à maneira antiga: no dia, na TV, ou na box, durante a semana seguinte.
Espero que gostem.

You and 4 others
Like
Comment
Share
0 comments
que tristeza, moçambique
AÇORES DESINVESTE AINDA MAIS NA CULTURA
Views: 0



Escrever sobre património cultural imaterial é um desafio que começa na própria definição do mesmo. Sendo imaterial, será sempre um património que se assume como intangível, logo difícil de captar e prender numas quantas linhas. Nesse sentido, a missão da Direção Regional dos Assuntos Culturais através do Centro do Património Móvel, Imaterial e Arqueológico (CPMIA) revela-se complexa e nada linear, mas também estimulante e digna de uma estratégia própria para a Região.
A DRAC, através da CPMIA, promove, há mais de uma década, diferentes iniciativas de recolha, valorização e divulgação desse património imaterial dos Açores, seja através da sua equipa, diretamente, ou seja, em parceria com Museus e Bibliotecas da Região, que colaboram regularmente na criação de contributos para essas atividades. Falamos de sinalizações, que devem ser entendidas como inventariações sumárias, sem recurso a investigações antropológicas exaustivas, mas que servem para criar uma base de dados do conhecimento existente no arquipélago. E esse conhecimento é vasto, indo da gastronomia à música, e dos diferentes cultos ritualísticos às mais variadas celebrações e cerimónias locais.
O património cultural imaterial é feito de manifestações, saberes e práticas que assentam em tradições. O CPMIA, presentemente, trabalha em várias vertentes, com particular ênfase no levantamento do trabalho e da herança cultural associada à técnica construtiva da Viola da Terra, nas suas diversas vertentes arquipelágicas, bem como nas distintas, mas unidas celebrações do Culto ao Espírito Santo.
São duas manifestações muito diferentes, mas que unificam os Açores e as suas gentes, porquanto se reproduzem através das nove ilhas, de formas únicas e próprias do arquipélago. Esse trabalho prevê que, em tempo oportuno, venham a ser diligenciadas inscrições desses patrimónios no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (INPCI).
Para esse efeito, é realizado um trabalho minucioso, junto dos construtores da Viola da Terra e dos responsáveis pelos diversos Impérios do Espírito Santo, por todas as ilhas, procurando recolher o máximo de informação, que permita demonstrar o caráter único e original de um saber-fazer e de uma herança cultural que atravessa gerações e gerações de açorianos. A informação é transformada em fichas técnicas, de apoio, com uma base de investigação na área da antropologia cultural, devidamente complementada por recursos audiovisuais, cumprindo os rigorosos critérios da legislação em vigor.
Importa referir que, em anos recentes, todo esse trabalho foi já desenvolvido e coordenado pela equipa desta direção regional, tendo levado com sucesso à inventariação das Danças, Bailinhos e Comédias do Carnaval da Ilha Terceira. O processo bem concluído, visou promover e valorizar assim essa manifestação cultural singular.
Nos anos vindouros, procurar-se-á dar seguimento a estes processos, no que concerne ao património imaterial, com vista a enriquecer o conhecimento de toda a Região.
1
2
Like
Comment
Share
2 comments
-
Terry Portugal CostaPor isso o Governo dos Açores recomenda 0€ no orçamento de 2023 para continuar esse trabalho!!!

-
Like
-
Reply
- 1 h
Nuno NunesMais do mesmo-
Like
-
Reply
- 55 m
-
os amores de dom pedro
Views: 9
*** ANA AUGUSTA PEREGRINO FALEIRO TOSTE ***
Prometi que voltava ao tema sobre os amores de D. Pedro de Bragança, e desta vez como ele se perdeu de amores por uma freira em Angra.
Ana Augusta Peregrino Faleiro Toste, nasceu na vila de São Sebastião, em 1809, e faleceu em Angra a 29 de Maio de 1896, com 87 anos. A freira era clarissa do Convento da Esperança em Angra, de 23 anos de idade, e formosíssima.
D. Pedro conheceu-a, indo de visita ao Convento, em Março de 1832, na ocasião em que ela estava na sineira. Perderam-se de amores, e daí nasceu um bastardo de nome Pedro que morreu em criança de 4 a 5 anos e foi enterrado no Sítio, nas traseiras da Sé.
D. Pedro permaneceu nos Açores desde 3 de Março, dia que desembarcou em Angra, até 27 de Junho, dia que saiu de Ponta Delgada na expedição para o Mindelo.

4
1
Like
Comment
Share
0 comments
DR FURTADO LIMA 1998
Views: 0
INÉDITO: A HISTÓRIA E ENTREVISTA AO DR. FURTADO LIMA
No Programa: “Aqui Fala-se Português”, rúbrica: “Linha Aberta” em Massachusetts, USA
Por: Manuel Bonifácio
Em 27 de abril de 1998
13:23 / 50:23
Roberto Medeiros and 7 others
Like
Comment
Share
0 comments
Exposição de Aníbal Raposo
Views: 0
Antonio Cardoso shared a post.
Info

Exposição de Aníbal Raposo, no Lava Jazz, até dia 26 de Novembro.
Lava Jazz, uma casa de arte, com arte, para a arte 
Venha visitar-nos!
Aníbal Raposo’s art exhibition, at Lava Jazz, until November 26th.
Lava Jazz, a house of art, for art, with art 
Come and visit us!
Presidente e ‘vice’ da Câmara de Montalegre detidos pela PJ
Views: 0
Foram executadas dezenas de buscas, domiciliárias e não domiciliárias, que visaram os serviços de uma autarquia local e diversas empresas nos concelhos de Montalegre, Braga, Famalicão e Vila do Conde.
Source: Presidente e ‘vice’ da Câmara de Montalegre detidos pela PJ
É mesmo fundamental a mudança da hora? – Observador
Views: 0
A hora muda no domingo. Os relógios atrasam das 2h para a 1h. Quando nasceu esta necessidade e fará sentido? Perguntas para Carlos Fiolhais, professor de Física da Universidade de Coimbra.


