Mais uma vez, o futuro da SATA Internacional foi adiado.

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Post de Jaime Pacheco O Futuro Adiado da SATA Internacional
É incompreensível a insistência em entregar a empresa a um consórcio cuja capacidade de defender o interesse público é, no mínimo, questionável.
O Secretário das Finanças tenta justificar a venda com o argumento de que a União Europeia obriga à alienação, “custe o que custar”. Mas convém recordar que foi o próprio Governo Regional, através da sua Comissão Negociadora, quem levou a Bruxelas as propostas que agora dizem ser imposições da UE.
Nunca se viu tamanha falta de visão: entrar numa negociação abdicando logo à partida daquilo que é essencial — o controlo de uma empresa que garante a mobilidade dos Açorianos.
O que teria sido das ilhas de Santa Maria, Pico e Faial se o Governo não mantivesse o controlo da S4?
Tudo indica que a venda da SATA Internacional servirá apenas para disfarçar a incapacidade de encontrar um plano sólido e sustentável que coloque a empresa no bom caminho.
Não é com reformas antecipadas sem critério, nem com aumentos salariais incomportáveis, que se reestrutura uma companhia aérea. Essas medidas já foram experimentadas e apenas agravaram o prejuízo.
Este é o Governo que prometeu fazer melhor do que os anteriores, mas que, afinal, repete os mesmos erros — talvez até com mais convicção.
Sinto-me profundamente frustrado.
Frustrado por não ter conseguido contribuir para construir uns Açores melhores para os meus filhos e netos.
Deixo-lhes uma herança pesada: uma Região dominada por políticos de carreira, em vez de políticos que verdadeiramente lutem por um futuro melhor para todos os Açorianos.

Opinião: Alexandra Manes | Os outros são eles – jornalacores9.pt

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Quem nasceu ou viveu em Portugal, durante um curto período, já se deparou com referências a tachos, com bastante regularidade. Não me refiro a questões de culinária. Falo de tachos, no sentido metafórico, tantas vezes aproveitado pela classe política, mas também por outras profissões que flutuam em torno do ato de maldizer do nosso país. […]

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Três cursos superiores que a IA desaconselha escolher no futuro

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Eis três carreiras (de fato e gravata) que poderão perder cada vez mais relevância. A rápida integração da inteligência artificial (IA) na sociedade está a transformar profundamente o mercado de trabalho,e as próprias escolhas dos estudantes vão começar a ser influenciadas por esta mudança. À medida que os jovens planeiam o seu percurso académico, procuram tendencialmente alinhar os seus estudos com profissões que ofereçam segurança e boas perspetivas de emprego. Segundo especialistas de IA, como o ZAP tem vindo a noticiar por várias ocasiões, algumas áreas do conhecimento estão particularmente vulneráveis à automação proporcionada pela IA. Uma das áreas profissionais

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Até Pedro Nuno avisa: o Chega não perdeu

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“Pode-nos acalmar o espírito acreditarmos que o Chega teve um revés eleitoral e que foi o grande derrotado da noite, mas não é verdade”.

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A SOCIEDADE DA SOLIDÃO,por chrys c

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  1. 613. A SOCIEDADE DA SOLIDÃO,por chrys c14.10.2025

 

Um idoso foi encontrado em outubro 2025, em avançado estado de decomposição no apartamento onde vivia sozinho, em Valência, Espanha. O homem terá morrido em 2010, sem que ninguém tenha dado pela sua ausência, segundo o El País.

O corpo foi descoberto depois de os bombeiros terem sido chamados por um vizinho do andar de baixo, devido a uma infiltração causada pela chuva. Quando entraram pela janela do sexto andar, depararam-se com uma “imagem macabra”: o corpo do idoso, rodeado por pombas mortas, insetos e um ambiente de extrema degradação.

Os relatos recolhidos pelo El País descrevem o reformado como um homem reservado e solitário. Após o divórcio, afastou-se da família e passou a viver sozinho. Tinha dois filhos com quem já não mantinha contacto há muitos anos. Sempre que era visto na rua, fosse no restaurante ou no supermercado, estava sempre sozinho.

“Cumprimentava, mas não se metia com ninguém. Quando deixámos de o ver, pensámos que estava num lar de idosos”, recorda um vizinho.

Durante todos estes anos, a pensão de reforma continuou a ser depositada regularmente na conta do homem. Graças a isso, as despesas da casa foram sendo pagas sem que ninguém suspeitasse da morte do idoso. Segundo as autoridades, não há sinais de crime.

Aqui há um outro culpado, a entidade que pagava a reforma (Estado ou privado) e que não exigia anualmente a prova de vida daquele idoso, pois se o fizesse o cadáver teria sido encontrado em 2011.

Motivo para dizer, uma vez mais, que nós idosos somos transparentes ou invisíveis. De facto na maioria dos casos, gente deste grupo etário nem é vista nem se quer vista pela maioria dos seus descendentes, demasiado ocupados com a mesquinhez das suas vidas materialistas, sem tempo nem empatia para com os mais velhos, como deveriam ter aprendido dos seus avós e demais antepassados.

Raro é o dia em que a comunicação social não nos narra outros casos de abandono de idosos em hospitais onde foram abandonados pela sua prole, e lá ficam esquecidos para não serem levados por eles para suas casas onde seriam um incómodo sempre presente e a precisar de atenção. Por isso é mais fácil deixá-los nos hospitais, ou se forem afortunados num qualquer lar, legal ou ilegal, tanto faz, desde que não chateiem. Mesmo que nesses lares sejam objeto de sevícias, ou vítimas de uma qualquer megera a sedar, bater e insultar idosos. Os lares de idosos continuarão a ser depósitos de vivos sem valor para a sociedade, sem inspeções nem fiscalizações, mas serão construídos mais e melhores hospitais para animais.

Uma sociedade injusta e desigual, onde nalguns casos mais vale sermos mesmo invisíveis.

No natal de tanta falsidade pintada com cores róseas na TV ninguém falou do lar de idosos onde (quase) todos esperaram visitas de quem nunca chegou…. seria o melhor retrato da sociedade em que vivemos. Os filhos na creche ou ATL, os velhos em asilos e os novos a passearem os seus cãezinhos…

Já há tempos um ministro japonês e a senhora FMI (Christine Lagarde) diziam que se tinha de acabar com os velhos…mais precisamente as suas palavras foram: “os idosos vivem demasiado e isso é um risco para a economia global! Há que tomar medidas urgentes.” Podem dar o exemplo e desaparecerem já da face da terra…

 

Dado que a maioria da população em Portugal tem mais de sessenta anos, não vai tardar que se multipliquem casos destes e venham os sociólogos falar do problema da solidão na terceira idade, os geógrafos políticos venham lamentar a desertificação humana do interior profundo de Portugal, os políticos se expliquem com a introdução de alterações inócuas às leis, as instituições de solidariedade social se queixem da crise e da falta de apoios para prestarem ajuda solidária aos idosos, a PSP se lastime da falta de meios humanos para uma política de proximidade, e os filhos e os netos continuem a colocar em asilos os idosos para não terem o trabalho de cuidar deles ou a ignorá-los só por que são velhos.

Vou já começar a tomar medidas para quando estiver só, velho e desamparado, para não me deixarem morrer sozinho com o gato e os periquitos que não tenho nem quero ter.

Sendo uma pessoa dada às letras é provável que mantenha um diário.

Um diário sobre a dor…a dor que sentiu por ter sido abandonada pela família… Talvez o sofrimento fosse muito maior, mas as palavras só permitiram extravasar uma parte desses sentimentos, gravados em algumas frases:

Onde andarão os filhos?

Aquelas crianças sorridentes que embalei no meu colo, que alimentei, de que cuidei com tanto desvelo, onde andarão?

Estarão tão ocupadas?

Talvez não me possam visitar, nem ao menos para me dizerem olá?

Ah! Se soubessem como é triste sentir a dor do abandono…

A mais deprimente solidão… Se ao menos pudesse caminhar…,

Os anos passam e os meus filhos não entram por aquela porta, de braços abertos, para me envolver com carinho…. Os dias passam… E com eles é a esperança que se vai… No começo, era a esperança que me alimentava, ou eu a alimentava, não sei… Mas, agora….

Como esquecer que fui esquecido?

Como engolir esse nó que teima em ficar na minha garganta, dia após dia?

Todas as lágrimas que chorei não foram suficientes para desfazê-lo…

Sinto que o crepúsculo desta existência se aproxima…

Queria saber dos meus filhos…. Dos meus netos….

Será que ao menos se lembram de mim?

A esperança, agora, parece estar atrelada aos minutos…

Que a arrastam sem misericórdia…para longe de mim…

Em Ponta Delgada (2018), dois anos depois de terem surgido alegações de maus-tratos a idosos na Santa Casa da Misericórdia, nos jornais locais e na RTP Açores, veio a TVI fazer uma reportagem e todos ficaram chocados, até o governo regional que (quase) não sabia de nada…nestes casos o melhor é mesmo matar o mensageiro e a Santa Casa intentou uma ação contra a malvada TVI.

Aqui nos Açores escondida sob tanta miséria humana havia também a pedofilia, a violência doméstica, o mau aproveitamento escolar e outras maleitas além dos maus tratos a idosos e a cientistas, que aparentemente não são muito apreciados por estas bandas. Lá surgia de vez em quando um ou outro escândalo, mas como sempre a indignação das gentes nunca durava mais do que três dias bem contados que aquele povo temente a deus, amante da bola e da música dolente não tinha capacidade de se concentrar muito tempo sobre um só tema.

 

 

Paulo Quental demite-se da Estrutura de Missão para o Espaço

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Paulo Quental demite-se da Estrutura de Missão para o Espaço
Paulo Quental apresentou a sua demissão ao Presidente do Governo dos Açores do cargo de Coordenador da Estrutura de Missão dos Açores para o Espaço (EMA)
Segundo apurou o Açoriano Oriental, aquele responsável, que tinha sido nomeado por José Manuel Bolieiro, enviou-lhe uma carta criticando os constrangimentos significativos da Estrutura, desde que a responsabilidade passou para o secretário regional das Comunidades, Paulo Estêvão.
Paulo Quental queixa-se de que, desde o início do mandato do atual Governo, a EMA-Espaço tem enfrentado limitações na sua atuação, nomeadamente devido à nomeação de responsáveis de “supervisão” no Gabinete da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, sem as competências técnicas ou experiência necessárias para acompanhar as especificidades desta área.
O responsável da EMA aponta responsabilidades a uma recente mudança de chefia de gabinete na Secretaria de Paulo Estêvão, comprometendo a eficácia da Estrutura e uma falta de disponibilidade e de uma estratégia clara por parte do secretário regional, dificultando as relações institucionais.
De acordo com as nossas fontes, Paulo Quental considera que a missão da EMA-Espaço está próxima da sua conclusão e, face à recente inauguração da sede da Agência Espacial Portuguesa nos Açores, verifica-se uma potencial sobreposição de funções e responsabilidades, pelo que propõe a extinção da Estrutura, a criação de um Conselho Consultivo e outras medidas ligadas ao setor.
Paulo Quental pediu a sua exoneração, mas dispõe-se a prestar apoio técnico nesta área, no gabinete do Presidente do Governo, sem vínculo contratual.
Paula Gouveia

O POVO É SÁBIO! Osvaldo José Vieira Cabral

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Assim fala quem sabe:
Assim fala quem sabe:
May be an image of one or more people
O POVO É SÁBIO!
O “furacão” Chega não funcionou desta vez.
Era o maior receio sentido nas sedes dos dois maiores partidos, porque o sucesso das candidaturas de cada um dependeria do comportamento do Chega, a pensar ainda no terramoto eleitoral de Maio passado.
No curto espaço de seis meses os eleitores voltaram à realidade local e provaram que a tradição ainda é o que era: o bipartidarismo mantém-se, também, nos Açores, dando uma vitória inequívoca ao PSD e um novo fôlego à liderança de Francisco César, que apesar dos sinais de continuado declínio (perdeu mais um município), conseguiu segurar as restantes (há quatro anos tinha perdido três).
O alívio dos resultados não apaga, no entanto, as perdas de votos de ambos os partidos.
No cômputo geral, o PSD perde quase 8 mil votos e o PS cerca de 10 mil, em comparação com as eleições de há quatro anos, uma erosão que devia preocupar os aparelhos partidários.
Nota relevante destas eleições é que os autarcas que se recandidatam reforçam a sua votação e a estratégia dos que terminam os três mandatos, saindo meses antes para dar lugar aos seus eventuais sucessores, funcionou na perfeição.
A única excepção foi Ponta Delgada, onde o PSD não reforçou a sua votação e perdeu a maioria absoluta, com muitas lições a retirar por Pedro Nascimento Cabral, obrigado a mudar a sua actuação para alcançar os devidos consensos numa Câmara agora quase ingovernável.
Neste particular o Movimento de Sónia Nicolau revelou-se um sucesso, logo à primeira vez, deixando o PS para um obscuro terceiro lugar e a confirmar que a estratégia socialista estava toda errada.
Se Sónia Nicolau humilhou o PS em Ponta Delgada, também é certo que o PS humilhou o PSD na Lagoa, comprovando a ambos os partidos que as escolhas dos candidatos, para os eleitores, não têm nada a ver com as fidelidades aos líderes.
Extrapolar o resultado destas eleições para a governação regional não é justo, mas é possível perspectivar que José Manuel Bolieiro vai ter mais dores de cabeça, porque os municípios importantes onde venceu com significativa perda de eleitores, como Ponta Delgada, Ribeira Grande ou Madalena, vão ser mais reivindicativos nos compromissos “esquecidos” pela governação regional (scut Ponta Delgada-Mosteiros, Avenida do Mar na capital do norte e ampliação da pista do Pico), juntando-se às continuadas reivindicações dos municípios socialistas, que também têm razões para se queixar.
Outra aspecto importante é que as expectativas imoderadas dos partidos nem sempre correspondem à realidade da noite eleitoral, como aconteceu com Vila Franca do Campo, em que o PSD estava convencido da vitória (a candidata Eugénia Leal tinha ganho as eleições para a Assembleia Municipal há quatro anos), o mesmo acontecendo com a Praia da Vitória, onde o PS esperava o sucesso da sua candidatura devido ao mandato problemático de Vânia Ferreira, fruto da herança ruinosa da anterior governação.
A nível de freguesias é de destacar as mudanças nas maiores em S. Miguel, nomeadamente a passagem de Rabo de Peixe para as mãos do PS ou dos Arrifes e Capelas para o PSD.
Notas positivas para os discursos dos líderes, com leituras moderadas e assertivas sobre os resultados e negativas para a contagem demorada dos votos nalgumas freguesias.
A desilusão da noite vai para a nova aplicação digital, criada pelo Governo Regional, para acesso aos resultados: nunca funcionou devidamente e muito mal concebida. É a imagem chapada da nossa administração regional.
Venham, agora, as presidenciais.
Osvaldo Cabral
(Açoriano Oriental, Diário Insular, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)
O POVO É SÁBIO!
O “furacão” Chega não funcionou desta vez.
Era o maior receio sentido nas sedes dos dois maiores partidos, porque o sucesso das candidaturas de cada um dependeria do comportamento do Chega, a pensar ainda no terramoto eleitoral de Maio passado.
No curto espaço de seis meses os eleitores voltaram à realidade local e provaram que a tradição ainda é o que era: o bipartidarismo mantém-se, também, nos Açores, dando uma vitória inequívoca ao PSD e um novo fôlego à liderança de Francisco César, que apesar dos sinais de continuado declínio (perdeu mais um município), conseguiu segurar as restantes (há quatro anos tinha perdido três).
O alívio dos resultados não apaga, no entanto, as perdas de votos de ambos os partidos.
No cômputo geral, o PSD perde quase 8 mil votos e o PS cerca de 10 mil, em comparação com as eleições de há quatro anos, uma erosão que devia preocupar os aparelhos partidários.
Nota relevante destas eleições é que os autarcas que se recandidatam reforçam a sua votação e a estratégia dos que terminam os três mandatos, saindo meses antes para dar lugar aos seus eventuais sucessores, funcionou na perfeição.
A única excepção foi Ponta Delgada, onde o PSD não reforçou a sua votação e perdeu a maioria absoluta, com muitas lições a retirar por Pedro Nascimento Cabral, obrigado a mudar a sua actuação para alcançar os devidos consensos numa Câmara agora quase ingovernável.
Neste particular o Movimento de Sónia Nicolau revelou-se um sucesso, logo à primeira vez, deixando o PS para um obscuro terceiro lugar e a confirmar que a estratégia socialista estava toda errada.
Se Sónia Nicolau humilhou o PS em Ponta Delgada, também é certo que o PS humilhou o PSD na Lagoa, comprovando a ambos os partidos que as escolhas dos candidatos, para os eleitores, não têm nada a ver com as fidelidades aos líderes.
Extrapolar o resultado destas eleições para a governação regional não é justo, mas é possível perspectivar que José Manuel Bolieiro vai ter mais dores de cabeça, porque os municípios importantes onde venceu com significativa perda de eleitores, como Ponta Delgada, Ribeira Grande ou Madalena, vão ser mais reivindicativos nos compromissos “esquecidos” pela governação regional (scut Ponta Delgada-Mosteiros, Avenida do Mar na capital do norte e ampliação da pista do Pico), juntando-se às continuadas reivindicações dos municípios socialistas, que também têm razões para se queixar.
Outra aspecto importante é que as expectativas imoderadas dos partidos nem sempre correspondem à realidade da noite eleitoral, como aconteceu com Vila Franca do Campo, em que o PSD estava convencido da vitória (a candidata Eugénia Leal tinha ganho as eleições para a Assembleia Municipal há quatro anos), o mesmo acontecendo com a Praia da Vitória, onde o PS esperava o sucesso da sua candidatura devido ao mandato problemático de Vânia Ferreira, fruto da herança ruinosa da anterior governação.
A nível de freguesias é de destacar as mudanças nas maiores em S. Miguel, nomeadamente a passagem de Rabo de Peixe para as mãos do PS ou dos Arrifes e Capelas para o PSD.
Notas positivas para os discursos dos líderes, com leituras moderadas e assertivas sobre os resultados e negativas para a contagem demorada dos votos nalgumas freguesias.
A desilusão da noite vai para a nova aplicação digital, criada pelo Governo Regional, para acesso aos resultados: nunca funcionou devidamente e muito mal concebida. É a imagem chapada da nossa administração regional.
Venham, agora, as presidenciais.
Osvaldo Cabral
(Açoriano Oriental, Diário Insular, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)