rastas

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Os negros precisam perceber que, “Rastafarian” não é uma filosofia nem tão pouco uma religião cristã, “Rastafarian” é o estado natural do homem que vem da mais profunda natureza da vida. A palavra “dreads ou ainda dreadlocks”, é um estrangerismo, ou melhor um calão da lingua inglesa que traduzindo literalmente seria “cachos de cabelo que causam medo”. Mas o que muita gente não sabe, é que o cabelo chama-se mesmo “Rastas” e não “dreadlocks”. A palavra “(Ra)sta” vem de “RA”, que simboliza a luz e o conhecimento na África antiga e não só no sistema espiritual do antigo Kemet.
Os Rastas, ou melhor filhos de “RA” são os portadores da luz e do conhecimento…no antigo Kemet eram os “sacerdotes”. Enquanto que “Amom” simboliza o “sol”, “RA” simboliza a “luz solar”, por isso chama-se “(ra)ios solares” e se voce reparar bem para os manos com cabelo comumentemente chamados de “dreadlocks, você vai perceber que a geometria e a configuração do cabelo se parece com o simbolismo dos raios do sol. O cabelo chama-se “(Ra)stas” e o homem chama-se “Rastaman” que literalmente pode ser entendido como filho ou portador da luz (conhecimento). Não existe cultura “rastafariana” ou religião “Rastafariana”…os rastas já existiam muito antes da Jamaica, do Caribe, da Etiopia e do Kemet. Rastafarians é uma tradição e não uma cultu(ra)…pois uma coisa é cultu(ra) e outra é tradição .
Não existem várias culturas, a cultura é só uma. A musica, a dança , a arquitetura, a criação de cabelo, o desenho, a agricultu(ra)…tudo isso são formas de cultuar “RA”, dai a denominação “cultura” ou seja “cult of ra”. Portanto, não é errado chamar o cabelo e a pessoa em si de “rasta man” ou simplesmente “rastas”….RA é a luz e o conhecimento e “Jah” não é Jesus ou salvador, Jah é o oposto de “RA”…enquanto que “Ra” é a luz solar, “JAH” é a divindade da lua. Jah ou Djah ou ainda “Iah” que é a forma correcta de se dizer é uma figura femenina e não masculina.
Os Rastas não vem do Kemet, antes do Kemet por toda Nubia já existia “Rastamens” por todo lado inclusive entre os Khoisans. Se hoje nós sabemos tanto sobre alimentação bio-mineral africana, foi graças ao homem de rastas, que apesar de desvirtuados muitos conseguiram trazer até os dias de hoje a luz (conhecimento) sobre a verdadeira alimentação do homem negro. Infelismente hoje os homens de rastas (sacerdotes) comem carne, trigo, arroz branco, feijão e sangue de animais mortos…mas no passado estes foram os guardiões da natureza e da ciência alimentar. Lembra-se , “RA” é a luz e Iah ou ainda Djah com os manos na Djamaika adoram expressar, é a divindade da lua ou seja a esposa de “RA”. Entenda quem pode, quem não pode espera o proximo ano lectivo.
~Randy Neto
*RSevla

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“Estão presos num hotel”. Sete jovens portugueses retidos no Peru

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Sete jovens portugueses estão retidos num hotel na segunda maior cidade do Peru, onde os conflitos associados à destituição do Presidente peruano estão a impossibilitar o seu regresso a Portugal, disse à Lusa a mãe de um dos jovens.

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Danos nos portos dos Açores somam cerca de 25 ME – Atualidade – SAPO

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Os prejuízos verificados no porto das Lajes das Flores e outras infraestruturas portuárias dos Açores, devido ao mau tempo na região, estão estimados em cerca de 25 milhões de euros, disse hoje à Lusa o diretor regional da Mobilidade.

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emerg~encia patra timorenses sem-abrigo

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EMERGÊNCIA SOCIAL TIMOROAN 🇵🇹🇹🇱
A tempestade desta noite atingiu o grupo que está no Cais – de lá começaram apelos e pedidos de ajuda.
O nível das águas subiu e a quantidade de água que caiu fez com que parte das tendas inundasse ou ficassem inoperacionais.
Perderam-se 2 tendas e ficaram muitos cobertores encharcados.
A preocupação é não perder a documentação (passaportes e papelada) mas eles estão encharcados.
Já ligámos para a Proteção Civil dizem-nos que não podem ajudar porque não tëm capacidade de dar resposta aos inúmeros pedidos de emergência desta noite.
Estamos há um mês a apelar por mais camas e aumento da capacidade do Centro de Acolhimento de Emergência que serve Lisboa. Não há resposta.
Fazemos 2 apelos:
– se souberem de um espaço que possa acolher cerca de 60 pessoas e as suas tendas e bens para esta semana, por favor contactem-nos.
– apelamos a doações de tendas e cobertores, podem doar também em espécie e nós compramos.
Divulguem por favor. Pode ser que alguém tenha uma solução ou uma resposta para nós.
Obrigada a todos.

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Fronteira fechada a norte

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A vila de Fronteira, no distrito de Portalegre, ficou sem acessos a norte. A água destruiu parte de duas estradas nacionais, incluindo uma ponte.
Mau tempo em Portalegre. Água destruiu uma ponte e duas estradas nacionais
RTP.PT
Mau tempo em Portalegre. Água destruiu uma ponte e duas estradas nacionais

NOVO LIVRO DA ANA PAULA ANDRADE

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Na próxima segunda-feira, dia 19 de Dezembro, pelas 18h00, irá decorrer, no Teatro Ribeiragrandense, um espectáculo infantil com o lançamento do livro “A História de Natal da nossa avozinha”, da autoria de Ana Paula Andrade e ilustrações de Margarida Andrade, e edição da Letras Lavadas.
A entrada é gratuita, carecendo de levantamento prévio dos bilhetes, na bilheteira do Teatro, de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 17h00.
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Ana Cláudia Oliveira and Diniz Borges
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DEVOLVER ARTE E REESCREVER HISTÓRIA

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António Barreto
DEVOLVER E REESCREVER A HISTÓRIA
“Há vários anos que se discute o tema da devolução de bens patrimoniais aos países de origem. Muito se disse, muito se discutiu. Ainda nos lembramos de Melina Mercouri, ministra grega da Cultura, que, há mais de 30 anos, exigiu a devolução dos mármores ditos Elgin, com origem no Pártenon e levados para Londres há mais de dois séculos.
De vez em quando, um “activista” africano ou europeu, um ministro mais atrevido ou até um presidente mais decidido (Macron, por exemplo) voltam a levantar o problema. Assim pretendem dar nas vistas, seduzir governos africanos, dar contrapartidas para negócios de matérias-primas ou mesmo contribuir para o que entendem ser as novas relações de cooperação. Estamos agora num desses momentos em que políticos e activistas decidiram renovar a polémica.
Mais: já houve vários museus, públicos ou privados, europeus ou americanos, que decidiram devolver umas peças com origens mais controversas ou mesmo escandalosas. Em Portugal, a polémica chegou tarde, mas chegou. Ou antes, está a chegar. O ministro da Cultura, Adão e Silva, referiu-se ao problema. Ainda há poucas reacções públicas, mas já conhecemos o ponto de vista crítico e muito certeiro de um conhecedor destes problemas, o historiador João Pedro Marques (Observador de 7 de Dezembro).
Ao tornar públicas as suas intenções de estudar a questão da eventual restituição, o ministro da Cultura acertou. Esteve bem igualmente ao garantir que qualquer decisão seria precedida de investigação cuidadosa sobre a origem e o modo de aquisição desses bens. Também não esteve mal ao iniciar o envolvimento oficial neste processo que está na moda há dezenas de anos.
O ministro errou ao anunciar, não que mandava estudar, sem preconceitos, mas que iria analisar o problema tendo em vista a devolução. Quer isto dizer que a intenção está manifesta e que já se está a preconceber as conclusões. Pior ainda, que se está a condicionar os “investigadores”. O ministro não pretende apenas conhecer a situação, quer restituir e devolver, só que não sabe o quê, a quem e como.
Esteve mal ainda quando veio a público anunciar que não haveria debate prévio ou simultâneo. Não faz sentido, em democracia, que um assunto de interesse geral, público, nacional e cultural, não seja livremente debatido na praça pública.
O ministro da Cultura errou ao garantir que a missão seria reservada, séria e discreta. Não disse a palavra “confidencial”, mas deixou bem claro que era disso que se tratava. Enganou-se absolutamente ao afirmar que o debate sobre uma matéria como esta, por ser polémico e delicado, deveria ser precedido de estudos reservados. Ora, tudo leva a crer que é exactamente o contrário: por ser controverso e difícil, o problema deve ser objecto de discussão aberta e ampla, para a qual toda a gente possa contribuir, sejam académicos, activistas, coleccionadores, comerciantes, profissionais e amadores. O assunto interessa não só a pessoas com ligações directas aos bens, mas a qualquer pessoa preocupada com a cultura, a identidade, a política e as relações internacionais.
O ministro da Cultura foi desastrado ao dar a entender que o Estado deverá ter uma visão de conjunto, que é como quem diz um plano de restituição, antes de ouvir toda a gente interessada e de conhecer as opiniões fundamentadas. O ministro mostrou a intenção de devolver bens patrimoniais às antigas colónias, como se não houvesse bens de outros países, adquiridos noutras comunidades, de outros Estados ou através de intermediários de países independentes.
É possível, provável mesmo, que se tenham cometido roubos e actos violentos para obter objectos de arte. É certo que alguns desses bens foram objecto de massacres, assassinatos e saques (no Benim, por exemplo). Mas também é certo que tal se fez em todos os tempos, em todos os países, em todos os continentes e relativamente a toda a espécie de bens. Como é verdade que alguns países foram autores desses actos (Portugal, por exemplo), ou vítimas (Portugal, por exemplo), ou intermediários (Portugal, por exemplo). Como ainda é certo que muitos desses bens vieram de países já independentes, colonizados ou não. Quer dizer: saqueados, roubados, oferecidos ou comprados. Que fazer com esta variedade de situações?
Como agir com os bens em mãos privadas, adquiridos no mercado ou recebidos em herança? Deverá fazer-se uma lista de pessoas? Um exame às casas privadas? Uma exigência de declaração? Só os bens públicos é que serão objecto de investigação e eventual devolução? E os bens privados, tão ou mais valiosos?
De que bens e de que culturas estamos realmente a falar? África, Ásia, América Latina, Pérsia, Índia, Egipto… E os bens com origem em Portugal? E os bens portugueses em mãos europeias? Que fazer com bens transaccionados dezenas de vezes entre europeus, asiáticos e africanos? Que fazer com milhares de bens, muitos de grande valor e raridade, transaccionados todos os anos nos mercados e nos leilões de todo o mundo, com origem em países africanos e asiáticos já independentes? E se os vendedores são comerciantes conhecidos?
Não custa imaginar que, caso a caso, um país ou uma instituição decida devolver um bem a um outro Estado. Sobretudo se pensarmos, por exemplo, em bens que fazem parte do meio construído, como sejam pirâmides, esculturas, baixos-relevos, obeliscos, edifícios, muralhas e outros bens “pesados” que foram literalmente arrancados. É também admissível que certos saques tenham sido particularmente ilegítimos e violentos. Há casos conhecidos que poderiam ser analisados com o espírito aberto. Há ainda lugar para devolução de bens reclamados por legítimos proprietários. Mas, proceder a uma lavagem da história e a uma reescrita da mesma é do domínio do mais baixo oportunismo.
Até a ideia de inventário deve ser eliminada. De que estaríamos a falar? De elenco público e privado? Feito por quem e com que poderes? E o património português que ficou em África? E os bens de portugueses apropriados por africanos? E o património português que se encontra em países europeus? E o património africano em mãos de portugueses de origem africana? E o património chinês, tailandês, indonésio, colombiano, mexicano, persa, egípcio e árabe vindo de países que nunca foram colónias portuguesas? A mera ideia de inventário pressupõe logo roubo, ilicitude, apropriação indevida, desconfiança e suspeita. Ora, não se pode só suspeitar de uns e não de outros. Não se pode suspeitar de brancos e não de negros, nem de mestiços, chineses, indianos ou árabes.”
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Angelo Ferreira and 3 others
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  • Joao Paulo Esperanca

    Escrevi isto há dois anos e tal, e continuo a pensar o mesmo:
    《O “jogo das devoluções” é um campo minado em que não se sabe bem quem serão os jogadores. Se os portugueses de há séculos tiverem trocado um presunto por um artefacto qualquer bonito dos khoi ou san e agora o Livre decidir devolvê-lo, vai entregá-lo a quem? Aos bantus que dominam muitos países africanos e cujos antepessados desalojaram os khoi e san? Quem são os herdeiros dos impérios africanos do passado? Os descendentes dos imperialistas africanos? Os descendentes dos povos dominados por esses impérios? A Namíbia parece considerar que o padrão que os portugueses lá deixaram agora é deles, o que não tem nada de errado – mas os museus portugueses estão impedidos de usar a mesma lógica da Namíbia?
    Há uns séculos atrás os governantes de Padjadjaran, um reino em Java Ocidental, fizeram um pacto com os navegadores portugueses para terem apoio de Portugal contra os invasores muçulmanos que os ameaçavam. Na época as coisas eram mais lentas e quando chegaram as naus com os reforços, Padjadjaran já tinha sido conquistado. Agora vamos imaginar, para ilustrar um ponto, que em Padjadjaran existiam duas espadas muito preciosas e que uma tivesse sido oferecida numa troca ritual ao capitão dos portugueses na altura do pacto, e que mais tarde essa acabasse num museu de Lisboa. A outra espada imaginária tinha sido roubada por um reino invasor vizinho. Por que lógica mefistotélica é que a espada roubada podia permanecer onde estivesse (quer os reinos vizinhos quer Bogor fazem agora parte da Indonésia) e a espada oferecida teria que ser “devolvida”?》
    6

    Francisco Ly replied
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    9 h

AS LÍNGUA DO PORTO

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Expressões que só quem é do Porto entende IN FÓRUM ELOS

Desde palavras a expressões, há muitas coisas na língua portuguesa que distinguem as várias regiões. O Porto em particular (e o Norte em geral) tem muitas expressões próprias e que “lá pra baixo” não são compreendidas.

Carolina Bessa CAROLINA BESSA MARÇO 26, 2020
Há várias expressões que só é quem é do Porto entendeFoto: @ekinfidel / Unsplash

Não falamos apenas de diferenças como “chuço”, “guarda-chuva” e “chapéu-de-chuva”, mas também de expressões ou palavras que são totalmente diferentes ou não existem mesmo noutros locais, como o sempre clássico “morcão” (ou “morcoum”, dito com a nossa bela e característica pronúncia).

Os portuenses têm um forma muito própria de estar na vida e isso é também claro na forma de falar. Faz parte da nossa identidade.

Há coisas que só são normais no PortoSvetlana Gumerova
@bananablackcat | Unsplash

Expressões que só quem é do Porto entende

Estas são, então, algumas (entre muitas outras) expressões que só quem é do Porto vai entender!

  • (B)Vai no Batalha: Estás a contar-me “histórias”; estás a “enrolar-me”; é fita; é mentira
  • Molete: um pão normal
  • Adiantar um grosso: Nem vale a pena
  • Andar de cu tremido: andar de carro
  • Dar de frosques: ir embora (bazar)
  • Estrugido: O primeiro passo de qualquer cozinhado português. Noutras regiões dizem “refogado”
  • Alapar: sentar bem sentadinho
  • Pneu (bebida): água das pedras com gelo e limão e um pacote de açúcar, que vem a acompanhar para quem quiser
  • Arreganhar a taxa: rir e mostrar os dentes
  • Bicha: uma fila (de espera por exemplo)
  • Bolinha pinchona: lá em baixo dizem “bolinha saltitona”
  • Breca: uma cãibra
  • Jeco: um cão
  • Lapada: um estalo, uma chapada
  • Chamar o Gregório: vomitar
  • (B)Vergar a mola: trabalhar muito, dar no duro
  • Mandar bitaites: dar palpites
  • Estar com o toco: estar mal-humorado
  • Andor (b)violeta: sai, desaparece!
  • Dia de picó boi: dia de trabalho
  • Encher a mula: comer (e bem)
  • Carago: uma interjeição que serve na maior parte das situações (surpresa, alegria, aborrecimento, enfim, dá para tudo!)
  • Broeiro: alguém sem maneiras, rude
  • Briol: frio (muito frio)
  • Acordar de cu pró ar: acordar mal-disposto
  • Comer o caco: confundir
  • Laurear a pevide: ir passear, dar uma volta
  • Surbia: uma cerveja
  • (Ó) (b)vai-me à loja: não me chateies, vai embora
  • Esbardalhar: cair
  • Bater a caçoleta: morrer

Estas são apenas algumas. Temos muitas mais só nossas. E o que também não nos falta é orgulho em ser do Porto ♥️

https://portosecreto.co/expressoes-que-so-quem-e-do-porto-entende/

PARA QUEM GOSTA DE MULHERES, BONITAS: The Most Beautiful Women From Every Corner Of The World

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You know how people say that beauty is in the eye of the beholder? That may be true, and some people might find beauty where others find none, but when it comes to women, there are a few beauties who turn every head and make every jaw drop. No matter who you ask, these women are universally considered a balm to the eyes.

Source: The Most Beautiful Women From Every Corner Of The World