porque é que não deve deitar fora a água onde coze a massa (nunca, jamais, em tempo algum!)

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Confesse lá: acaba de cozer a sua massa e a primeira coisa que faz é deitar a água toda para o lava loiças, não é? E, às vezes, até deixa a massa dentro do passador a repousar durante um bocadinho, certo? Pois bem, esse é um dos grandes erros que pode cometer quando está a cozinhar […]

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45 People Who Had One Job and Just Couldn’t Get it Right

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45 People Who Had One Job and Just Couldn’t Get it Right Sometimes we all need a laugh. Sometimes that laugh comes in the form of watching someone else’s mistakes or failures. It might be savage, but when people have one job and still manage to mess it up, it can be a good pick-me-up. […]

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FEMININISMO E VACAS VIOLADAS

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Joao Paulo Esperanca shared a memory.

Para a malta que acha que os animaizinhos são pessoas como nos filmes da Disney…

3 years ago

As vacas não são mulheres.
As vacas não são violadas.
Humanização. Algo implícito no argumento anti-bovinicultura e anti-leite “porque as vacas são violadas e forçadas a engravidar continuamente”. A ter em conta:
1. Ciclo éstrico.
As mulheres têm um ciclo menstrual com uma duração média de 28 dias. A vaca 🐮 tem um ciclo éstrico que dura, em média, 21 dias. A mulher apercebe-se da mudança de ciclo porque detecta o período menstrual. Nas vacas 🐄, é a expressão do comportamento de estro, vulgarmente designado de cio, que nos diz que houve essa mudança. O cio da vaca é o único período, nestes 21 dias, em que a vaca está sexualmente receptiva 💞. Dura no máximo 24 horas. É a única oportunidade para acasalar. Não procurará qualquer contacto sexual com o macho ♂️, excepto neste período. Fêmea mulher 👩‍🦰. Fêmea vaca 🐮. Duas fêmeas ♀️ com ciclos reprodutivos e comportamentos muito diferentes.
2. Reflexo de imobilidade.
Para maximizar a taxa de sucesso do acasalamento, a Natureza dotou a vaca com o reflexo de imobilidade, que faz a vaca ficar quieta durante a monta do touro 🐂. Este reflexo é mais evidente no final do cio, em que a vaca já não monta (às vezes até em pessoas tenta montar!), apenas se deixa montar. A maioria das vacarias de leite 🥛 não usa cobrição natural, optando pela inseminação artificial. Assim, detectado o momento em que a vaca permitiria a inseminação natural (cio + reflexo de imobilidade), o Homem aplica o sémen pela técnica de inseminação artificial. Dói? Se doer para o animal, a técnica está a ser mal executada. Os vídeos com as vacas com quadro de dor representam excepções, procedimentos mal conduzidos. (Explicarei melhor as vantagens e desvantagens da técnica e a razão pela qual revolucionou a pecuária, num futuro post exclusivamente sobre este assunto). Por isso, a vaca 🐮 não é violada porque, estando numa fase sexualmente receptiva, o cio e o reflexo de imobilidade fazem com que o evento da inseminação em nada se assemelhe ao que acontece nos casos de violação em mulheres.
3. Período Voluntário de Espera.
Nas vacarias de leite, as vacas não engravidam logo após o parto porque o agricultor 👨‍🌾 pretende que a vaca recupere alguma condição corporal. Isto permite maximizar a vida produtiva do animal 📈. Assim, os agricultores, juntamente com os seus médicos veterinários assistentes 👩‍⚕️, vão determinar um período que consideram justo para fazer a vaca descansar, antes de se tentar uma nova gestação. Chama-se Período Voluntário de Espera. Pode durar entre 40 a 90 dias, conforme o maneio de cada vacaria. Nesta fase, todas as vacas que expressarem cio, e muitas fazem o primeiro por volta dos 21-30 dias pós-parto, serão ignoradas. Só tentarão engravidar a vaca, quando acabar este período de descanso.
4. Intervalo entre partos.
Uma vaca engravida, a primeira vez, por volta dos 15 meses de idade, parindo 9 meses depois. Daí em diante, o intervalo entre partos será o resultado de vários factores, onde se incluem a duração do período voluntário de espera, a fertilidade da própria vaca 🐄 e o maneio da vacaria onde vive. Em Natureza, tal não aconteceria. Havendo um touro numa manada e uma vaca em cio, este montará. Não terá qualquer objecção de consciência por a vaca ter parido muito recentemente ou pela novilha ser demasiado nova e não ter tamanho para conseguir parir sem cesariana. Numa vacaria, com o touro no parque de produção, acontece o mesmo. Não há período voluntário de espera. O touro montará em todas as oportunidades. Além disso, o ejaculado do touro possui várias vezes mais espermatozóides🔬 do que as palhinhas de sémen da inseminação artificial, pelo que a probabilidade de concepção é superior. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, é muito mais fácil obter um intervalo entre partos curto, usando um touro de cobrição, no parque de produção, do que usando exclusivamente a técnica de inseminação artificial. Esta evidência eu própria observei como veterinária de campo. Os meus clientes que sistematicamente tinham o intervalo entre partos mais curto, ou seja, que mais depressa engravidavam as vacas após o parto, eram os que optavam pela cobrição natural com um touro a circular livre, 24-24 horas, no parque de produção. Nenhum dos meus actuais clientes tem touro no parque de produção.
Pelo explicado anteriormente, as vacas não são violadas e, em Natureza, estariam efectivamente e continuamente a engravidar até morrer. Humanizá-las à luz das percepções da nossa espécie é imprudente.

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Nós, os servos das telecoms – Observador

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É este o “mercado” das telecomunicações que temos, em que as empresas se comportam como se fossem donas dos clientes. Em que não há nenhuma verdadeira alternativa. Onde está o Estado em tudo isto?

Source: Nós, os servos das telecoms – Observador

Apresentação d’ “O lugar da Trindade e outras narrativas”, de Telmo Nunes

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Pedro Gomes is with Telmo R. Nunes and

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Apresentação d’ “O lugar da Trindade e outras narrativas”, de Telmo Nunes, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada – 9 de Fevereiro de 2023
Agradeço, reconhecido, o inesperado convite que o Dr. Telmo Nunes me fez para apresentar “O lugar da Trindade e outras narrativas”, numa casa de livros, como esta Biblioteca Pública, no coração da cidade e guardadora de parte significativa da memória da açorianidade.
Cumprimento o editor, José Ernesto Resendes e a editora Letras Lavadas, pela edição desta obra, que se insere numa estratégia comercial de publicação e divulgação de autores açorianos.
Digo autores açorianos, nos quais incluo Telmo Nunes que já é açoriano de coração, com uma escrita marcada pelos sinais que identificam e singularizam a literatura açoriana, como a têm teorizado Urbano Bettencourt e Vamberto Freitas.
“O lugar da Trindade e outras narrativas” é uma obra da literatura açoriana, de contos e narrativas. géneros pouco cultivados entre nós e até entendidos por alguns como géneros literários menores.
Na verdade, o conto e a narrativa exigem uma escrita incisiva e capacidade de contar uma história em poucas páginas. Se fosse uma prova de atletismo, seriam uma corrida de cem metros, enquanto um romance poderia ser uma meia-maratona. Bem, há alguns romances que somam várias maratonas…
“O lugar da Trindade” – título do último conto do livro – atrai o leitor para um lugar imaginário, na ilha de São Miguel, situado numa zona indefinida, próxima das Feteiras. Um lugar de homens do mar, marcados pelo tempo e pelas escolhas, pela luta desigual com o mar, que é afinal o destino de qualquer açoriano: “era o mar a lançar-lhe a rede. O mar. Sempre o mar” (pg. 125).
Neste lugar inexistente – será mesmo assim? – a história do futuro escreve-se com o medo: “há já muitos epitáfios por escrever” (pg. 122).
Mas o medo não paralisa o desejo dos homens, mesmo quando sabem que “as ilhas não eram para gente que ousasse o sonho” (pg. 117).
Intencionalmente, o autor confunde o leitor, levando-o a acreditar que reconhece a Trindade, na ilha de São Miguel, a partir de fragmentos do quotidiano, do registo dos gestos, da entoação do mar, adivinhada a cada página.
Puro engano: a Trindade convoca outros lugares imaginários e bem podia estar descrita no “Dicionário de Lugares Imaginários”, de Alberto Manguel e Gianni Guadalupi, um catálogo de lugares criados pela literatura, povoados de criaturas de fantasia, costumes estranhos, homens singulares ou ilhas que desaparecem no mar.
Telmo Nunes acolheu palavras de outros escritores – como José Saramago, Tolstoi, Paula de Sousa Lima, Miguel Torga ou Emanuel Jorge Botelho – para epígrafes de alguns contos e que funcionam como chave para a leitura e interpretação por cada leitor. “Fisicamente, habitamos um espaço, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memória”, diz Saramago (pg.11).
Entre um certo realismo mágico, de que a Trindade é o expoente, insinuado no prefácio de Pedro Almeida Maia, que invoca a Macondo, de Gabriel García Márquez como referência literária para este lugar – que é lugar nenhum, podendo ser todos os lugares – e um neo-realismo que se descobre nos contos de pendor social ou de revelação de condutas sociais e modos de vida, Telmo Nunes escreve sem pudor sobre as condições penosos dos que viviam nestas ilhas, no início do século XX, escravos da terra e do mar, numa persistente pobreza.
Há contos que são um exorcismo da memória, da longa memória dos lugares da infância, em que a felicidade cabe nas pequenas coisas, nos gestos pueris, no primeiro beijo, no primeiro desejo amoroso, nas maçãs roubadas no pomar do senhor Valentim: “as maçãs do senhor Valentim não tinham sumo, mas sabiam a vitória” (pg. 61).
Há contos que provocam o sorriso, pela atitude quase burlesca do homem que abandona os amigos e a rodada seguinte para ir à Praia das Melancias, transformada num tapete impenetrável de águas-vivas, que impedem o mergulho estival e o levam a regressar cabisbaixo à mesa de amigos.
Outros são a denúncia veemente da violência doméstica, crime com elevados índices nos Açores, socialmente tolerado durante anos, em que as mulheres eram – e ainda são – vítimas silenciosas. O “Bom ensinamento” (título do conto, pg. 75) resume-se à agressão da mulher pelo homem, como prova de quem manda em casa.
Outro, ainda – “Nascida do viço de um cravo” – é o elogio da liberdade de uma mulher que, em tempo de ditadura dos anos sessenta do século XX, desafiando as convenções da época e escudada no seu estatuto social e nome de família, usa a fortuna familiar para inaugurar obras de apoio social, apoiar os mais pobres, construir um hospital e promover a educação das mulheres.
Telmo Nunes enfrenta, em dois contos, o problema do consumo das drogas duras e o rasto de destruição pessoal e social que elas provocam.
Numa linguagem forte, o autor não hesita numa descrição crua da decadência física e da falência do corpo, até à morte de Ana, personagem do conto “Fórmula C21H23N05” – a fórmula química da heroína – toxicodependente, que morre sem que o narrador a possa reencontrar num derradeiro momento.
A mulher que foi um amor de infância, perdido na lonjura do tempo, regressa ao fim de anos, perante a contradição da atitude a tomar: corresponder ao apelo para uma visita ou interpretar o pedido como a tentativa de uma toxicodependente obter dinheiro fácil para comprar a próxima dose?
O dilema corrói o narrador/personagem do conto, dividido entre a saudade e a incerteza: “desse-se o caso de a saudade enrugar, dir-se-ia que a que me acompanhava e que comigo dividia a existência era já vista, pelo menos, como bem entrada na idade” (pg. 71).
Noutro conto – “O Repatriado” – Telmo Nunes não foge ao problema social dos repatriados – açorianos desenraizados das ilhas, que são devolvidos aos Açores pelas autoridades dos EUA, em consequência da prática de crime e consequente condenação. Depois de cumprirem uma pena, cumprem cá uma segunda pena de degredo, longe da família e dos amigos que ficaram para trás.
John Miles, que foi João Basílio, vive a indiferença social na terra que não o reconhece: “a revolta trouxe violência e agressões. Veio a rua e sentiu na pele a discriminação e o estigma” (pg. 91).
Neste imenso lugar da Trindade – afinal todos os contos se passam na Trindade imaginária – há uma geografia das solidões.
Dos que não chegam a cumprir o seu destino.
Dos que são enganados pela má-sorte.
Dos que partem para as Américas da abundância, com a ilha guardada no coração, em anúncio de regresso para o Livramento (“Azorean Refugee Act”, pg. 115) ou para qualquer outro lugar.
Dos que regressam, como se nunca tivessem o mundo como destino.
Dos que se tornam socialmente invisíveis.
Dos que sabem que o boletim meteorológico que anuncia sempre “céu geralmente muito nublado, com períodos de chuva, por vezes forte e persistente” (pg.83) é apenas uma metáfora para iludir os turistas.
Neste livro há um murmúrio do tempo, que arrasta as coisas, que corta os ossos, que fustiga a memória.
“Era uma vez o era uma vez da vida.
Quando na vida também moravam grandes
“coisas” pequeninas; um naco de pão guardado na algibeira de um calção em correria, uma pétala reencontrada na página de um livro muito amado, o cheiro de saudade que a sépia de um retrato colocava nas nossas mãos, o chamamento, mágico, do amolador de facas que percorria as ruas da cidade, a saudade do dia seguinte.
Aos poucos, as grandes “coisas” pequeninas foram deixando de ter lugar na casa dos nossos dias.”
(Emanuel Jorge Botelho, 30 Crónicas, II, Ed. Letras Lavadas e Artes e Letras, pg. 19)
Encontro, em alguns destes contos, um profundo sentido de misericórdia, entendida como compaixão, como saída em direcção ao outro, de coração aberto.
A misericórdia resgata o outro, que chora em solidão. Escreve Telmo Nunes: “o choro em solidão é o pior deles todos: corrói mais do que qualquer outro, por não se poder repartir, tem vontade própria” (pg. 44).
Num tempo hedonista, de prazeres fáceis, de sentimentos descartáveis, os contos deste livro têm um traço comum: dizem-nos que dentro de cada um de nós não há apenas coisas belas, luminosas.
Somos confrontados com as contradições dos nossos sentimentos, dos desejos. No fundo, com a contradição da nossa própria condição.
Podemos sempre escolher o caminho, pois o destino não é uma maldição.
Não se pense que o autor constrói um manifesto desesperado sobre a vida. Telmo Nunes obriga-nos a fazer perguntas. Quem amamos? Que escolhas fazermos? O que nos resta da casa da infância? Onde guardamos as memórias? O que somos? Porque olhamos o mar?
A escritora Clarice Lispector criou uma lista de perguntas que sacodem o torpor dos dias. “Eu sou uma pergunta”, disse Clarice. Com o tempo, aprendemos que as perguntas são a gramática da vida.
Como escreve Daniel Faria, um poeta que morreu demasiado jovem, “é necessário voltar a entrar em casa, como quem chega ao dia seguinte, e sabe que ainda não amanheceu de vez” (“Sétimo Dia, Ed. Assírio e Alvim, pg. 113).
Assim se escreve a esperança.
(Créditos fotográficos das Letras Lavadas).
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Foi lançado ontem o mais recente livro de Telmo R. Nunes, “O Lugar da Trindade e Outras Narrativas”, no auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. A apresentação esteve a cargo do Dr. Pedro Gomes. 📚
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Telmo R. Nunes, Manuel Borges and 20 others

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Scott Edward Anderson

ParabénsTelmo! 📚🎉🎊
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Fátima Paz

Brilhante apresentação, como é teu apanágio.
Obrigada.
Um grande abraço.
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ESAQ LICEU ANTERO DE QUENTAL A ESCOLA QUE O ESTADO ENJEITOU

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  • Ana Paula Medeiros

    Quem fala assim não é gago👍. Obrigada por exprimires tão bem o que sinto💞😘
  • Ana Isabel D’Arruda

    Mas no privado nada falta…
    Há que optar politicamente e com bom senso, por opções de investimento duradouro, útil e humanamente necessário. O povo está farto de ser entretido e enganado com artifícios.
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Jornada Mundial da Juventude vai ter 150 confessionários portáteis e 150 wc portáteis onde se podem cometer os pecados – Expresso

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Os pecados serão depois perdoados pelos 150 padres portáteis, fabricados por adjudicação direta num seminário de uma autarquia do PS

Source: Jornada Mundial da Juventude vai ter 150 confessionários portáteis e 150 wc portáteis onde se podem cometer os pecados – Expresso