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obit Sen Gordon McIntosh

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John Waddingham
5 hrs

Very sad to learn of the death yesterday of my long-time friend and indefatigable supporter of Timor-Leste, Gordon McIntosh. He will be sorely missed by me. The Timor community has lost a great friend.

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TIMORARCHIVES.WORDPRESS.COM
A highly-principled and tenacious supporter of East Timorese self-determination and independence since 1975, former Australian Senator Gordon McIntosh sadly passed away on Sunday, 10 March 2019. We…

Norma Europeia vai obrigar os homens a urinarem sentados a partir de 2021

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drogas e álcool na Islândia – um exemplo para os Açores

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Carlos Fino shared a post.

10 hrs

O EXEMPLO NÓRDICO – ISLÂNDIA

-1:08

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MEU AMOR O CANDELABRO….CASO EXTREMO DE OBJETOFILIA

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Pois…um candelabro. Faz sentido 🙄

Objectum sexual: O distúrbio que levou Amanda a dizer que está noiva de um candelabro

  • AmandaLiberty_Insta2

    Percorra a galeria de imagens e veja algumas fotografias de Amanda Liberty acompanhada de Lumière, o noivo candelabro. [Imagens: Instagram]

Para Amanda Liberty foi amor à primeira vista. Portadora do distúrbio objectum sexual, a jovem de 34 anos avistou um candelabro alemão, com 91 anos, à venda no eBay e não hesitou em comprá-lo. Agora diz estar noiva de Lumière, nome que atribuiu ao candelabro.

Surpreendente? Pois bem, apesar de esta ser uma condição incomum, ela existe. Gostar de objetos a nível sexual é tido como parafilia – desvio que se dá não no ato sexual, mas quanto ao objeto sexual, ou seja, no tipo de parceiro. Neste caso, trata-se de gostar de objetos inanimados em vez de pessoas, daí o nome objetofilia ou objectum sexual.

Esta condição não é novidade para Amanda, que desde cedo percebeu sentir-se atraída por objetos, mais especificamente por candelabros. “Sempre amei a aparência de lustres e quando vi o meu primeiro lustre, Luna, foi amor à primeira vista”, revelou ao jornal britânico Daily Mail.

Não… o Lumière não foi o primeiro amor na vida de Amanda e nem é o único. A jovem possui uma coleção de 25 lustres e considera ter um ‘relacionamento aberto’ com todos eles. Confessou inclusive preferir passar as noites aninhada com Jewel, um outro candelabro: “Por exemplo, eu adoro beijar e abraçar o Lumière, mas durmo com Jewel todas as noites, já que ele é portátil e muito fácil de aconchegar”.

Por consciência pesada ou como prova do seu amor, Amanda resolveu tatuar a imagem de Lumière no próprio antebraço – como pode ver na galeria de imagens acima. A tatuagem desenhada por Alice Perrin, do programa de televisão Tattoo Fixers, emitido na E4, demorou cerca de hora e meia até ficar concluída.

Apesar de toda a coleção que anima Amanda, a jovem garante estar noiva de Lumière. Mas, para já, não existem grandes planos para a cerimónia: “Ainda não temos nada reservado, tenho amigos em todo o mundo e quero que todos estejam lá”.

Assumindo-se claramente uma apaixonada por objetos, Amanda revelou ainda que o seu primeiro amor foi uma bateria, aos 14 anos. E confessou também que há muito ama a Estátua da Liberdade, monumento ao qual deu a alcunha íntima de Libby.

DELAS.PT|BY DELAS.PT
Amanda Liberty diz estar noiva de um candelabro. A jovem possui objectofilia / objectum sexual, parafilia em que se gosta de objetos em vez de…

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ridiculous! politically correct censors art

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“Gender politics”, in my view, includes an immense level of stupidity. So does it’s parent “Identity politics”. In fact, it does even more, as I explained in a post yesterday.

I have absolutely no quarrel with respecting gender, all >500 of them, as I do respect every person. I really don’t have any quarrel, as my view on life is both Liberal and well informed by Science. However, not playing this play, a work of art and culture, because it did not include the possibility of transgender women when it was written many years ago, is utter stupidity.

FAITHWIRE.COM

“Gender politics”, in my view, includes an immense level of stupidity. So does it’s parent “Identity politics”. In fact, it does even more, as I explained in a post yesterday.

I have absolutely no quarrel with respecting gender, all >500 of them, as I respect every person. I really don’t have any quarrel, as my view on life is both Liberal and well informed by Science. However, not playing this play, a work of art and culture, because it did not include the possibility of transgender women when it was written many years ago – as transgender women do not normally have vaginas – is utter stupidity.

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Leaders at a college in Michigan decided to cancel its production of “The Vagina Monologues” because it’s discriminatory, given “not […]

Os 20 objetos que mudaram o mundo moderno – Observador

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Os 20 objetos que mudaram o mundo moderno

Não basta ser bonito: tem de ser intemporal. E inigualável. O crítico Stephen Bayley enumerou os 20 objetos de design que mudaram o mundo moderno. Vai do antigo soutien até ao incontornável iPhone.

  • Marta Leite Ferreira
    Texto
20 fotos

Depois de o Museu de Arte Moderna ter enumerado as 111 peças de roupa que mais mudaram o mundo, o crítico de design Stephen Bayley voltou a tocar no assunto. Desta vez, através de um artigo publicado na CNN, Bayley explicou a história dos 20 produtos de design que influenciaram o mundo moderno, da roupa à tecnologia. E encontrou grande influência em objetos como o soutien, a câmara Leica e o iPhone.

No artigo assinado pelo crítico, Stephen Bayley define design como “a atividade da vida contemporânea”: “Tal como o rock e o cinema, é único para a vida contemporânea”. Mas, ressalva ele, não se deve confundir com revolução tecnológica: não basta ser bonito, nem basta ser útil. Para que um produto se torne intemporal e inesquecível na História, tem de reunir os dois conceitos.

Veja a lista criada por Stephen Bayley na fotogaleria.

O que se esconde na palavra «filho»?

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Ia eu todo contente escrever um texto sobre a palavra «filho», quando reparo que, lá na origem do vocábulo, há um ou dois factos um pouco embaraçosos. Hesito um pouco: será que conto? Sim, conto. O leitor há-de gostar de saber o que se esconde na história desta palavrinha — e, pelo caminho, ficamos a […]

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O que se esconde na palavra «filho»?

We’re Teaching Grit the Wrong Way

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Força de Carácter. A educação para o auto-controlo, uma competência chave do século XXI, na raiz da força de carácter (“grit”), está a ser feita ao contrário. Educam-se os jovens para suprimirem as emoções, quando se devia educá-los para terem emoções e sentido do social e do coletivo (Chronicle) #21stcenturyskills #grit #selfcontrol

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Rapariga afro-americana diz que “é branca”, e odeia afro-americanos

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Luis Crespo shared a video.

Rapariga afro-americana diz que “é branca”, e odeia afro-americanos. Sim, é isso mesmo. No Dr. Phil.

I’m a Caucasian because everything about me
-4:52

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Dr. Phil

“When it comes to black people, I think they’re all ugly,” says a 16-year-old African-American.
Full story: drphil.tv/102418

9 mins

Rapariga afro-americana diz que “é branca”, e odeia afro-americanos. Sim, é isso mesmo. No Dr. Phil.

I feel like asking them, what is wrong with them?
-4:01

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Dr. Phil

“When it comes to black people, I think they’re all ugly,” says a 16-year-old African-American.
Full story: drphil.tv/102418

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Ceu Alves Eu devo ter ficado daltonica…
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Maria Ralha Não te trates, miúda! A mãe é mais clara do que ela …..

Sessenta por cento dos jovens açorianos admite ter agredido psicologicamente – estudo

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Sessenta por cento dos jovens açorianos já exerceram violência psicológica e 40% admitiram ter agredido fisicamente, valores que correspondem aos que dizem ter sido vítimas deste tipo de agressões, segundo um estudo divulgado na sexta-feira.

Source: Sessenta por cento dos jovens açorianos admite ter agredido psicologicamente – estudo

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mundo cão e professor universitário “Obrigar uma criança a dar um beijo ao avô é violência”

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Paulo David and Paulo Leite shared a link.
VAMOSLAPORTUGAL.NET

Professor universitário: “Obrigar uma criança a dar um beijo ao avô é violência”

 

Daria para rir se não fosse tão grave

Publicado por Vamos lá Portugal em Notícias
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Recentemente o programa ‘Prós e Contras’ da RTP abordou o assunto do assédio e um dos convidados surpreendeu ao assumir que obrigar uma criança a dar um beijinho aos avós pode ser considerado “violência”. Fátima Campos Ferreira, apresentadora do programa, naturalmente ficou incrédula e chegou mesmo a admitir que não estava a perceber a ideia do professor universitário. Nem ela nem ninguém.

O programa ficou marcado por um momento em que um dos convidados desde a plateia, revelou que o “beijinho que as crianças dão aos avós” pode ser considerado “violência”.

“Quando a avozinha ou o avozinho vão lá a casa a criança é obrigada a dar o beijinho à avozinha ou ao avozinho, isto é educação e estamos a educar para a violência no corpo do outro”, assumiu Daniel dos Santos Cardoso, professor de Ciências da Comunicação da Universidade Lusófona, perante o espanto de Fátima Campos Ferreira.

“Não estou a perceber”, disse a apresentadora, espantada com a ideia expressada pelo docente universitário.

“O beijinho da avó ou do avô é uma violência?”, perguntou Fátima Campos Ferreira.

“Sim. Estou a dizer que obrigar alguém a ter um gesto físico de intimidade com outra pessoa, com obrigação coerciva, é uma pequena pedagogia que depois cresce. E o que acontece? Depois vemos os estudos e quarenta e tal por cento deles e delas acham natural que o namorado lhes controle o telemóvel”, disse o professor universitário.

Daniel dos Santos Cardoso revelou ainda, mais adiante no programa, que em uma das suas aulas admitiu que “os homens só violam porque não se conseguem controlar”.

É contra estas situações que este professor vai debatendo.

Certo é que já se tornou viral o momento protagonizado na RTP sobre o episódio que, nas redes sociais, é já conhecido pelo ‘beijinho’.

Veja o vídeo:

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