Arquivo da Categoria: sociedade consumidor TRIVIA INSOLITO

Visão | Sindicato da PSP reivindica mais 200 agentes para os Açores

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A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia-ASPP/PSP manifestou-se hoje preocupada com o défice de agentes da PSP a transferir para os Açores (26), apontando a necessidade de mais 200 elementos

Source: Visão | Sindicato da PSP reivindica mais 200 agentes para os Açores

timor de luto

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Timor-Leste perdeu um grande e inspirador herói nacional, o Comandante Ma’Huno Bulerek Karathayano (Bukar), um dos fundadores da República Democrática de Timor-Leste que lutou heroicamente durante a Resistência.
A Delegação da União Europeia está com todo o povo timorense neste momento de luto nacional e apresenta as mais sinceras e profundas condolências à família enlutada.
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Timor-Leste lakon asua’in ne’ebé boot no inspiradór, Komandante Ma’Huno Bulerek Karathayano (Bukar), nu’udar fundadór ida husi Repúblika Demokrátika Timor-Leste, ne’ebé fó kontribuisaun boot durante tempu luta Rezisténsia nian.
Delegasaun Uniaun Europeia nian hamutuk ho povu Timoroan tomak iha momentu luto nasionál nian ida ne’e, no hato’o ninia sinseru no sentida kondolénsia sira ba família matebian nian.
🇪🇺🇹🇱
Timor-Leste perdeu um grande e inspirador herói nacional, o Comandante Ma’Huno Bulerek Karathayano (Bukar), um dos fundadores da República Democrática de Timor-Leste que lutou heroicamente durante a Resistência.
A Delegação da União Europeia está com todo o povo timorense neste momento de luto nacional e apresenta as mais sinceras e profundas condolências à família enlutada.
🇪🇺🇹🇱
Timor-Leste has lost a great and inspiring national hero, Commander Ma’Huno Bulerek Karathayano (Bukar), one of the founders of the Democratic Republic of Timor-Leste, who fought heroically during the Resistance. The European Union Delegation is with all Timorese people in this moment of national mourning and presents its sincerest and deepest condolences to the bereaved family.
Photo Credit: Eujevio Pereira

admirável mundo novo vegan plástico

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No photo description available.
🌍 This is Almeria in Spain. It’s the stuff of vegan wet dreams and an ecological Armageddon to everyone else….26 000 hectares (64 000 acres) of plastic covered greenhouses growing nothing but fruit and veg.
Plants are hydroponically drip fed water laced with chemical fertilizers in grow bags of imported soil. Temperatures for the predominantly illegal African workers are brutal and the surrounding land and beaches are strewn with spent pesticide containers and tons upon tons of discarded plastic sheeting.
….this is the utopian future we are bullied with, where domestic animals are extinct and wild animals have no usable habitat because it’s all fenced, walled and under plastic.

morreu Isabel da Nóbrega e lembrar Saramago por Joaquim Vieira

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A escritora Isabel da Nóbrega morreu hoje. Tinha 96 anos.
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Artur Arêde

6 m
A CAUSA DAS COISAS
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A morte, hoje, da escritora Isabel da Nóbrega (pseudónimo de Maria Isabel Guerra Bastos Gonçalves), aos 96 anos, leva-me a repescar aqui a seguinte passagem da minha biografia de José Saramago, alusiva à dolorosa separação conjugal ocorrida entre ambos em meados da década de 1980:
«Ao contrário de todos os livros que publicara na década e meia
anterior, A “Jangada de Pedra” não levava dedicatória a Isabel da
Nóbrega (nem a qualquer outra pessoa), sinal, por parte do autor,
do anúncio subliminar de uma separação. Na verdade, desde “Provavelmente Alegria”, “Deste Mundo e do Outro” (os dois ainda sob anonimato) e “A Bagagem do Viajante” (já assumindo a relação) que nesse introito estava sempre testemunhada a constância do amor de Saramago pela mulher que – inútil negá -lo – lhe dera uma segunda vida, fosse “As Opiniões que o DL Teve (‘Para a Isabel e os meus amigos.’), “O Ano de 1993” (‘Para a Isabel. Este livro, o antes e o depois dele, todos os passos e todos os gestos, todas as palavras ditas e as que estão por dizer. Assim. Mesmo que o tempo não entenda já de coisas como esta.’), “Os Apontamentos” (‘À Isabel, este livro e todos. […].’), “Objeto Quase (‘Para a Isabel, porque me disse de que lado está a vida.’), “Manual de Pintura e Caligrafia” (‘Para a Isabel, tão inseparável deste livro como da minha vida.’), “A Noite” (‘À Luzia Maria Martins, que me achou capaz de escrever uma peça. À Isabel.’), “Que Farei com Este Livro?” (‘À Isabel, cada vez mais.’), “Levantado do Chão” (‘À Isabel, sempre. […].’), “Viagem a Portugal” (‘A quem me abriu portas e mostrou caminhos, à companheira constante que tantas vezes disse: “Repara.” […]’), “Memorial do Convento” (‘À Isabel, porque nada perde ou repete, porque tudo cria e renova.’) ou “O Ano da Morte de Ricardo Reis” (‘À Isabel, outro livro, o mesmo sinal.’). A mulher preterida recusava-se, contudo, a aceitar as evidências, acreditando que a sua ligação com Saramago se mantinha de pé e assim continuaria. Disse-o a José Manuel Mendes: “Ouvi os lamentos da Isabel. Ela entendia que era uma coisa muito passageira e que ele estava a destruir a sua própria capacidade literária, porque nunca mais iria escrever como escrevera até ali: acabaria por não continuar a obra que até aí tinha construído. A Isabel tinha um conjunto de perceções que nunca vieram a confirmar-se. Pelo contrário.” De algum modo, o escritor também alimentaria essa ambiguidade, como se deduz de um episódio evocado por António Oliveira: “O Saramago adoeceu e esteve no Hospital da CUF [à Rua Infante Santo] bastante tempo, numa altura em que estava já numa de se separar. Ele e a Pilar [del Río] ainda não tinham casa em Lisboa, e ele acabou por chamar a Isabel, e a Isabel é que lhe fez companhia no hospital. Ainda esteve lá uma semana ou duas. Foi qualquer coisa de natureza pulmonar.” Acrescenta Zeferino Coelho [editor de Saramago] que, a propósito da edição de “A Jangada de Pedra”, Isabel da Nóbrega, como sempre, comportava -se como a agente literária, não oficial, do escritor: “Eles já estavam de relações cortadas – ainda na mesma casa mas já não se falavam –, e ela telefonou -me a dizer: ‘Preciso muito de falar consigo, porque agora, para o livro do José, eu tenho uma ideia para a capa, que é uma coisa fabulosa, e queria falar consigo, mas quero mais, quero que você aceite a minha ideia, a assuma como sendo sua e não lhe diga nunca que a ideia foi minha, porque se ele sabe que a ideia foi minha já não quer.” […] Apercebendo-se da ameaça da jornalista espanhola na sua vida afetiva, Isabel da Nóbrega desencadeara uma barragem de fogo junto dos amigos da parelha desavinda, na tentativa desesperada de fazer recuar a marcha do tempo. Dessa ofensiva fazia parte um rosário de lamentos, como António Oliveira ouviu […]: “A Isabel chegou -me aqui uma manhã e eu não pude ir trabalhar, estive aqui com ela todo o dia. E ela martelou, martelou, com o Saramago isto, o Saramago aquilo. […] Pedi ao Saramago que fosse jantar comigo, que eu queria falar com ele, e disse-lhe: ‘Ó Zé, não vale a pena, nesta altura do campeonato, vocês já estão há tantos anos, também mais um bocado ou menos um bocado… A única coisa que posso fazer é o seguinte: tem aqui a chave da minha casa, você faça como entender. Faça os encontros que quiser, eu não vou lá, façam de conta que a casa é vossa, mas não deixe a Isabel pendurada, porque realmente nesta altura ela vai morrer, da maneira como ela está pegada a si.’ E ele: ‘Não pode ser, não pode ser, não pode ser…’ Eu ainda tentei que ele não se separasse. […] Pilar reagirá entre gargalhadas a esta história, cujo protagonismo recusa: ‘Isso foi com outra, de certeza, não, nunca comigo. É verdade que o António Oliveira tinha aí uma casa [em Azeitão], mas nunca lá fui.’ […] Correspondendo à sua intransigência amorosa, Isabel da Nóbrega resolveu cortar relações com todos os amigos que suspeitava de terem tomado partido por Saramago na sua opção por Pilar del Río. Um dos atingidos foi António Oliveira: “Que estupidez ela ter-me feito isto. Nós tratávamo-nos como irmãos. Até fui a Paris com ela.” José Jorge Letria também foi visado: «Quando o Saramago a deixa e a Pilar aparece, a Isabel da Nóbrega radicaliza o corte com toda a gente que ela sabia que era amiga dele e afasta-se dessas pessoas, e a mim deixou de me falar. Achou que todas aquelas pessoas que eram amigas do Saramago por razões políticas ou outras, e com as quais ela também tinha uma amizade, a tinham traído a ela, se entendesse que tinham ficado coladas a ele.” Assim como Sérgio Ribeiro e a sua nova mulher, Maria José: “Eu faço parte desse tabu para a Isabel. Tenho muita pena. Tenho saudades dela. […]” A ideia dominante entre os amigos do casal era de respeito pelas escolhas sentimentais de Saramago. Mas pelo menos uma pessoa, Maria Teresa Horta, sentiu as coisas de forma diferente: “Ele tratou muito mal a Isabel da Nóbrega. Tratou-a abaixo de tudo.” A escritora não poupará nas palavras para exprimir quanto o antigo colega de A Capital a terá desiludido: “É perfeitamente execrável, a ponto de estar a fazer autógrafos na Festa do Avante! e eu aparecer com a Maria Velho da Costa, vinda de Londres, sentarmo-nos na outra mesa e ele levantar-se e aproximar -se de nós: ‘Então Maria [Velho da Costa], já sabe que me separei da Isabel da Nóbrega? Ela está uma velha horrorosa.’ Uma mulher que fez tudo por ele, ensinou-o a comer e beber, e diz isto à frente de dezenas de pessoas. Ele era o quê? Um Adónis? As mulheres são umas bruxas horrorosas? Ele foi o amor da vida dela. É tão desagradável falar dele… [..] É um homem horrível, uma aventesma.” Também o médico Carlos Leça da Veiga acompanhou a dor da separação do casal: “Ela fez dele, que era um labrego, um senhor. Se não fosse a Isabel, quem seria o Saramago, que nem sabia comer à mesa? A espanhola [Pilar del Río] é uma equivalente à Inês de Castro.” Mas José Manuel Mendes não compartilha a tese do sofrimento infligido pelo amigo a Isabel da Nóbrega, embora compreenda o lamento dela: “Não tenho essa visão. E acompanhei o caso, até com a Isabel. Ela sabia que eu e o José tínhamos uma amizade muito íntima. A Isabel e eu conversávamos, e mantive sempre uma relação de grande isenção e proximidade afetiva em relação a ela. Sobretudo, ela tinha uma grande dor humana pela perda do homem que tinha escolhido. A Isabel era uma mulher muito bela, e a escolha do José Saramago é uma escolha muito profunda da parte dela também. Tudo aquilo foi para a Isabel muito doloroso.” Sem nunca ter abdicado da amizade com José Saramago, Correia Jesuíno será forçado a reconhecer, acerca de Isabel da Nóbrega: “É uma mulher que eu admiro, porque ela lutou por aquele homem. E depois, realmente, foi assim chutada de uma forma um bocado machista, como um par de sapatos.” […] No que respeita à hipótese de Isabel da Nóbrega ter abdicado de uma promissora carreira literária para impulsionar a de José Saramago, o editor da Caminho [Zeferino] responde positivamente: “Eu acho que sim. Em boa medida, ela devia ter-se dedicado à literatura, mas a verdade é que não se dedicou. Podemos considerar que não devia ter aceitado ser a mulher do Saramago e ter o seu próprio projeto – mas isto é fácil de dizer, porque se as pessoas não se realizam do ponto de vista literário é porque não podem, não é assim uma coisa que dependa da vontade delas. Portanto, ela não estava destinada a ser uma grande escritora, embora as coisas que ela escreveu fossem coisas com mérito, como ‘Viver com os Outros’.”»
Chrys Chrystello
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morreu o ator JOÃO DIEMER

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Subject:

faleceu JOÃO DIEMER

From:

“aicl@lusofonias.net” <aicl@lusofonias.net>

Date:

25/08/2021, 16:40

To:

undisclosed-recipients: ;

BCC:

 

para os que andam connosco há mais tempo ou estiveram no 12º colóquio em Bragança 2009 morreu o ator JOÃO DIEMER EM ANEXO FOTOS DA SUA ATUAÇÃO COMO vinicius em bragança 2009

Minha Homenagem Ao Grande Amigo e Artista João Diemer Oliveira , estaria completando seus 60 anos, mais o destino o levou na hora que ele queria seguir…Meu Velho Amigo, Generoso, Parceiro Das Artes, Dos Sonhos, Da Poesia Que Amavas O Teu Vinícius De Moraes…Nossas Passagens Na Rota Dos Descobrimentos Em Lisboa 2009 Pelo Rio Tejo, Onde no ” Encontro Dos Poetas ” Vinícius E Pessoa Acompanhado Da Amada Musa Inspiradora Musicista e Compositora Helena Beatriz Caldas Pedroso Viajamos Lindamente…Na Rota Dos Descobrimentos. Esse Sonho Realizamos Juntos…Esteja Nos Iluminando Com A Tua Bondade
Única, Luminosidade e Brilho Raro!!! 🙏❤🥳Lembro Sempre A Tua Presença Ausente e Iluminada…Fica Em Paz Irmão 🙏🙏🙏

A FALSIFICAÇÃO DA IMAGEM

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20 pessoas que definitivamente exageraram na hora de editar suas fotos
20 pessoas que definitivamente exageraram na hora de editar suas fotos
MISTERIOSDOMUNDO.ORG | BY LEO AMBROSIO
20 pessoas que definitivamente exageraram na hora de editar suas fotos
As redes sociais estão cada vez mais presentes na vida de cada um de nós, e não se pode mais menosprezar a importância que redes como o Facebook e o Instagram têm na sociedade. E para chamar mais atenção na Internet, muitas pessoas recorrem a recursos “alternativos” para criar conteúdos….
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morreu ator brasileiro tarcisio meira

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Covid-19: Ator brasileiro Tarcísio Meira morre aos 85 anos (ATUALIZADA)
Brasília, 12 ago 2021 (Lusa) – O ator brasileiro Tarcísio Meira, protagonista de várias telenovelas transmitidas em Portugal, morreu hoje aos 85 anos, após ter sido internado com covid-19 numa Unidade de Terapia Intensiva, anunciou o Senado daquele país.
Tarcísio Meira e a mulher, a também atriz Glória Menezes, foram internados no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no dia 06 de agosto, ambos diagnosticados com covid-19.
A informação sobre a morte do ator foi avançada no Senado brasileiro, durante uma sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga falhas do Governo na gestão da pandemia, com os senadores a fazerem um minuto de silêncio em memória do intérprete.
“Tarcísio é mais um dos quase 600 mil brasileiros que perderam as suas vidas, dentre outras coisas, porque o Governo não soube fazer o seu trabalho na hora certa”, afirmou o senador Alessandro Vieira, ao falar sobre a morte do ator.
Meira, uma das maiores estrelas da televisão brasileira, com uma longa carreira de mais de 60 anos, trabalhou também no teatro e no cinema, e participou em novelas como “Roque Santeiro”, “O Rei do Gado”, “Torre de Babel”, “O Beijo do Vampiro”, “Senhora do Destino” ou “Páginas da Vida”.
Nascido em 05 de outubro de 1935, em São Paulo, Tarcísio Meira tem no seu currículo mais de 60 trabalhos em televisão, entre novelas, séries, minisséries, teleteatros e telefilmes, numa carreira que começou em 1961, na extinta TV Tupi, segundo a imprensa local.
Foi na televisão que conheceu Glória Menezes, com quem se casou em 1962, numa duradoura história de amor que se confunde com a da carreira de ambos, que contracenaram juntos em vários projetos da rede Globo.
O último trabalho de Tarcísio Meira na televisão foi a novela da Globo “Orgulho e Paixão” (2018), na pele de um industrial inglês.
Glória Menezes permanece internada num apartamento e a receber auxílio de oxigénio, de acordo com os jornais brasileiros.
Ambos foram vacinados contra a covid-19 em março deste ano, no interior de São Paulo, mas acabaram por ficar infetados meses mais tarde.
Vários políticos, admiradores e colegas de profissão usaram as redes sociais para lamentar a morte do artista.
“Não há palavras para expressar a tristeza que estamos sentindo pela partida do querido Tarcísio Meira. Mais uma pessoa incrível, gigante, cheia de talento e filho do nosso Brasil que perdemos para a covid-19. Meus sentimentos à família, amigos e a nós, fãs inconsoláveis de Tarcísio”, escreveu o vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues.
“Hoje, o Brasil perde mais uma pessoa incrível para a covid-19. Tarcísio Meira foi um artista brilhante que levou alegria para a casa de todos nós. Que sua família e amigos encontrem conforto neste momento tão difícil. Vá em paz Tarcísio!”, publicou a escritora e ex-deputada Manuela D’Avila.
Já o ator José de Abreu escreveu: “Descanse em paz, Tarcísio Meira. Meu querido Capitão Rodrigo!”, referindo-se à personagem Rodrigo Cambará, interpretada por Tarcísio Meira na série “O Tempo e o Vento”, baseada na obra de Érico Verissimo.
O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo ao contabilizar 565.748 vítimas mortais e 20,2 milhões de casos confirmados de covid-19.
A covid-19 provocou pelo menos 4.323.957 mortes em todo o mundo, entre mais de 204,7 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.
A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.
MYMM // TDI
Tarcísio Meira e Glória Menezes
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Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
Get Vaccine Info

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cultura do Brasil mais pobre, depois de ontem ter falecido outro grande ator, Paulo José.
Morreu o ator Tarcísio Meira, o eterno galã da televisão brasileira
MAG.SAPO.PT
Morreu o ator Tarcísio Meira, o eterno galã da televisão brasileira
O ator tinha 85 anos.

Jorge Máximo Heitor

O ator Tarcísio Meira morreu na manhã desta quinta-feira (12), vítima da Covid-19, aos 85 anos, em São Paulo.
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Jose Manuel R Barroso and 6 others
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UNIV DE WISCONSIN PRÉMIO MUNDIAL DA ESTUPIDEZ

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Primeiro eles vieram pelos calhaus grandes…
May be an image of outdoors and text that says "RT CULLEN UNIVERSITY REMOVES MASSIVE ROCK FROM CAMPUS AFTER 'RACISM' CLAIMS"
RT

 

Russia state-controlled media

2atc3Shpshoinsored

Another one bites the proverbial woke dust.
The University of Wisconsin has removed a giant boulder from its Madison campus, after a group of student activists claimed that the rock was – you guessed it – ‘racist’.
Chamberlin Rock, which rested atop Observatory Hill, is named after a 19th-century geologist and former university president, Thomas Chrowder Chamberlin. However, almost 100 years ago, a local newspaper used the N-word in its coverage of the rock’s installation at the campus. The derogatory term was commonly used in the 1920s to describe any large, dark rock. University historians have not found any other instances of the term being used for the boulder, but they said the Ku Klux Klan was active on campus at that time.
The Black Student Union led the call to remove the rock last summer and recently achieved its goal. It cost an estimated $50,000, covered by private donations, to remove.
TLDR: Students were offended by a big rock and got it kicked out of the university.
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Alberto Borges, Shusan Liurai and 2 others
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morreu zsa zsa gabor

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Hollywood star Zsa Zsa Gabor has been laid to rest in a ceremony in her native Hungary.
The legendary actress, who starred in films like Lili and Moulin Rogue, became notorious for her quick-witted statements and many marriages.
Ashes of the star, who died aged 99 in 2016, were taken by her husband to a cemetery in Budapest.
Frederic von Anhalt said she had expressed in her will that she wanted to return to Hungary after her death.
He said he had made the trip via London and Germany, telling Reuters news agency he wanted the ceremony for Gabor to be “a celebration of life, not a funeral”.
“She was first class, she had her own seat and she had her passport, everything there. It was her last trip, she always used to go first class, she had her champagne, caviar…” (BBC).
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