Arquivo da Categoria: sociedade consumidor TRIVIA INSOLITO

condolências dom carlos filipe ximenes belo

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Descansa em paz dona Aurea,
irma de Dom Ximenes.
Condolencias a familia
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  • Anna Carrascalão

    Paz a sua alma. Os nossos sentidos pésames à familia enlutada.

    Um abraço
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MORREU FERNANDO DE ARAUJO LASAMA (TIMOR)

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P A X
Acordei com a noticia da morte do senhor Fernando de Araújo. Um dos homens que nos tempos mais difíceis não traíu o seu Povo e a sua Pátria. Tornou-se LA SAMA perante as botas dos arrogantes da época. Não apagou em Cipinang a chama da Liberdade. Presto homenagem ao senhor Fernando de Araújo La Sama com estes simples versos. E desta simples página faço chegar à familia enlutada as minhas sinceras condolências. Que Deus lhe conceda o eterno descanso.
Mais um lorico deixou de cantar
Para sempre calou a voz d’m aswain
Oan mane Manutasi partiu para o Pai
Mais pobre ficou pra sempre Timor.
Na clandestinidade
Aswain La Sama
Não deixou apagar
A chama da Liberdade.
Em seus ombros duas pastas
É muito pra aguentar
Mais PD e outros tantos
Faz sua saúde abalar.
La Sama, tua partida
Deixou-me sem palavras
Obrigado p’la tua vida
e teu ardor por Timor.
Crispim Hornay
02 JUN 2015
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hoje é dia do abraço mas a dgs desaconselha

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A CAUSA DAS COISAS
Abraços, o dia de todos os dias que nos reiniciam!
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RABO DE PEIXE É COMPLEXO

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Rabo de Peixe é um lugar extremamente complexo e esta pandemia só faz soar o alarme ainda mais. Rabo de Peixe tem várias realidades com extremos bem acentuados. Não é fácil, vai demorar, mas é urgente repensar e intervir em Rabo de Peixe. Temos uma população que é vítima das suas diferenças e incapaz de lidar com a sua situação. Rabo de Peixe é Ribeira Grande, é São Miguel, é Açores. Se não queremos ser vítimas dos problemas de Rabo de Peixe, também não podemos ignorar e ostracizar essa população, temos de contribuir para a solução. Os problemas sociais fermentam nos guetos. Este post não é sobre a pandemia, mas a pandemia lembra-nos da complexidade de Rabo de Peixe. Nota Técnica: as vacinas não impedem o contágio, apenas reduzem o impacto da infeção.
May be an image of text that says "No concelho da Ribeira Grande há 31 novos casos (29 em Rabo de Peixe, um na Ribeira Seca e um um na Conceição). No concelho de Ponta Delgada há dois novos casos em São Roque, e no concelho de Vila Franca do Campo um novo caso diagnosticado em São Pedro."
atualização

Olá! Entretanto tive acesso a uma nova informação que considero de extrema importância e alterei de forma significativa a minha publicação sobre Rabo de Peixe.
Filipe sent Today at 13:38
Rabo de Peixe é um lugar extremamente complexo e esta pandemia só faz soar o alarme ainda mais. Rabo de Peixe tem várias realidades com extremos bem acentuados. Não é fácil, vai demorar, mas é urgente repensar e intervir em Rabo de Peixe. Temos uma população que é vítima das suas diferenças e incapaz de lidar com a sua situação. Rabo de Peixe é Ribeira Grande, é São Miguel, é Açores. Se não queremos ser vítimas dos problemas de Rabo de Peixe, também não podemos ignorar e ostracizar essa população, temos de contribuir para a solução. Os problemas sociais fermentam nos guetos. A pandemia lembra-nos da complexidade de Rabo de Peixe e da urgência e necessidade de contribuirmos para a sua transformação. No final somos todos vitimas, com ou sem pandemia, eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas. Segundo um estudo realizado em Itália, o primeiro realizado por um país da União Europeia sobre o impacto da campanha de vacinação contra a covid-19: “a partir de 35 dias após o início do ciclo de vacinação há uma redução de 80% nas infeções, 90% nos internamentos e 95% nas mortes”. Aceitemos a realidade e a necessidade? Vacinemos a RED ZONE de Rabo de Peixe?
Seen by Filipe at 13:38
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Mário Chaves Gouveia, Sofia Caetano and 7 others
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Olinda Moniz

Louvo a tua coragem. Prepara- te para os peditórios de cerca sanitária! Desde de dezembro, que Rabo de Peixe tem sido tratado como o apêndice do concelho! E após duas cercas sanitárias, e que deram provas de que não serviram para nada, a não ser estigmatizar ainda mais a população! A acção tarda e as medidas implantadas são sempre as mesmas. Só resta continuar e redobrar cuidados e esperar pelas recuperações!
  • Carlos Eiró

    Vacinem toda a freguesia!! talvez seja uma solução.
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  • Luis Filipe Franco

    Cerca sanitária dura – Eles devem ser responsáveis pelos seus atos
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Someone is typing a comment…

jacques attalli e o extermíniuo dos excedentários 1987

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Verdades que incomodam e que nos devem fazer reflectir!
COR******US / CO**D – XIX / CRISE ECONÓMICA E SOCIAL…
Isto é de arrepiar!
Agora digam lá se não é isto que se está a passar no mundo inteiro. Leiam o seguinte texto:
Assim escreveu Jacques Attali em 1981, então assessor de François Mitterrand:
“ O futuro será encontrar uma forma de reduzir a população. Começamos com os idosos, porque assim que ultrapassarem os 60-65 anos, as pessoas vivem mais do que produzem e isso custa caro à sociedade.
Depois os fracos, depois os inúteis, que não têm utilidade para a sociedade porque sempre haverá mais deles e, sobretudo, finalmente, os estúpidos. Eutanásia visando esses grupos. A eutanásia deverá ser uma ferramenta essencial em nossas sociedades futuras, em todos os casos. Claro que não poderemos executar pessoas ou construir acampamentos.
Retenção do conhecimento:
Nós nos livramos deles fazendo-os acreditar que é para o seu próprio bem. A sobrepopulação, é principalmente inútil, é algo que economicamente é muito dispendioso. Também socialmente, é muito melhor quando a máquina humana chega a uma paralisação abrupta do que quando ela se deteriora gradualmente.
Também não seremos capazes de testar a inteligência de milhões e milhões de pessoas, você pode apostar nisso! Encontraremos ou causaremos algo, uma pandemia que atinge certas pessoas, uma crise económica real ou não, um vírus que afectará os velhos ou os gordos, não importa, os fracos sucumbirão a ela, os medrosos e estúpidos acreditarão nisso e buscarão tratamento. Vamos nos assegurar, que esse tratamento é previsto. Um tratamento que será a solução.
Retenção de conhecimento:
A selecção de idiotas então toma conta de si mesma: eles vão para o massacre sozinhos.
FONTE: “[O futuro da vida – Jacques Attali, 1981] Entrevistas com Michel Salomon, colecção Les Visages de l’avenir, éditions Seghers.” “
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RIP ANTÓNIO LUÍS MOTA (TIMOR

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Mais um amigo que partiu! Vai em paz amigo!😭
Sinceras condolências à família,

Aidil Mendes Mota
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FALECEU O NOSSO ASSOCIADO JOSÉ PAZ RODRIGUES

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é com extremo pesar que vos comunico que mais um sócio (nº 112-2016) nos deixou, JOSÉ PAZ RODRIGUES da Galiza que passava metade do ano na Índia sua amada (Santiniketon de Tagore, na Bengala indiana) não sobreviveu à última operação cardiovascular esta semana. Paz à sua imensa alma, à sua simplicidade e imensa sabedoria

JOSÉ PAZ RODRIGUES, AGLP, AICL

É Professor de EGB (em excedência desde 1971). Licenciado em Pedagogia e Graduado pela Universidade Complutense de Madrid (1966-1971) com a Tese de Licenciatura sobre A Bemposta “Cidade dos rapazes” de Ourense (1973). Obteve o Doutoramento na UNED com a Tese “Tagore, pioneiro da nova educação”. Realizou as seguintes atividades profissionais:

  • Professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); Professor-Tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até 2010; Subdiretor da Escola Normal de Ourense do ano académico de 1987-88 ao de 1989-90 e diretor nos últimos três meses do curso 1989-90.
  • Professor Titular Numerário de Didática, de 1972 a 1990 na Universidade de Santiago de Compostela, e de 1990 a 2010 na Universidade de Vigo (Faculdade de Educação de Ourense).
  • Desde outubro de 2010 é Professor Reformado da Universidade de Vigo.

Presidente da Federação Galega de MRPs (Movimentos de Renovação Pedagógica) e do MRP “ASPGP” (Associação Sociopedagógica Galaico-Portuguesa) até hoje: membro da Comissão organizadora do I Congresso Estatal de MRPs (Barcelona, dezembro de 1983).

Foi membro da Comissão redatora do Plano Galego de Formaçóm continuada do professorado (1990);

Presidente da Comissão organizadora da Escola Internacional de verão Jornadas do Ensino de Galiza e Portugal, de 1976 até 2007.

Foi Presidente da Comissão Organizadora das Escolas de verão na Crunha, Ferrol (desde 1994), Tui, Comarca do Baixo-Minho, Verim, Comarca de Monterrei, Monforte, Corcubião, Lalim, Vimianço.

Presidiu às Jornadas Socioeducativas; organizador de Ciclos de cinema psicopedagógico, cinema educativo-didático, educativo sobre a paz, educativo sobre as áreas transversais do ensino, educativo sobre os direitos humanos, educativo-ecológico, educativo sobre a mulher, educativo-social, direito e cinema, literatura e cinema.

Organizador de várias edições da Mostra de Recursos Didáticos Alternativos, da Mostra do Livro Português na Galiza, de Encontros de Jogos Populares Galaico-Portugueses; diretor para Galiza da Revista galaico-portuguesa O Ensino; membro do Conselho redatorial das revistas lusófonas Nós e Cadernos do Povo. Pertence ao Conselho redatorial da Revista Agália.

Nota: reside de outubro a abril na Santiniketon de Tagore, na Bengala indiana, e de maio a setembro na sua cidade de Ourense, na Galiza.

 

 

É SÓCIO DA AICL.

 

TOMOU PARTE NO 24º COLÓQUIO NA GRACIOSA 2015, NO 25º MONTALEGRE 2016, 27º BELMONTE 2017, 29º Belmonte 2018

 

faleceu Luís Filipe Cabral.

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Faleceu o antigo líder da JS/Açores Luís Filipe Cabral - Jornal Açores 9
JORNALACORES9.PT
Faleceu o antigo líder da JS/Açores Luís Filipe Cabral – Jornal Açores 9
Faleceu esta terça-feira em Ponta Delgada, Luís Filipe Cabral. Luís Filipe Cabral, foi líder da Juventude Socialista nos Açores, foi jornalista e foi também deputado na Assembleia Legislativa Regional da IV Legislatura, foi um assessor político, entre outras actividades profissionais que dese…
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DIA DA MULHER

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Nunca esquecer. Não há relativismo moral aceitável perante isto. E, não sendo muçulmana, o mundo está cheio de muçulmanos que acham que é.
No photo description available.
Prisão de pano, símbolo da opressão das mulheres
“A burka não é muçulmana, não integra uma tradição religiosa, mas é um símbolo de dominação, de terrorismo intelectual, religioso e moral contra a liberdade das mulheres e, portanto, viola os direitos humanos e não pode ser tolerada” Wassyla Tamzali, escritora, advogada e feminista argelina
💜 ♀️ 🗣️ Vivas, Livres e Sem Medos nos Queremos! Nem uma a menos!
O patriarcado politico, económico, judicial, social, religioso e familiar, mata, julga e oprime as mulheres, raparigas e meninas todos os dias em qualquer parte do mundo.
“A window to see” desenho de

Javad Takjoo
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povo aquático

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POVO DE BAJAU
Capazes de mergulhar mais de 70 metros e permanecer submersos por até cinco minutos, os bajaus possuem características genéticas que os adaptam ao seu estilo de vida
Mergulhadores, Povo de Bajau, grupo semi- anfíbio - Mar Sem Fim
MARSEMFIM.COM.BR | BY JOAO LARA MESQUITA
Mergulhadores, Povo de Bajau, grupo semi- anfíbio – Mar Sem Fim
O povo de Bajau, mergulhadores do arquipélago malaio, passa quase toda vida no

morreu o maestro que esqueceram JOSÉ ATALAYA

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PORQUE É QUE NOS ESQUECEMOS DE JOSÉ ATALAYA?
BOA PERGUNTA – MAS ACHO QUE TODOS SABEMOS A RESPOSTA…
===========================================
Porque é que nos esquecemos de José Atalaya?
Pedro Tadeu – DN / Opinião
24 Fevereiro 2021 — 00:07
Na segunda-feira passada, pelas 16 horas, apareceu-me este texto, assinado por Júlio Isidro, no feed do Facebook, sob o título “O Fim de uma Partitura”:
“Morreu há três dias o maestro José Atalaya.
Nem uma linha, nem uma voz, nem um excerto musical, para informar ou recordar quem foi este maestro que aos 93 anos partiu num triste adágio.
O que nós lhe devemos na divulgação da chamada música clássica, através de concertos onde o maestro explicava, de modo simples, o que os nossos ouvidos reativos recusavam descobrir para, depois, começar a gostar.
Esteve para ser engenheiro, mas trocou a resistência de materiais pelos resistentes à música que chamavam erudita para a remeterem só para os eleitos.
Nos anos 50 já estava na vanguarda, com a atração pela obra de Joly Braga Santos ou Pierre Boulez e o seu experimentalismo eletrónico.
Foi maestro fundador da Juventude Musical Portuguesa e, à frente da orquestra IMAVE – Instituto de Meios Audiovisuais de Educação – percorreu escolas e universidades a cativar milhares de jovens para o fascínio e os porquês da música.
O sucesso foi tão grande que os seus concertos, falados e tocados, enchiam o Teatro de S. Carlos e o Rivoli, com transmissão pela RTP e RDP.
Ainda nas emissões experimentais da RTP, em 56, apresentou o programa Música e Artistas com a violinista Leonor Prado e a pianista Nella Maissa.
No programa Juvenil, de que eu era um dos apresentadores, foi diversas vezes convidado para dar a conhecer o que andava a fazer nessa missão superior de conquistar ouvintes para a música. O que aprendi, só de o ouvir.
Criou as Quinzenas Musicais a partir do S. Luiz e o projeto Música em Diálogo que deu a volta ao país (…).
Calculem que foi o MFA – Movimento das Forças Armadas, em 1974 que o convidou para coordenador artístico das três orquestras da ainda Emissora Nacional.
A revolução que não se esqueceu da cultura.
Morreu o Maestro José Atalaya, tão à frente do seu tempo como foi o caso de um concerto com um Requiem de Mozart junto às paredes xistosas das gravuras de Foz Coa (…).”
Passadas uns minutos após a leitura deste texto de Júlio Isidro, lá comecei a ver umas notícias nos sites dos jornais portugueses sobre a morte do maestro, a agência Lusa lá enviou um despacho biográfico e o Presidente da República, já ontem, lá emitiu a obrigatória nota lamentativa. Embora com os tais três dias de atraso, a República cumpriu a sua habitual rotina para marcar o desaparecimento das pessoas que a influenciaram. Obrigado, Júlio Isidro.
Assistimos, portanto, a três mortes relacionadas com José Atalaya: a morte mediática, a morte na memória coletiva e a morte física. Ao desaparecer do circuito televisivo, José Atalaya, uma vedeta na minha adolescência, começou a morrer na sociedade portuguesa. Nos últimos anos já estava morto na memória coletiva, como o texto que citei documenta. A sua morte física, não fosse Júlio Isidro e mais algumas pessoas, esteve mesmo em risco de ser ignorada.
Como é que no tempo do Google e da digitalização de arquivos, no momento em que o acesso à informação sobre o passado nunca foi tão fácil, esse mesmo passado nos parece influenciar tão pouco? Esquecemo-nos de tudo o que ficou para trás: a começar no maestro José Atalaya e a terminar no retrato do país de há 50 ou 60 anos, muito mais atrasado, muito menos livre, muito mais oprimido, muito mais pobre, uma verdadeira tristeza de país. E, no entanto, a falta dessa memória está a criar em muitas pessoas de agora uma falsa outra memória: a ficção do “antigamente é que era bom”.
Há uma coisa que ajuda a explicar toda esta ignorância acumulada: faltaram, nos meios de comunicação social dos últimos anos, pessoas como maestro José Atalaya, preocupadas em popularizar o saber, o conhecimento e a compreensão da História, da Arte e da Ciência – afinal, uma das poucas boas coisas que o passado tinha era mesmo essa geração de divulgadores culturais que achava ser para isso que a TV e a rádio serviam.
Agora, ao que parece, o que está a dar para se ser famoso e aparecer na televisão é propor derrubar estátuas, monumentos e outras antiguidades… Enfim.
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  • Dirigia a sinfonica aqui do Porto no Carlos Alberto. Cheguei a ir a alguns concertos dele aos Sábados ao fim da tarde.
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depois de Ferlinghetti resta apenas Allen Ginsberg

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A legend departs – Lawrence Ferlinghetti (1919-2021) – Rest in peace, Lawrence – https://allenginsberg.org/…/lawrence-ferlinghetti-1919…/
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  • A huge loss. Too many hours spent in City Lights enjoying the fruits of his labor. Too many hours pouring over his work. A agenius, and a leader of protest. Go in Peace Lawrence.

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  • I met him in 1968 and was struck on how approachable and kind he was, especially to me one of the greatest unknown and unpublished young writers in San Francisco. He even passed on a book he published by Rene Daumal that he thought might be inspiration…

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  • Thank you for your wisdom: “Pity the nation whose people are sheep,
    and whose shepherds mislead them.

    Pity the nation whose leaders are liars, whose sages are silenced,…

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  • ONE OF MY HEROES
    KING OF THE BEATS
    SAIL ON SHIPMATE ⚓️

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  • What an incredible legacy! He will be missed but not soon forgotten
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  • Another great legend lost.
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  • During high school I was in a boy’s home on the Chicago north shore named Arden Shore. Around 1962-3 the guys were passing around a dog eared copy of Ferlinghetti’s ‘Coney Island Of The Mind’, so that was one of the first poetry materials I read, and a…

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  • I love the Whitman poster!

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  • Thank you for sharing your wisdom and for creating the worlds greatest book store.

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  • I met him once at City Lights Bookstore in San Francisco !! It was a serendipitous meeting 🙂

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  • Dog eared copy of Coney Island & Junkman’s Obbligato …https://www.angelfire.com/oh/BringUsAnotherBeer/junkman.html
    Junkman's Obbligato - Lawrence Ferlinghetti
    ANGELFIRE.COM
    Junkman’s Obbligato – Lawrence Ferlinghetti

    Junkman’s Obbligato – Lawrence Ferlinghetti

     

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MORREU UM DOS POETAS QUE MAIS ME MARCOU Lawrence Ferlinghetti,

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«Estamos tristes por anunciar que Lawrence Ferlinghetti, distinto poeta americano, artista e fundador da City Lights Booksellers and Publishers, morreu em San Francisco, Califórnia. Ele tinha 101 anos.»
May be a black-and-white image of 1 person, book and text that says "BOOKS GHTS BOOK SHOP 2"
We are sad to announce that Lawrence Ferlinghetti, distinguished American poet, artist, and founder of City Lights Booksellers and Publishers, has died in San Francisco, California. He was 101 years old.
Ferlinghetti was instrumental in democratizing American literature by creating (with Peter D. Martin) the country’s first all-paperback bookstore in 1953, jumpstarting a movement to make diverse and inexpensive quality books widely available. He envisioned the bookstore as a “Literary Meeting Place,” where writers and readers could congregate to shares ideas about poetry, fiction, politics, and the arts. Two years later, in 1955, he launched City Lights Publishers with the objective of stirring an “international dissident ferment.” His inaugural edition was the first volume of the City Lights Pocket Poets Series, which proved to be a seminal force in shaping American poetry.
Ferlinghetti is the author of one of the best-selling poetry books of all time, A Coney Island of the Mind, among many other works. He continued to write and publish new work up until he was 100 years old, and his work has earned him a place in the American canon.
For over sixty years, those of us who have worked with him at City Lights have been inspired by his knowledge and love of literature, his courage in defense of the right to freedom of expression, and his vital role as an American cultural ambassador. His curiosity was unbounded and his enthusiasm was infectious, and we will miss him greatly.
We intend to build on Ferlinghetti’s vision and honor his memory by sustaining City Lights into the future as a center for open intellectual inquiry and commitment to literary culture and progressive politics. Though we mourn his passing, we celebrate his many contributions and give thanks for all the years we were able to work by his side.
We love you, Lawrence. 💖
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MORREU MAIS UM POETA

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In Memorian by Joan Margarit
The architect of the word
11 / V / 1938-16 / II / 2021
THE BOY OF THE SEMAPHOR
You’re the same age as I was
when i started dreaming of finding you.
I didn’t know yet, just like you
you have not learned yet, that someday
love is this loaded weapon
of solitude and melancholy
that is now pointing at you from my eyes.
You’re the girl I’ve been looking for
for so long when you didn’t exist yet.
And I am that man toward whom
you will one day want to direct your steps.
But then I’ll be so far from you
like now you of me at this traffic light.

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