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Açores liberalizam consumo do gasóleo agrícola a partir de 2025 – Agroportal

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Os Açores vão liberalizar o consumo do gasóleo agrícola a partir de janeiro, anunciou hoje o presidente do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM), salientando que o objetivo é “estabilizar o preço e fazer descer os fatores de produção”. Segundo José Manuel Bolieiro, o executivo que lidera vai proceder à liberalização do consumo do gasóleo agrícola a partir […]

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Chega/Açores surpreendido com Governo sobre estrada alternativa à Ribeira Quente

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O Chega/Açores manifestou-se surpreendido com a resposta do Governo Regional de que a construção de uma estrada alternativa de acesso à freguesia da Ribeira Quente é um investimento inviável.

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se fôssemos (como) a Islândia

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CA de hoje.
Por que razão é a política tão complicada?
Governar uma região ou um país é assim tão complicado ao ponto de decisões tão óbvias e fáceis serem de resposta tão morosa e difícil? Do ponto de vista do cidadão comum, não. Porque tudo deveria ser descomplicado se houvesse verdadeiro empenho pelo interesse comum, independentemente de políticas de esquerda ou de direita, porque há efetivamente respostas da ação política que são fundamentais. O interesse da saúde, da educação, da cultura, do conhecimento acessíveis a todos, das oportunidades iguais para todos, sem distinguir classes, famílias ou amigos, do trabalho bem remunerado, base de uma economia saudável e de todo um país sem problemas de demografia, porque os jovens querem fugir ou porque a consequente falta de solidariedade entre gerações vai arruinar o sistema de segurança social.
Os governantes só se aproximam do povo na hora de pedir votos. Andam sempre com a expressão “acesso para todos” na ponta da língua, mas eles próprios, após as eleições, fecham-se nos gabinetes e tornam-se inacessíveis. Já alguém tentou chegar à fala com um secretário regional? Ou mesmo com um diretor de qualquer serviço? Ou até com um presidente de câmara? É toda uma cultura organizacional! Já não se consegue desmontar sem acabar com a mentalidade que a sustenta.
O espírito de servir ficou igualmente inacessível na hora em que ascenderam ao poder, porque é o poder a sua única motivação.
De resto, não sei como passam o tempo. Vemo-los nas televisões sempre a entrar e a sair de algum lugar, num evento festivo, em reuniões, em sucessivas viagens. Questiono-me frequentemente como será que estes políticos têm tempo para estudar os assuntos, como pensam aprofundadamente pela sua cabeça, e não pelas cabeças dos assessores ( em quem não votámos) sobre as decisões mais importantes que a governação exige.
Nos últimos dias, tenho lido reações diversas sobre a questão do subsídio de mobilidade. Pondo de parte as diferenças, todos concordam no mesmo ponto: o processo de reembolso é um total absurdo. Porém, não parece haver qualquer notícia sobre a sua alteração.
Por que razão os nossos representantes não souberam comunicar à República esta reivindicação? Serão também os ministros inacessíveis? Nao houve reuniões de trabalho? Será a comunicação assim tão difícil?
Na escola onde trabalho, há falta recorrente de consumíveis. Será assim tão complicado fazer valer uma posição à tutela quando falta o essencial e, no mesmo dia, enviar o necessário para que tudo funcione sem sobressaltos? Papéis, sabões, marcadores, lâmpadas, colunas de som, simples reparações de material, cuja falta põe em causa o quotidiano de uma escola? Será assim tão complicado gerir a coisa pública sem ceder a intrigas e a questiúnculas de paróquia?
Leio o exemplo da governação próspera da Islândia e concluo sempre o mesmo. Trezentas mil pessoas ( um pouco mais do que o número de habitantes dos Açores) são governadas com lisura de procedimentos, com transparência, numa ética de proximidade e em que a participação de todos os cidadãos é valorizada e cultivada. É uma espécie de grande junta de freguesia, em que a distância entre governantes e governados não existe assim como não existe distância em relação aos problemas do seu dia a dia.
É uma visão demasiado ingénua e pueril? Poderá até ser, mas se calhar o mundo é disto mesmo que precisa: mais gente de visão limpa e de pensamento focado e escorreito.
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Fátima Silva

Aplaudo de pé!
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Salário mínimo: não houve acordo na reunião. 15.º mês isento à vista

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Ministra diz que subir para 870 euros é significativo, mas patrões exigem contrapartidas. Há três condições para isenção do bónus.

Source: Salário mínimo: não houve acordo na reunião. 15.º mês isento à vista

o endividamento zero aumentava 20 milhões ao mês…

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NOTÍCIA I Dívida pública da Região cresce 120 milhões de euros no primeiro semestre
Em ano de endividamento que devia ser zero, a dívida pública regional aumentou 120 milhões de euros no primeiro semestre – uma média de 20 milhões ao mês.
De acordo com o apuramento, publicado hoje pelo Banco de Portugal, a dívida pública dos Açores é agora de 3 mil 226 milhões de euros – quando, no final de 2023, era de 3 mil 206 milhões.
Antena 1 Açores
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António J Correia

Alguém na política açoriana tem coragem de mudar?
Com os vícios de 50 anos da ficção da Autonomia regional tenho muitas dúvidas.
A terrível gestão da coisa pública regional nunca tem culpados. …

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menina de cinco olhos

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A origem da expressão popular “dar a mão à palmatória” vem de uma das punições de professores aos alunos como forma de discipliná-los quando cometiam erros, há tempos atrás. Essa expressão que significa, admitir um erro, confessar algo ou reconhecer que não tem razão.
Palmatória, até os anos 60, foi um instrumento de madeira ou couro muito comum usado nas escolas para castigar com golpes na palma da mão.
Essa antiga metodologia utilizada por professores, consistia em esticar um dos braços com a palma da mão voltada para cima de modo que o professor pudesse bater nela utilizando a palmatória. Este antigo objecto de madeira formado por um cabo onde uma das extremidades é mais larga e geralmente arredondada, semelhante a uma “colher”, com cinco orifícios em cruz e, por esse motivo, também denominada de “menina de cinco olhos”.
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Manuel Beninger and 86 others

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