“Senhora das Vitórias”, naufrágio há 78 anos no Corvo

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Faz hoje 78 anos que , saiu do porto das Lajes das Flores, pela segunda vez, a lancha “Senhora das Vitórias”, escalando os portos de Santa Cruz e da Fajã Grande, tendo-se demorado mais neste último porto devido ao facto dos passageiros serem, na sua maioria, desta freguesia. Daqui, e transportando 34 passageiros e 5 tripulantes, rumou à ilha do Corvo para a festa de Nossa Senhora dos Milagres.
Contrariando a vontade do mestre, António de Almeida, já avisado pelo cabo do Mar de Santa Cruz que deveria chegar ao Corvo antes do anoitecer, o dono da embarcação, António André de Freitas, achou que, devido ao excelente tempo que se fazia sentir e à vontade dos passageiros de assistir à festa, não havia qualquer perigo, mesmo que chegassem ao Corvo já depois do anoitecer.
Assim, após uma excelente viagem, a “Francesa” aproximou-se do Corvo por volta das 21 horas, quando na ilha se realizava a procissão de velas, provocando todas aquelas velas acesas um lindo efeito para quem se aproximava da ilha pelo mar e contagiando, também, os que a bordo da embarcação se encontravam que começaram a cantar entusiasticamente o “Avé Canta Portugal”.
Quando se preparava para acostar na ilha, o mestre da lancha, influenciado ou enganado pelas luzes de archotes utilizadas por corvinos que se encontravam a apanhar caranguejos nas rochas ao norte do Porto do Boqueirão, encalhou a embarcação numa baixa, confundindo o local dos archotes com o porto que julgava estarem eles a iluminar.
No início, o roncar da lancha na rocha deu a impressão aos passageiros que haviam encostado ao cais, até porque estava extremamente escuro. Só momentos depois se aperceberam do que realmente havia acontecido. Houve então uma grande gritaria e confusão, com todos a tentarem salvar-se. Um marinheiro, nadando para terra, conseguiu pedir socorro, já que o naufrágio ocorrera a apenas cerca de 30 metros da costa. Mal se aperceberam de tão terrível tragédia, os corvinos juntaram-se no porto do Boqueirão e, apesar de incrédulos com tudo o que estava acontecendo, reagiram de imediato. De terra foi lançada ao mar uma embarcação que, para além de recuperar os vivos, recolhia os mortos.
Ninguém conseguia acreditar no que estava acontecendo. Os cânticos deram lugar a choros ininterruptos, as lágrimas corriam incessantemente nos rostos pálidos de toda a população.
As crianças agarravam-se às mães sem perceberem muito bem o que se estava a passar. Estas, por sua vez, benziam-se e percorriam as contas dos rosários numa lengalenga sincronizada e contínua. Os homens, num frenesim constante, percorriam as rochas e os destroços, numa tentativa desesperada de encontrar mais sobreviventes.
A consternação e incredulidade eram gerais.
Como balanço final do ocorrido, registaram-se nove mortos e oito desaparecidos. Os corpos foram levados para a Casa do Divino Espírito Santo, onde foram solenemente velados, tendo sido sepultados, no dia seguinte, no cemitério do Corvo.
Apesar de nunca mais ter sido esquecida esta grande tragédia e, como forma de a perpetuar no tempo, a partir de 2006 e, por iniciativa do padre Alexandre Medeiros, todos os anos no dia 14 de Agosto a imagem de Nossa Senhora dos Milagres sai em procissão da igreja até ao porto do Boqueirão, onde é atirada uma coroa de flores como forma de homenagear todos os que naquele fatídico dia perderam a vida.
Paulo Casaca, Fatima Sousa and 103 others
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  • Gloria

    na edição da próxima semana deve sair no Portuguese Times um artigo meu sobreva festa de Nossa Senhora dos Milagres.

orgulho galego

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Camariñas interpretada por Julie Fowlis
A mítica canción “Camariñas” interpretada pola cantautora escocesa Julie Fowlis, metade en galego e metade en gaélico. A música é posta pola sinfonía da BBC.
Adicada a todos eses galegos e galegas (e moitos cidadáns do estado español) que din que o galego non vale para nada, que é unha lingua de segunda, que non ten que estudarse para ser funcionario na nosa terra e que se está a impor nos institutos. Eis unha mostra de respecto e valor por parte dunha cidadá de Escocia.

a batalha da Praia

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Hoje é Feriado Municipal da Praia da Vitória, ilha Terceira, porque a 11 de Agosto de 1829, na baía da então Vila da Praia, as forças Miguelistas intentaram um desembarque naquele trecho do litoral da Ilha. A derrota dos absolutistas nesta batalha foi decisiva para a afirmação e posterior vit…

 

António Couto

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*** A BATALHA DA PRAIA ***

~ O LIBERALISMO TRIUNFOU ~

O dia 11 de Agosto de 1829 amanheceu com nevoeiro e vento, a chuva de verão ganhou intensidade. Na Baía da Praia, o exército de D. Miguel era constituído por uma esquadra de 21 embarcações, sob o comando do almirante José Joaquim da Rosa Coelho, com cerca de 4 000 homens, 340 peças de artilharia e 6 barcas canhoneiras. O objectivo era claro, desembarcar na Praia.

A defesa terceirense era composta por uma linha de Fortes e baterias, que formava um arco de 5 km, começando pelo Forte de Santa Catarina, passando depois pelos Fortes do Espírito Santo, de Santo Antão, das Chagas, da Luz, do Porto e as Bateria de São José, de São Caetano e de São João. A força de desembarque absolutista era comandada pelo coronel José António Azevedo Lemos, reconhecido militar miguelista. As tropas liberais eram lideradas pelo Conde de Vila Flor, futuro Duque da Terceira.

A batalha da Praia iniciou-se com os bombardeamentos miguelistas sobretudo sob os Fortes de Santa Catarina e do Espírito Santo. Durante 4 horas, os miguelistas foram responsáveis por 5 000 tiros, mas este ataque não assustou nem desmoralizou as tropas da Terceira. Muitos jovens, que tinham acabado de incorporar o exército liberal, os chamados “Voluntários da Rainha”, juntaram-se aos restantes militares e defenderam os fortes com muita garra. As tropas absolutistas tentaram desembarcar por duas vezes junto ao areal da Praia, mas os “Voluntários da Rainha” repeliram este ataque.

Texto parcial do Dr. Francisco Miguel Nogueira

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história, estátuas e inconvenientes

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Os que querem apagar a nossa História e vandalizar as estátuas que erguemos DEVIAM TER PUDOR.

O TRÁFICO ÁRABE E NEGRO foi maior do que o Europeu.

Começou sete séculos antes E CONTINUA HOJE.

Saiba TUDO, por um grande historiador e antropólogo negro.

Gradiva | livros que revelam o mundo.

How the ‘National Cabinet of Whores’ is leading Australia’s coronavirus response for sex workers

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The UN warns sex workers face increased discrimination under COVID-19. In Australia, they have been an ‘afterthought’ in the country’s pandemic response.

Source: How the ‘National Cabinet of Whores’ is leading Australia’s coronavirus response for sex workers

POLÓNIA HOMOFÓBICA

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A POLÓNIA HOMOFÓBICA
“A Polónia não tem vergonha de dizer quem tem áreas livres de LGBTs. É como se gente que não segue um padrão heteronormativo fosse um tipo de praga que pudesse ser exterminada com uso de pesticida.”

Diversidade afetiva, sexual e de gênero

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Diversidade afetiva, sexual e de gênero

Timor apertado controlo e vigilância

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Covid-19: Cidadãos estrangeiros que chegam a Timor-Leste reportam controlo e vigilância

Díli, 05 ago 2020 (Lusa) – Cidadãos estrangeiros, incluindo portugueses, que regressaram a Timor-Leste nas últimas semanas, reportaram à Lusa um apertado e cuidado sistema de controlo e vigilância sanitária à chegada e durante o período de quarentena.
Pessoas que viajaram diretamente da Austrália e de outros países, nomeadamente de Portugal, recorrendo a um voo do Programa Alimentar Mundial (PAM), indicaram que além do controlo no aeroporto, são visitados e contactados regularmente por equipas do Ministério da Saúde.
Visitas surpresa para confirmar que estão a cumprir a quarentena obrigatória – quer em hotéis quer nas suas casas, mediante uma aprovação prévia – e contactos regulares para saber do estado de saúde fazem parte das medidas de segurança e prevenção da covid-19.
Portugueses que chegaram a Díli a 22 de julho – viajaram até à Malásia em voos comerciais e posteriormente entre Kuala Lumpur e Timor-Leste no voo do PAM – explicaram à Lusa que houve controlo e vigilância apertada desde o momento que chegam à ilha.
Um controlo que começa ainda antes da chegada, com inspeções rigorosas aos locais, casas privada ou hotéis, que têm que ser previamente inspecionados e certificados pelo Ministério da Saúde.
Responsáveis portugueses que acompanharam esse processo, notam que a inspeção é “detalhada”, com informação dada aos vizinhos, aos senhorios e determinação clara de que não pode haver quais contactos.
Susana Soares, professora na Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) ao abrigo do Projeto FOCO do Camões – e que viajou com dois filhos menores para Díli – explicou que no voo até Kuala Lumpur, na companhia Qatar, lhes foram dadas máscaras e viseiras, que usaram permanentemente e durante as escalas.
“Quando chegamos foi-nos medida a temperatura, tivemos que apresentar o teste com resultado negativo e preencher uma declaração médica”, contou à Lusa.
“No meu caso tinha sido feito um pedido para ficar em minha casa que foi inspecionada antes. A equipa verificou tudo, foram-nos ditas as regras que incluem que só uma pessoa nos podia trazer mantimentos que tinha que deixar à porta”, disse.
Susana Soares disse que durante a quarentena, que ainda decorre – está à espera da confirmação do resultado dos testes – foi contactada telefonicamente várias vezes e visitada por equipas do Ministério da Saúde.
“Não sabíamos quando eram as visitas. Tiraram a temperatura e, oito dias depois, fizeram o teste”, referiu.
Outra cidadã portuguesa, que viajou com a filha no mesmo avião – e que está a cumprir quarentena num hotel previamente autorizado em Díli – contou à Lusa uma experiência idêntica.
“Viemos diretamente para o hotel, onde ficamos num quarto numa zona separada. A ementa é-nos dada por WhatsApp, fazemos os pedidos e a comida é deixada à porta em embalagens descartáveis”, referiu.
“Ninguém entra no quarto, nem para fazer a limpeza”, referiu.
O teste foi feito nove dias depois de chegar com visitas de equipas “devidamente protegidas” que antes tinha feito verificações do estado de saúde, incluindo medir a temperatura.
“Estamos agora à espera do resultado para podermos sair. Só assim podemos sair”, referiu.
Martin Breen, advogado australiano, e que recentemente completou a sua quarentena, explicou à Lusa que os sistemas implementados em Timor-Leste “chegam a ser melhores que na Austrália”, com várias medidas à chegada e durante a quarentena.
Breen explicou à Lusa que o controlo começa na Austrália onde a Border Force – unidade que reúne imigração e alfandega – exige a apresentação de um teste negativo de covid-19 com menos de três dias.
“Foi preciso ter autorização prévia da Border Force e isso é registado e verificado quando chegamos ao aeroporto em Darwin”, referiu.
À chegada a Díli, explicou, os passageiros – que têm que usar máscaras permanentemente – saem “um por um” do avião, são desinfetados, preenchem uma declaração médica, voltam a apresentar o resultado negativo do teste.
“No meu caso tinha uma autorização prévia para ficar em autoquarentena. O local onde ia ficar foi inspecionado e validado. O carro onde viajei foi desinfetado e as minhas malas também”, referiu.
“O senhorio e os vizinhos foram informados de que ia ficar em isolamento e a comida era-me trazida e deixada fora da porta”, explicou.
Breen nota que durante a quarentena foi visitado duas vezes, sem marcação prévia – quer para confirmar que a quarentena estava a ser cumprida quer para medir temperatura e fazer novo teste de covid-19.
“Depois do resultado negativo ser confirmado, fui buscar o resultado e deram-me uma carta a confirmar esse resultado”, afirmou.
“Foi tudo conduzido de forma muito profissional e todos nós cumprimos para minimizar o risco de trazer a covid-19 para Timor-Leste. O sistema de vigilância parece estar a funcionar”, referiu.

ASP//MIM
Lusa/Fim

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Estado australiano de Vitória em alerta e recolher obrigatório em Melbourne

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Roberto Y. Carreiro
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RECOLHER OBRIGATÓRIO NA CAPITAL DO ESTADO DE VITÓRIA (AUSTRÁLIA)

[ A segunda maior cidade da Austrália, Melbourne, impôs um recolher obrigatório durante a noite deste domingo para impedir a propagação de casos de covid-19, que se irá prolongar pelas próximas seis semanas. O estado de Vitória, a que pertence a cidade, declarou o chamado “state of disaster”, depois de ter registado mais de 700 novos casos da noite para o dia. O país, reconhecido por travar a aceleração da pande

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São vários os casos de países, estados e cidades que se veem obrigadas a retroceder nas medidas de abertura para uma nova normalidade, devido ao aumento de casos. O estado de Vitória e a sua cidade Melbourne integram este lote. A partir deste domingo, os residentes terão novas restrições.

São vários os casos de países, estados e cidades que se veem obrigadas a retroceder nas medidas de abertura para uma nova normalidade, devido ao aumento de casos. O estado de Vitória e a sua cidade Melbourne integram este lote. A partir deste domingo, os residentes terão novas restrições.

O que esconde a posição da Holanda contra o sul da Europa | Esquerda

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Quando o governo holandês pede reformas no sistema espanhol de pensões está a fazer um discurso dirigido aos seus eleitores. Reclama que reformemos o nosso sistema de pensões para ocultar que é o

Source: O que esconde a posição da Holanda contra o sul da Europa | Esquerda

TIMOR RAMOS HORTA E ALKATIRI OPOEM-SE AO ESTADO DE EMERGÊNCIA

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Covid-19: Ramos-Horta e Mari Alkatiri consideram desnecessário estado emergência em Timor-Leste

Díli, 03 ago 2020 (Lusa) – O ex-Presidente timorense José Ramos-Horta e o líder do maior partido, a Fretilin, Mari Alkatiri, consideraram hoje desnecessária a declaração do estado de emergência, considerando haver medidas alternativas que o Governo pode tomar.
“As medidas de prevenção e controlo podem ser tomadas mesmo sem estado de emergência. Temos uma adesão a convenções interna…

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PRESIDÊNCIAS ABERTAS DOUTROS TEMPOS

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  • Pedro Figueiredo O presidente Mário Soares e mulher, em férias no Algarve. Lembro-me desta foto ser primeira página do semanário Tal e Qual. Dizia-se que a sereia era natural da Indonésia…🙂
  • Cristiano Toste Onde está o problema..

ANTONIO-JUSTO.EU O PARLAMENTO DA UE TRANSFORMADO EM CIRCO ITINERANTE?

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PARLAMENTO DA UE TRANSFORMADO EM CIRCO ITINERANTE?
110 milhões de euros mensais “para o gato”
O Parlamento Europeu reúne-se regularmente em Bruxelas, mas por interesses políticos franceses, todos os meses se reúne durante quatro dias em Estrasburgo (a 400 Kms de Bruxelas).
O Tribunal de Contas Europeu refere que tal luxo de deslocação custa à União Europeia 110 milhões de euros por mês. Nessa deslocação mensal estão envolvidas 4.500 pessoas (705 deputados acompanhados dos seus assistentes, pessoal dos grupos políticos e outros empregados). Além dos gastos mensais de 110 milhões há que ter em conta o impacto de clima e do ambiente.
A imprensa alemã relata, criticamente, que, apesar da pandemia, o parlamento se reunirá lá em setembro para votar o orçamento de 2021-2027 e o Fundo de Reconstrução.
Nessa sessão parlamentar, naturalmente, (para não dizer cinicamente!) os deputados queixar-se-ão da insuficiência orçamental para a proteção do clima e do ambiente.
Os interesses franceses persistem no direito da reunião mensal por 4 dias em território francês, argumentando que a sede do parlamento, de acordo com os tratados, é Estrasburgo.
Por outro lado, ao centralizarem-se todos os serviços da União Europeia na Bélgica, está um só país da União Europeia a ser beneficiado económica e socialmente!
Os interesses legitimam tudo, mesmo que a razão tenha de passar a nadar em águas geladas!
António da Cunha Duarte Justo
110 milhões de euros mensais “para o gato” O Parlamento Europeu reúne-se regularmente em Bruxelas,
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110 milhões de euros mensais “para o gato” O Parlamento Europeu reúne-se regularmente em…
110 milhões de euros mensais “para o gato” O Parlamento Europeu reúne-se regularmente em Bruxelas,

eua nucleares e o afundamento ao largo dos açores

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Ainda hoje a US Navy não admite que o USS “Scorpion” transportava dois torpedos com ogivas nucleares ASTOR. O USS “Scorpion” naufragou a 400 milhas a sudoeste dos Açores em plena Guerra Fria, matando 99 tripulantes. Repousa a pouco mais de três quilómetros de profundidade 🤔

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John Wayne nos Açores: ″

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O ator americano passou por Ponta Delgada em junho de 1963 e ainda há quem se lembre desses dias (e tenha dançado para ele)