IRLANDESES DEPORTADOS PARA A AUSTRÁLIA

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The story of Irish Prisoners on The John Calvin Convict Ship in 1848.
Children as young as 12 years old were among the Irish female convicts who had been sentenced to 7 years transportation and imprisonment to Australia . This is the story of some of those Irish women and children. It follows them from their conviction to where they wait to board the convict ship.
I explain what happened to them when they arrived in Australia as convicts. How they were treated and their eventual release. I have traced some of these women’s’ descendants and have family trees dating right up to the present day.
This is the story of one convict ship and its cargo of Irish women and children sent to prisons in Australia.
Click on the photo below for more
Irish Women and Children Transported to Australia as Convicts
DISCOVER.HUBPAGES.COM
Irish Women and Children Transported to Australia as Convicts
Stories of Irish women and children who were transported as convicts to Tasmania in Australia as punishment for small crimes. These women and children were on the John Calvin ship in 1848. Learn their story here.
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EUA oferecerão avião Cessna a Timor-Leste | TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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a fraude das novas energias verdes

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Parabéns, o presidente da junta da Lomba da maia é agora deputado

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Tomada de posse como deputado na Assembleia Regional dos Açores, função que comprometo-me a cumprir com empenho, dedicação e sempre com o intuito de servir o interesse dos Açores e dos açorianos.
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Frederico Cardigos deixa Bruxelas após um excelente trabalho

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Frederico Cardigos

is with

Roberto Pacheco

and

5 others

in

Brussels, Belgium

.

Por convite do Governo dos Açores, a partir de 2017 passei a desempenhar as funções de coordenador do Gabinete dos Açores em Bruxelas. Depois de mais de três anos nesta posição, chegou o momento de sair.
Quero deixar claro que as minhas relações com os membros do atual e do anterior Governo dos Açores são e foram excelentes. Muito agradeço ter tido a oportunidade de trabalhar com todos e com as suas entusiastas e comprometidas equipas. Levo muitos ensinamentos que utilizarei, se tiver para isso engenho, nas minhas atividades futuras.
Durante este período no Gabinete dos Açores em Bruxelas, tive a oportunidade e o privilégio de colocar de pé uma representação da ultraperiferia europeia no coração da Europa, dar-lhe visibilidade, demonstrar a capacidade e empenho da nossa Região pela política regional e transmitir, constantemente, informações do centro da Europa para os Açores. Foram mais de meio milhar de reuniões e representações oficiais, muito trabalho integrado numa dezena de redes de sensibilização, centena e meia boletins de informação semanal, centenas de tuítes e muitos milhares de mensagens por correio eletrónico. Entre as redes, ênfase natural para a Câmara do Comércio Belgo-Portuguesa onde o Gabinete dos Açores em Bruxelas exerceu o cargo de vice-presidente.
A equipa em Bruxelas, constituída por mim, pelo Representante Permanente da Federação Agrícola dos Açores, Roberto Pacheco, e, ao longo do tempo, pelos estagiários Nuno Lopes, Tiago Cabral, André Mendes, Carolina Torres, António Pacheco e Rodrigo Rodrigues foi tecnicamente perfeita, apaixonada pelos Açores e empenhada em atingir os objetivos da nossa missão. A todos deixo palavras de agradecimento, afeto e um enorme desejo que sejam sempre felizes!
Ao confirmar o sucesso dos estagiários que passaram pelo Gabinete dos Açores em Bruxelas, se algum conselho posso dar aos jovens dos Açores é que aproveitem as oportunidades dadas pelo Governo Regional e outras instituições para usufruírem de um período formativo junto das instituições europeias (ver ligação abaixo). Para além de poderem verificar, na primeira linha, a ação assente no espírito dos extraordinários valores europeus, voltarão ao arquipélago tecnicamente mais aptos e intelectualmente mais robustos.
Agora que terminam as minhas funções como coordenador do Gabinete dos Açores em Bruxelas, quero, muito reconhecidamente, agradecer ao Dr. Rui Bettencourt, que me convidou para esta posição, e a todos os que no Governo dos Açores, no Parlamento Europeu, no Conselho, na Comissão Europeia, nas representações nacionais e regionais em Bruxelas e nas organizações de pressão e sensibilização europeias me ajudaram a exercer as minhas funções. Se algum sucesso tive, a todos se deve. Eu fui apenas a face visível.
Candidaturas ao Programa Estagiar Europa do Governo dos Açores:
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    Frederico, fizeste um Grande Trabalho na defesa dos interesses dos Açores e da Agricultura em particular! Obrigado por tudo! Muito sucesso para o futuro próximo! Forte abraço.
    May be an image of 4 people, including Frederico Cardigos, people standing and people sitting
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ADORO ROTTNEST ISLAND WA AUSTRALIA

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ESTE É O QUOKKA…

May be an image of animal and outdoors
It’sfinallyFridayinourbeautifulregionandthatiscertainly a reason to smile likethislittleguy! 😀

Happinessiscontagiouson

RottnestIsland, Western Australia

, home to ourfavourite marsupial theQuokka, thispreciouspictureradiatesexactlytheenergywewant to take intothisweekend! 💗

📷 the_traveler_l_f (IG)

Já a ilha Rottnest é um polo intenso de turismo com a antiga prisão convertida em pousada. Dispõe de parques de campismo, e pequenos cafés. Com o seu imponente farol branco Bathurst, RottnestIsland é um dos lugares mais bonitos de Perth. A ilha fica a 20 km do porto de Fremantle. Além de abundante vida marinha, podem ver-se diversos marsupiais, focas, gaivotas e bancos de corais com milhares de peixes coloridos. As pessoas não usam carros, andam a pé, de bicicleta ou de autocarro, embora estes não possam deslocar-se a todos os locais. A ilha tem animais estranhos, que parecem pequenos cangurus, e pulam como eles, trata-se de um roedor, parecido com o esquilo, porém maior, o Quokka (Setonixbrachyurus) que é nativo da ilha. Além destes, também há pavões soltos pela ilha.

 

JÁDORMINAANTIGAPRISÃOORACONVERRTIDAEMHOTEL…

Voos da KIWI e Qantas chegarão a Timor-Leste | TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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China distingue três licenciaturas em língua portuguesa como de “primeira classe” – Observador

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as cascatas de Kununurra Austrália

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0:24 / 0:48
Ready!

They call it waterfall season for a reason in

Australia’s North West

! Millions of years in the making, the gorges around Kununurra Visitor Centre are absolutely pumping right now. See them in style from above and #wanderoutyonder to your own private clifftop on a scenic flight with

HeliSpirit

. This part of the Kimberley really takes adventure to a whole new height!

Presa há 18 anos por matar os quatro filhos. Ciência prova agora que é mentira

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A descoberta levou 90 cientistas a pedir ao governador de New South Wales, na Austrália, que perdoasse a mãe Kathleeen Folbigg e a deixasse sair em liberdade. Será um dos piores erros judiciais da história australiana.

Source: Presa há 18 anos por matar os quatro filhos. Ciência prova agora que é mentira

blue tongue lizard

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This cheeky guy was found wandering around Kata Tjuṯa last week.
The Centralian Blue-Tongue Lizard is know as Lungkaṯa by the Aṉangu. Lungkaṯa is one of the cr…

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  • Blue Tongue awesome creatures…….. have one living under my verandah💙

Transparência José Soares

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Transparência José Soares

SEFServiços de Emprego da Força

Já não é de agora que os problemas do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) alarmam pelos meios empregues aos que procuram Portugal pelas mais diversas razões, sobretudo na busca do mesmo que muitos portugueses procuravam a salto em França, Alemanha e outros países nas últimas décadas do século XX, quando Portugal vivia em plena ditadura e a União Europeia era apenas um vislumbre para o regime de então.

Não há memória de algum português ter sido maltratado e muito menos sido morto pelos serviços de fronteira desses países.

Excluindo muitos bons funcionários existentes no SEF, como em tudo, há no entanto aquela velha cultura militarista da violência imposta pelo uniforme, derivada de uma formação fascista de todas as forças de segurança. O mesmo acontece na PSP ou na GNR.

Episódios de violência extrema sem justificação plausível, acontecem pelo planeta. Nos Estados Unidos da América (USA) estas cenas são decorrentes de uma multiplicidade social complexa, que alia e confunde direitos constitucionais com porte de armas facilitado em demasia, numa geografia extensa aonde a Justiça era impossibilitada de chegar a todos os cantos e cada cidadão tomava-a em suas mãos.

Com forte historial esclavagista, os EUA tomaram como ‘Princípio de Direito Constitucional’ a supremacia branca, que olhava as outras etnias de soslaio desde a colonização do continente, exterminando nativos para a “conquista” de territórios enormes e planícies infindáveis.

Com a adoção da Carta Universal dos Direitos Humanos pelas Nações Unidas, esboçada pelo jurista canadiano John Peters Humphrey a seguir ao final da 2ª Guerra Mundial, a 10 de dezembro de 1948, o Direito Internacional, através das Convenções e dos Tribunais Internacionais, enveredaram pela implementação do consagrado naquela Carta Universal. À medida que os governos autoritários iam caindo de podres, as democracias nasciam e adotavam a humanização como nova ordem mundial.

Apesar de Portugal estar há 47 anos em experiência democrática (com regime partidocrático), tantos anos como os da ditadura salazarista, sobram ainda muitas réstias de atitudes despóticas por uma parte da sociedade. Não podemos esquecer o fraco grau de escolaridade de muitas forças militarizadas que vieram do antigo regime, como da monarquia de oitocentos anos para a frágil república de 1910.

Já muito desse comportamento esfumou-se, com a formação moderna nas academias e os novos elementos a cumprir civicamente os direitos e liberdades do cidadão.

Esporadicamente, os mesmos que manifestam comportamentos violentos domésticos, transportam no caráter individual esses comportamentos para a vida profissional. Para estes casos existem os tribunais.

A transgressão grave ocorrida no SEF, não só terminou com a morte de um cidadão ucraniano, já em si grave, como custou ao erário público quase um milhão de euros em justa indemnização à família. (A desculpa esfarrapada do dinheiro sair dos cofres do SEF é ridícula. Esse dinheiro continua a ser do erário público). E veja-se que a compensação paga pela Câmara Municipal de Minneapolis, pela morte do negro americano George Floyd às mãos da polícia, foi de 27 milhões de dólares…! (cerca de 23 milhões de euros).

Que este caso sirva de lição a todos e todas. Mesmo à Comunicação Social, que levou nove meses a torná-lo público. Se se tratasse de um cidadão português morto à entrada de qualquer país, todos sabemos que a história teria outra cobertura rápida.

Quanto ao ministro responsável pelo caso, Eduardo Cabrita, o sistema da partidocracia protegeu-o como se protegem uns aos outros a casta política. A sua demissão veio a público mas foi esquecida. Nestas como noutras, todos os partidos se combinam na resistência ao cerco da opinião pública. Sem luz à vista na alteração constitucional portuguesa, na lei eleitoral e noutras, os vícios prolongam-se e abusam da paciência do povo. Estão autodefendidos pela própria legislação que criaram, aprovaram e praticam.

Haja Transparência.