Ilha do Faial terá sido pioneira no futebol em Portugal.

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Ilha do Faial terá sido pioneira no futebol em Portugal. No diário do banqueiro J.P. Morgan, escrito em 1852-53, existem referências à modalidade.
Marinheiros ingleses que passaram pelo porto da Horta, em 1852 e 1853, terão sido os primeiros a disputar uma partida de futebol em território português. As referências à prática de futebol na ilha do Faial, no início da segunda metade do século XIX, surgem no livro da autoria de Elisa Gomes da Torre, “My Sweet Fayal – Diário de Viagem de John Pierpont Morgan nos Açores”, publicado pela editora Letras Lavadas.
O famoso banqueiro norte-americano J. P. Morgan esteve no Faial, entre Novembro de 1852 e Abril de 1853, por motivos de saúde (febre reumática), quando tinha 15 anos de idade.
Durante a estadia, escreveu um diário, que foi descoberto por Elisa Gomes da Torre. Nesse diário, agora publicado em livro, transcrevem-se diferentes momentos da permanência de J. P. Morgan na ilha do Faial, enquanto recuperava, para além de outra documentação como a correspondência que trocou com familiares.
Primeiro jogo de futebol em Portugal terá ocorrido em 1852 nos Açores
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Ilha do Faial terá sido pioneira no futebol em Portugal. No diário do banqueiro J.P. Morgan, escrito em 1852-53, existem referências à modalidade.
Marinheiros ingleses que passaram pelo porto da Horta, em 1852 e 1853, terão sido os primeiros a disputar uma partida de futebol em território português. As referências à prática de futebol na ilha do Faial, no início da segunda metade do século XIX, surgem no livro da autoria de Elisa Gomes da Torre, “My Sweet Fayal – Diário de Viagem de John Pierpont Morgan nos Açores”, publicado pela editora Letras Lavadas.
O famoso banqueiro norte-americano J. P. Morgan esteve no Faial, entre Novembro de 1852 e Abril de 1853, por motivos de saúde (febre reumática), quando tinha 15 anos de idade.
Durante a estadia, escreveu um diário, que foi descoberto por Elisa Gomes da Torre. Nesse diário, agora publicado em livro, transcrevem-se diferentes momentos da permanência de J. P. Morgan na ilha do Faial, enquanto recuperava, para além de outra documentação como a correspondência que trocou com familiares.
Primeiro jogo de futebol em Portugal terá ocorrido em 1852 nos Açores
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Ilha do Faial terá sido pioneira no futebol em Portugal. No diário do banqueiro J.P. Morgan, escrito em 1852-53, existem referências à modalidade.
Marinheiros ingleses que passaram pelo porto da Horta, em 1852 e 1853, terão sido os primeiros a disputar uma partida de futebol em território português. As referências à prática de futebol na ilha do Faial, no início da segunda metade do século XIX, surgem no livro da autoria de Elisa Gomes da Torre, “My Sweet Fayal – Diário de Viagem de John Pierpont Morgan nos Açores”, publicado pela editora Letras Lavadas.
O famoso banqueiro norte-americano J. P. Morgan esteve no Faial, entre Novembro de 1852 e Abril de 1853, por motivos de saúde (febre reumática), quando tinha 15 anos de idade.
Durante a estadia, escreveu um diário, que foi descoberto por Elisa Gomes da Torre. Nesse diário, agora publicado em livro, transcrevem-se diferentes momentos da permanência de J. P. Morgan na ilha do Faial, enquanto recuperava, para além de outra documentação como a correspondência que trocou com familiares.
Primeiro jogo de futebol em Portugal terá ocorrido em 1852 nos Açores
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Primeiro jogo de futebol em Portu

Primeiro jogo de futebol em Portu

Primeiro jogo de futebol em Portu

Programa pioneiro de habitação permite comprar casa por pouco mais de um euro – Portal IOL

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Um novo sistema de habitação, criado em Inglaterra, está a permitir que pessoas venham a ser proprietárias de casas e apartamentos por apenas uma libra

Source: Programa pioneiro de habitação permite comprar casa por pouco mais de um euro – Portal IOL

Direito de Resposta :: Viana: Elevador de Santa Luzia não fica pronto para o verão e vai demorar 36 meses a arranjar – E24

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Ao abrigo do disposto no artigo 37.94 da Constituição da República Portuguesa (CRP), os artigos 24.° a 27.° da Lei deImprensa (LI) e os artigos 24.91 j), 59.° e 60.o dos Estatutos da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Source: Direito de Resposta :: Viana: Elevador de Santa Luzia não fica pronto para o verão e vai demorar 36 meses a arranjar – E24

casas devolutas do estado 24

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CASAS E EDIFÍCIOS
DEVOLUTOS DO ESTADO …..
São às centenas – há quem os contabilize na ordem de 750 conjuntos – por todo o país. Mas, para os geringonços é mais fácil esbulhar e usurpar as casas particulares dos portugueses, porque estão recuperadas e prontas a habitar….
Aqui, um bairro com 22 vivendas devolutas há cerca de duas décadas.
No Montijo.
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sucesso de jovem empreendedora açoriana

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Manga Closet: o sonho da vida da jovem empresária micaelense Cláudia Resendes
Cláudia Sofia Raposo Resendes, de 28 anos de idade é o único rosto deste espaço de moda italiana. Esta jovem empresária é natural da Freguesia dos Ginetes, que um dia decidiu, ainda muito jovem, emigrar para Inglaterra. Assim, esteve 12 anos a viver fora da Região, Primeiro, em terras de sua majestade e depois em Lisboa.
Em Inglaterra, viveu em Londres, “porque havia lá uma senhora que precisava de alguém que falasse português e inglês, para tomar conta dos filhos dela e arrisquei”.
Na capital de Inglaterra esteve quase dois anos decidindo, a certa altura, que teria de conhecer Lisboa, que adorou. No entretanto, vai de férias para Portimão, mas cedo descobre que não iria ter oportunidades de trabalho no Algarve e acaba por regressar para onde vivia, em Almada.
Em Lisboa trabalhou num call center
O passo seguinte foi encontrar um call center para começar a trabalhar, porque sempre foi muito comunicativa. “Aqui, descobri que estava na profissão certa. Era na central de atendimento que me sentia bem, porque acabava por criar uma relação entre a empresa e o cliente. Éramos mais de 100 pessoas, havia um top 10 e estava sempre no 5.º lugar”.
Entretanto, Cláudia Resendes recebe uma proposta para ir trabalhar para outro call center, que aceita, mas porque as coisas não correram bem, decide fazer uma pausa e regressar a São Miguel. Vai para a casa da mãe, acabando por trabalhar numa loja no Parque Atlântico.
Passado algum tempo pensa abrir uma loja de roupa com o apoio da CRESAÇOR. Cláudia Resendes tratou de todas as formalidades, que eram necessárias e a candidatura passou para a fase de avaliação. Como condição para que a candidatura fosse aprovada, a nossa entrevistada não poderia estar a trabalhar, só que as economias começaram a faltar, acabando por receber e aceitar uma proposta de trabalho em Lisboa, apesar de ter ficado entre a espada e a parede, porque teria de abdicar do sonho de poder vir abrir uma loja de roupa, em detrimento de poder ganhar três vezes mais.
Determinada e quase sem dizer nada a ninguém, faz a malas e regressa a Lisboa, quando passado algum tempo recebe a notícia que o seu projecto de candidatura tinha sido aprovado e tinha de estar em São Miguel, numa Segunda-feira para assinar. Depois de muito reflectir, comunica à coordenadora do projecto que abdicava da candidatura para continuar em Lisboa, onde passa a ser responsável de um call center da empresa onde prestava serviços, com responsabilidades acrescidas, não só em termos de vendas, mas ao nível da formação também. “A partir daqui a minha vida mudou imenso, porque acabei por comprar uma casa aqui em São Miguel, nos Ginetes, surgindo a Lurdes House, espaço de alojamento local”, contou.
Cinco anos depois, surge a Pandemia da Covid-19 e a empresa para a qual trabalhava abdica do call center. Resumindo, o seu posto de trabalho é extinto e fica com imenso tempo disponível, tendo de recomeçar do zero novamente, mas já com o alojamento local.
“Com mais tempo livre, decidi ter chegado à altura de abrir uma loja de roupa, mas on-line, em 2021. Surgiu assim a «Ciao Bellissima», porque adoro a moda italiana, mas porque era difícil pronunciar o nome, mudei para «Manga Closet»”.
De regresso a São Miguel
Em Lisboa, a sua cara-metade recebe uma proposta para vir trabalhar para São Miguel, para surpresa da nossa interlocutora. A decisão foi tomada em conjunto e chegaram em Setembro de 2022. Quatro meses depois, a “Manga Closet” abre no SolMar Avenida Center no dia 28 de Janeiro.
Na loja 103, a “Manga Closet” disponibiliza peças únicas, porque Cláudia Resendes entende que “em São Miguel ninguém deve ter roupa igual”. Assim, se alguém comprar uma peça de roupa de cor verde, a outra vai ter de comprar uma outra de cor de rosa, porque o verde já não existe. “Aqui disponibilizo roupas de senhoras, acessórios e sapatos”. A única coisa que pode ter igual são os sapatos, mas em números diferentes também, porque ao nível de roupa e acessórios não há, tudo made in Italy.
O negócio tem corrido bem, de tal forma que Cláudia Resendes tenciona um dia encontrar um espaço maior para poder também representar roupa de criança e homem. “Se encontrar um local ainda maior, aqui no SolMar Avenida Center, tanto melhor, porque também tenho em mente poder ter roupa de aluguer para festas e eventos”.
Sem qualquer tipo de preconceitos, Cláudia Resendes revelou, que em criança foi vítima de bullying, por ser diferente e gostar de usar roupa de cor, realidade que na altura não era muito bem aceite na freguesia que a viu nascer. Daí, ter decidido um dia sair para ilha.
No presente, e com tanto para fazer, diz que não lhe resta muito tempo para hóbis, até porque está já envolvida noutro projecto, ou seja, na construção de outros dois espaços para alugar, ramo de negócio gerido pelo namorado. “Manga Closet” é o sonho de Cláudia Resendes, “o meu passatempo e é onde invisto quase tudo, porque sou funcionária de mim própria e é onde tenho vontade de estar, todos os dias”.
Já agora, e com um dia de descanso por semana, à Quarta-feira, nos outros dias, a Manga Closet abre das 11h00 às 19h00 e ao fim-de-semana do meio-dia às 19 horas.
«Ciao Bellissima», Benvenudo Manga Closet com reservas online, recolha e compras na loja, mas com portes de envio em compras superiores a 45 Euros, apenas para Portugal e ilhas.
Marco Sousa
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Maria Decq Mota

Empreendedorismo mas sobretudo muita coragem.
Parabéns!

Nova linha pode pôr Braga a 10 minutos de comboio de Guimarães – ECO

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Secção Norte da Ordem dos Engenheiros defende aposta em duas novas linhas: uma para fechar o “quadrilátero do Minho” e outra para Vila Real e Bragança voltarem a ter o comboio.

Source: Nova linha pode pôr Braga a 10 minutos de comboio de Guimarães – ECO

Isabel dos Santos e Manuel Vicente têm casas de luxo em Londres – ECO

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Empresária tem duas casas de luxo na capital britânica e antigo vice-presidente detém dois apartamentos de luxo junto à loja Harrods.

Source: Isabel dos Santos e Manuel Vicente têm casas de luxo em Londres – ECO

Alojamento local vai pagar taxa extraordinária – ECO

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Licenças de alojamento local serão avaliadas em 2030, podendo não ser revalidadas. Quem passar imóvel para arrendamento habitacional não pagará imposto em sede de IRS.

Source: Alojamento local vai pagar taxa extraordinária – ECO

Preços dos alimentos sobem mais em Portugal que na Zona Euro

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Oito dos dez bens e serviços que mais subiram de preço em Portugal do que na Zona Euro são produtos alimentares.

Source: Preços dos alimentos sobem mais em Portugal que na Zona Euro

parem de promover o homunculo

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Um excelente fotomaton, mais um, do palhaço xenófobo e racista sempre com via aberta nas televisões que o promovem todos os dias.
——————————————–
« (….) Uma jovem jornalista entrevistou André Ventura decidida a mostrar como se faz. Chama-se Salomé Leal e a entrevista foi publicada no jornal Polígrafo, uma publicação vocacionada para a verificação de factos. O mote estava naturalmente dado: falaram do papel da mentira na comunicação do Chega e a jornalista deu exemplos concretos onde Ventura faltou à verdade, foi publicamente denunciado e avisado disso e, mesmo assim, não corrigiu ou apagou as publicações, mantendo-as ainda na sua página.
Escolho um exemplo de 11 de fevereiro. André Ventura publicou uma imagem com o anúncio de uma conferência com o tema “O papel do Estado na sociedade contemporânea”, que contava com presença de José Sócrates e que tinha agendamento para 13 de fevereiro. Junto a essa imagem Ventura escreveu o seguinte: “Isto podia ser piada mas não é! Vai mesmo acontecer! O sistema protege-se e protege os seus. Este país precisa de uma limpeza!”.
Salomé Leal confrontou Ventura com o facto de essa conferência ter acontecido há uma década, de ter sido publicamente avisado e de não ter apagado a publicação. Ventura desculpou-se assim: “Não tenho que apagar, a conferência aconteceu mesmo.” E ainda: “Eu não disse lá a data em que a conferência ia acontecer. Vocês é que estão a dizer.”
Costuma dizer-se que se apanha mais depressa um mentiroso do que um coxo e, ao longo desta entrevista, com mestria e simplicidade, a jornalista proporcionou que André Ventura se expusesse como o mentiroso que é. Curiosamente, também proporcionou que se apresentasse coxo.
Os exemplos e casos concretos sucederam-se e eram todos recentes: uma fotografia falsa do terramoto na Turquia, uma posição relativamente à eutanásia diferente da que agora apregoa, uma informação errada sobre o número de mulheres na direção do partido, etc. Não é preciso procurar muito nem recuar no tempo. Ventura usa a mentira para fazer passar a sua mensagem e, quando apanhado a mentir, demonstra não ter passado pela fila daquilo que permanentemente apregoa: vergonha. Por cima disto, anuncia chavões como o de dar voz aos que não tinham voz. Salomé não deixou de notar: “Mas dizer uma mentira não é dar voz a quem não tem voz.” Adiante que isto é infinito. Para o que interessa, ficou à vista de quem lê a entrevista que tipo de pessoa, e de político, é que ali está.
Há um lado honroso em sentir vergonha. “Um homem é tão mais respeitável, quanto mais numerosas são as coisas de que se envergonha.” A vergonha pode mesmo ser confundida com integridade e receio de ser apanhado numa falha qualquer. A violência de passar uma vergonha encontra-se num escrito de Nietzsche: “Que encontras de mais humano? Poupar uma vergonha a alguém.”
É esta vergonha que Ventura não tem. Salomé foi exímia e fê-lo mostrar isso também. Foi-nos oferecida a oportunidade de ver Ventura apanhado em falso e de constatar como tal situação não representa para ele o que representa para uma pessoa honrada.
Ao mesmo tempo que demonstra as maiores falhas de carácter, Ventura alimenta a ideia de que habita nas profundezas da espiritualidade. Disse que ia à missa com regularidade, não esclareceu se ainda se auto-infligia castigos corporais ou qual a última vez que usou um cilício e defendeu que os políticos devem perder o medo de falar de Deus. Se Deus existir deve rir-se muito.
Qual é, de todos, o maior mérito de Salomé Leal? É que em vez acabarmos de ler a entrevista com um sentimento de raiva e revolta, ficamos com uma sensação satisfatória. Conseguimos rir-nos deste vendedor de automóveis avariados em segunda mão e ficamos com vontade de ler a segunda parte, que já está publicada.
[Carmo Afonso, “Públici”, 24/02/2023]
Entrevista com o Ventura
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Entrevista com o Ventura
Ventura usa a mentira para fazer passar a sua mensagem e, quando apanhado a mentir, demonstra não ter passado pela fila daquilo que permanentemente apregoa: vergonha.
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Conferência com participação de José Sócrates divulgada por André Ventura é atual? - Polígrafo
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Conferência com participação de José Sócrates divulgada por André Ventura é atual? – Polígrafo

Conferência com participação de José Sócrates divulgada por André Ventura é atual? – Polígrafo

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