Ano de 2022 com “maior aumento” dos últimos anos na exportação de vinho dos Açores – Jornal Açores 9

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O ano de 2022 foi o que registou o “maior aumento” dos últimos anos na exportação de vinho dos Açores, revelou hoje o secretário regional da Agricultura e do Desenvolvimento Rural. António Ventura disse que o ano de 2022 registou o “maior aumento dos últimos anos na exportação de vinho” dos Açores, baseando-se nos documentos […]

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TIMOR LEI ELEITORAL

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Presidente timorense não sabe se vai promulgar mexidas na lei eleitoral por impacto no voto
Díli, 24 fev 2023 (lusa) – O Presidente timorense disse hoje que está a estudar se vai promulgar mexidas na lei eleitoral para o parlamento, admitindo que se as mudanças causarem dificuldades adicionais aos órgãos eleitorais é melhor manter a lei atual.
“Ainda não tomei uma decisão e estou em consultas. Se a nova lei vai obrigar, provocar atrasos e demasiada pressão nas instituições eleitorais, nomeadamente STAE e CNE [Comissão Nacional de Eleições], então é preferível continuar o processo como está a decorrer, com base na lei atual”, afirmou José Ramos-Horta, em declarações à Lusa, durante uma visita ao Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE).
O chefe de Estado tem atualmente em cima da mesa um conjunto de mexidas à lei eleitoral para o parlamento, marcadas para 21 de maio, e que o parlamento aprovou na semana passada, já depois da data do voto ter sido marcada.
A maioria das alterações tentam replicar na lei mexidas já introduzidas para as eleições presidenciais de 2022, sendo que acrescentam algumas novidades como o uso de material em braile e o voto postal para eleitores no estrangeiro.
Em caso de eventual veto político ao diploma, a lei voltaria ao parlamento nacional que teria a opção de mexer em alguns dos seus aspetos ou simplesmente aprová-la de novo, remetendo-a ao chefe de Estado que, nesse caso, teria necessariamente que a promulgar.
Se as mexidas não forem aprovadas, as eleições decorrerão com as mesmas regras que as antecipadas de 2018, não existindo, por exemplo, os centros paralelos de votação criados em Díli para facilitar o voto de pessoas, que por um conjunto de condições, não podem viajar aos municípios onde estão recenseados.
Os centros paralelos nunca foram de todo consensuais, chegando a ser criticados na altura pelo Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), na oposição.
A introdução dos centros paralelos nas presidenciais ficou marcada por bastante polémica devido ao complexo sistema de registo de eleitores que os pretendiam utilizar, levando a que um número significativo de eleitores não tenha conseguido votar.
Neste caso, a proposta de alteração aprovada no parlamento altera o sistema para que os eleitores se registem para votar nesses centros paralelos, num processo que passará a ser feito diretamente no STAE, reduzindo-se significativamente a burocracia do processo.
Questionado sobre o impacto que o veto à lei teria no não funcionamento dos centros paralelos, Ramos-Horta admitiu que é uma questão excecional.
“Isto pode ser uma exceção, depende mais de negociação política. Já foi feito nas eleições presidenciais. Há objeções a isto. Se não houver centros paralelos torna-se mais complicado atualizar o recenseamento de todos os eleitores e, segundo, tem que se pensar no transporte das pessoas para poderem ir votar. Sabemos que sempre foi difícil o transporte das pessoas”, afirmou.
Ramos-Horta visitou hoje o STAE para avaliar o processo de preparação para as eleições, numa altura em que estão em curso várias iniciativas, desde a formação dos fiscais que estarão nos centros de votação ao envio de equipas que vão fazer o recenseamento de timorenses no estrangeiro.
Fora do processo eleitoral em si, o país está já em evidente pré-campanha – que aliás começou muito antes do voto ser marcado – com os maiores partidos em ações de “consolidação” das bases de apoio e cerimónias de ‘afiliação’ de novos membros ou de militantes de outros partidos.
Nas redes sociais aumentou significativamente o volume de troca de críticas, especialmente entre os maiores partidos, algo com que Ramos-Horta diz não estar muito preocupado.
“Não me preocupa. As eleições presidenciais já foram uma amostra da pouca falta de civilidade, mas é difícil isso não acontecer. Só nas eleições papais é que não há esta agressividade”, ironizou.
“Tenho acompanhado eleições em vários países e são igualmente virulentas, pelo menos em termos de retórica política. Não me preocupa muito, mesmo quando eu sou o crucificado”, disse.
Ramos-Horta tem estado no centro da polémica, em alguns casos, com criticas à data que escolheu para a votação, com a Fretilin, no Governo, a defender que o voto deveria ser apenas em julho.
ASP
Lusa/Fim
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CASAS DEVOLUTAS DO ESTADO 23

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OS PRÉDIOS
DEVOLUTOS DO ESTADO…..
Este é centenas de outros espalhados por todo o país.
Mas, é mais fácil esbulhar e usurpar as casas particulares devidamente recuperadas e prontas a habitar.
Ele avisou: – “HABITUEM-SE…”
.
Escola Secundária Afonso Domingues – Marvila (Lisboa). PRÉDIO DEVOLUTO
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ctt escandaloso roubo nos livros oferecidos

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A ‘caça’ aos livros: CTT e AT mancomunados em exigências espúrias
Um qualquer cidadão recebe de um país estranho ao Espaço Económico Europeu, a título de oferta, um livro. E está sujeito a que os CTT, por si e como intermediários da AT – Autoridade Tributária e Aduaneira, lhe exijam arbitrariamente:
. nota de encomenda (!),
. factura emanada do expedidor (!!)
. documento de quitação (!!!),
para além de outras solicitações outras, inconcebíveis, em vista do respectivo desalfandegamento.
E cobram, para além de dados montantes para que os livros sejam libertados, o IVA, ainda que dele isentos, como o revelou, recriminando-os a preceito a Provedora de Justiça.
E nós temos em nosso poder documentos comprovativos de tais cobranças ilícitas, de livros de oferta, procedentes de um autor brasileiro que obsequiou cinco professores portugueses com a última edição da sua obra (“Teoria Ampliada do Desvio Produtivo”) e que se viu, em relação a quatro deles, em palpos de aranha para que os livros lhes chegassem às mãos… quatro meses depois, tendo “tempestivamente” satisfeito, ele, autor, encargos pecuniários indevidos aos Correios e à Autoridade Aduaneira, neste que é um “fartar, vilanagem!” a que as fileiras públicas nos vêm estranhamente habituando, esportulando todos e cada um, a seu bel talante!
De novo acontecem as coisas com um docente universitário de Aveiro que viu os anais de um Congresso promovido em Taiwan devolvidos, após um braço de ferro inacreditável que nem sequer o Regulador, a que recorreu, conseguiu dirimir.
Mas há notícia de desvarios análogos que vêm acontecendo, um pouco por toda a parte, a muita gente.
Houve (e há, decerto) dissertações de pós-doutoramento (!!!) dirigidas sobretudo, que tenhamos conhecimento, à Universidade de Lisboa (Faculdade de Direito) devolvidas à procedência porque as exigências de desalfandegamento são análogas (com documentação inadmissível exigida para o desembaraço aduaneiro…).
Como ‘anedota’ para “brazuca” se divertir da suma inteligência lusa, não haverá decerto melhor!
Reclama-se e não há sequer qualquer repercussão no seio das entidades visadas, do Ministério das Finanças ao das Infra-estruturas, do da Economia e do Mar [Consumidores (?)] ao da Cultura, passando pelo Parlamento e pelas Comissões Parlamentares a tal adstritas.
A burocracia, hoje tratada por “máquinas” não tão “inteligentes” como se pretende, projecta-se nos homens e mulheres aos serviço de tais departamentos e os cidadãos “esbarram” num muro de incompreensões e silêncios…
Um desvario total!
Um desnorte!
Uma vergonha!
Estamos, no que se prende com os livros, perante autênticos crimes de lesa-cultura e uma rasoira que tende a cortar cerce os laços de intercâmbio cultural, mormente com os países de língua portuguesa, com especial destaque para o Brasil, sem que os empedernidos burocratas que nos couberam em sorte e quem lhes apara o jogo, pelo silêncio, a nível político, se movam ou sequer se preocupem porque tudo é feito mecanicamente e de forma menos inteligente perante os termos de uma directiva europeia que nem sequer é convenientemente interpretada, já que transposta para o ordenamento pátrio.
Parece que os Correios de Portugal, pelos seus homens de mão no departamento visado, não sabem o que são obras de oferta, livros com que os autores brindam colegas, amigos, pessoas com afinidades culturais ou de outra ordem. Como se os destinatários das obras emitissem uma nota de encomenda e pagassem pelas obras ofertadas…
Mas quem é que, na esfera do Estado, se permite instruir estes indivíduos (ou afeiçoar os suportes lógicas das máquinas…) para se cessem estes atentados à inteligência dos cidadãos e às normas de conduta a que os departamentos oficiais se devem afeiçoar?
Já só falta reclamar perante o Chefe do Estado, tal como as coisas se apresentam ou rogar então a jornalista amigo que lhe suscite a questão um dia destes, à saída de uma qualquer cerimónia…
O poder caiu na rua?
Quem nos acode, quem?
À consideração já nem se sabe de quem!
Valha-nos Santa Engrácia!
Mário Frota (*) Presidente emérito da apDC – Direito do Consumo – Portugal
A ‘caça’ aos livros: CTT e AT mancomunados em exigências espúrias
CAMPEAOPROVINCIAS.PT
A ‘caça’ aos livros: CTT e AT mancomunados em exigências espúrias
Um qualquer cidadão recebe de um país estranho ao Espaço Económico Europeu, a título de oferta, um livro.
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prédios devolutos do estado 21

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MAIS EDIFÍCIOS
DO ESTADO DEVOLUTOS…..
E como este, haverá centenas de edifícios espalhados pelo país. Mas, para os geringonços é mais fácil esbulhar e usurpar as casas particulares devidamente recuperadas e prontas a habitar!
Ele avisou: – “HABITUEM-SE…”
.
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Ex edifício da PJ em Lisboa, cruzamento da Rua Alexandre Herculano com a Rua Castilho.

CRISE EM TIMOR?

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PR timorense apela ao PM para travar “instrumentalização política” nas forças de segurança
Díli, 24 fev 2023 (Lusa) – O Presidente da República timorense apelou ao primeiro-ministro para tomar medidas para travar o “clima de instrumentalização política e impunidade” das instituições de segurança, segundo uma carta a que a Lusa teve acesso.
“Temo que ao se prolongar este clima de instrumentalização política e impunidade de instituições-chave para a nossa segurança interna como o SNI ou mesmo a PCIC, PNTL e F-FDTL, onde parecem muitas vezes atuar como estando acima das leis deste país, nos leve a situações de grande instabilidade social”, escreve José Ramos-Horta na carta.
O chefe de Estado refere-se ao Serviço Nacional de Inteligência (SNI) – sob tutela direta do primeiro-ministro, que é também ministro do Interior – à Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC), à Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e às Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL).
Questionado hoje pela Lusa sobre a polémica, Ramos-Horta disse que vai falar com Taur Matan Ruak.
“O primeiro-ministro é um irmão meu, um herói nacional que respeito. Continuo a nutrir muito respeito por ele e por isso não vou responder. Havemos de conversar”, disse.
“A minha preocupação, como a dele, é que as instituições do Estado, de defesa e segurança, cada uma está debaixo de um determinado conjunto de leis e regras, de operacionalidade e funcionamento, que têm que seguir, aí é que se cria harmonia nessas instituições”, afirmou.
Na carta, o chefe de Estado manifesta-se preocupado com este tipo de atuações, que considera serem de “total ilegalidade e desrespeito pelas autoridades judiciais” e que parecem mostrar que o país “não quer aprender com a história recente”.
“Continuamos a cometer o mesmo tipo de erros que levaram aos acontecimentos de 2006. Este cenário tem de ser evitado a todo o custo”, escreve, referindo-se ao conflito interno sério no país que obrigou a uma intervenção de forças de segurança internacionais.
“Uma nova crise colocaria em causa a nossa entrada na ASEAN e possivelmente o futuro da nação. Todo o esforço desenvolvido durante anos para que o nosso país se estabeleça como uma democracia sólida e vibrante, seria deitado por terra”, continua.
Nesse sentido, e para “evitar que isso aconteça”, José Ramos-Horta reforça o seu pedido a Taur Matan Ruak para que “tome as medidas necessárias e definitivas para solucionar esta questão, e que ponham termo a este tipo de práticas”.
A carta, datada de 13 de fevereiro, surge no contexto de várias rusgas efetuadas desde janeiro a casas de um assessor de José Ramos-Horta, o ex-procurador-geral e ex-ministro do Interior Longuinhos Monteiro.
A polémica em torno a esse caso começou em janeiro depois de uma rusga, sem mandado judicial, à casa de Monteiro em Loes, liderada por elementos do SNI.
A rusga – durante a qual foram encontradas algumas armas – foi declarada ilegal pelo Tribunal Distrital de Díli, que depois emitiu mandados para buscas adicionais, em Díli e Loes.
Na busca mais recente, já este mês, o chefe de Estado decidiu enviar o seu chefe da Casa Militar como “observador” e “testemunha” da operação, algo que já suscitou críticas da parte das bancadas do Governo no parlamento.
Ramos-Horta explica na carta que as suas preocupações se prendem com uma “nova ação da Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) com o envolvimento do Serviço Nacional de Inteligência” conduzida na semana anterior.
Uma operação, “uma vez mais amplamente divulgada pelos meios de comunicação social em clara violação do segredo de justiça e do princípio da presunção de inocência, num clima de total ilegalidade e desrespeito pelas autoridades judiciais”, escreve.
“Informo sua excelência acerca da minha total perplexidade e transtorno sobre a forma inconsequente e persecutória como elementos do SNI aparentemente continuam a atuar fora do seu leque de competências e completamente à margem da lei, num clima de flagrante impunidade sobre os atos que ilegalmente praticam”, refere.
Na quarta-feira, à chegada a Díli depois de uma visita ao estrangeiro, o primeiro-ministro referiu-se ao caso e acusou o Presidente da República de abuso de poder e de prepotência, por alegadamente lhe ter exigido que demitisse o responsável do SNI.
“Isto é abuso de poder e prepotência da parte do Presidente da República. Isto não é correto. O Presidente é um órgão que é símbolo nacional. Todos os comportamentos são importantes, e devem ser feitos com cuidado. Não pode ser uma coboiada”, afirmou.
Essa exigência de Ramos-Horta, segundo Taur Matan Ruak, teria sido feita através de um “ultimato” que lhe foi comunicado pelo ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidelis Magalhães, no dia 09 de fevereiro, quando o primeiro-ministro estava em viagem.
As críticas relativamente ao envolvimento de elementos do SNI têm a ver não apenas com a existência ou não de mandado judicial, mas também com a interpretação de que as rusgas não se inserem nas competências deste serviço.
Na carta, Ramos-Horta não faz qualquer exigência de exoneração, recordando apenas que na reunião anterior à missiva, que manteve com Taur Matan Ruak, falaram deste assunto.
“Fiquei com o entendimento que uma vez alertado para a conduta inapropriada por parte do SNI, sua excelência informaria o diretor-geral do SNI que futuros comportamentos ilegais e fora das suas competências legais deste órgão não seriam mais tolerados”, refere o Presidente.
O primeiro-ministro, relembra Ramos-Horta, aprovou desde então alterações aos estatutos do SNI, mas a situação manteve-se inalterada.
Motivo pelo qual Ramos-Horta explica ter “dado conhecimento dos factos ocorridos ao senhor procurador-geral da República para que dê início ao processo de investigação e que identifique os responsáveis em conformidade com a lei”.
ASP // VM
Lusa/Fim
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Mise Sanches

As divergencias entre o PR e o PM podem nao vir a ser saudaveis.
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CASAS DEVOLUTAS DO ESTADO 20

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Antigo edifício público da COSEC, no Campo Pequeno/Avenida da República, Lisboa. Abandonado há anos. Pronto a reabilitar e arrendar pelo governo.
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7 ANOS DE PRISÃO

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Homem que agrediu segurança do Parque Atlântico com navalha condenado a 7 anos e meio de prisão
Um homem de 32 anos de idade foi ontem condenado pelo Tribunal de Ponta Delgada a uma pena de prisão efectiva de 7 anos e 6 meses. Os factos imputados a este arguido remontam a Agosto do ano passado quando uma equipa de segurança do Parque Atlântico foi alertada para o furto de seis garrafas de whisky e outra de aguardente do interior do hipermercado localizado neste centro comercial. Quando um dos elementos de segurança, um homem com 44 anos de idade, tentou interceptar o suspeito, este não acatou a ordem e colocou-se em fuga. O segurança correu no seu encalço e, após uma altercação entre os dois, o arguido desferiu vários golpes com uma navalha, atingindo o segurança no braço esquerdo, polegar direito e pescoço, causando-lhe ferimentos ligeiros.
Só mais tarde, quando um outro segurança chegou ao local, foi possível imobilizar o arguido que acabou por ser detido por uma equipa de intervenção rápida da PSP junto à entrada principal do Parque Atlântico.
Na leitura da sentença que decorreu ontem à tarde no Tribunal de Ponta Delgada, o Juiz destacou a falta de arrependimento demonstrada pelo arguido durante o julgamento. O magistrado, aludindo ao facto de o homem já ter antecedentes criminais por ofensas à integridade física e furto, destacou que este “volta sempre ao mesmo”.
Recordando que este indivíduo “saiu da prisão ao abrigo da Lei Covid”, o Juiz referiu que o homem não teve qualquer pejo em continuar a praticar crimes e valorizou negativamente o facto de este ter optado por roubar álcool.
“Espero que saia (da prisão) uma pessoa diferente”, rematou o magistrado.
Para além desta acusação, pendiam ainda sobre este arguido outras relacionadas com crimes de dano, introdução em local vedado ao público e injurias agravadas relativas a um episódio ocorrido a 11 de Abril do ano passado. Nessa data, e após ter arrombado a porta de um prédio situado na Rua Dr. Aristides da Mota, em Ponta Delgada, este indivíduo barricou-se no interior da casa de banho e recusou entregar-se à equipa da PSP que se deslocou ao local. Após os elementos das forças de segurança terem atirado gás pimenta para o interior do compartimento, o arguido ainda tentou agredir os agentes policiais com socos e pontapés antes de ser detido.
Estas acusações foram dadas como provadas durante o julgamento e valorizadas aquando da aplicação da pena de 7 anos e 6 meses de prisão efectiva.
Luís Lobão
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  • Hugo Lagarto

    Querem é se fazer de gangsters, é para dentro que vão escumalha!
    Não sabem viver em sociedade dá nisso 🤷🏻‍♂️
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  • Bruno Montagem

    Mais um para comer de graça e ver sportv de graça… Enfim
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    • Hugo Lagarto

      Bruno Montagem amigo ele já comia e via sport TV de graça, ele era um ex recluso que foi libertado por causa do covid
      Ele pensava que ainda tava na prisão e levou as bebidas de “graça”
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  • José Melo

    Este pobre nao tem dinheiro para pagar um bom advogado tirou umas garrafas apanha 7 anos o pedófilo das Feteiras viola criancas indefesas apanha os mesmos 7 anos enfim é a justiça que temos
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    • Natalia Katcipis

      José Melo agredir com navalha é tentativa de homicídio. Agredir policiais, pessoas comuns, invadir propriedade privada, furto… a lista de crimes é enorme e a pessoa agressiva. Precisa matar para ser grave? Chama-o este pobre? E os restantes crimes? E o já ter estado preso e ter saído na Lei do Covid? É reincidente. Achei leve quer a pena deste ladrão e agressor, quer a do pedófilo. Acho que cada criança abusada devia ser mais um crime, abuso continuado da mesma criança não deveria ser tratado como um só, a quantidade de vezes que se abusa da mesma criança deveria agravar também a pena. Qualquer abuso a crianças, idosos, incapazes ou pessoa com força inferior (caso de homens a agredir e violar mulheres, que fisicamente não conseguem se defender, por serem mais fracas) deveriam ter penas mais severas.
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    • Leonor Borges

      José Melo chama pobre a um indivíduo destes?? Que já cometeu vários crimes e tentou assassinar uma pessoa? O que menos está em causa aqui é o álcool que roubou mas sim tudo o que fez a seguir e o que já tinha feito antes, são crimes diferentes mas não deixa de ser uma pessoa perigosa na mesma, podia ter morto o segurança não acha, chamar de ” pobre coitado” a uma pessoa assim realmente não sei para si o que é considerado perigoso ou criminoso
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    • Nuno Botelho

      José Melo Este “pobre” que vá trabalhar para comprar as garrafas que é o que eu faço quando quero comprar alguma coisa, e se não tenho dinheiro não compro, não vou roubar nem dar facadas a quem está a trabalhar…
      Não compare os crimes, o violador deveria apanhar era 50 anos, isto sim, mas este “pobre” como o chama é um criminoso perigoso, a pena é curta até…
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      • 30 m
  • Natalia Katcipis

    Com esta lista de crimes a pena foi bem suave.
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  • Carolina Rodrigues

    “Volta sempre ao mesmo”… conversa é sempre a mesma. A justiça em portugal não evolui. Pessoas condenadas por crimes não tão graves apanham o mesmo tempo, pessoas condenadas por crimes gravíssimos apanham o mesmo tempo.. enfim
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  • Helder Emilio

    Vejo um furto qualificado + ofensa à integridade fisica = 7 anos e 7 meses … exagero!!! Mesmo sendo reincidente. Como teve um advogado oficioso que nem olhou direito o processo dele, vai pagar pelo que fez e pelo que ainda pensa em fazer.
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    • 39 m
    • Rui Cordeiro

      Helder Emilio tentou matar uma pessoa e é pouco ?
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      • 11 m
    • Helder Emilio

      tentou mesmo?
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      • 11 m
    • Elson Elisa Costa

      Helder Emilio exatamente relembro do crime horrendo do assassino que matou a vitima à catana cm varios golpes deferidos, e por ser bipolar apanhou entre 3 meses a 16 anos em regime de internamento.
      É a nossa justiça no seu mlhr
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Someone is typing a comment…

CONSERVEIRA NOVA NO PICO

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Admin

Nova fábrica da Conseran inicia laboração em junho
A fábrica de conservas da Conseran, que está a ser construída no lugar do Farrobo, freguesia das Bandeiras, abre portas em junho próximo e já vai laborar a próxima safra do atum.
A garantia foi transmitida a Ilha Maior por José de Freitas, administrador da Conseran, explicando que os trabalhos iniciados em fevereiro do ano passado estão a entrar na sua fase final: “A construção da fábrica sofreu um ligeiro atraso devido a uma alteração na localização da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) para facilitar o seu aumento, caso, mais tarde, seja necessário. A construção, a montagem dos equipamentos e a construção da ETAR devem ficar concluídos no mês de maio”.
Seguir-se-á o processo de vis- torias e de licenciamento para que a fábrica esteja em condições de abrir portas em junho, con- tando numa fase inicial com 80 colaboradores.
Nesta altura a empresa já está a proceder à contratação dos profissionais que vão assegurar a laboração da fábrica e o número de candidaturas de residentes na ilha tem superado as expectativas, não sendo necessário recorrer a mão de obra do exterior.
“Para esta fase de arranque já temos mais de 80 pessoas inscri- tas, todas da ilha do Pico, e esse número tem vindo a aumentar nas últimas semanas. Ao contrário do que se perspetivava não será necessário recorrer a mão de obra do exterior. Muitos dos ins- critos estiveram na antiga Cofaco e querem voltar a trabalhar no setor porque preferem um horário fixo, em vez de trabalharem em empresas com horários rotativos”, explica José de Freitas, que está avaliar os currículos dos candidatos e o local de residência para equacionar os circuitos de transporte, que serão implementados para os colaboradores.
A fábrica da Conseran – Con- servas do Atlântico Norte destinada à transformação do atum, mas também de outras espécies como a cavala e a lula, representa um investimento de 15 milhões de euros.
Com capacidade para laborar
25 toneladas de atum por dia, a fábrica vai iniciar a sua atividade com a transformação de 13 milhões de latas, podendo atingir, em 2025, o máximo de 21 milhões de latas.
(Ilha Maior de 03.02.2023)
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Paolo Ferrer

As acomodações para os imigrantes/trabalhadores já estão concluídas ?
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Obrigar a arrendar casas devolutas vai ser um “jogo do gato e do rato” (veja a ‘teia’ da burocracia)

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A maior dificuldade é localizar as casas mas, logo a seguir, é demonstrar que estão, de facto vazias, sem uso e sem ninguém lá dentro – o que nem sempre será fácil. E também há quem já fale em ‘Big Brother’ no arrendamento

Source: Obrigar a arrendar casas devolutas vai ser um “jogo do gato e do rato” (veja a ‘teia’ da burocracia)

Criado grupo no Facebook para divulgar imóveis devolutos do Estado

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Criado grupo no Facebook para divulgar imóveis devolutos do Estado
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Criado grupo no Facebook para divulgar imóveis devolutos do Estado
Objetivo é constituir uma base de dados dos imóveis do Estado que estão devolutos e poderiam ser usados para habitação
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Ana Maria Botelho Neves, Roberto Y. Carreiro and 176 others

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casas devolutas do estado 19

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São quase 70 mil metros quadrados que este quartel da Trafaria ocupa. É uma area com uma dimensão gigantesca repleta de edifícios ao abandono e também imensos carros e barcos antigos sem eira nem beira. O Quartel foi alienado em 2006 e diz o Idealista, num artigo de 2019, que vai ser uma residência para estudantes. Estamos em 2023 e não há sinais de obras à vista.