a tragédia de entre–os-rios

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PJ quer duplo homicida dos Açores julgado por cinco crimes – Portugal – Correio da Manhã

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Investigação a Tomislav Jozic, de 61 anos, fechada este mês. Perícias provam que Mário Coucelos e Mário Sobral foram mortos e queimados.

Source: PJ quer duplo homicida dos Açores julgado por cinco crimes – Portugal – Correio da Manhã

Empresários da ilha das Flores denunciam caos no abastecimento e economia estagnada – Jornal Açores 9

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Os empresários da ilha das Flores, nos Açores, denunciaram hoje o “caos” no abastecimento e a rutura de ‘stocks’ em vários produtos, incluindo gás, alertando para uma economia estagnada devido aos constrangimentos no porto. “O abastecimento está péssimo. Falta muitíssima coisa. Mais de 50% das referências. Falta de tudo, praticamente. Ainda temos leite para mais […]

Source: Empresários da ilha das Flores denunciam caos no abastecimento e economia estagnada – Jornal Açores 9

delta vs nespresso

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Delta vai abrir lojas próprias em Madrid e Paris para competir com a Nespresso.
Com presença em 40 países, o grupo Delta fechou o ano passado com “uma faturação de 460 milhões de euros”, o que representa “um crescimento de 12% a nível global”, adianta ainda Rui Miguel Nabeiro.
A Delta quer “competir com as grandes marcas de cápsulas” de café.
Por isso, prepara-se para abrir novas lojas próprias em Madrid e Paris.
“A ideia é vender um produto diferente e de alta qualidade, mas também oferecer experiências em torno do café”, revelou Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, em entrevista ao jornal espanhol El Economista.
“Queremos competir com as grandes marcas de cápsulas, como a Nespresso”, sinaliza Rui Miguel Nabeiro.
Com quatro lojas próprias em Portugal, denominadas The Coffee House Experience, o grupo pretende agora expandir o negócio além-fronteiras.
“Vamos agora entrar em Espanha e França com a abertura de lojas em Madrid e Paris”, aponta o CEO da Delta,
explicando que a ideia passa por “vender um produto diferente e de alta qualidade, mas também oferecer experiências em torno do café”.
Com presença em 40 países, o empresário adianta ainda que o grupo Delta fechou o ano passado com “uma faturação de 460 milhões de euros”, o que representa “um crescimento de 12% a nível global”, face ao período homólogo, sendo que mais de um terço (35%) do negócio “vem da área internacional e destes 40% do mercado espanhol”.
“O último ano foi um ano de recuperação depois dos maus anos (2020 e 2021) em que fomos penalizados pela pandemia e pelas restrições ao setor hoteleiro”, afirma Rui Miguel Nabeiro, em entrevista ao jornal espanhol.
O CEO revela ainda que no canal horeca (hotéis, restaurantes e cafetarias), o grupo atingiu 10 mil clientes e tem “30 distribuidores” com os quais tem “mais 5.000 clientes indiretos”.
Em Portugal, “55% das nossas vendas são em hotéis, mas 45% são em lojas“, diz.
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RAMOS HORTA CRITICADO

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PR timorense rejeita críticas às suas deslocações ao estrangeiro que considera essenciais
Díli, 02 mar 2023 (Lusa) – O Presidente da República timorense rejeitou hoje críticas à sua agenda internacional, com várias deslocações desde que tomou posse, considerando as viagens internacionais essenciais para recolocar Timor-Leste no palco internacional.
“Se alguém puder substituir-me para compensar por 10 anos de falta da presença do nosso chefe de Estado em várias conferências internacionais, se querem substituir-me em palestras nas maiores universidades, nos maior ‘think thanks’, a mobilizar simpatia e apoio internacional, se puderem fazer melhor do que eu em atrair boa vontade e investimentos em Timor-Leste, estou mais do que disponível para a troca”, disse José Ramos-Horta, em declarações à Lusa.
O Presidente reagia a comentários críticos de alguns deputados, feitas esta semana, e de organizações da sociedade civil citadas pela comunicação social timorense, relativamente à agenda internacional do chefe de Estado.
Os comentários no Parlamento Nacional surgiram durante o debate e votação do pedido de autorização para a viagem, exigido pela Constituição, que acabou por ser aprovado por unanimidade dos deputados presentes.
O Presidente, que falava à margem da condecoração do diretor cessante da Escola Portuguesa de Díli com a Medalha da Ordem da Liberdade, parte de Díli na sexta-feira para uma viagem que o levará a Doha e ao Azerbaijão.
Em Doha, o chefe de Estado disse que vai participar numa cimeira dos Países Menos Desenvolvidos (LDC, na sigla em inglês), grupo de que Timor-Leste faz parte e no qual Ramos-Horta considera que o país deve continuar “pelo menos mais 10 anos”.
“Terei várias intervenções formais na cimeira, mas também já estão agendados vários encontros bilaterais”, explicou.
“Depois sigo para o Azerbaijão, um dos países petrolíferos mais ricos do mundo onde participarei numa conferência académica, com a expetativa de eventualmente conseguir apoios aos meus programas humanitários e sociais”, disse.
ASP // VM
Lusa/Fim
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Rosa Horta Carrascalao

Criticam? Então se o parlamento autoriza as viagens..
santa paciência 😳
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TIMOR E O PETRÓLEO

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TIMOR GAP rejeita acusações de violação de obrigações contratuais
Díli, 03 mar 2023 (Lusa) – A petrolífera estatal timorense TIMOR GAP rejeitou hoje as acusações da Timor Resources de que viola as suas obrigações contratuais no que diz respeito ao projeto de exploração a decorrer a sul do país.
“A TIMOR GAP cumpre sempre as suas obrigações contratuais e rejeita completamente quaisquer falsas alegações da Timor Resources Pty Ltd, uma empresa privada de petróleo e gás da Austrália, de que deve qualquer dinheiro nos termos do Acordo de Operações Conjuntas”, refere um comunicado enviado à Lusa.
Na nota, a empresa timorense afirma que opera “em conformidade com os mais elevados padrões de integridade e transparência e continua empenhada no Estado de direito e no cumprimento de todas as suas obrigações contratuais”.
O comunicado da TIMOR GAP surge em resposta a uma notícia avançada na quinta-feira pela Lusa de que a empresa Timor Resources, envolvida na exploração de vários poços no interior sul do país, vai processar a petrolífera Timor GAP, parceira no projeto, por falta de pagamento da sua contribuição financeira.
“Advogados da Timor Resources reuniram-se esta semana com advogados em Timor-Leste e o projeto vai parar quando a perfuração teste se concluir enquanto o operador legalmente processa a Timor GAP pelo não-pagamento da sua contribuição, contratualmente exigida”, disse fonte oficial da empresa à Lusa.
Em causa, segundo a mesma fonte, está o pagamento em atraso de 11 milhões de dólares (10,33 milhões de euros) correspondente ao que a Timor Resources diz serem obrigações contratuais de injeção financeira da Timor GAP, parceira a 50% no consórcio do projeto.
“A TIMOR GAP não fez o pagamento referente aos anos civis de 2022 e 2023 e estão agora em risco de perder a sua participação no projeto”, explicou.
A petrolífera timorense considera que a notícia “reproduz várias afirmações produzidas pela empresa Timor Resources que são inteiramente falsas e atentatórias do bom nome” da empresa.
“A TIMOR GAP não tem qualquer obrigação contratual de suportar quaisquer custos de exploração e desenvolvimento, pelo que não se encontra em situação de incumprimento conforme falsamente alegado pela Timor Resources”, refere o comunicado.
“Pelo contrário, é a Timor Resources que se encontra em grave violação das suas obrigações contratuais ao se recusar a financiar a totalidade das operações petrolíferas”, sublinha.
A petrolífera timorense refere-se aos contratos de partilha de produção, assinados pela Timor Resources com o Estado timorense, e ao acordo de operações conjuntas assinado com a TIMOR GAP, segundo os quais, sublinha, “a Timor Resources assumiu a obrigação de financiar a totalidade (100%) dos custos incorridos nos referidos blocos, incluindo os custos relativos ao interesse participativo da Timor Gap (50%) durante a fase de exploração e desenvolvimento e até à primeira produção de petróleo”.
Uma obrigação, refere ainda a nota, “habitualmente designada na indústria petrolífera por ‘Carry’” e que “é normalmente assumida pelas companhias petrolíferas estrangeiras em relação às empresas petrolíferas nacionais” como é o caso da TIMOR GAP.
Assim, vinca, a empresa australiana “está obrigada a suportar a totalidade dos custos incorridos, e a incorrer, nos referidos blocos, até que seja atingida a primeira produção de petróleo caso a atividade de exploração em curso seja bem-sucedida e resulte numa declaração de descoberta comercial”.
Essa obrigação, sublinha, está definida nos termos “absolutamente inequívocos” dos contratos.
No comunicado, a TIMOR GAP acusa a empresa australiana de impedir a sua participação nas reuniões da Comissão de Operações, e de ter bloqueado o acesso “a qualquer informação geológica, técnica ou financeira, o que constitui igualmente uma violação grave das suas obrigações” contratuais.
“Durante a negociação dos referidos PSC [contrato de partilha de produção] e JOA [acordo de operações conjuntas], a Timor Resources produziu várias afirmações, incluindo por parte da respetiva CEO, assumindo o compromisso de suportar a totalidade das operações de pesquisa e desenvolvimento, afirmando dispor dos recursos financeiros para tal”, explica.
“A Timor Resources está obrigada perante o Estado de Timor-Leste a prosseguir as operações nos referidos blocos nos termos do PSC, independentemente de qualquer disputa com a TIMOR GAP, não podendo suspender essas operações conforme terá sido anunciado pela Timor Resources”, sublinha.
Nesse sentido, alega, “qualquer suspensão ou interrupção injustificada das operações resultaria numa violação grave” do acordo de partilha de produção, o que poderá “resultar na rescisão desse contrato por parte do Estado de Timor-Leste”.
“Enquanto parceira da Timor Resources, a TIMOR GAP espera que a Timor Resources consiga reunir os recursos financeiros para prosseguir as atividades nos referidos blocos e honrar as obrigações que assumiu, enquanto investidor estrangeiro, perante a TIMOR GAP e o Estado de Timor-Leste”, conclui.
ASP // CAD
Lusa/FIm
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Programa “Novos Idosos” alargado à Lagoa, Vila Franca do Campo e Horta com 150 vagas disponíveis – Rádio Atlântida

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O vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima, anunciou […]

Source: Programa “Novos Idosos” alargado à Lagoa, Vila Franca do Campo e Horta com 150 vagas disponíveis – Rádio Atlântida

o inferno dos preços

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O Inferno da subida dos preços

Não há notícia de que a inflação tenha sofrido alteração sensível, sendo que a variação parece tender para baixar, mas o mesmo não está a acontecer com o cabaz de bens alimentares essenciais que, de acordo com a DECO, voltou a aumentar, atingindo um valor recorde de 230,38 euros, o que significa uma subida de mais de 25% em relação ao início da guerra na Ucrânia (sensivelmente há um ano), altura em que o mesmo cabaz custava 187 euros. Significa que ir hoje ao supermercado custa mais 47 euros do que em Fevereiro do ano passado. Mas se tomarmos a comparação com o início deste ano e apesar de a inflação ter abrandado, o mesmo cabaz já custa mais 10,97 euros, ou seja, mais 5%. O cabaz da DECO inclui 63 produtos alimentares essenciais, entre os quais peru, frango, pescada, carapau, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga. A explicação para estes aumentos perde-se em considerações absurdas umas e outras que não podem deixar de servir-nos de lição. Entre elas o facto de Portugal estar altamente dependente dos mercados externos para garantir o abastecimento dos cereais necessários ao consumo interno, que, de acordo com a DECO, representam atualmente apenas 3,5% da produção agrícola nacional: sobretudo milho (56%), trigo (19%) e arroz (16%). “E se no início da década de 90 a autossuficiência em cereais rondava os 50%, atualmente, o valor não ultrapassa os 19,4%, uma das percentagens mais baixas do mundo e que obriga o País a importar cerca de 80% dos cereais que consome”, acrescenta a Deco. Dá que pensar e, sobretudo, espera-se que o Governo tome as medidas que se impõem. Alertamos que os dados e considerações acima dizem respeito a Portugal continental, à falta de dados regionais. Mas não custa admitir que o panorama nos Açores seja ainda pior e que esteja a penalizar abundantemente as famílias açorianas, sobretudo as mais pobres. O Governo pode (e bem) apoiar as famílias da classe média que têm créditos à habitação e as empresas através do incremento à subida de salários, em particular os salários mínimos. Já é alguma coisa, mas fica a milhas da subida colossal dos bens alimentares. Vivemos numa economia de mercado, onde impera a lei da oferta e da procura, mas há momentos em que se impõe regular os preços, evitando a especulação. Ao Governo, pelo menos, compete perceber a razão de grande parte das subidas escandalosas e atuar sobre elas. A guerra que trouxe disparos na energia, carência de cereais e fertilizantes não pode servir de explicação única para este inferno.
  • in, Diário Insular, 03 de Março / 2023
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ANOS 60 PORTO

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【A CAUSA DAS COISAS】
No período em que fui viver para Espinho entre 66 e 70, os Beatles ditavam parcialmente a moda que os jovens da altura entre os 15 e os 20 anos, usavam.
Eram as calças à “boca de sino” (estreitavam e abriam ao fundo tipo saiotes), aos quadradinhos e coloridas o mais extravagante possível, eram as botas “à Beatle” ( de pontas afuniladas) eram os cabelos longos, as mini sais, eram os sintomas da irreverência dos anos 60 e que se prolongaram pelos anos 70 fora!
Semanalmente, ou quase, o Porto alí tão perto (12Km) era o paradeiro da efervescência de uma cidade muito movimentada, para espairecer de outra, que só “mexia” no Verão.
Um dos locais obrigatórios de passagem, ou até uma ida obstinada eram incontornavelmente OS POR-FÍ-RI-OS.
Ficavam situados na Sta Catarina quase em frente ao Café Majestic.
Os “por-fi-ri-os” das meias.
Quem diz jardim, diz flores;
Quem diz praia, diz areias;
Quem diz paixão, diz amores;
Quem diz por-fi-ri-os, diz meias.
Essa era o “slogan” que personalizava o marketing da altura.
Conheci e frequentei a loja do Porto sobretudo a partir de 70.
RECORDAR É …
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Um retratista, uma Zundapp e uma ilha: assim se vivia em São Miguel, nos anos 60 e 70 | Fotografia | PÚBLICO

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O fotógrafo Laudalino da Ponte Pacheco documentou, ao longo de décadas, o quotidiano da ilha de São Miguel, nos Açores. O fotolivro homónimo, editado pela Auracária, contém imagens que datam de 1963 a 1975 e que​ “constituem documentos riquíssimos para a compreensão do território antropológico, sociológico e histórico da ilha de São Miguel”.

Source: Um retratista, uma Zundapp e uma ilha: assim se vivia em São Miguel, nos anos 60 e 70 | Fotografia | PÚBLICO

PARLAMENTO AÇORIANO QUE NOS ENVERGONHA

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Quem não declarar empregada doméstica incorre em crime (e arrisca até três anos de prisão)

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Novas regras devem entrar em vigor em abril

Source: Quem não declarar empregada doméstica incorre em crime (e arrisca até três anos de prisão)

TIMOR QUER PORTUGUES COMO LINGUA DE INSTRUÇAO

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《Timor quer que língua de instrução no sistema educativo seja só o português
Díli, 01 mar 2023 (Lusa) – Os ministérios da Educação e do Ensino Superior timorenses querem tornar obrigatório que a instrução no sistema educativo do país seja apenas em português, e que outras línguas sejam “auxiliares” e de apoio.
“Os dois Ministérios estão a propor alterações à lei de bases da educação, e a proposta é que a língua de instrução seja apenas o português. O tétum e outras lingas nacionais vão servir de lingas auxiliares e de apoio pedagógico quando forem necessárias”, disse hoje o ministro da Educação, Juventude e Desporto, Armindo Maia.
“Este é um dos grandes problemas que temos estado a enfrentar” no sistema educativo nacional, disse.
Armindo Maia falava no Centro Cultural Português, na Embaixada de Portugal em Díli, à margem de uma cerimónia de boas-vindas a um grupo de professores que vai ser destacado para os 13 Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE) de Timor-Leste, um projeto luso-timorense para a requalificação do ensino timorense em língua portuguesa.
Armindo Maia explicou que a proposta, que mexe na lei de bases da educação, ainda terá que passar pelo Conselho de Ministros e posteriormente pelo Parlamento Nacional, mostrando-se esperançado que essa discussão possa ocorrer antes das eleições, marcadas para 21 de maio.
“Com essa alteração, esperamos que os professores se possam começar a esforçar para lecionar em português”, disse, referindo-se a uma das duas línguas oficiais do país, a par do tétum.
Armindo Maia respondia a perguntas dos jornalistas sobre dados de que 80% da comunidade educativa timorense não utiliza o português na escola, explicando que esse é um dos maiores desafios do setor.
Neste âmbito recordou os esforços que têm sido feitos para fortalecer as capacidades de ensino em português dos docentes timorenses, inclusive através do projeto luso-timorense PRO-Português.
“O projeto PRO-Português no ano passado formou mais de 4.000 professores timorenses em formação intensiva em língua portuguesa. Esperamos este ano um número idêntico. Vamos apostar nisso”, vincou.
Questionada sobre a mesma matéria, a embaixadora de Portugal em Díli, Manuela bairros disse que no que toca ao uso do português em Timor-Leste se deve “ver o copo meio cheio”, notando os progressos na última década.
“Podemos fazer a leitura dos números como acharmos melhor. Pode haver 80% de pessoas que se sintam mais confortáveis a falar outras línguas que não a língua portuguesa, mas o que tenho verificado nas minhas viagens pelo país é que há muitas pessoas a quem me dirijo em português, que reagem em português, com melhor ou pior fluência”, disse.
“A partir do momento em que as pessoas sentem confiança na língua portuguesa esse número vai cair. O projeto CAFE está a trabalhar no sentido das pessoas se sentirem confortáveis com a língua portuguesa. É um processo, complexo e moroso, mas estive aqui há oito nos e senti uma grande mudança na proficiência do português por parte dos timorenses nesses oito anos”, afirmou.
Armindo Maia reiterou na cerimónia de hoje a vontade do Governo alargar a rede de escolas CAFE ao novo município de Ataúro “já no próximo ano”, com planos de abertura de uma segunda escola em Díli.
O plano “mais ambicioso” veria a implementação do programa, atualmente nas capitais dos municípios e da RAEOA, aos postos administrativos do país.
Maia explicou à Lusa que o sucesso dos CAFE é evidente pelos resultados, manifestando-se esperançado que a iniciativa possa contribuir para melhorias em todo o sistema.
ASP // SB
Lusa/Fim》
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Rosa Horta Carrascalao, Jan-Patrick Fischer and 22 others

Futuro metro de superfície no Algarve vai ter 38 km entre Olhão, Faro e Loulé

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O metro ligeiro terá 38 km 24 paragens, servindo cerca de 185 mil residentes nos três concelhos (40% da população algarvia), dos quais 70 mil de residentes a menos a 600 metros de uma paragem.

Source: Futuro metro de superfície no Algarve vai ter 38 km entre Olhão, Faro e Loulé