Representante da República para os Açores vai deixar parlamento “prosseguir trabalhos” – Jornal Açores 9

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O representante da República para os Açores não vai tomar posição sobre o fim dos acordos parlamentares com o Governo Regional, deixando a Assembleia Legislativa prosseguir os seus trabalhos e “resolver o problema”, disse à Lusa fonte do gabinete. Contactado pela Lusa sobre os acordos de incidência parlamentar hoje rasgados pelo deputado da Iniciativa Liberal […]

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Líder da IL diz que quem não cumpriu o acordo nos Açores foi o PSD – Jornal Açores 9

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O presidente da IL disse hoje que quem não cumpriu o acordo nos Açores foi o PSD e que a decisão de o cessar resultou de um “acumular de situações”, comprometendo-se a “viabilizar as boas propostas” apresentadas. Rui Rocha falava aos jornalistas nos passos perdidos da Assembleia da República depois de o deputado IL no […]

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Presidente do Governo dos Açores recusa moção de confiança e ser “fator de instabilidade” – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) recusou hoje a apresentação de uma moção de confiança no parlamento regional, como propôs o líder do Chega, após a Iniciativa Liberal ter rompido o acordo de incidência parlamentar com o PSD. “Não há razão, pela parte do Governo, que é um referencial de estabilidade, para ser um […]

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Artur Lima desvaloriza rompimento de acordo parlamentar do IL – Jornal Açores 9

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O vice-presidente do Governo dos Açores e líder do CDS no arquipélago, Artur Lima, desvalorizou hoje a decisão anunciada pelo líder regional da Iniciativa Liberal sobre o rompimento do acordo de incidência parlamentar com o PSD. “O deputado Nuno Barata está no exercício das suas funções, e na sua liberdade de rasgar o acordo que […]

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Açores. Após IL, deputado independente também rompe acordo com Governo

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O deputado independente no parlamento dos Açores (ex-Chega) rompeu hoje o acordo de incidência parlamentar feito com o Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), depois de a IL ter feito o mesmo.

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timor e o petróleo

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Petrolífera australiana rejeita acusações de petrolífera timorense e avança com processo legal
Díli, 07 mar 2023 (Lusa) – A empresa australiana Timor Resources rejeitou hoje acusações da petrolífera estatal timorense TIMOR GAP de que violou as obrigações contratuais, anunciando que vai avançar, este mês, com um processo legal, em Singapura.
“Durante três anos, enquanto tentava encontrar uma solução para a crise de financiamento da TIMOR GAP, agindo de extrema boa-fé, a Timor Resources continuou a financiar tanto a sua própria parte como a da TIMOR GAP nas despesas operacionais” do projeto, refere um comunicado da empresa enviado à Lusa.
“A atual liderança da TIMOR GAP recusou-se a envolver-se num processo de solução construtiva, deixando a Timor Resources sem outra opção senão iniciar um longo e dispendioso processo legal para forçar a TIMOR GAP a cumprir as suas obrigações contratuais. Embora este seja um desenvolvimento lamentável, a Timor Resources está muito confiante numa decisão legal a nosso favor”, de acordo com a mesma nota.
Fonte da Timor Resources disse à Lusa que a petrolífera australiana vai apresentar a queixa junto do Centro Internacional de Arbitragem de Singapura (SIAC, na sigla em inglês).
“Estamos a preparar uma notificação de arbitragem, de acordo com a SIAC. Esperamos ter essa notificação de arbitragem finalizada e apresentada até 20 de março”, referiu.
Este comunicado responde a uma nota da TIMOR GAP, na qual, e na sequência de notícias da disputa, a empresa timorense rejeitava as acusações da Timor Resources.
“A TIMOR GAP cumpre sempre as suas obrigações contratuais e rejeita completamente quaisquer falsas alegações da Timor Resources Pty Ltd, uma empresa privada de petróleo e gás da Austrália, de que deve qualquer dinheiro nos termos do Acordo de Operações Conjuntas”, de acordo com o comunicado enviado anteriormente à Lusa.
A empresa timorense afirma que opera “em conformidade com os mais elevados padrões de integridade e transparência e continua empenhada no Estado de direito e no cumprimento de todas as suas obrigações contratuais”.
Na notícia inicial, fonte oficial da Timor Resources disse à Lusa que a empresa ia processar a petrolífera timorense por falta de pagamento da contribuição financeira.
“Advogados da Timor Resources reuniram-se esta semana com advogados em Timor-Leste e o projeto vai parar quando a perfuração teste se concluir enquanto o operador legalmente processa a Timor GAP pelo não-pagamento da sua contribuição, contratualmente exigida”, disse fonte oficial da empresa.
Em causa, segundo a Timor Resources, está o pagamento em atraso de 11 milhões de dólares (10,3 milhões de euros) correspondente ao que disse serem obrigações contratuais de injeção financeira da TIMOR GAP, parceira a 50% no consórcio do projeto.
“A TIMOR GAP não fez o pagamento referente aos anos civis de 2022 e 2023 e estão agora em risco de perder a participação no projeto”, explicou.
No comunicado de hoje, a Timor Resources, além de rejeitar as declarações da empresa timorense, considera que a atual liderança da TIMOR GAP colocou “em risco a comercialização de um projeto vital de exploração de petróleo e gás para o povo e o Estado de Timor-Leste” pela forma como tem lidado com esta disputa.
“Ao contrário da TIMOR GAP, a Timor Resources leva muito a sério as suas responsabilidades quanto à confidencialidade, no entanto, não podemos permitir que fiquem sem resposta alegações de que a Timor Resources fez afirmações ‘falsas’”, adianta.
“A Timor Resources rejeita categoricamente e inequivocamente qualquer alegação de que tenha violado ou esteja agora a violar qualquer uma das suas obrigações contratuais”, frisa.
A empresa diz ter fornecido à TIMOR GAP “provas documentais incontestáveis, assinadas e executadas pela direção e gestão superior das suas subsidiárias (…), confirmando absolutamente a obrigação de financiar a quota de 50% das operações, uma vez atingido o limite de transporte”.
“Apesar destas provas esmagadoras e incontestáveis, a TIMOR GAP e as filiais recusaram-se a cumprir as obrigações”, vinca.
“A Timor Resources é o único operador de petróleo e gás em terra em Timor-Leste. É nossa opinião que a completa incapacidade da TIMOR GAP de atrair capital de investimento estrangeiro através de campanhas de manifestação de interesse em blocos ‘onshore’ está diretamente relacionada com a inflexibilidade da atual liderança”, sustenta.
A empresa manifesta-se disponível para “encontrar uma solução mutuamente aceitável”, mas “reserva-se o direito de tomar medidas contra a direção da TIMOR GAP e da sua subsidiária como e quando considerarem adequado, sem aviso prévio a qualquer das partes”.
“Exceto no caso de a Timor Resources ser novamente obrigada a emitir uma declaração que proteja o seu bom nome e a sua posição, não faremos mais comentários sobre este assunto até que a ação legal esteja concluída”, explica.
Em abril de 2017, o Governo timorense concedeu à Timor Resources as primeiras licenças de exploração e produção de petróleo no interior do país, abrangendo uma área de cerca de dois mil quilómetros quadrados em quatro municípios do sul do país.
O Bloco A, nos municípios de Covalima e Maliana, e o Bloco C, nos municípios de Manufahi e Ainaro, foram adjudicados, em regime de contratos de partilha de produção, à Timor Resources Pty Ltd, uma empresa australiana do grupo Nepean.
O processo legal contra a TIMOR GAP ocorre quando a Timor Resources prevê concluir, nos próximos dias, a perfuração até aos 3.100 metros do poço mais profundo em terra em Timor-Leste, conhecido como Lafaek-1, e cuja perfuração chegou já aos 3.060 metros.
Com mais de 64 milhões de dólares (60,1 milhões de euros) investidos no projeto, a Timor Resources vai avançar para testes de perfuração da coluna, para ajudar a definir os recursos de petróleo e gás disponíveis, antecipando recursos “muito bons, devido à elevada pressão registada no poço”.
O Lafaek-1 é a terceira perfuração da Timor Resources na zona, nos últimos 12 meses, com os dados das primeiras duas a mostrarem a existência de petróleo a vários níveis.
ASP // EJ
Lusa/FIm

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Bares dos comboios da CP só têm água para oferecer aos passageiros | Transportes | PÚBLICO

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Concessionária não pagou aos trabalhadores o salário de Fevereiro nem tem abastecido os bares com produtos para venda.

Source: Bares dos comboios da CP só têm água para oferecer aos passageiros | Transportes | PÚBLICO

BECEL RAINHA DAS VIGARISTAS

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No país dos vigaristas
Leiam e republiquem SFF.
Como somos enganados sem perceber.
A Becel que tinha uma embalagem de 500 grs alterou o peso para 450 grs e subiu o preço quase para o dobro, de aprox. 3.5€ para mais de 5€ diminuído a quantidade em 50 grs, mas mantendo a dimensão e forma e até design da embalagem. NAO ACABA AQUI.
OU SEJA, Não satisfeitos mantiveram a embalagem e diminuíram mais 50grs passando a 400 grs. , Curiosamente vendem em simultâneo as embalagens de 400 e 450 grs, no mesmo linerar ao mesmo preço em ponto de venda. Coloca-se a questão qual é o preço de quilo deste produto da mesma referência quando 450 e 400 tem o mesmo pvp.
Mais ainda, será que para o ano compramos só a embalagem de meio quilo já sem produto??? Já que as 500 passaram a 450 e já são só 400 sem que o consumidor tenha real percepção disso, pois a dimensão da embalagem não muda e ninguém vai ler a gramagem no acto de compra..
Isto não é Marketing ou estratégia, é puramente vigarizar o consumidor de forma impune.
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Australia’s Imperial Exploitation of Timor-Leste: Why They Are No Different to Their Colonial Monarchy

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“Australia is not just a mere victim of the British Empire, but instead steadily follows in its colonial footsteps. These footsteps land directly on one of the poorest countries in the world, and Australia’s own island neighbor: Timor-Leste.”

Source: Australia’s Imperial Exploitation of Timor-Leste: Why They Are No Different to Their Colonial Monarchy

Agravamento do IMI para prédios devolutos em Ponta Delgada vai abranger 200 imóveis – Jornal Açores 9

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A Câmara de Ponta Delgada, Açores, identificou cerca de 200 imóveis devolutos sobre os quais vai recair o agravamento da taxa de Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI), para incentivar a reabilitação urbana e aumentar a oferta de habitação, foi anunciado. A informação é avançada hoje numa nota de imprensa da maior autarquia açoriana onde […]

Source: Agravamento do IMI para prédios devolutos em Ponta Delgada vai abranger 200 imóveis – Jornal Açores 9

baixa criminalidade em bragança

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Bragança é o distrito com menor número de queixas de crimes no país – MAI (C/ÁUDIO)
*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***
Bragança, 06 mar 2023 (Lusa) – O distrito de Bragança é o que apresenta em Portugal o menor número de participações de crimes e valores “significativamente abaixo dos nacionais” em termos de criminalidade, como destacou hoje o ministro da Administração Interna.
José Luís Carneiro participou, em Bragança, na cerimónia comemorativa dos 147 anos do Comando Distrital da PSP, responsável pela segurança das duas cidades mais populosas da região, Bragança e Mirandela, com cerca de 50 mil habitantes.
“Há um dado muito positivo em relação ao distrito de Bragança, este é o distrito que tem o menor número de crimes participados em todo o país”, salientou o governante, considerando que mostra “o sentido de responsabilidade que os cidadãos nas suas atitudes e comportamentos têm vindo a ter, mas também a eficácia do dispositivo”.
Segundo o comandante distrital, Carlos Anastácio, o efetivo distrital da PSP perdeu, desde 2017, 22 elementos, passando de 196 para 174, e apresenta uma média de idades de 49 anos, que para o ministro tem sido “suficiente para cumprir a missão”.
“E a prova está no facto de que houve uma redução de mais de 20% na criminalidade grave”, indicou José Luís Carneiro que, no discurso, referiu que no ano de 2022, foram colocados no comando de Bragança dez novos polícias.
A criminalidade geral registou um aumento de 10% no distrito de Bragança justificado pelo ministro com o “maior número de operações da Polícia de Segurança Pública” e o “aumento da criminalidade digital, a chamada cibercriminalidade.
O governante considerou que este aumento “tem que ver com uma tipologia de criminalidade que exige um outro tipo de intervenção que não o número de polícias.
“Aí o que fundamentalmente se exige é a qualificação e capacitação das forças policiais para novos tipos de crime, e que tem vindo a ser trabalhada”, disse.
Em relação à criminalidade em geral, o comandante distrital da PSP, Carlos Anastácio, explicou que as ocorrências com maior prevalência nas duas cidades são “pequenas incivilidades”, como a questão do ruído, em que “às vezes a polícia tem que fazer um pouco o papel de árbitro”.
“A grande comunidade de estudantes”, cerca de 10 mil no Instituto Politécnico, alguns de fora de Portugal, são também um dos focos da atenção da polícia nas cidades de Bragança e Mirandela, como disse o comandante.
HFI//LIL
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Governo dos Açores tem “todas as condições” para cumprir a legislatura – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, assegurou hoje que o executivo “tem todas as condições” para cumprir a legislatura, garantido a “coesão governativa” após a demissão do secretário da Saúde por razões políticas. “[Este Governo] tem todas as condições para levar a legislatura até ao fim, como tem levado até aqui. […]

Source: Governo dos Açores tem “todas as condições” para cumprir a legislatura – Jornal Açores 9

O petróleo não é de origem fóssil?

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O petróleo não é de origem fóssil?

O Petróleo não é de origem fóssil, continua a ser gerado ininterruptamente pela Terra e é inesgotável <http://citadino.blogspot.com/2009/10/o-petroleo-nao-e-de-origem-fossil.html>

<http://1.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9oBpoFgPI/AAAAAAAADLM/N63vS2GK6Dg/s1600-h/mundo_oleo.jpg>

Artigo retirado de: «Qual crise energética? <http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=515> » (Obs. MJ: Publicado onde e quando?)

Foi-nos sempre dito que o petróleo é um combustível fóssil, que surgiu há 500 milhões de anos, tendo por origem a decomposição de plantas e animais mortos. Restos de organismos teriam sido aprisionados no fundo dos oceanos numa camada de lama e cobertos por outras camadas de solo, formando ao longo do tempo o petróleo.

Foi-nos sempre dito que a energia do sol é captada pelos seres vivos e que podemos libertar novamente essa energia armazenada há centenas de milhões de anos através da combustão do petróleo.

É-nos dito que as reservas de combustíveis fósseis, especialmente o petróleo, duram, no máximo, até cerca de 2060.

Outro fator, para além da extinção das reservas petrolíferas, é o momento em que a produção de petróleo atinge o seu cume, começando então a decrescer. Este ponto máximo da extração petrolífera é chamado de “Peak-Oil” [Pico Petrolífero]. Como é em função deste pico que varia a oferta e a procura, este pode ter um papel crucial nos preços do petróleo.

O ponto máximo da extração petrolífera ou “Peak-Oil” é o instante em que a taxa de extração petrolífera atinge o seu máximo absoluto em todas as bacias petrolíferas. Este momento é alcançado quando tenha sido extraído metade de todo o petróleo passível de ser explorado. <http://4.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9sCaUJN5I/AAAAAAAADLc/hM9GU-YEXbo/s1600-h/pico+petrolifero.jpg> O Pico Petrolífero É afirmado que o ponto de extração máximo já foi alcançado no passado e que vamos de encontro a uma crise energética. A prova desta afirmação, dizem-nos, é o aumento contínuo da cotação do petróleo, de 25 dólares o barril em 2002 para 134 dólares em 6/6/2008 (este artigo foi escrito nesta data).

Por este motivo, dizem-nos que a esperada lacuna energética deve ser suprida através de menor consumo e pela procura de outras alternativas, tal como energias renováveis. Devemos abandonar o petróleo o mais rapidamente possível, pois ele irá acabar em breve.

É-nos afirmado que o petróleo se formou há centenas de milhões de anos, que existe em quantidade fixa, e que quando tivermos extraído a última gota, terá acabado para sempre a era do petróleo.

Mas o que é que aconteceria se toda esta história não tiver nenhum fundamento e tudo não passar de uma lenda? O que seria se o combustível petróleo não fosse de origem fóssil, não proviesse de organismos extintos, mas fosse de outra natureza? E se o petróleo, afinal, existe em abundância e continua a ser formado ininterruptamente pela Terra? E se não existir nenhuma crise energética e nenhum “Peak-Oil”? <http://4.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/SuCq0HbtuMI/AAAAAAAADMU/OJ_TP5nd9EA/s1600-h/Medo+do+Pico+Petrolifero.jpg> O Pico Petrolífero está Aqui A afirmação de que haveria um ponto máximo na extração do petróleo foi divulgada em pânico, já em 1919, embora nesse tempo ainda não se chamasse “Peak-Oil” (este é somente um novo rótulo). Naquele tempo, foi afirmado pelos “especialistas” que o petróleo só chegaria para os próximos 20 anos. O que aconteceu na realidade? Desde então, a data do fim do petróleo foi sempre impelida para o futuro, e hoje, 90 anos depois, temos ainda petróleo, embora a extração e o consumo tenham vindo a aumentar todos os anos. O Petróleo Abiótico (não fóssil) De onde veio, no fim de contas, a história de que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos e seria, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta ideia pela primeira vez em 1757: “o petróleo surge de pequenos corpos de animais e plantas, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e transformam-se em petróleo após um período inimaginável“. Não sabemos que observações o levaram a afirmar isso, simplesmente esta teoria nunca foi confirmada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades. <http://2.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St91vSvDrtI/AAAAAAAADL0/Mip3qdoH4dU/s1600-h/Development+of+the+oil+and+natural+gas+shown+in+three+steps.jpg> A teoria da origem do Petróleo como resultado da decomposição de restos de plantas e animais

(clicar na imagem para ampliar) Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais ou plantas nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é unicamente uma crença sem qualquer base científica. Os geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil, não apresentaram ainda qualquer prova da transformação de organismos em petróleo.

Um dos elementos mais presentes sobre a Terra no nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarbonetos, a base para o petróleo.

A sonda espacial Cassini descobriu, ao passar próximo de Titan, a lua de Saturno, que ela está repleta de hidrocarbonetos líquidos. Mas não havendo lá vida para produzir os hidrocarbonetos, estes devem ser fruto de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atómica, o carbono possui a capacidade de formar moléculas complexas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas. <http://1.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St95l5QYBoI/AAAAAAAADL8/00TxcG-1rRQ/s1600-h/Titans+hydrocarbon+pools.jpg> Daily Telegraph – Lagoas de hidrocarbonetos no planeta Titan <http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://resources1.news.com.au/images/2009/08/14/1225761/587177-titan.jpg&amp;imgrefurl=http://www.dailytelegraph.com.au/news/national/earth-look-alike-the-demand-for-budget-property-and-mags-apology-to-bec-hewitt-popu> Aqui na Terra, as placas continentais flutuam sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre surgem, sob determinada temperatura, pressão e condições adequadas, grandes quantidades de hidrocarbonetos. A rocha calcária anorgânica é transformada num processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, e por isso sobem pelas fendas da Terra e acumulam-se sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.

O magma quente é o fornecedor de energia para este fenómeno geológico. O resultado dá pelo nome de petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas antes por um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece ininterruptamente. O petróleo é produzido continuamente.

Eis alguns dos argumentos mais relevantes que comprovam que o petróleo é de origem abiótica (não fóssil):

  • O petróleo é extraído de grandes profundidades, ultrapassando os 13 km. Isso contradiz totalmente a tese dos fósseis, pois os restos dos seres vivos marinhos nunca chegaram a tais profundidades e a temperatura (elevadíssima) teria destruído todo o material orgânico.
  • As reservas de petróleo, que deveriam estar vazias desde os anos 70, voltam a encher-se novamente por si mesmas. O petróleo fóssil não pode explicar este fenómeno. Só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra.

  • A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Nunca existiu material vegetal e animal suficiente para ser transformado em tanto petróleo. Somente um processo de fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode explicar esta quantidade gigantesca.

  • Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo é notório que elas surgem onde as placas tectónicas estão em contacto uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem inúmeras fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície. <http://3.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St97BGbRTRI/AAAAAAAADME/l_6auzs_kyY/s1600-h/tectonic.gif> Placas Tectónicas – Em laboratório foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem formar-se no interior da Terra através de simples reações anorgânicas – e não pela decomposição de organismos mortos, como é geralmente aceite.

  • O petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão “fresco” no solo até hoje. As longas moléculas de carbono ter-se-iam decomposto. O petróleo que utilizamos é recente, caso contrário já se teria volatilizado há muito tempo. Isto contradiz o aparecimento do petróleo fóssil, mas comprova a teoria do petróleo abiótico.

Em 1970, os russos começaram a perfurar poços a grandes profundidades, ultrapassando os 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Iukos, perfuraram mais de 310 poços e extraem de lá petróleo. No último ano, a Rússia ultrapassou a extração do maior produtor mundial, a Arábia Saudita.

Os russos dominam a complexa técnica de perfuração profunda há mais de 30 anos e exploram inesgotáveis reservas de petróleo das profundezas na Terra. Este facto é ignorado pelo Ocidente. Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais de que o petróleo seria o fruto de material orgânico decomposto.

Nos anos 40 e 50, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se re-enchiam por si próprias e por baixo. Chegaram à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde se acumula. Puderam comprovar isso através das perfurações profundas.

Entretanto, nos anos 90, a Rússia estava de tal modo à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda, que Wall Street e os bancos Rockfeller e Rothschild forneceram dinheiro a Michail Chodorkowski com a missão de comprar a empresa Iukos por 309 milhões de dólares, a fim de obter o know-how da perfuração a grande profundidade. <http://3.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9tcfi4_QI/AAAAAAAADLk/ZIMrnUbW26s/s1600-h/Chodorkowski.jpg> Michail Chodorkowski mandado prender por Putin Pode-se agora perceber por que é que o presidente Wladimir Putin fez regressar a Iukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era decisivo economicamente para a Rússia, e Putin expulsou e prendeu alguns oligarcas russos.

Entretanto, os chamados “cientistas”, os lobistas, os jornalistas a soldo e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo está a chegar, porque supostamente a produção já atingiu o seu pico e agora está a decrescer. Naturalmente, a intenção é criar um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso obter lucros gigantescos.

Sabe-se agora que o petróleo pode ser explorado praticamente em toda a parte, desde que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Qualquer país se pode tornar independente em matéria de energia. Simplesmente, os donos das petrolíferas querem países dependentes e que paguem caro pelo petróleo importado.

A afirmação de que existe um máximo na extração de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira da elite global. Trata-se de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle.

Aliás, é absolutamente claro para todos que o Iraque foi invadido por causa do petróleo. Somente, não foi para extrair o petróleo, mas, pelo contrário, para evitar que o petróleo iraquiano inundasse o mercado e os preços caíssem. Antes da guerra, o Iraque extraía seis milhões de barris por dia, e hoje não chega a dois milhões. A diferença foi retirada do mercado. Saddam Hussein ameaçou extrair quantidades enormes de petróleo e inundar o mercado.

Tal significou a sua sentença de morte, e por esse motivo o Iraque foi atacado e Saddam enforcado. Agora os EUA têm lá tropas permanentemente. Ninguém tem licença para explorar o petróleo do país com a segunda maior reserva petrolífera do mundo. Por isso, o Irão, com a terceira maior reserva petrolífera do mundo, é agora também ameaçado por querer construir «armas de destruição massiva».

<http://2.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St98oOEANQI/AAAAAAAADMM/Uns2SlNm8zE/s1600-h/Rumaylah_Oil_Fields.jpg> Soldado americano junto aos campos petrolíferos de Rumaylah no Iraque