Arquivo da Categoria: Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR judeus jews sionismo islao terror russia

a injusta justiça portuguesa

Views: 7

【A CAUSA DAS COISAS】
A revista Sábado noticiou que o Ministério Público de Almada está a investigar vários ajustes diretos aprovados por Henrique Gouveia e Melo enquanto comandante Naval da Marinha, entre 2017 e 2020.
Neste questão e ninguém tem privilégios, devem investigar o que houver, só me causa alguma perplexidade algumas coisas:
1º A Marinha através da Policia Judiciária Militar, com competências para os crimes de natureza estritamente militar – constantes do Código de Justiça Militar, iniciou alguma investigação e se sim, em que moldes e com que fundamentos?
2ª O Timing conveniente para lançarem a dita investigação…logo agora, em plena campanha? Para além do “mais do mesmo” do folclore nacional a que nos vem habituando o MP e a PGR, parece-me, no mínimo, “manhoso, malicioso” e mais uma machadada na credibilidade da justiça portuguesa.
3º São forças obscuras que “toupeirizam” as catacumbas da justiça nacional a favor de interesses alheios?
4º Não nos peçam serenidade no que “à justiça o que é da justiça”, porque as frases bombásticas deixaram de terem o valor democrático de outrora, nesta democracia minada, doente, putrefacta de agentes pestilentos!!
O POVO É SERENO…TALVEZ POR ISSO!!!

Ricardo Branco Cepeda “Açores 2025! A Normalização do desequilíbrio!

Views: 11

“Açores 2025! A Normalização do desequilíbrio!
O ano de 2025 confirma uma tendência inquietante na governação dos Açores, a normalização do desequilíbrio. Dívida elevada, custo de vida sufocante, um aparelho público excessivamente politizado e uma sensação difusa mas persistente de opacidade nas decisões. Tudo isto coexistiu com um discurso oficial de estabilidade e controlo que já poucos levam à letra ou acreditam.
A Região não está em colapso, mas também não está a convergir. E essa diferença é essencial.
Dívida: O Provisório se torna Permanente
A dívida pública regional permanece como o grande condicionador das políticas públicas. Apesar das narrativas de estabilização, a verdade é simples, os Açores continuam a depender de transferências extraordinárias do Estado e de engenharia orçamental para manter o funcionamento corrente.
Não se trata apenas de números. Trata-se de um modelo. Um modelo que aceita a dívida como dado adquirido, adia reformas estruturais e transfere custos para o futuro e Futuras Gerações. O risco não é somente a bancarrota iminente, mas algo mais subtil e duradouro, a perda de margem política para decidir com autonomia real.
Custo de Vida! Viver tornou-se um exercício de Resiliência e resistência para quase todos os Açorianos e Açorianas.
Para muitas famílias açorianas, 2025 foi mais um ano em que o rendimento ficou aquém da despesa. A Habitação tornou-se inacessível em várias ilhas, os bens essenciais mantêm preços elevados e a mobilidade continua a ser um problema estrutural.
A insularidade explica parte do fenómeno, mas não explica tudo. O que pesa é a ausência de uma estratégia consistente para aumentar rendimentos, fixar jovens qualificados e reduzir a dependência de apoios compensatórios.
Governa-se o custo, mas não se governa a causa.
O resultado é conhecido: emigração silenciosa das camadas mais jovens, desmotivação interna e envelhecimento acelerado.
Corrupção e influência: o desgaste da Confiança e a falta de Esperança!
2025 não ficará na memória por grandes processos judiciais nos Açores. Mas ficará marcado por algo igualmente corrosivo, a suspeita constante.
A perceção de proximidade excessiva entre poder político, administração pública e interesses particulares continua a desgastar a confiança dos cidadãos. Nomeações pouco transparentes, apoios mal explicados e decisões que raramente resistem ao escrutínio público alimentam um sentimento de impunidade, leviandade, mesmo quando não existe ilegalidade comprovada.
A política não vive apenas da legalidade. Vive da Credibilidade, da Ética e Princípios. E estas estão demasiado fragilizadas.
Nomeações, o Estado como extensão do poder
A administração regional continua excessivamente dependente do ciclo político. A promessa de despartidarização raramente sobrevive à prática governativa. Mudam os governos, mudam os nomes, mantêm-se os métodos.
Esta lógica enfraquece o Estado regional, desvaloriza os quadros técnicos e reforça a ideia de que o mérito é secundário face à lealdade. A médio prazo, o custo é demasiado elevado, ineficiência, descontinuidade e desconfiança institucional.
O Problema é Central, falta de Reforma, excesso de gestão
O maior problema dos Açores em 2025 não foi a crise, mas a ausência de reforma. Governou-se para manter equilíbrios imediatos, não para corrigir fragilidades estruturais. Preferiu-se gerir a pressão em vez de a resolver.
Faltou coragem para reformar a administração, rever prioridades, cortar redundâncias e apostar numa economia privada mais produtiva e menos dependente do Estado e com concursos públicos mais transparentes e eficientes.
Autonomia não é resignação e um baixar de braços
A autonomia regional é uma conquista política e histórica. Mas não pode ser confundida com conformismo financeiro nem com opacidade governativa. Autonomia exige responsabilidade, Transparência e Visão Estratégica.
Para concluir o ano de 2025 termina sem ruturas, mas também sem avanços decisivos. E isso, num contexto de perda demográfica e pressão social crescente, pode ser o maior risco de todos.
Porque adiar escolhas não é neutral. É, quase sempre, escolher continuar tudo como está.”

May be an image of money and text that says "DIVIDA ALUGA-SE € 850 VENDE-SE SE € 250,000-"
Tiberio Figueiredo

Bom dia meu querido Amigo e irmão na Fé Ricardo desejo te e há tua Linda Familia uma Feliz e Abençoada Segunda feira Guerreiro e uma ótima semana quanto ao texto é tudo verdade é corajoso toca nas Feridas estamos sem rumo Falidos não temos dinheiro pa…

See more
  • Reply
Ricardo Branco Cepeda

Tiberio Figueiredo bom dia amigo. Sem dúvida… Vamos ter Fé em Deus 🙏😇🤍 Abraço forte e fraterno 💪

Quais 4 dias? Na Rússia, discute-se a semana de trabalho de 6 dias

Views: 14

Semana de 4 dias seria um erro – porque os russos não sabem descansar e não saberiam o que fazer com um dia de folga extra.

Source: Quais 4 dias? Na Rússia, discute-se a semana de trabalho de 6 dias

Só Israel reconhece a Somalilândia. Porquê?

Views: 10

Declarou independência há mais de 30 anos, mas só agora foi reconhecida como um Estado: por Israel. Somalilândia está em território valioso e tem uma história cheia de sangue — mas também é tida como um exemplo de democracia na região disputada do Corno de África. Território semidesértico, aproximadamente do tamanho da Nicarágua, a Somalilândia declarou a sua independência em 1991. Mais de 34 anos após essa turbulenta declaração, ainda  não tinha sido reconhecida como Estado por nenhuma outra nação — até agora. Tudo mudou na sexta-feira, quando Israel se tornou o primeiro país a reconhecê-la formalmente como um país

Source: Só Israel reconhece a Somalilândia. Porquê?

narcisismo demente Trump em todo o lado: presidente dos EUA tem uma obsessão sem precedentes

Views: 3

Qualquer espaço serve: navios de guerra, centros de artes, salão de baile. E mandou colocar placas que criticam Obama e Biden.

Source: Trump em todo o lado: presidente dos EUA tem uma obsessão sem precedentes

Humberto veste-se de Afonso Henriques e quer escola obrigatória aos 3 anos. É candidato nas presidenciais AFONSO HENRIQUES II

Views: 5

Pintor e autor surpreendeu ao entregar a candidatura, com quase 10 mil assinaturas. Escreveu ‘As Pulgas da Minha Infância’.

Source: Humberto veste-se de Afonso Henriques e quer escola obrigatória aos 3 anos. É candidato nas presidenciais

o noivo da Lomba da Maia

Views: 22

O noivo da Lomba da Maia
O costume era conhecido de todos e desde há muito: as raparigas da Maia estavam reservadas, mal nascessem, para os rapazes da Maia. Nem mais, nem menos.
Fazia todo o sentido. Conheciam-se, assim, pelo nome os pretendentes desde tenra idade. O mesmo sucedendo com as famílias de cada um deles, além das suas posses, fartas ou escassas. O essencial do lado do rapaz, note-se, era ser de boas famílias. Do das raparigas, como bem sabemos, era serem das suas «portas pra dentro»”.
Esse detalhado conhecimento desde a nascença dos potenciais pretendentes facilitava tudo a todos. Reservando-se a escolha apenas aos rapazes da Maia, para quê complicar o que era assim tão simples e cristalino com rapazes de fora?
– — Ê já te disse mesteres de vâazes. Nã olhes páquele home! Âle nã é da Maia e cme nã é da Maia nã podes namorá coâele, nim âle pode casá contigue. Tás ouvinde o quê te tou dezende, mulhé?
-— Ê tou ouvinde, nhamã. Ê nã sou mouca. Mas acâle home é ruim? Tã defête? Prquié quê nã posse nim sequé olhá praiêle? – — respondeu, de nariz arrebitado, Fernanda.
– — Nã sê sâle é ruim nim minporta. Ê só sê é câle é da Lomba da Maia. E sabes lá qualié a famila dâle? E sâle nã amanhou mulhé na Lomba é preque nã é flô que se chêre. E fica sabende que na Maia há beles homes. Podes iscolhê o que tu quisés, câles andim todes de roda de ti caté é um derrice. Ê tou-te avisande quê sou tua mã! Ouviste?
Sempre houve quem quisesse complicar tudo, mesmo o que deveria ser simples, como era o caso de Fernanda. Quis por força Carlos, um «“home da Lomba»”.
Apesar de ter um belíssimo palminho de cara que lhe permitiria escolher o homem da Maia que quisesse, encabeçou para Carlos, nascido e criado na Lomba da Maia. E eram tantos muitos os rapazes da Maia que não se cansavam de lhe rondar a porta. Mas Fernanda nem sequer lhes concedia um simples olhar ou uma vaga esperança.
Haviam-se conhecido anos antes, ainda crianças, na Fábrica do Chá Gorreana. E ficou-lhes o gosto de um pelo outro, que se manteve ano após ano, até aos 19 anos de ambos. Foi então que Fernanda ouviu o solene e sério aviso da mãe: deveria rejeitar Carlos e escolher um homem da Maia, como impunham os bons costumes.
Mas nem sempre são escolhidos os caminhos mais fáceis e óbvios. E Fernanda sempre se mostrou de nariz empinado, ignorando o aviso da mãe e a censura da vizinhança:
– — NoSenhô me perdoi, mas séla amanhou um home da Lomba é preque na Maia ninum la quis.
– — É mulhé, tu nã digas isse. Fernanda é ua rapariga perfetcha e nã faltim homes na Maia à roda dela. Séla amanhou um de fora fou preque gostou más dâle decós da Maia. E nã penses cos homes da Maia sã melhós cós outres. Há aqui cada um que noSenhô livre a todas.
Todos sabiam que o namoro de Carlos com Fernanda não seria fácil. Outros vindos de fora para namorar na Maia tinham sofrido, e muito, no caminho de acesso à Maia – — o da Lombinha, como seria o caso de Carlos, ou o da Estrada de S. Sebastião, do lado oposto. As únicas duas vias de entrada e de saída da Maia.
– — A gente isconde-se na Fonte Velha e quande âle passá logue à noutche pra cima a gente comecim todes a aboiá-le os oves podres e terrãs. Âle camanhe uma mulhé na Lomba. As mulhés da Maia sã pós da Maia – — disse Francisco aos sete amigos, sentados no coreto do jardim, combinando o devido tratamento a dar a Carlos.
Mas Carlos, avisado por Fernanda sobre o que sucedera num caso semelhante uns tempos atrás, preveniu-se: rumou em sentido contrário, pela Estrada de S. Sebastião e Passagem da Vila, voltando depois para a Lomba da Maia, deixando sem destino, no desconforto dos tanques da Fonte Velha, até tarde da noite, Francisco e os sete fiéis amigos.
O amor tudo pode!
( Fotografia: Laudalino Pacheco)

No photo description available.

que epidemia é esta sexual com bombeiros???

Views: 7

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/o-segundo-comandante-deu-me-uma-palmada-no-rabo-funcionaria-do-quartel-de-bombeiros-de-satao-relata-caso-de-assedio?utm_campaign=c-m-boa-tarde&utm_medium=email&utm_edition=202512260500&utm_source=newsletter

 

Caso de assédio entre comandante dos bombeiros de Sátão e empregada de limpeza divide corporação

 | O centenário presépio movimentado do Senhor Prior na Ribª Grande…

Views: 7

Source: 2.1K views · 29 reactions | O centenário presépio movimentado do…

IA identifica milhares de casos de violência doméstica tratados como “acidentes” nos hospitais

Views: 9

Um “detetive de IA” faz uma coisa muito simples: dá-se-lhe um bloco de texto e ele diz-nos se a lesão aí descrita tem probabilidade de ter origem violenta ou não. A violência por vezes esconde-se à vista de todos, sobretudo numa urgência hospitalar movimentada. Entre o caos de equipas cansadas e sobrecarregadas e a relutância das vítimas em falar, a violência baseada no género e as agressões em geral passam muitas vezes despercebidas. Um novo sistema de Inteligência Artificial, desenvolvido em Itália, pretende agora colmatar essa falha e, nos primeiros testes, já identificou milhares de lesões que os profissionais de

Source: IA identifica milhares de casos de violência doméstica tratados como “acidentes” nos hospitais