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DÍLI, 31 de agosto de 2023 (TATOLI) – Eugénio Lemos, Diretor-Executivo da Organização Não-Governamental Permacultura de Timor-Leste (Permatil), venceu o Prémio Ramon Magsaysay de 2023, na categoria de Soberania Alimentar. O Presidente da Fundação Ramon Magsaysay, Aurelio Montinola, descreveu Eugénio Lemos como um visionário da soberania alimentar, pois a sua iniciativa permite promover a agricultura […]
Crescem os relatos da cobrança, por parte dos estabelecimentos, de taxas por gelo, limão, copos de água e até pelo aquecimento ou partilha de alimentos. É legal? Muitos estabelecimentos, desde cafés a restaurantes, cobram taxas por gelo e limão, às vezes até por meros copos de água. Alguns chegam a cobrar uma taxa pelo aquecimento de alimentos e, mais recentemente, há relatos de cobrança pela partilha de menus, doses ou sobremesas. “Há restaurantes que cobram, outros que não, e outros ainda cobram pelo serviço”, confirma ao Correio da Manhã a representante da Deco Proteste, Soraia Leite. Segundo a mesma fonte
O Papa nunca mais chega!! Queria tanto vê-lo e, já agora, aproveitar o perdão daquela multa! Durante largos meses foi o pensamento de muitos portugueses, e eis que, no início do mês de agosto, por ocasião da realização em Portugal da Jornada Mundial da Juventude, o desejado diploma foi finalmente publicado, estabelecendo um perdão de […]
asco Medeiros Rosa 6 hours ago · Durante uma boa série de anos, tive na directora Claudia Cardoso da Biblioteca Pública de Angra uma pessoa atenta e disponível para acolher iniciativas, e em especial para as comemorações do centenário de Pedro da Silveira a sua acção foi realmente admirável e ao longo dum percurso que não foi breve. É por isso com grande pena pessoal — e perplexidade —que a vejo demitida dum cargo que exercia tão bem e certamente com bastante gosto e prazer seu. Ainda no domingo, em Angra, precisamente, tive ocasião de elogiar publicamente o seu trabalho directivo e de lhe lançar um desafio importante, representando um esforço para a sua equipa. E agora isto! «Ninguém merece»… Na foto, quando me convidou para falar sobre Raul Brandão e os Açores. Urbano Bettencourt Vasco, tens toda a razão.
Cruzei Espanha de Oeste a Sudeste. 750 quilómetros, mais do que a extensão de Portugal de Norte a Sul. Entre viagens suplementares e regresso, foram cerca de 1700 km só em território espanhol. Todos por autoestradas nacionais gratuitas. Não gastei um cêntimo em portagens para fazer 1700 Km em autoestradas impecavelmente mantidas.
Para além da imaculada manutenção, o ordenamento da rede das autovias de Espanha é fantástico. Está ramificada para chegar a todos os pontos cardeais do país. E os acessos? Vais a conduzir e vislumbras um castelo no topo de uma colina numa povoação, sais, visitas, descobres que é o castelo do famoso El Cid, voltas a entrar na autoestrada. Tudo em poucos (mesmo poucos) minutos (exceto a visita claro). Há saídas para todas as povoações com que te cruzas, até pequenas aldeias. Sais com a mesma facilidade para beber uma cerveja num pequeno pueblo à beira da estrada tal como sais para almoçar em Albacete.
Essa organização e facilidade de mobilidade contribuem imenso para o desenvolvimento regional. Há um incentivo para viajar, para partir à descoberta, para visitar novas regiões. Rápido, sem custos e, acima de tudo, em maior segurança. Em todos os estabelecimentos dos pequenos povoados por onde passei perguntei se é comum receberem visitas de turistas internos ou externos. “Siempre, gracias a dios”. Num almoço em Toledo, partilhei uma mesa com uma família sevilhana que estava lá de visita. Uma visita de 500 Km. “Lejos? Como asi? Es rapidísimo “.
Em Portugal, foram construídas autoestradas (SCUT) com fundos públicos e comunitários com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento, para fomentar o acesso ao Interior e às regiões de baixa densidade.
Não demorou muito até o arco do poder perverter esse desígnio e ceder essas infraestruturas de bandeja a privados, em contratos altamente lesivos para o Estado e onde as concessionárias privadas são dotadas de benefícios e liberdade para praticar preços completamente desajustados.
Se eu quiser ir de Aveiro a Viseu e percorrer os vastíssimos 79 Km da A25, pago 6 euros (12 euros ida e volta). Se quiser ir de Coimbra a Tomar e fazer os 60 Km da A13, pago 10,50 euros, ida e volta. Mas se eu quiser ser mesmo audaz e ambicionar a epopeica jornada de Aveiro a Vilar Formoso, Portugal de Oeste a Este, se for mesmo ousado e decidir aventurar-me nesses extensíssimos 187 Km (A25), pago 13 euros. Se quiser voltar, são mais 13.
Serão os nossos vizinhos espanhóis uns predestinados na gestão e manutenção rodoviária?
Ou são os interesses privados de Portugal tão possantes e tão enraizados que conseguem constantemente que os sucessivos governos legislem a seu favor, em detrimento dos genuínos interesses nacionais?
Está calor em Coimbra, talvez uma viagem até à vizinha Figueira da Foz possa refrescar as ideias e ajudar-me a encontrar uma resposta. Se quiser ir pela A14, são “apenas” 5 euros. “Somos unos afortunados”.
Equipamentos vão registar matrículas e passar multas automaticamente e novos radares móveis vão controlar a velocidade na cidade do Porto. Os carros da Polícia Municipal do Porto vão passar a ter câmaras dedicadas à deteção de ocorrências de estacionamento ilegal de forma automática. As câmaras vão fazer o reconhecimento dos veículos estacionados ilegalmente, registar a matrícula e emitir a multa automaticamente, sem intervenção humana. Inicialmente, será lançado um concurso público para proceder à compra dos equipamentos, avança o JN. Só depois é que as câmaras vão ser instaladas nos tejadilhos dos carros policiais, em princípio já a partir de 2024.
A situação foi detectada em 2022 e serviu de indignação no meu mural na altura, faz agora um ano. Entretanto, a imagem de suporte, que colocava lado a lado ambas as situações em linear e que não estava na minha base de dados, desapareceu, certamente por força de várias partilhas e supostamente, por pressão da marca..
Mas continua estando na ordem do dia, já que o “esquema não é exclusivo da Becel, outras marcas utilizam a mesma estratégia de forma sub-reptícia, e absolutamente repudiável, sem que a ASAE ou o Instituto de Defesa do Consumidor logrem pôr termo à situação.
Estas malabarices (leia-se trafulhices), que algumas marcas usam para ganhar mais uns cobres nas margens, não se compadece com a exigência de seriedade com que deveriam pautar a sua postura no mercado.
Usam os mais obscuros expedientes e de uma forma “rasteira” para ludibriar os clientes. A resposta mais adequada, seria deixar nas prateleiras o produto e assim perceberem, que as “manhas” têm efeitos negativos!!!
A Becel que tinha uma embalagem de 500 grs alterou o peso para 450 grs e subiu o preço quase para o dobro, de aprox. 3.5€ para mais de 5€ diminuído a quantidade em 50 grs, mas mantendo a dimensão e forma e até design da embalagem. NAO ACABA AQUI.
OU SEJA, não satisfeitos mantiveram a embalagem e diminuíram mais 50grs passando a 400 grs. , Curiosamente vendem em simultâneo as embalagens de 400 e 450 grs, no mesmo linerar ao mesmo preço em ponto de venda. Coloca-se a questão qual é o preço de quilo deste produto da mesma referência quando 450 e 400 tem o mesmo pvp.
Mais ainda, será que para o ano compramos só a embalagem de meio quilo já sem produto??? Já que as 500 passaram a 450 e já são só 400 sem que o consumidor tenha real percepção disso, pois a dimensão da embalagem não muda e ninguém vai ler a gramagem no acto de compra..
Isto não é Marketing ou estratégia, é puramente vigarizar o consumidor de forma impune.