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DOM PEDRO I AMORES PROIBIDOS

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Caso que escandalizou toda a Europa pós Napoleão e que até hoje desperta curiosidade entre alguns pesquisadores da vida privada do primeiro imperador do Brasil, constitui-se no relacionamento de sete anos que este manteve com uma notória dama, mais tarde presenteada pelo amante com o título de marquesa. Domitila de Castro era uma dessas mulheres sem grandes atributos físicos, mas com charme suficiente para atrair as mentes fantasiosas das pessoas. A grande influência que viria a exercer em D. Pedro I fez com que ele tomasse certas atitudes que iam contra os anseios da nação, solícita de que seu soberano assumisse suas obrigações com maior seriedade e integridade.
D. Pedro I e Domitila de Castro: o caso que escandalizou o Império do Brasil!
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D. Pedro I e Domitila de Castro: o caso que escandalizou o Império do Brasil!
Por: Renato Drummond Tapioca Neto Caso que escandalizou toda a Europa pós Napoleão e que até hoje desperta curiosidade entre alguns pesquisadores da vida privada do primeiro imperador do Brasil, co…
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A PRESENÇA LUSA NO CEILÃO, TAPROBANA, SRI LANKA

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🇵🇹
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O período português no Ceilão (Sri Lanka) durou 152 anos: desde a chegada da primeira frota ao Sul da ilha em 1506, até à queda da última fortaleza no Norte, em 1658.
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Padre Himalaia: o português que criou a energia solar e uma máquina que fazia chover | VortexMag

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Em 1904, um português apresentou uma maquina de energia solar capaz de fundir rochas e metais. Descubra a fantástica história do Padre Himalaia.

Source: Padre Himalaia: o português que criou a energia solar e uma máquina que fazia chover | VortexMag

CRIMES QUE ENVERGONHAM O PAÍS

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Visão | Padre Max, 45 anos depois: a extrema-direita matou-o, mas ninguém foi julgado por isso
VISAO.SAPO.PT
Visão | Padre Max, 45 anos depois: a extrema-direita matou-o, mas ninguém foi julgado por isso

Jornal de Leiria – IPA, o primeiro carro português de produção, proibidO pelo governo de Salazar,vai regressar a Porto de Mós

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IPA300: o coupé made in Porto de Mós, cuja produção em série foi proibida pelo governo de Salazar, vai ficar em exposição no edifício da antiga central termoeléctrica.

Source: Jornal de Leiria – IPA, o primeiro carro português de produção, vai regressar a Porto de Mós

NOVA IORQUE 1900 DIA DE LAVAR ROUPA

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NOVA IORQUE – 1900
SÁBADO É DIA DE LAVAR A ROUPA
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  • Lucila Meira

    Nunca tinha visto isso em Nova Iorque, muito menos que havia um dia próprio.

Estado Novo comprou Ilhas Selvagens há meio século com medo dos submarinos soviéticos

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Já foram propriedade privada, até que o Estado português as comprou por precaução
Estado Novo comprou Ilhas Selvagens há meio século com medo dos submarinos soviéticos
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Estado Novo comprou Ilhas Selvagens há meio século com medo dos submarinos soviéticos

How Australia helped Indonesia occupy East Timor

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In case you missed Philiip Adams interview with Dr Peter Job on his recent book, here is the link.
How Australia helped Indonesia occupy East Timor
ABC.NET.AU
How Australia helped Indonesia occupy East Timor
A new book uncovers how the Whitlam and Fraser governments initially pushed Indonesia to intervene in East Timor and then campaigned to cover up the worst abuses of the occupation.
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“Medalha de Prata” para os Açores no “Concurso de História Militar e Juvent

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🥈 “Medalha de Prata” para os Açores no “Concurso de História Militar e Juventude”, edição 2020/2021, numa decisão que não deve ter sido fácil à Comissão Portuguesa de História Militar e Associação de Professores de História.
Os alunos do 10.º ano, turma 2 (Humanidades) do Colégio do Castanheiro, José Salgado e Jorge N. Cabral obtiveram o segundo lugar entre 79 trabalhos e 113 autores de todo o país, perdendo apenas para um colega do 12.º Ano (18 anos).
A cerimónia de entrega de Prémios e Menções Honrosas contou com a presença dos Presidentes da Comissão Portuguesa de História Militar; da Associação de Professores de História; do Secretário de Estado Adjunto e da Educação e pelo Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho que, por motivos de última hora, se fez representar pela ex.ª Secretária de Estado dos Antigos Combatentes.
Percebeu-se a hesitação por ter sido o único trabalho caraterizado como “Excelente”!
Parabéns aos nossos jovens alunos!
You, Fábio Mendes, Carolina Cordeiro and 9 others
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    Pedro Gomes

    Muitos

    parabéns

    aos alunos do Colégio do Castanheiro e ao Doutor Sérgio Rezendes pelo incentivo ao estudo da história militar dos Açores, a que tem dedicado. Os frutos estão à vista. Um abraço

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quando a Galiza pertenceu a Portugal

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1369-1373: quando a Galiza pertenceu a Portugal durante 4 anos | VortexMag
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1369-1373: quando a Galiza pertenceu a Portugal durante 4 anos | VortexMag

my generation How Wild Woodstock Really Was | JourneyRanger JourneyRanger

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Source: Photos That Show How Wild Woodstock Really Was | JourneyRanger JourneyRanger

Mazagão: a fantástica odisseia de uma cidade portuguesa em Marrocos | VortexMag

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Mazagão faz hoje parte da cidade marroquina de El Jadida. Em tempos, foi uma importante cidade portuguesa. Descubra a sua história e o que lhe aconteceu.

Source: Mazagão: a fantástica odisseia de uma cidade portuguesa em Marrocos | VortexMag

att CÃMARA DA HORTA, AGUARDAMOS AÇÃO

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Por favor tirem um pouco do seu tempo para ler com atenção e se possivel tambem podem dar a sua ajuda .
Estive no pico da esperança com o objetivo de ir visitar o monumento em memoria das 35 vidas que ali morreram no dia 11 de dezembro de 1999 num tragico acidente aereo .
A aeronave era um ATP de nome Graciosa que pertencia á companhia aerea SATA.
O local é visitado por centenas de pessoas anualmente.
E por seus familiares .
E como se se vé na imagem a pedra esta a precisar de limpeza e repor as letras em falta.
Mas na minha maneira de ver deviam pensar em algo que seja adecuado para para a zona porque como está bem visivel as letras estão a cair .
A propria cola que suporta as letras esta a perder a sua resistencia e assim com o passar do tempo as letras estao a cair.
Vandalismo?????
Talvez até sim ,mas uma coisa é certa letras caem e ficam no chão entre as ervas.
mas se for colocada uma peça que seja adequada pode ser que se ivite a questão do vandalismo.
Mas tambem é certo de que se a intenção fosse vandalizar decerteza que nenhuma letra lá estava porque esta muito fragil o suporte das mesmas na pedra.
Por isso era muito interessante se as aoturidades locais em conjunto com a companhia aerea SATA tentar emendar algo que com o passar do tempo vai sse notando que não foi a escolha mais correta o material usado no respetivo monumento.
Limpar e o conservar
E mais uma vez peço a todos a vossa ajuda.
Um grande abraço para os familiares das vitimas.

capítulo Açoriano da “História Concisa das Lutas Liberais”.

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Em dia de grandes surpresas, partilho uma, o honroso convite da Comissão Portuguesa de História Militar para realizar o capítulo Açoriano da “História Concisa das Lutas Liberais”.
Vamos a isso! 😉
Imagem: bagos d’uva.com
No photo description available.
You, Pedro Almeida Maia, Carolina Cordeiro and 69 others
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o legado viking na PÓVIA DE VARZIM

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/05/Povoa-de-Varzim-O-legado-mais-fascinante-deixado-pelos-vikings-em-Portugal.pdf

O legado mais fascinante deixado pelos vikings em Portugal foi, sem dúvida, a Póvoa de Varzim.

Os vikings eram guerreiros-marinheiros da Escandinávia que entre o final do século VIII e o século XI pilharam, invadiram e colonizaram as costas da Escandinávia, Europa continental e ilhas Britânicas. Embora sejam conhecidos principalmente como um povo de terror e destruição, eles também fundaram povoados e fizeram comércio pacificamente.

É o caso da Póvoa de Varzim.

As siglas poveiras

Desde há muito que estas siglas fascinam cientistas sociais. As siglas poveiras ou marcas poveiras são uma forma de “proto-escrita primitiva”, tratando-se de um sistema de comunicação visual simples usado na Póvoa de Varzim durante séculos, nas classes piscatórias, outrora a vasta maioria da população.

Para se escrever usava-se uma navalha e eram escritas sobre madeira, mas também poderiam ser pintadas, por exemplo, em barcos ou em barracos de praia.

 

Conhecidas como a “escrita poveira”,não formavam um alfabeto, funcionavam como os hieróglifos. Era usada porque muitos pescadores desconheciam o alfabeto latino, tendo as runas assim bastante utilidade. Por exemplo, eram usadas pelos vendedores no seu livro de contabilidade, sendo lidas e reconhecidas como reconhecemos um nome escrito em alfabeto latino. Os valores em dinheiro eram simbolizados por rodelas ou riscos designando vinténs e tostões, respetivamente.

Elas terão entrado em uso na Póvoa de Varzim devido à colonização viking entre os séculos IX e X, permanecido na comunidade devido à proteção cultural por parte da população. Se compararmos com as bomärken (literalmente marcas de casa) dinamarquesas a semelhança é espetacular:

 

Herança da marca

As siglas são brasões de famílias hereditários, transmitidos por herança de pais para filhos, carregadas de simbolismo, onde só os herdeiros as podem usar.

As siglas eram passadas do pai para o filho mais novo, aos outros filhos eram dadas a mesma sigla mas com traços, chamados de “pique”. Assim, o filho mais velho tem um pique, o segundo dois, e por aí em diante, até ao filho mais novo que não teria nenhum pique, herdando assim o mesmo símbolo que o seu pai.

 

Na tradição poveira, que ainda perdura, o herdeiro da família é o filho mais novo, tal como na antiga Bretanha e Dinamarca. O filho mais novo é o herdeiro dado que é esperado que tome conta dos seus pais quando estes se tornassem idosos.

Siglas e religião

Locais úteis para o estudo das siglas são os templos religiosos localizados não só na cidade e no seu concelho, mas também por todo o noroeste peninsular, em especial no Minho mas também na Galiza (muitos galegos emigraram para a Póvoa).

Os poveiros, ao longo de gerações, costumavam gravar nas portas das capelas perto de areais ou montes a sua marca como documento de passagem, como se pode verificar, por exemplo, no monte da Santa Trega (Santa Tecla) junto a A Guarda, Espanha. A marca serviria para como que os poveiros que mais tarde a vissem, que passou por ali ou para trazer boa ventura a si mesmos pelo santo que fora venerar.

 

Originalmente a inscrição estava na porta da capela de Santa Trega. Mas, para ser protegida de danificações, foi levada para o Museu do Povo Galego em Santiago de Compostela. Esta é uma lápide comemorativa, de 28/08/1991.

Mas há muitas mais pelo Minho fora. Desde Santo Tirso, no Mosteiro de São Bento, a Guimarães e a Esposende. Se estiver curioso, veja aqui: Siglas Poveiras.

No concelho poveiro propriamente dito, e fora de igrejas ou capelas, estas siglas podem ainda ser encontradas na calçada portuguesa, em placas toponímicas, em barcos piscatórios, bordados tradicionais, em restaurantes, hotéis ou mesmo nas soleiras de casas.

 

 

O escritor é natural da Póvoa.

 

 

 

 

 

 

E, a favorita de todas:

 

É linda não é? Nem sei como esta casa não aparece nas brochuras turísticas.

 

 

A vinda dos barcos, 1891.

É o barco típico da Póvoa. Ter-se-á desenvolvido a partir do dracar viking, sem a popa e a ré pronunciadas, e com a adição da vela mediterrânica.

A lancha poveira outrora familiar nas praias da Póvoa e que chegou até a ser usada no início do século XX no Rio de Janeiro desapareceu praticamente na década de 1950, restando apenas uma embarcação. Barcos que derivam dos barcos poveiros podem ser encontrados da Galiza a Moçambique.

 

 

Etnia

 

Representação de um pescador poveiro, 1868.

Os poveiros, especialmente os do Bairro Sul como qualquer habitante da zona lhe dirá, são uma unidade etnocultural.

Devido à endogamia recente (até primeira metade do século XX) e um sistema de castas próprio, a comunidade piscatória da Póvoa de Varzim manteve particularidades étnicas. Pescadores poveiros, apoiados pelas teorias científicas do século XIX, acreditavam até que faziam parte de uma raça separada dos restantes portugueses: a Raça Poveira. Este termo é hoje usado mais no sentido de garra, entusiasmo mas é daqui que origina.

E, os pescadores não estavam completamente errados.

Dados antropológicos e culturais indicam a colonização de pescadores nórdicos durante o período de repovoamento da costa. Desde o século XIX, devido às diferenças étnicas visíveis em relação às populações circundantes, levantaram-se origens diferentes para a origem da população: suevos, prussianos, teutões (povo originário da Jutlândia – atual Alemanha e Dinamarca), normandos e até mesmo fenícios. No livro RacesofEurope (1939), os poveiros foram consideradas ligeiramente mais loiros do que a média europeia, possuindo grandes rostos de origem desconhecida e queixos robustos.

Numa pesquisa publicada no jornal O Poveiro (1908), o antropólogo Fonseca Cardoso ressalvou o facto de um elemento antropológico, especialmente o nariz aquilino, ser possivelmente de origem semita-fenícia. Considerou que os poveiros eram o resultado de uma mistura de fenícios, teutões, e, principalmente, normandos.

Ramalho Ortigão quando escreveu sobre a Póvoa no livro As Praias de Portugal (1876), afirmou que o que lhe capturou mais curiosidade foram os pescadores, uma “raça” especial no litoral português; completamente diferente do tipo mediterrâneo típico de Ovar e Olhão. De acordo com ele, o poveiro é do tipo “saxónico”: “é ruivo, de olhos claros, largos ombros, peito atlético, pernas e braços hercúleos, as feições arredondadas e duras.”

Pescadores poveiros idosos, finais do século XIX inícios do século XX.

Polineuropatia amiloidótica familiar ou paramiloidose

Vou traduzir para que todos percebam: é a conhecidíssima doença do pezinho. Esta é talvez a questão mais interessante, destes pontos todos.

Muitos portugueses não sabem isto mas, além da doença do pezinho ter sido descoberta na Póvoa de Varzim em 1939, é aqui que tem a maior concentração a nível mundial: 70% dos casos, 1400 doentes. Além de ser extremamente rara, é extremamente localizada.

A alta prevalência da paramiloidose na região da Póvoa de Varzim sugere que a mutação genética original pudesse ter ocorrido há muitos séculos atrás. A partir daqui espalhou-se para outras cidades dentro e fora de Portugal, Brasil incluído, devido a relações comerciais marítimas e aos descobrimentos portugueses, sendo encontrada, em Portugal, em Esposende, Barcelos, Braga, Lisboa e na colónia poveira de Unhais da Serra. A doença teria seguido a viagem dos pescadores ao longo da costa entre Viana do Castelo e Figueira da Foz.

Além disso, regista-se a uma presença de renome no norte da Suécia em Pita, Skellefteå e Umeå, onde 1.5% da população é portadora do gene mutado (2.2% na Póvoa). Há outras populações em todo o mundo com a doença, onde terá surgido de forma independente das populações portuguesa e sueca, cujos doentes têm o Haplotipo I. Estamos a falar do Chipre, Japão, França, Itália e Reino Unido.

No entanto, devido ao seu número reduzido, e o facto de ser no norte da Suécia e na zona da Póvoa de Varzim que adquire maior expressão, a hipótese que a doença possa estar relacionada com a colonização viking na zona da Póvoa de Varzim durante a Idade Média é a mais forte. Corino Andrade, neurologista que descobriu a doença, aponta que os grandes números verificados na Póvoa foram exacerbados pela elevada endogamia lá presente, até há relativamente pouco tempo.

 

Um esquema sueco sobre a doença dos pezinhos. É assim chamada devido aos primeiros sintomas se manifestarem nos membros inferiores, afetando a capacidade motora.

Manifesta-se normalmente por volta dos 20/40 anos (pode, no entanto, surgir em idades mais tardias) e apresenta uma evolução rápida, conduzindo o paciente à morte – a sobrevivência de um doente com esta patologia é, em média, de cerca de 10 anos

 

 

 

—– Fim de mensagem reenviada —–

 

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