abril 40 mil vacinas nos Açores?

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Açores estimam receber 40.000 doses de vacinas em abril
Os Açores estimam receber cerca de 40.000 doses de vacinas contra a covid-19 em abril, número que permitirá concluir a primeira fase do plano regional de vacinação dentro do prazo inicialmente previsto, adiantou hoje o secretário da Saúde.
“Aquelas que eram para chegar em março, está previsto que cheguem em abril, por isso, em abril, chegam cerca de 40 mil. A cumprir-se o que está determinado, conseguiremos concluir a primeira fase de vacinação no final de abril, mas isso tudo depende das vacinas chegarem aos Açores”, afirmou o secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses.
O governante falava, em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao centro de vacinação contra a covid-19 de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, o quarto a ser criado na região, depois de Vila do Corvo, Horta e Ponta Delgada.
Segundo Clélio Meneses, até às 12:00 de hoje tinham sido vacinadas contra a covid-19, nos Açores, 19.106 pessoas, das quais 11.616 já com duas doses.
Hoje chegaram à região mais 5.850 doses da vacina da Pfizer, mas estava previsto que fosse entregue o dobro.
“Não tem chegado nem no tempo, nem na quantidade que era prevista inicialmente. Tem havido algum tipo de acerto, mas continua a ser menos do que aquilo que entendíamos”, frisou o secretário regional.
O plano regional de vacinação contra a covid-19 dos Açores prevê que a primeira fase esteja concluída até abril, o que será possível, segundo o governante, com a chegada das 40.000 doses da vacina da Pfizer previstas.
Clélio Meneses admitiu que o atraso é “transversal aos vários países da Europa”, mas alertou para a necessidade de acelerar o processo de vacinação nos Açores, face às características da região.
“O que temos tentado demonstrar é a necessidade efetiva de vacinar uma população com as características arquipelágicas dos Açores, com nove ilhas, onde apenas três têm hospital, onde há cuidados de saúde exíguos e onde muitas delas ficam isoladas, para além da geografia, pelo próprio clima nalguns dias do ano e que torna mais exigente todo o processo de cuidados de saúde”, frisou.
No dia em que se assinalou um ano do primeiro caso de infeção pelo novo coronavírus identificado nos Açores, Clélio Meneses defendeu que a situação epidemiológica na região está, neste momento, “controlada” em quase todas as ilhas.
“Temos a situação controlada em oito ilhas, praticamente sem casos, e temos um problema em São Miguel, decorrente da nova estirpe, que estamos a controlar e a acompanhar, de forma a que tudo passe o mais depressa possível”, apontou.
Há casos da estirpe britânica identificados em três concelhos da ilha de São Miguel, o que levou o executivo açoriano a reforçar a testagem.
“O que estamos a concluir é que estas cadeias que estão ativas neste momento em São Miguel são da nova estirpe, o que exige maior controlo. E esse controlo tem sido feito através da testagem. Antes testava-se de imediato os contactos de alto risco, estamos agora a testar os contactos de alto risco, de baixo risco, de primeira e de segunda linha para, de uma forma rápida e eficaz, irmos logo ao centro do problema, para evitar a propagação da pandemia”, salientou.
O rastreio às escolas, que inclui testes a professores, auxiliares e alunos, já permitiu identificar novos casos em Rabo de Peixe e Arrifes e vai prosseguir na ilha de São Miguel, com prioridade para as zonas “mais preocupantes”.
“A seguir temos a Lagoa, que é um concelho onde também temos muita preocupação. Vão ser as próximas escolas a ser testadas”, adiantou Clélio Meneses.
O governante defendeu que as medidas adotadas pelo novo executivo açoriano, da coligação PSD-CDS-PPM, que tomou posse em novembro de 2020, estão a dar resultados.
“Quando a nível nacional se fala em testagem massiva e em testagem em escolas, já o fizemos em dezembro. Quando a nível nacional se começa a prever um plano de desconfinamento, já o começámos a fazer em janeiro. As medidas que fomos tomando, pelos resultados que temos, foram as adequadas e são tão adequadas que outros a outro nível já as replicam”, frisou.
Os Açores contam atualmente com 100 casos positivos ativos, dos quais 96 em São Miguel, dois na Terceira e dois no Pico.
Há um ano surgia na Terceira o primeiro caso positivo de covid-19 nos Açores e até hoje já foram diagnosticados na região 4.004 casos, 3.768 recuperações e 29 óbitos.
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VACINAS – S MIG DISCRIMINADO

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SERÁ VERDADE?
Acabei de encontrar por aqui o quadro que aqui apresento com a percentagem e doses de vacinas por ilha. Não sei da veracidade do mesmo, mas se é assim, os Micaelenses têm razão em sentirem-se descriminados, o que já não é de agora, na última distribuição de vacinas vieram 4500 doses para S.Miguel e 4000 doses para a Terceira uma “verdadeira” distribuição equitativa em função da população de cada ilha e em termos de número de casos activos. Vergonhoso!
May be an image of text that says "Ilhas População Doses inolucadas Santa Maria São Miguel Terceira Graciosa São Jorge Pico Faial Flores Corvo % Número de com as duas doses pessoas população vacinada 9,9% 4,6% 7,5% 9,3% 9,4% 6,2% 6,7% 9,5% 70,0% 5616 137307 55124 4208 8277 13651 14521 3628 464 558 6253 4140 393 782 1116 12506 8280 786 1564 1680 1960 688 650 % de população em relação ao total Açores 2,3% 56,6% 22,7% 1,7% 3,4% 5,6% 6,0% 1,5% 0,2% Totais 840 980 344 325 242796 29230 14615 6,0%"
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O devastador efeito da solidão na saúde dos idosos

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A CAUSA DAS COISAS
O devastador efeito da solidão na saúde dos idosos
O avanço da medicina e a maior conscientização sobre cuidados com a saúde foram alguns dos principais fatores que promoveram grande aumento da expectativa de vida na maior parte do planeta.
Mas se por um lado o fato pode ser celebrado, afinal, a busca pela longevidade sempre foi algo perseguido pela humanidade, por outro gera uma espécie de efeito colateral na população mais idosa: a solidão.
O avanço da idade naturalmente exige cuidados extras com alimentação, movimentação física e acompanhamento médico, mas pouco se fala sobre o impacto social e psicológico sobre os mais velhos. A relação entre saúde mental e problemas físicos, porém, já foi comprovada pela ciência.
Estudos apontam que a solidão entre idosos possui uma ligação com um número maior de doenças crônicas, por exemplo. O isolamento social é capaz, em casos mais graves, de elevar as chances de morte em até 14% entre pessoas com faixas etárias mais avançadas.
Isso ocorre porque o estresse causado pela solidão pode levar, entre outras coisas, a inflamações celulares que comprometem estruturas do organismo e interferem no sistema imunológico, deixando o corpo mais suscetível a doenças.
Além disso, há pesquisas que afirmam que a solidão na terceira idade pode ser tão prejudicial quanto o tabagismo ou o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Estima-se que o sentimento de isolamento aumenta em quase 30% os riscos de doenças coronarianas e acidentes vasculares.
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saúde e constituição

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Autoridade efectiva, precisa-se!
O coronavírus continua a fazer o seu caminho nos Açores, principalmente numa determinada localidade da ilha de São Miguel.
Se os infectados fossem obrigados – obrigados, repito! – a ficar resguardados em local diferente do da habitação, portanto longe da família e da comunidade em geral, nada disso aconteceria. Mas vêm logo uns iluminados dizer que não pode ser, que a Constituição não permite, que ficam em causa os direitos individuais/humanos e mais uma série de tretas. Pelos vistos, assim é melhor!
Quando a saúde pública e o bem-estar colectivo, valores supremos inscritos na Constituição, são colocados de lado, em nome do “faz de conta”, da hipocrisia e da irresponsabilidade, o resultado, por sinal muito triste, é o que vemos.
O que falta no combate à pandemia não é autoritarismo bacoco, é autoridade efectiva. O Estado de Direito Democrático, em que vivemos e todos defendemos, carece para o seu bom funcionamento de autoridade efectiva, em benefício de todos, contra vaidades e protagonismos pessoais.
You, Pierre Sousa Lima, Judite Jorge and 22 others
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Expresso | Covid-19. Dinamarca é o sexto país a suspender o uso da vacina da AstraZeneca

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A decisão é temporária mas a Dinamarca vai suspender o uso da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca. Também a Áustria, a Estónia, a Letónia, a Lituânia e o Luxemburgo estão a rejeitar a administração

Source: Expresso | Covid-19. Dinamarca é o sexto país a suspender o uso da vacina da AstraZeneca

AUMENTAM OS CASOS EM SAO MIGUEL

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Açores registam 34 novos casos todos em São Miguel
ACORIANOORIENTAL.PT
Açores registam 34 novos casos todos em São Miguel
Nas últimas 24 horas, foram diagnosticados 34 novos casos positivos de Covid-19 nos Açores, resultantes de 1712 análises realizadas.
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VÃO FALTAR MAIS MÉDICOS E ENFERMEIROS

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May be an image of text that says "Hospital do Divino Espírito Santo Quase metade dos médicos do novo hospital privado são do Hospital de Ponta Delgada Bloco deEsqu Açores HOSPITAL PRIVADO RETIRA RECURSOS AO SERVIÇO REGIONAL DE SAÚDE"
|| Quase metade dos médicos do novo hospital privado são do Hospital de Ponta Delgada ||
Perto de metade dos médicos especialistas já anunciados pelo novo hospital privado – Hospital Internacional dos Açores – são médicos do Hospital de Ponta Delgada, e pelo menos cinco são diretores de serviço no público, de acordo com as informações oficiais disponíveis. Ao contrário do que afirmou ontem o presidente do Governo Regional, o hospital privado vai retirar recursos ao Serviço Regional de Saúde, e tornar o combate às listas de espera mais caro.
Notícia completa: https://tinyurl.com/3nza92n2

A MENTIRA TEM PERNA CURTA. – Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não!

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AEROPORTO NO CTA PODERÁ CUSTAR, NA PRIMEIRA FASE, 1,9 MIL MILHÕES DE EUROS E NÃO O QUE A ANA AEROPORTOS PRETENDE FAZER PASSAR.Na sequência da rejeição, liminar, da ANAC à apreciação prévia da localização do Aeroporto Complementar do Montijo, vieram a terreiro um conjunto de personalidades, jornalistas, comentadores e outros pretendendo induzir uma versão dos custos sobre o Novo Aeroporto Internacional de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete.Alguns, numa versão benévola, terão feito isso por falta de conhecimento ou porque as fontes estavam inquinadas e contaminadas. Outros, conhecedores que são dos verdadeiros números, fingiram-se de mortos e aplaudiram o que outros foram escrevendo alimentando e soprando o ruído, a confusão e a não verdade.O documento (foto) que aqui publicamos, integra o Memorando de Entendimento assinado entre o Governo português e a ANA Aeroportos S.A. (MEMORANDO7 ASSINATURAS).Importa referir que tal Memorando não está, ao contrário do que seria de esperar, publicado em qualquer plataforma oficial do Estado Português. Decerto que se enquadra, não em qualquer segredo de estado ou segredo de negócio mas sim num percurso de opacidade e de fuga ao escrutínio dos portugueses.A razão do porquê nunca terrem sido investigados  todo este processo, no qual se inclui o Contrato de Concessão do Serviço Aeroportuário, devia ser explicada e tornada clara.Em 10 de Outubro de 2018 e no âmbito da Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da Republica foi aprovad0, por unanimidade dos deputados, um pedido de auditoria, pelo Tribunal de Contas, ao processo de privatização da ANA Aeroportos, auditoria que devia incluir o Contrato de Concessão do Serviço Aeroportuário.Até hoje não se conhece qualquer acção nesse sentido. Todo este conjunto de situações, acontecimentos, omissões e inacções adensa o clima de suspeita, no mínimo, de falta de transparência.Impunha-se, deste modo, que as autoridades com competências nesta matéria (Procuradoria Geral da República e Tribunal de Contas, nomeadamente) exercessem o seu papel.O próprio Relatório da Comissão de Acompanhamento da privatização da ANA Aeroportos suscitou dúvidas quanto a alguns aspectos do processo. Nomeadamente por não ter sido efectuada, como seria normal, uma avaliação por pelo menos duas entidades, do real valor da ANA. Apenas foi efectuado um relatório, confidencial, efectuado pelo Banco BIG.Mais recentemente assistimos a declarações e afirmações, sem que sejam provadas, de que não só a construção do Novo Aeroporto Internacional de Lisboa custaria entre 7 a 9 mil milhões de euros e mais. É igualmente referido que, caso o Estado Português não aceite o Aeroporto complementar do Montijo, teria de indemnizar a concessionária em cerca de 10 mil milhões de euros.Tal é falso e faz parte do processo de contaminação da opinião pública, de alarmismo e de tentativa de condicionar as decisões.Conforme se sabe e pode provar, a construção do Aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete na sua fase inicial com duas pistas de 4 quilómetros, aerogare e outras infraestruturas necessárias, do lado ar e do lado terra, custaria cerca de 1,9 mil milhões de euros, valor aproximado ao que se estima possa custar o remendo na BA6.Tais dados constam do Plano Director da ANA Aeroportos em 2009. Mesmo actualizando aos preços de hoje, essa verba nunca teria um acréscimo que seria inferior a 10%.No open day, este Aeroporto podia assegurar 100 movimentos por hora enquanto que o Montijo, na sua fase mais adiantada, nunca conseguiria ir além dos 24 movimentos. Acresce que o Montijo, com o que se conhece no Estudo de Impacte Ambiental, nunca poderá acolher aeronaves acima dos Airbus A 320 e, como tal, nunca conseguirá aceitar aviões de outro porte de curso intercontinental, nomeadamente.Ao invés, o Aeroporto no CTA poderia receber todas as aeronaves (Airbus e Boeing) e operar, em condições compatíveis com o bem estar das populações próximas, 24 horas sobre 24 horas aumentando assim a sua rentabilidade. Coisa que nunca poderá ocorrer com o aeroporto complementar do Montijo e com o Aeroporto Humberto Delgado.Noutros artigos tentaremos desmitificar a narrativa acerca do suposto problema da distância à capital, Lisboa, de cada uma das infraestruturas.Barreiro, 8 de Março de 2021

Source: A MENTIRA TEM PERNA CURTA. – Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não!

Iceberg gigante se desprende da Antártida | Novidades da ciência para melhorar a qualidade de vida | DW | 27.02.2021

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Processo de separação de bloco de gelo do tamanho da Grande Londres começou a quase uma década. Nos próximos meses, iceberg pode se deslocar para o oceano ou encalhar na região.

Source: Iceberg gigante se desprende da Antártida | Novidades da ciência para melhorar a qualidade de vida | DW | 27.02.2021

FRIO GLOBAL O AVISO DO TEXAS

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TEXAS COM FRIO E ÀS ESCURAS – UM AVISO GLOBAL
By Adam Taylor – WPost
with Ruby Mellen
Texas’s cold-weather catastrophe is a global warning
Many parts of the planet saw unusually cold weather this week. In some places, it looked pretty fun: There was ice skating on Amsterdam canals and cross-country skiing on Moscow sidewalks. Even in the Middle East, students at the University of Damascus in Syria got a break as their exams were canceled due to snow.
But when cold weather hit Texas, America’s famously independent southern state, the early novelty of snow and ice quickly evaporated. With temperatures in the low teens for days, the state, despite its dominant energy sector, saw rolling power outages turn into a prolonged blackout that left more than 4 million people in the dark and cold.
The knock-on effects were swift and severe. In parts of Texas, water supplies were turned off, and some areas imposed boil-water notices. Escaping freezing homes, Texans slept in cars or hotels; some even burned belongings for warmth. At least 21 people have died, and the economic toll was expected to be more than $1 billion.
For many, it was shocking to see one of America’s wealthier states experience such conditions. Republican Nebraska Gov. Pete Ricketts, whose state has seen smaller-scale energy problems, said it was “unacceptable” to have rolling blackouts in this country. “I mean, this is the United States of America. We’re not some developing nation,” Ricketts told KETV News in Omaha.
Some suggested, however, that this wasn’t a foreign problem but a symptom of a distinctly Texan malaise. “Occasionally, something will happen in Texas to remind the people who live here that we live in a failed state,” Samantha Grasso wrote for Discourse Blog, adding that leaders thought it was “more important to prioritize short term gains than invest in people for a long term gain.”
Broadcast around the world, the scenes in Texas are another blow to America’s global image, already smeared by the pandemic and the Jan. 6 insurrection. But there may be lessons for everyone in what is happening to the Lone Star state — and a warning for anyone not prepared for a changing climate.
At this stage, it is hard to provide a simple answer for why an energy-producing state so quickly turned into a belt of blackouts. Some Republicans in Texas have already pointed toward the shift to renewable energy, saying wind turbines in the state had failed because of the icy conditions.
“Texas’s biggest mistake was learning too many renewable energy lessons from California,” Rep. Dan Crenshaw (R-Tex.) tweeted Tuesday. Experts, however, noted that Texas was only receiving around 10 percent of its energy from wind turbines.
More importantly, wind turbines can function in the cold. In Germany, where temperatures get very low and wind power generated almost a third of all energy used during the first half of last year, blackouts are rare. There are functioning wind turbines in cold climates, including Alaska, Greenland and Siberia.
There are turbines inside the Arctic Circle that can work at temperatures as low as -22 degrees Fahrenheit. Newer models of wind turbines have carbon fiber attached to the wings, which allows them to be automatically heated in cold weather.
Texas doesn’t use these models, for an obvious reason: It generally doesn’t get that cold. What happened this week is really unusual. On Monday, the temperature in Dallas was a high of 14 degrees, about 50 degrees lower than normal for February. Experts have attributed this weather to a mass of cold air from the Arctic.
Texas, a state where many pride themselves on low taxes and small government, had not budgeted for a freak cold snap. But this was not just felt in renewable energy sources. Jinjoo Lee at the Wall Street Journal noted that natural gas- and coal-fired power supplies had not fully winterized, while the “fairly market-driven” approach used by the grid, known as the Electric Reliability Council of Texas, offers little incentive for excess electricity generation.
In another unhelpful quirk, Texas’s electricity grid has only minimal connection to the United States’ two main power grids. That move, designed to sidestep federal oversight, also makes it harder to be supplied power by neighbors.
Some experts say a broader disinvestment has befallen the U.S. electricity production sector. Edward Hirs, an energy fellow at the University of Houston, told The Washington Post this week that it reminded him of the last days of the Soviet Union or today’s Venezuelan oil sector. “They hate it when I say that,” he said.
Texas isn’t alone in facing these problems. Fourteen states in the Southwest Power Pool, which includes small chunks of Texas, saw rolling blackouts amid the cold weather this week. In Europe, there were major concerns over the power supply last month, with countries including France asking consumers to limit their usage during a cold snap.
And the problems don’t only come when the mercury drops low. Last year, California suffered rolling blackouts over the summer as demand increased amid a heat wave. Even without blackouts, high temperatures can be extremely dangerous: Nearly 1,500 died in France during a 2019 heat wave, according to some estimates.
We tend to think of climate change in terms of warmer weather, rather than the winter storms seen this week. But the science is more complex than that: As Tom Niziol wrote for the Capital Weather Gang, some research suggests that melting sea ice in the Arctic could be responsible for the disrupted weather patterns in the Northern Hemisphere.
Scientists expect more cold weather to come. “We used to not worry too much about such extreme cold weather in places like Texas, but we probably need to get ready for more in the future,” Le Xie, a professor of electrical and computer engineering at Texas A&M University, told the Texas Tribune. “We’re going to have more extreme weather conditions throughout the country.”
Texas’s inability to keep the power on during a freak winter storm is understandable. But many regions are now having to prepare for the unexpected. In Siberia, where the power stays on in far more extreme cold snaps, record heat waves have led to alarming wildfires in recent years and destabilized buildings constructed on thawing permafrost.
Preparing for this new era of climate unpredictability won’t be fun. But the pandemic has shown the folly of not preparing for an unexpected crisis. As Sam White, a professor of history at Ohio State University, noted last year about the economic woes caused by the coronavirus: “Historically, people haven’t had the luxury of dealing with their disasters one at a time.”
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SUSPENSOS VOOS DARWIN – DÍLI

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Rosely Forganes

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Covid-19: AirNorth suspende voos para Díli devido a mudanças de regras para tripulação
Díli, 13 fev 2021 (Lusa) – A companhia aérea australiana AirNorth suspendeu pelo menos até final de março todos os voos com passageiros entre Darwin e Díli devido a mudanças de regras de quarentena para a tripulação na Austrália.
Na sua página a empresa explica que os voos entre as duas cidades estão suspensos até 31 de março, mas sem adiantar qualquer justificação.
No entanto, fonte do setor confirmou à Lusa que a medida se deve ao facto de os responsáveis médicos do Território Norte da Austrália terem suspendido uma isenção para a tripulação da empresa não ter de fazer quarentena no regresso a Darwin, quando voltava de Díli.
A mesma fonte explicou que, até aqui a tripulação não era obrigada a cumprir os 14 dias de quarentena depois de cada voo semanal que fazia entre as duas cidades.
O facto da AirNorth ser uma empresa de menor dimensão implica que a obrigatoriedade da quarentena teria um grande peso nos recursos humanos da empresa.
Apesar da limitação na quarentena, que torna inviável as viagens de passageiros, a empresa continuará a transportar carga para Díli, segundo as mesmas fontes.
Não foi possível à Lusa obter comentários da AirNorth ou do Governo do Território Norte.
As ligações de passageiros entre as duas cidades eram, até aqui, as únicas regulares para Díli que está sem voos comerciais desde março do ano passado.
Os voos estavam limitados, no caso da ida para a Austrália, a cidadãos australianos e residentes permanentes naquele país, tendo todos obrigatoriamente que cumprir 14 dias de quarentena à chegada.
Todos os passageiros que viajem para Díli têm igualmente que completar os 14 dias de quarentena.
Timor-Leste tem atualmente 39 casos ativos da covid-19 e está em estado de emergência até ao início de março.
ASP // EA
Lusa/Fim