derrocada na route 1 na califórnia

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A CAUSA DAS COISAS
As imagens são impressionantes. Uma parte significativa da famosa Highway 1, estrada com vista para o Oceano Pacífico em quase toda a costa da Califórnia, foi lavada na quinta-feira por um clima severo, forte queda de neve e chuva que atingiu a região.
As autoridades locais disseram na sexta-feira que os destroços foram arrastados do topo da montanha “saturando a infraestrutura de drenagem, engolfando a rodovia e destruindo-a, causando a perda total de uma parte da Rodovia 1” na altura. De Rat Creek, perto a região montanhosa de Big Sur. A estrada foi assim arrastada por quase 40 metros, caindo diretamente no oceano.
Vidéo : un tronçon d'une célèbre route de Californie s'effondre
CNEWS.FR
Vidéo : un tronçon d’une célèbre route de Californie s’effondre
Les images sont impressionnantes. Une importante portion de la célèbre Highway 1, route qui surplombe l’Océan Pacifique sur la quasi totalité de la côte californienne, a été emportée jeudi par de violentes intempéries, de fortes hutes de neige et de pluie ayant frappé la région.
Artur Arêde

A pandemia em Rabo de Peixe José Gabriel Ávila

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Crónica Rádio Atlântida 1 fev 2021
A pandemia em Rabo de Peixe
A pandemia continua na ordem do dia, e atrelado a este problema a cerca sanitária em Rabo de Peixe. Pelos vistos a solução não está a resultar. Não houve baixa significativa do número de infetados, como era de esperar e há grandes inconvenientes para quem não está doente e mantém-se confinado em casa e à localidade.
A solução para o inevitável contágio, já todos a conhecem, mas o governo e os autarcas demonstram teimosia e insensibilidade ao não retirarem as pessoas infetadas de casa e as isolarem noutros locais. Como foi feito no início da pandemia. Por que não se toma essa decisão? Não entendo.
A situação em Rabo de Peixe sendo um caso de saúde pública, é simultaneamente uma questão de proteção civil.
As autoridades demoram tanto a resolver o assunto!… Parece que preferem mantê-lo em lume brando, até que a situação assuma proporções incontroláveis. Depois será a caça às bruxas, Deitar as culpas a este e àquele por terem sido imprevidentes, pouco cuidadosos e não sei mais o quê.
É tempo de as autoridades regionais, nomeadamente o Presidente do Governo, explicar porque não isola os infetados em instituições adequadas, eventualmente hoteleiras, e se estas se recusarem, há legislação que impõe requisição civil em favor de um bem maior. Não estamos em tempo de ceder a lóbies. Muito menos se deve desculpabilizar as entidades locais que já deveriam ter tomado medidas atempadas e adequadas para a resolução deste problema.
A cerca e o confinamento geram problemas psicológicos, familiares e sociais para quem está de boa saúde. Há pessoas completamente cercadas dentro de quatro paredes, sofrendo dentro de portas, o isolamento social e a eventual discriminação dos vizinhos. Quem tem o vírus em casa, espalhado por um agregado familiar numeroso, que cuidados médicos e de enfermagem lhe são prestados presencialmente? Se o número de internados no Hospital com pandemia é reduzido, quem acompanha presencialmente essa gente ? Quem presta assistência social a essas famílias?São questões que merecem resposta.
A pandemia em Rabo de Peixe, parece ter-se tornado inevitável, porque ainda não se fez tudo para resolver o problema. Doa a quem doer, esta é que é a verdade, tão cristalina como os problemas da pobreza que acompanham há dezenas e dezenas de anos, tantas e tantas famílias da zona piscatória.
Perante estas verdades indesmentíveis, impõe-se medidas a sério, antes que desgraças maiores surjam. E depois não se venha com desculpas de mau pagador…
José Gabriel Ávila
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danos na ilha das Flores

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Ana Monteiro

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Frederico Fournier

.

Da força do mar que destrói sempre a arrogância humana.
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emergência na Base das Lajes Terceira

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João Silveira

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Ilha Terceira: Aterragem de emergência na base das Lajes – O porta-aviões do Atlântico…
Na madrugada do último dia de Janeiro, pelas 4h25, aterrou uma aeronave em emergência, Boeing 747-400 da Atlas Air, que vinha dos Estados Unidos da América,com destino Amesterdão, que por motivo de indicação de fogo na zona de carga, divergiu para a BA4.
Numa pronta resposta os bombeiros da 65ABG, o apoio logístico da SATA, em coordenação com os serviços de emergência da Base, a aeronave aterrou em segurança.
📸

Henrique Machado
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Clélio Garcia

o desgoverno das vacinas

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O DESGOVERNO DAS VACINAS
O governo suspendeu a compra de 800 mil vacinas, mesmo depois de se saber, que nenhuma farmacêutica estava a cumprir com os contratos, como já por aqui escrevi. Ontem veio-se a descobrir que as entregas se farão cada vez mais proteladas no tempo, e pior que o número de vacinas adquiridas afinal não dá para vacinar toda a população portuguesa.
Na compra das vacinas o Governo também está a andar mal, em vez de manter a compra das vacinas da PFIZER ou da MODERNA que criam mais de 90% de imunidade, está a mudar para a ASTRAZENECA, vacina com somente 70% de imunidade e que não se sabe como reagem os jovens ou os idosos. A razão de tal atitude só se prende segundo parece com o preço, pois como é normal se não é tão boa também é mais barata, mas neste caso, e a meu ver, o barato sai caro.
Onde estão os especialistas portugueses sobre estas matérias a colocar em causa o que a “TaskForce”, Autoridade de Saúde e Governo estão a fazer?
Já agora, nos Açores como será? O Governo Açoriano vai aceitar as vacinas da ASTRAZENECA, e tratar-nos como portugueses de segunda e de autênticas cobaias no caso dos nossos jovens e idosos, ou vai impor-se e exigir as da PFIZER ou da MODERNA?
Seria importante perceber, e são só 450 mil doses, uma gota de água no Oceano com um valor total de 6 milhões de euros, uma bagatela e ter a certeza que todos os açorianos estariam vacinados por igual e não sujeitos a possíveis imprevistos até fatais.
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Cansada e incapaz de mexer as pernas. O relato de uma fisioterapeuta vacinada – NiT

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O telefone tocou: havia uma dose a mais da vacina e a toma iria ser antecipada. Jéssica Sousa não hesitou e aproveitou. Dois minutos depois da injeção, surgiram os primeiros efeitos indesejados. A audição foi a primeira a ser afetada. “Parecia que estava num túnel”, conta à NiT a fisioterapeuta de 27 anos. Quando deu … Continued

Source: Cansada e incapaz de mexer as pernas. O relato de uma fisioterapeuta vacinada – NiT

VIENA POLÍCIA AUSTRÍACA JUNTA-SE AOS MANIFESTANTES

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E EM PARIS….Por isso é que o Macron desistiu do terceiro confinamento! Aqui no Portugal dos pequeninos percebe se porque é que o velho das “selfies” continua no poleiro…

0:27 / 0:33

Ready!

CHEGA DE DITADURA!!! VIENA ESTÁ FINALMENTE NO CAMINHO DA LIBERDADE E RACIONALIDADE!!! 💪

A polícia retira capacetes e coloca-se ao lado dos manifestantes contra …

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Covid-19: Portugal em 63.º em classificação de países na resposta à pandemia

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Covid-19: Portugal em 63.º em classificação de países na resposta à pandemia
Sydney, Austrália, 28 jan 2021 (Lusa) – Portugal ocupa o 63.º lugar numa classificação da resposta à pandemia da covid-19 em 98 países, de acordo com um estudo hoje publicado pelo instituto australiano Lowy.
O estudo, que coloca a Nova Zelândia em primeiro lugar (com uma ‘nota’ de 94,4 valores em 100), o Vietname em segundo e Taiwan em terceiro, dá a Portugal uma avaliação de 38,9 valores, imediatamente abaixo de países como Canadá e Israel.
Depois de Portugal surgem países como Bélgica (35,6), França (34,9), Rússia (32) e Espanha (31,2 valores).
Os Estados Unidos (17,3 valores), Irão (15,9 valores), Colômbia (7,7 valores), México (6,5 valores) e Brasil (4,3 valores) são os países com piores respostas à pandemia, indicou o mesmo estudo.
O estudo não incluiu a China por considerar não ter dados suficientes, de acordo com o instituto.
Um ‘think thank’ sobre temas globais, com destaque para questões de política externa, defesa, assistência ao desenvolvimento e jornalismo, entre outros, o instituto Lowy analisou os dados nos 98 países nas 36 semanas seguintes à confirmação do 100.º caso da covid-19.
Os dados, atualizados até 09 de janeiro, centraram-se em números de casos e mortes confirmadas, tanto em valores absolutos como por milhão de habitantes, o número de testes e o número de casos confirmados por testes realizados.
Uma elevada taxa de mortalidade quando comparada com o número de testes realizados, por exemplo, foi ponderada negativamente para o estudo.
Foi depois calculada uma média destes indicadores e transformada numa ‘nota’ de zero a 100 valores.
Os dados mostraram importantes variações regionais, com Ásia e Pacífico a ser a zona do globo que quase sempre respondeu melhor à pandemia. A Europa registou inicialmente progressos significativos, mas no final do período em análise foi a região com pior desempenho.
Noutro âmbito, o estudo mostrou que países com regimes totalitários tiveram uma melhor resposta à pandemia na fase inicial, mas o desempenho caiu pouco tempo depois, com democracias e regimes autoritários a convergir na fase final da análise.
Os autores do estudo olharam para várias características dos países para ver se aspetos como o tamanho da população ou o desenvolvimento económico tiveram impacto na resposta à pandemia.
“No início da pandemia, houve pouca diferença percetível no desempenho do país independentemente do tamanho da população. No entanto, as experiências entre populações grandes, médias e pequenas divergiram acentuadamente menos de um mês depois do 100.º caso”, referiu.
Países mais pequenos, com populações de menos de dez milhões de pessoas, “superaram consistentemente os congéneres maiores” ao longo do ano, ainda que essa diferença se tenha desacentuado na reta final do período estudado.
No que toca à capacidade económica, o estudo considerou não ser “de estranhar que os países com rendimentos ‘per capita’ mais elevados disponham de mais recursos para combater a pandemia”, tendo por isso, em média, um desempenho melhor que os em desenvolvimento.
“Mas surpreende que muitos países em desenvolvimento tenham conseguido lidar com o surto inicial da pandemia e que as economias avançadas, no seu conjunto, tenham perdido a liderança até ao final de 2020, com infeções a reaparecerem em muitos locais que tinham alcançado um sucesso aparente na supressão das primeiras vagas da pandemia”, indicou.
Os países ricos, devido ao impacto das viagens internacionais na transmissão do vírus, acabaram rapidamente “sobrecarregados”, enquanto os em desenvolvimento “tiveram mais tempo de vantagem, e muitas vezes um maior sentido de urgência, para implementar medidas preventivas após a dimensão e a gravidade da crise global terem sido conhecidas”.
Medidas de ‘baixa tecnologia’ como ‘lockdowns’ (confinamentos), notou o estudo, “podem ter criado condições de igualdade entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento na gestão da covid-19”.
Agora, porém, já no processo de vacinação, os autores sublinharam que os países mais ricos podem ter “uma vantagem decisiva nos esforços de recuperação de crises, deixando os países mais pobres a lutarem contra a pandemia por mais tempo”.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.159.155 mortos resultantes de mais de 100 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 11.305 pessoas dos 668.951 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
ASP // EJ
Lusa/Fim
Rosely Forganes, Tania Bettencourt Correia and 18 others
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