Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

Raparigas russas de Gates, a foto de André, festa selvagem de Musk. Revelados novos ficheiros Epstein

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Desde mais revelações sobre o Príncipe André até aos encontros com bilionários como Elon Musk ou Richard Branson, foram divulgados milhões de documentos que indicam a teia de relações de Jeffrey Epstein. Na última sexta-feira, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos lançou mais de 3 milhões de páginas dos ficheiros Epstein, na maior publicação de documentos até agora da investigação ao falecido e influente bilionário que liderou uma rede de tráfico sexual de menores. Epstein foi acusado de abusar sexualmente de mais de 100 mulheres, muitas delas menores de idade, e morreu por suicídio na prisão em 2019. Muitos

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“Rio atmosférico”: vai chover em 5 dias o que costuma chover num mês

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Começa a piorar já hoje, dia mais complicado deve ser na quinta-feira. “Chuva extrema” ao longo de duas semanas.

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QUANDO NINGUÉM MANDA TODOS MORREM

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José Graça

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Vou ser direto: nada do que se segue exige leis novas, orçamentos extraordinários ou comissões de estudo. Exige decisão política. E coragem para assumir responsabilidade.
Se saiu de casa naquela manhã, foi porque alguém decidiu não decidir.
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1. Cadeia de comando clara ao nível municipal
Hoje: Ninguém manda até ser tarde demais. Todos “articulam”, “acompanham”, “avaliam”. Quando chega a emergência, a confusão institucional mata.
Amanhã: Quando o IPMA emite aviso laranja ou vermelho, o presidente da câmara assume automaticamente o comando operacional local. Sem esperar por Lisboa. Sem reuniões de articulação.
Se um presidente de câmara não quer esse ónus, não devia ter esse cargo.
2. Protocolos automáticos, não discricionários
Hoje: Tudo depende de “avaliar a situação no terreno”. Tradução: esperar até ser óbvio, quando já é tarde.
Amanhã: Avisos meteorológicos geram ações obrigatórias, não sugestões.
Exemplos concretos:
Encerramento preventivo de vias com histórico de inundação
Proibição temporária de circulação pesada em zonas de risco identificado
Pré-posicionamento obrigatório de meios de socorro antes do evento, não depois
Quem não cumprir fica registado. Responsabilidade não é abstração moral, é consequência administrativa.
3. Usar os dados que já existem
Hoje: O Estado sabe exatamente onde alaga, onde desliza, onde colapsa. Essa informação existe em PDFs, relatórios técnicos e gavetas digitais.
Amanhã: Mapas de risco integrados nos centros de decisão municipais e operacionais. Atualizados. Obrigatórios. Acessíveis em tempo real.
Quando um sítio inunda pela terceira vez, não é surpresa climática. É negligência administrativa acumulada ao longo de governos sucessivos, executivos de todas as cores e anos de adiamento confortável.
4. Comunicação direta e localizada
Hoje: Avisos genéricos, nacionais, abstratos. “Tempo severo no continente”. Informação inútil para quem precisa de decidir se sai de casa.
Amanhã: Mensagens locais, curtas, específicas, georreferenciadas. “Na tua freguesia, evita circular entre as 18h e as 22h. A Rua X vai ser encerrada às 17h.”
Não é paternalismo. É serviço público básico no século XXI.
5. Proteção Civil com autoridade real
Hoje: A Proteção Civil acompanha situações. Observa. Recomenda. Não decide.
Amanhã: Autoridade para ordenar encerramentos, evacuações pontuais e cortes de circulação sem pedir autorização política prévia.
Se não tem poder para agir, então é apenas figurante institucional.
6. Registo público do que falhou
Este é o ponto mais incómodo. E o mais necessário.
Amanhã: 72 horas depois de cada evento meteorológico severo, publicação obrigatória de:
O que foi previsto e avisado
Que medidas foram tomadas, quando e por quem
Que medidas não foram tomadas, com identificação institucional clara
Sem nomes de pessoas, mas com nomes de instituições e cargos.
Sem este registo público, tudo se repete. Sempre.
O Que Quase Ninguém Quer Dizer
Portugal não tem um problema de meios. Tem bombeiros, tem proteção civil, tem meteorologia competente.
Portugal tem um problema de medo.
Medo de decidir. Medo de errar. Medo de assumir culpa. Medo de ser o nome no relatório.
Enquanto a lógica for “ninguém erra porque ninguém decide”, vamos continuar a chamar excecional ao que já é padrão sazonal.
A Pergunta Incómoda
Preferimos continuar a lamentar mortes evitáveis, ou estamos dispostos a tornar isto politicamente insustentável?
Isto devia ser exigido amanhã em todas as assembleias municipais do país.
Porque só muda quando começa a doer eleitoralmente.
Não quando comove. Quando custa votos.
A Verdade Nua
Estas seis medidas não exigem um cêntimo extra. Exigem vontade política e aceitação de que governar em risco implica decidir com informação imperfeita.
Implica errar às vezes por excesso de cautela. E assumir quando se erra por omissão.
Enquanto não aceitarmos isto, vamos continuar a contar mortos e a fazer minutos de silêncio.
Como se fossem inevitáveis.
Não são.

SÓ AGORA O DESCOBRIRAM?????

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Antonio Manuel Melo Sousa’s post


Português sem dúvida e nascido nos Açores. Mas apetece-me perguntar onde estava Portugal (continente), media e público, quando, por exemplo, “More than Words” foi nº 1 nos tops mundiais dos 5 continentes e não em Portugal? Nessa altura e a partir daí durante vários anos, Nuno fez questão de incluir a bandeira portuguesa no cenário dos seus concertos.
Depois, convém lembrar que muito mais tarde, há dois anos se a memória não me falha, e na sequência do enorme êxito mundial do álbum «SIX» dos Extreme, só então é que Nuno e a sua banda merecem o convite de produtores de concertos nacionais para um espetáculo no Rock in Rio.
Ao contrário do que sempre aconteceu nos Açores e um pouco por todo o mundo, os concertos dos Extreme no continente, à excepção do Rock in Rio, nunca tiveram lotação esgotada. E todos os projetos a solo de Nuno Bettencourt nunca mereceram qualquer tipo de referência no continente português. Isto ao contrário do que aconteceu nos Açores e no mundo em geral. Nuno chegou a confessar a sua profunda mágoa pela ingratidão da sua mãe pátria em relação aos méritos da sua carreira como artista. E a sua mais inteligente e bela vingança terá acontecido quando, no concerto no Rock in Rio, tocou o nosso hino nacional com uma gigantesca bandeira portuguesa em fundo. Aí sim, como é óbvio, foram inúmeras as vozes que se juntaram ao gesto de Nuno.
Agora com a atribuição do Grammy, Nuno passa a ser herói nacional. Notícia sensacionalista de primeira página em muitos jornais. Talvez, quem sabe, tarde demais.
P.S: Nos Açores, sua terra Natal, Nuno Bettencourt é herói respeitado e amado há muito. Nestas ilhas de bruma este Grammy é apenas a 🍒 cereja no topo dum bolo que nos habituamos a saborear e apreciar há muito
O guitarrista português Nuno Bettencourt venceu esta noite um Grammy, em Los Angeles, ao ser distinguido na categoria de Melhor Atuação Rock pela participação em “Changes (Live from Villa Park)”
Saiba mais pelo link nos comentários

⁨”Xeque espião”. WSJ revela “escândalo de corrupção inimaginável” de Trump⁩

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Um “xeque espião” estrangeiro comprou secretamente uma participação “sem precedentes” uma empresa de Donald Trump, revela o Wall Street Journal. O relatório terá sido obtido através de “fugas vinda de dentro”. Pela primeira vez na história dos EUA, um funcionário de um governo estrangeiro adquiriu “participação acionista importante na empresa de um presidente norte-americano prestes a tomar posse”, segundo um relatório divulgado no sábado pelo jornal Wall Street Journal. De acordo com a reportagem do WSJ, um “xeque espião” assinou um acordo “sem precedentes” para comprar parte da empresa de Trump por 500 mil milhões de dólares. Segundo o relatório,

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Promessas, atrasos e milhões. Estará o porto das Flores pronto em 2030?

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Cinco anos após a destruição causada pelo furacão Lorenzo, a reconstrução do porto das Lajes das Flores é uma corrida contra o tempo (e o ceticismo). Entre queixas de atrasos e a garantia do Governo Regional de que o prazo de 2030 é para cumprir, os florentinos vivem diariamente com o medo de que o mar leve a solução provisória.

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