amor caro: “Divórcio do século”: ex-mulher recebe 566 milhões de euros de indemnização – ZAP Notícias

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Ex-esposa de magnata sul-coreano, presidente do conglomerado produtor de chips SK, venceu em tribunal. Como a “união do século” se tornou “divórcio do século”. Um tribunal de recurso da Coreia do Sul ordenou o multimilionário Chey Tae-won, presidente do conglomerado SK, a pagar cerca de 645 milhões de dólares (cerca de 566 milhões de euros) à ex-mulher, Roh Soh-yeong, numa nova decisão daquele que ficou conhecido no país como o “divórcio do século”. Se este montante parece elevado, realce-se que o montante fica abaixo dos mil milhões de dólares que alguns advogados especializados em divórcios admitiam como possível indemnização. Em

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Real-Life ‘Spider-Man’ Helps Man in Wheelchair to Safety | Haystack News

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A real-life superhero stepped in to save the day in Arkansas. Traffic camera footage shows a man dressed as Spider-Man leaping out of his Jeep to help a wheelchair user who was struggling to get ac…

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Will The Real Supreme Leader Please Stand Up?

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Will The Real Supreme Leader Please Stand Up? (If He Can)

Mojtaba Khamenei, the supreme leader of the Islamic Republic of Iran, is still nowhere to be found.
He vanished when his father and predecessor as supreme leader, Grand Ayatollah Ali Khamenei, was assassinated in a U.S.-Israeli strike back in February, and has remained “out of office” ever since. Neither Mojtaba’s inauguration as supreme leader, nor even his father’s state funeral, were enough to pry him from the shadows even for a moment.
Take all reports at face value, and you’ll find a Khamenei Jr. that is disfigured and legless, but lightly injured. In Iran, and also in Moscow. Powerless, and still running the country from behind the scenes. Dead, and alive. A real Schrödingerian treat.
Either way, his absence continues to complicate Tehran’s efforts to govern and negotiate a ceasefire with the White House…or does it?
Maybe the Islamic Republic doesn’t need a supreme leader. Not a real one, anyway.

 

Oito em cada 10 idosos não conseguem pagar um lar: Quanto custa? – Notícias ao Minuto

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Um estudo da DECO PROteste revela que quase oito em cada 10 idosos (79%) não conseguem suportar os custos do lar apenas com os seus rendimentos e estão dependentes da ajuda das suas famílias.

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Ministério da Educação perdeu a prova de um atleta paralímpico português | Esquerda

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O nadador invisual paralímpico, que representou Portugal em Tóquio e Paris, é uma das várias vítimas do caos dos exames. A escola tem a nota, mas não tem o exame, e ninguém sabe onde está. O Bloco levou o caso ao Governo e exige que nenhum aluno pague pelos erros do Ministério.

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O nadador invisual paralímpico, que representou Portugal em Tóquio e Paris, é uma das várias vítimas do caos dos exames. A escola tem a nota, mas não tem o exame, e ninguém sabe onde está. O Bloco levou o caso ao Governo e exige que nenhum aluno pague pelos erros do Ministério.

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finalmente a biografia certa do pai de RAMOS HORTA

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FRANCISCO HORTA (1902-1970)
O pai de José Ramos Horta tem sido, ao longo dos anos, uma figura de biografia controversa sobretudo pelas inexactidões que seu filho tem introduzido nas suas intervenções públicas, nomeadamente nas várias edições, em Inglês e em Português, dos seus livros “Funu The Unfinished Saga of East Timor”, e “Amanhã em Díli”, reiteradas em entrevistas.
Ramos Horta tem reafirmado que seu pai, deportado para Timor no navio “Gil Eanes” que chegou a Díli a 21 de Outubro de 1931, “era sargento da marinha nos anos trinta e teria ficado pela sua terra natal, Figueira da Foz, se não lhe tivesse ocorrido juntar-se à revolta dos barcos do Tejo em 1936 que deveriam seguir para Espanha para combater ao lado dos republicanos”. E acrescenta: “Logo a seguir foi despachado para Timor de onde nunca mais saíu e onde morreu em 1970.”Amanhã em Díli”, 1994, Lisboa, Publicações Dom Quixote, p. 42.
Trata-se, evidentemente, de afirmações falsas e Ramos Horta tinha disso conhecimento: Francisco Horta estava deportado em Timor desde 21 de Outubro de 1931, só regressando no fim da II Guerra Mundial, a bordo do paquete Angola chegado a Lisboa a 15 de Fevereiro de 1946, Nunca poderia ter participado da “revolta dos Marinheiros” de 1936!
Ramos Horta esforçou-se por encontrar documentos que comprovassem que seu pai pertenceu à Marinha de Guerra, inclusivamente contactou Adelino Rodrigues da Costa, o oficial da Marinha autor de “Os Navios e os Marinheiros Portugueses em Terra e nos Mares de Timor”, 2005, Lisboa, Edições Culturais da Marinha, que na página 194 escreve não ter conseguido encontrar essa documentação no Arquivo Histórico da Marinha.
Há dias, após porfiada pesquisa, encontrei no Arquivo Histórico da Marinha a famigerada “Matrícula nº 5004”, do Livro de Matrícula 7ª Série, do Nº 4903 a 5230, páginas 179 e 180, referente a Francisco Horta (https://arquivohistorico.marinha.pt/viewer?id=44556…).
Francisco Horta, nascido na freguesia da Pena, Lisboa, a 23 de Agosto de 1902, entrou na Marinha de Guerra, como voluntário, a 2 de Julho de 1921 e foi abatido ao efectivo da Armada a 15 de Maio de 1928, com o posto de 1º grumete.
Teve um percurso atribulado nesses quase sete anos: logo em 1921, 10 dias de prisão em isolamento por se ter ausentado dez dias sem licença. Desertou durante dois anos e meio, de 10-2-922 a 12-8-924, sendo englobado numa amnistia entretanto decretada. Participante na “Revolta do Rato”, 7 a 9 de Fevereiro de 1927, é preso no navio-escola “Sagres” e no Forte de Sacavém. Em 16 de Março embarca, sob prisão, no transporte de guerra “Lourenço Marques” e desembarca no Lobito. Abrangido por nova amnistia, regressa a Lisboa no navio “Loanda”, saído de Luanda a 19-4-1928. É abatido ao efectivo da Armada a 15-5-1928, passando à Reserva Naval. Assim termina a carreira de marinheiro de Francisco Horta.
Não ficará quieto. A sua participação em “actos sediciosos” em 1931 irá conduzir à sua deportação para Timor.
José Ramos Horta já não tem motivos para continuar a apresentar uma biografia falsa de seu pai, Francisco Horta.
Além do liink para o Arquivo Histórico da Marinha, anexo o Assento de Nascimento de Francisco Horta:

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Procuradoria abre inquérito a Luís Neves por indícios de abuso de poder e descaminho – Portugal – SÁBADO

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Em causa está a movimentação de um atrelado relacionado a um caso de tráfico de droga.

Source: Procuradoria abre inquérito a Luís Neves por indícios de abuso de poder e descaminho – Portugal – SÁBADO