Margarita Correia no “Diário de Noticias” sobre a inexistência de uma política da língua

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Muito oportuno (e bem atual) o mais recente artigo de Margarita Correia no “Diário de Noticias” sobre a inexistência de uma política da língua entre nós.
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« (…) Países com estruturas de planificação linguística mais desenvolvidas, como a Finlândia, têm vindo a consubstanciar uma quarta vertente da planificação, a da tecnologia da língua, fundada na crença de que línguas que não se digitalizem terão tendência a morrer, num processo semelhante ao das línguas ágrafas aquando da invenção da imprensa. A Espanha, embora país do Sul, já lançou os alicerces desta vertente, com a atribuição de mil milhões de euros do seu plano de recuperação e resiliência à língua digital.
Em Portugal e na CPLP, tirando vozes de resistentes, progressivamente mais roucas, a gestão da(s) língua(s) e da sua planificação continua entregue a mangas de alpaca e outros curiosos, sem qualquer pensamento informado, nem sentido de Estado e de missão, nem visão de futuro. As diferentes intervenções que se conhecem continuam a mais não ser do que iniciativas ad hoc, desenquadradas, realizadas a despeito de, sem metas nem objetivos claros e não sujeitas a avaliação.
Ah! E na sexta-feira, lá passou um cinzento e deprimente Dia Mundial da Língua Portuguesa.»
{Margarita Correia, “Diário de Noticias”, 8/05/2023]
Planificação linguística – o que é, onde existe e onde não
DN.PT
Planificação linguística – o que é, onde existe e onde não
A planificação linguística (language planning) como área de estudo teve início na década de 1960, para responder a problemas linguísticos de países novos, em desenvolvimento e/ou pós-coloniais. O termo foi cunhado em 1959, por Einar Haugen, em artigo sobre a estandardização do norueguês,…
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produção de leite nos açores

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PRODUÇÃO DE LEITE/ERVA/RAÇÃO
Quando ouço falar na comunicação social, em artigos de opinião sobre a produção de leite nos Açores, ou em discursos efetuados pelos representantes da lavoura e outros, com frequência, aquilo que dizem parece ter lógica, mas, na verdade, está errado.
A nossa produção de leite cada vez mais se afasta da produção à base de erva. Uma vaca de alta produção, que é tão apreciada e indicada como o sucesso das nossas explorações de produção de leite, é, na verdade, aquilo que está a causar dificuldades ao sector e que vai acabar por o falir,porque cerca de 2/3 do leite que produz é à base de ração e não de erva. Ração cujos componentes são, na totalidade, importados e frequentemente de má qualidade, o que ainda complica mais as contas dos lavradores.
Uma vaca de aproximadamente 600 kg de peso vivo só a comer erva poderá produzir numa lactação de 305 dias cerca de 4000 litros de leite e isto se tiver sempre à sua disposição erva de qualidade e as silagens que lhe derem, no inverno ou no verão, forem de boa qualidade. Isso raramente acontece entre nós já que, a maior parte das vezes, as vacas têm pouca erva à sua disposição (porque os lavradores têm vacas a mais ou mau maneio) e as silagens, na maior parte das vezes, não têm qualidade.
Por isso, calculo que só à base de erva e dassilagens que temos,uma vaca de 600 kg não dará mais do que 2500 litros por lactação, no máximo 3000 litros, que era o que tínhamos, há 40 anos, quando não dávamos rações, se a vaca fosse bem tratada. Uma vaca também de 600 kg mas de alto mérito genético (de alta produção), digamos de 9000 litros por lactação, como é fácil de ver, dá mais 6000 a 6500 litros à base de ração. Mas mesmo que a vaca tivesse sempre erva e silagens de qualidade e nas quantidades necessárias (ad libitum), uma vaca de 9000 litros teria sempre que produzir à base de rações. E porquê?
Porque uma vaca de 600 kg não consegue comer erva na quantidade necessária para cobrir as despesas de manutenção (as necessárias para se manter viva, semelhantes às das vacas nos dois meses que não dão leite)mais 9000 litros de leite por lactação. A erva tem demasiada água, no nosso inverno, 1,0 kg de erva tem em média 0,9 kg de água; na primavera, 1,0 kg de erva terá à volta de 0,86 kg de água. Aqui entra a vantagem das rações 😊 concentrados), onde 1 kg tem apenas 0,11 kg de água e uma concentração energética superior à da erva. Por isso quando damos raçõesàs vacas estas ingerem muito mais nutrientes porque a ração ocupa pouco volume e a pança da vaca, embora grande, não estica à medida das necessidades. Para dar 9000 litros de leite por lactação, uma vaca de 600 kg necessitaria comer por dia, no inverno, cerca de 230 kg de erva e,na primavera, cerca de 165 kg (porque tem menos água) o que não é possível devido às limitações do rúmen. Porém, quando damos ração, a vaca come menos erva porque tem menos apetite quando vai para o pasto. E daí se afirmar que uma vaca de 600 kg que dá 9000 litros de leite por lactação só produz 2000 litrosà base de erva, além de cobrir as despesas de manutenção, que são elevadas, cerca de 30 % das necessidades energéticas totais.
Todos os técnicos sabem, ou deviam saber, que, por cada quilo de ração que damos às vacas, acima de 2 kg por dia, esta come menos 5 kg de erva. Em ciência, trabalha-se apenas com matéria seca, ouseja, como se a erva não tivesse água, e uma vaca de 600 kg poderá comer 18 kg de matéria seca de erva. Se lhe derem 10 kg de ração passa a comer apenas 13 kg de matéria seca de erva, mais os 10 kg de ração. Ou seja, demos-lhe17,2 Megacalorias em ração e ela deixa de comer 8,1 Megacalorias na erva. Então, quer dizer que estamos a dar 10 quilos de ração para produzir 12 litros de leite com 4% de gordura. E se a vaca produzir 12000 litros, por cada quilo de ração que comer vai produzir menos do que 1 litro de leite.
Em países, como nos EUA ou o Canadá, grandes produtores de milho e outros cereais, onde a ração é barata, pode compensar dar 1 kg de ração para produzir 1 litro de leite, mas nos Açores isso nunca vai ser possível.
Agora vejamos, uma vaca de alto mérito genético não pode transformar-se numa vaca a dar 6000 litros de leite por lactação, porque está geneticamente programada para dar muito leite e se lhe dermos menos do que a quantidade necessária deconcentrado utiliza toda a gordura corporal para o produzir (ficando de pele e osso) e depois não se consegue que fique prenha passado os dois mesesda parição.
O que é que a excelente investigação feita na Irlanda nos diz: Que num país que importa as matérias primas para as rações as vacas devem ter cerca de 500 kg de peso e produzir aproximadamente 6800 litros de leite com apenas 700 kg de concentrado nos 305 dias da lactação. É para aqui que devemos caminhar.
O modo como o POSEI Açores está desenhado é para favorecer quem tem mais vacas e produz muito leite. É assim que as duas associações que mandam na lavoura, que têm à frente produtores de leite com explorações maiores do que a média e com vacas de alta produção, exigem. Aliás, já é bastante comentado que parece quererem “acabar” com as pequenas lavouras.
Para se manter as explorações com vacas de alto mérito genético, mas desadequadas para os Açores,institui-se um subsídio por vaca leiteira, um subsídio por litro de leite, mais os subsídios a cada quilo de ração importada. Os maiores, que deviam beneficiar da economia de escala, são aqueles que recebem uma “carrada” de subsídios diretos e indiretos, enquanto os mais pequenos e/ou com sistemas mais sustentáveis recebem muito menos.
Uma maneira justa de ajudar todos e não terminar com as pequenas lavouras, tão importantes para dar uma vida digna a muitas famílias e perspetivas de futuro a pelo menos um dos filhos é modificar completamente o POSEI Açores. Como? Por modulação como já existe em muitos países. Os primeiros 5 ha recebem o subsídio mais elevado, de 5 a 10 ha recebem um pouco menos e assim por diante, degressivamente, digamos que até aos 30 ou 40 ha, a partir do qual este termina. E acaba o subsídio à vaca, ao litro de leite, à importação de rações, etc. O dinheiro a vir será mais bem distribuído. Assim, não desfavorecemos os mais pequenos nem prejudicamos os maiores porque também recebem subsídio. E quanto às 6 ilhas ditas pequenas, mais isoladas, sem portos em condições ou com terrenos com muito declive, situados em zonas de elevada altitude, terá que haver uma majoração de cerca de 40 % para os compensar de todas as vicissitudes porque já passaram e continuam a passar, que, na minha opinião, os torna quase uns heróis por ainda sobreviverem. E isto se não as queremos continuar a despovoar.
Terminemos com a importação escandalosa de componentes de má qualidade para fazer rações nos Açores. E os tais 100 empregados nestas fábricas não ficariam desempregados porque estas podem ser convertidas não para faturar matérias primasimportadasmas para exportar produtos de origem açoriana. Como? Fácil, reconvertemos as fábricas e passamos a trabalhar à noite, quando a energia é mais barata e de origem geotérmica, e desidratamos erva para fazer pellets ou granulado para exportar para quem tem criação de coelhos, perus e galinhas do campo, ou mesmo para dar às nossas vacas no Inverno, em vez de importarmos os pellets de má qualidade e as palhas que por aí aparecem. Isto não é utopia, já vi isto na Holanda há muitos anos.
Antevejo grandes perspetivas e possibilidade de mudança mas não vejo coragem nem conhecimento para isso. É pena! Há 30 anos que me pronuncio publicamente que temos que mudar, que íamos no mau caminho, que a nossa indústria dos lacticínios era insípida e digna de uma região colonizada, onde se sacavam as matérias primas para fazer os produtos de maior valor acrescentado em Portugal Continental. Agora que são quase autossuficientes em leite,nem do nosso necessitam e, por isso, não estão dispostos a pagar mais.Sabem que quanto menos pagam nos Açores mais se dá aos lavradorespor cada litro de leite produzido, através do POSEI.
Alterando-se o POSEI Açores já não teríamos que abater as tais 10000 vacas, nem íamos ter problemas com excesso de leite e criávamos maior sustentabilidade na nossa agropecuária. Quem quiser continuar no caminho das vacas de alta produção e estábulos pode fazê-lo, se consideram o sistema sustentável com as novas políticas, força…continuem, mas nós não teremos que lhes pagar mais do que aos outros por isso.
(*) Professora da Universidade dos Açores (Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente)
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Quando falamos na produção de leite na Irlanda que é um sistema muito parecido com o nosso, vejamos o que já se consegue fazer cá na região. Nós como eles somos importadores de cereais para fabrico de concentrados ” rações ” . Fizeram uma transição para um tipo de vacas mais pequenas ou com cerca de 500 kg de peso com cruzamentos a produzirem 6800 kg de leite com cerca de 2,5 kg por dia de ração durante os 305 dias em lactação. Posso mostrar que só com pastagem que já se consegue cá na região com vacas com a mesma percentagem de peso , 7000 kg de leite aos 305 de lactação, 1,5 kg de ração e mesmo assim só para levar a vaca à ordenha. É para aqui que devemos direcionar a nossa produção de leite nos Açores .A Irlanda seguiu o caminho total oposto ao caminho que queremos continuar a seguir, em 20 anos duplicaram a sua riqueza pois nós o que é que crescemos? ” Andamos foi para trás. ” Não outra hipótese senão for produzir leite à base de pastagem nos Açores.
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Antonio

Seen by Antonio Soares at 13 February 2023 at 14:46
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Fernando Barbosa

Antonio Soares de que data é esta publicação da professora Anabela?
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Estado da Nação da Habitação. A “culpa” é dos salários baixos, das leis erráticas e da “cegueira ideológica”, dizem promotores e investidores – Atualidade – SAPO 24

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Source: Estado da Nação da Habitação. A “culpa” é dos salários baixos, das leis erráticas e da “cegueira ideológica”, dizem promotores e investidores – Atualidade – SAPO 24

Governo dos Açores lança campanha de divulgação do ensino nas escolas profissionais – Jornal Açores 9

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O Governo dos Açores vai promover uma campanha de divulgação do ensino profissional, sensibilizando os jovens para o período de candidaturas de 2023/2024, anunciou hoje a secretária regional da Qualificação Profissional. Maria João Carreiro referiu que a campanha designa-se “A tua primeira escolha” e será desenvolvida de maio a julho, sobretudo nas redes sociais (Facebook, […]

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Governos querem valorizar centralidade atlântica dos Açores através da ciência – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo Regional dos Açores e o ministro da Economia e do Mar afirmaram hoje que pretendem valorizar a centralidade atlântica da região através da investigação científica, realçando a importância dos futuros radares meteorológicos da região. “Queremos afirmar aqui nos Açores a centralidade dos Açores no Atlântico e converter os Açores numa grande […]

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Câmaras hiperbáricas dos hospitais dos Açores estão sem certificação – Jornal Açores 9

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As três câmaras hiperbáricas existentes nas unidades de saúde dos Açores, estão sem certificação, embora só duas delas estejam a ser utilizadas regularmente para tratar acidentes de mergulho ou para curar feridas, admitiu hoje fonte do executivo. “As câmaras hiperbáricas estão disponíveis e acessíveis ao público e aos utentes sem qualquer impedimento, pese embora a […]

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Governo diz que investimento no Observatório do Pico é prioridade – Jornal Açores 9

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O ministro da Economia e do Mar afirmou hoje que o investimento no Observatório do Pico é uma “prioridade”, depois de o presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) ter alertado para as potencialidades do equipamento. “Tem de ser uma prioridade porque o registo do dióxido de carbono é absolutamente fulcral e […]

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comida de goa em macau

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Associação de comida africana torna-se “único local em Macau” com comida de Goa, Damão e Diu.
O SoSabi, espaço da Associação para a Promoção Gastronómica de Países Africanos, é o único local de Macau a confecionar pratos da culinária indo-portuguesa “que só se encontram em casa de amigos”, disse o promotor da iniciativa.
Sarapatel, xacuti de frango, balchão de porco ou caril de camarão.
Referências da identidade culinária de Goa, Damão e Diu que, em Macau, já não existem só em almoços de família, mas agora também no espaço público.
A iniciativa é de Elias Colaço, natural de Damão, que explorou até fevereiro um quiosque no largo do Lilau, entre a colina da Penha e a Barra, com petiscos portugueses e daquelas regiões indianas, mas que “esteve encerrado por causa da pandemia” da covid-19.
“Fui convidado por um dos parceiros do projeto da associação de divulgação da gastronomia africana para juntar a gastronomia de origem do antigo Estado Português da Índia, Goa Damão e Diu.
Claro que aceitei de imediato”, disse à Lusa.
Na rua Formosa, no centro histórico de Macau, Colaço apresenta pratos “desconhecidos da generalidade das pessoas”, mas confia que “os chineses são curiosos e atentos à novidade”.
“É efectivamente o único local em Macau onde se pode comer comida de origem de Goa, Damão e Diu.
Não sendo culinária indiana, os restaurantes indianos em Macau não a confecionam”, apontou.
Mas este é também lugar para novas explorações na cozinha.
Elias Colaço fez “numa de brincadeira” uma francesinha “com toque de Goa”, em que substituiu a linguiça por chouriço da região.
Os pratos são, na maioria, preparados fora e, no caso da francesinha, “tem o suporte de um chefe de cozinha do norte de Portugal”.
“Não mexi no molho que sei ser fator importante na francesinha e, como não quero desvirtuar a mesma, o molho segue os critérios observados pelo chefe (…).
Para já, está aprovada pelo mesmo e [atraiu] a curiosidade da Confraria da Francesinha de Macau que já marcou um jantar”, disse.
O SoSabi – termo crioulo utilizado em vários contextos, que pode traduzir um estado de “alegria, satisfação, festa” ou significar “tudo saboroso” – abriu em fevereiro de 2022, com o objetivo de divulgar a gastronomia africana, “tão apreciada”, mas “sem nenhum espaço de divulgação” em Macau, contou Elias Colaço, um dos quatro elementos à frente do projeto.
Cachupa de Cabo Verde, Caldo de Mancarra da Guiné-Bissau, Moamba de Angola e Matapa de Moçambique são algumas das iguarias disponíveis no espaço da Associação para a Promoção Gastronómica de Países Africanos, que esteve encerrado vários meses durante à pandemia e reabriu apenas em março, “já com nova equipa e a inclusão da gastronomia de Goa, Damão e Diu”.
Para a pequena comunidade indo-portuguesa a residir em Macau, este novo projeto, lançado em fevereiro, é uma “luz ao fundo do túnel”, reagiu à Lusa o presidente do Núcleo de Animação Cultural de Goa, Damão e Diu.
“Infelizmente nunca tivemos, que eu saiba, em Macau, um restaurante goês.
Os próprios goeses conviviam entre eles e hoje era na casa de um, amanhã na casa de outro, e cada um confecionava as suas iguarias e compartilhava os poucos momentos de um sítio próprio, digno de uma casa goesa.
E tem sido assim em Macau nos últimos 50 anos”, frisou Vicente Pereira Coutinho, que espera agora que a população local possa “aderir e experimentar as iguarias” do SoSabi.
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menstruação masculina?

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ando noutras safras do apanhar mas deparo-me no virar da concertina com esta periclitância e indago à generosidade dos meus amigos homens – já nem sei se tenho amigos mulheres – se menstruam? em geral indago se a visibilidade da mentruação é pertinente.
quando passamos à ejaculação? já deve haver pós-graduações.
Pode ser uma imagem de texto
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Fátima Vale

Francisco Figueiredo, há muito que não tenho notícias do teu processo menstrual.
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Fátima Vale

Fico ali-viada!
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Novos radares vão deixar Açores “mais bem preparados” para alterações climáticas – Jornal Açores 9

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Os novos radares meteorológicos dos Açores vão permitir “melhorar a precisão de fenómenos meteorológicos extremos”, permitindo à região estar “mais bem preparada” para enfrentar as alterações climáticas, foi hoje anunciado. Em declarações à agência Lusa, Carlos Ramalho, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) no arquipélago, explicou que, no âmbito do Plano de […]

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