Gravataí e cidade de Horta são cidades-irmãs – 2M Notícias

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O estreitamento de laços entre Gravataí e a Cidade de Horta foi consagrado na sessão solene de assinatura do contrato de geminação entre as cidades, que ocorreu na tarde desta quarta-feira (17/5), no Salão Nobre dos Paços do Concelho, na Ilha do Faial, nos Açores, em Portugal, com a presença do Prefeito Luiz Zaffalon e […]

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Visão | A minha experiência surreal como vigilante da Prova de Aferição do 8º ano

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A prova de aferição de Tecnologias de Informação e Comunicação foi o primeiro teste a esta inovadora avaliação digital em curso e será realizado nos próximos dias por cerca de 90 mil alunos. Eu, professora e cronista, estive lá

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Embriagada e a alta velocidade. Portuguesa de 22 anos apanhada na Suíça – CNN Portugal

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A jovem mulher foi parada pela polícia por conduzir acima a 230 km/h. Pouco depois, as autoridades voltaram a pará-la. O ‘teste do balão’ comprovou que estava ébria

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condados porto e portucale

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QUAL A DIFERENÇA ENTRE OS CONDADOS DO PORTO E DE PORTUGAL E PARA QUE SERVIAM?
Portus Calle ou simplesmente Cale é citado desde os tempos dos romanos como um castro kallaikoi muito antigo localizado na margem sul da foz do Rio Douro. É o Castrum Antiquum de Cale ou Romanorum, que traduzindo ao português seria o Castro Antigo de Gaia ou dos Romanos. É este local muito apropriado para atracar navios de grande calado em ambas as margens do rio Douro, o Portus de Cale ou o Porto de Gaia.
Portucale, é ao tempo dos suevos uma localidade fortificada junto à margem norte do rio Douro na sua foz onde a partir de 572 e não antes, os suevos vão estabelecer uma cabeça de bispado ou diocese denominada Portucale Castrum Novum ou Suevorum, que em tradução portuguesa corresponde a Castro Novo do Porto ou dos Suevos.
Esta nova diocese sueva do Porto recebe o legado territorial da precedente diocese de Magnetum ou Meinedo que ficava um pouco mais para o interior e mais afastada do rio Douro e mais próxima do Tâmega.
A territorialidade de Portucale ou diocese do Porto está balizada ao sul no rio Douro, ao norte no rio Ave e ao leste no Tâmega que desemboca no Douro. A oeste está o oceano Atlântico.
A norte desta diocese do Porto está a de Braga a partir do Ave, assim como está Braga ao leste a partir do Tâmega e que vai até às terras dos astures de Miranda do Douro, Çamora (com outros nomes) e Aliste ( que é nome de rio, de paróquia e ponto cardinal leste).
Por outro lado, o Portus Cale, que também é Portucale ou Portugale ou até mesmo Portugal é efectivamente a primeira paróquia ao sul da foz do rio Douro e pertence à também antiquíssima diocese de Coimbra na Lusitânia dos suevos do paroquial. Ou seja, a diocese de Coimbra fica no seguimento litoral sul à diocese do Porto ou Portucale Castrum Novum tem como primeira paróquia também Portucale Castrum Antiquum ao sul da foz do Douro. Estamos a seguir o raciocínio?
Quando acaba o reino dos Suevos em 585, nas mãos do godo Leovigildo e logo a seguir do Recaredo que transforma Toledo na sua capital visigoda, as dioceses suevas são mantidas com certa estabilidade territorial e são em numero de 13.
4 são na Lusitânia e 9 são na Gallaecia.
Em termos visigodos são todas do reino.
Em termos metropolitanos nem por isso.
Em 666 ou pouco antes, aparece o bispo metropolitano de Merida, Oroncio, a reclamar dentro do reino godo de Chistavindo, aquelas 4 dioceses da Lusitânia que andavam sob a alçada de Braga na Gallaecia: Coimbra, Lamego, Viseu e Idanha. E dentro de Coimbra, aparece a paróquia Portucale como vimos atrás. E na Gallaecia mantém-se a diocese Portucale como também vimos atrás.
Aliás nas actas suevas e visigodas dos vários concílios, o bispo do Porto e denominado como “portucalensis episcopo”.
Se formos traduzir à letra nacionalista e independentista “tuga” do presente seria algo como o “bispo português” não é? Mas não, essa denominação era de facto, o “bispo portuense”.
Após a fatídica e mais que previsível investida moura de 711 no corrupto, mais que volátil reino visigodo de Toledo, onde os reis pouco conseguiam aquecer o lugar, quanto mais organizar um império, a Gallaecia eclesiástica dos três conventus paroquiais, desagredada já das 4 dioceses lusitanas citadas entra por contacto com a derrota goda de Guadalete, em distorcida desorganização episcopal.
As elites mais precavidas fojem para o norte lucence e iriense. As elites mais incautas desagregam-se e acabam por simplesmente desaparecer dos mapas territoriais a que pertenciam.
Dentro das mais precavidas surgem o Arcebispo metropolitano de Braga que se aloja em Lugo. As elites de Tui e Ourense andarão refugiadas por Iria Flavia. O bispo do Porto não se sabe bem para onde foi.
Mas é certo que as elites de Braga, Dume, Tui, Ourense e Porto, deixaram de estar in situ nas suas dioceses e apenas os homens do campo, artesãos e pequenos párocos de paróquias mais rurais e interiores se mantiveram a cultivar as terras e os homens nos locais de sempre.
Quando passados 100 anos de distorcida passagem de mouros e cristãos pela Gallaecia com novas cidades inventadas e reinos potestativos não conformes com o que existia antes de 711, surge a oportunidade de varios cavaleiros vassalos dos reis de Oviedo e nomeadamente do Afonso III, tentarem presuriar os territorios eclesiasticos vacantes da Gallaecia e também aqueles da parte lusitana das 4 dioceses ao sul do Douro que já falamos.
Braga é presuriada em 748 por Odoario de Lugo, pois o Arcebispo de Braga residia em Lugo e até era a mesma pessoa que o bispo de Lugo.
O Hermenegildo Guterres faz presuria de Coimbra em 878 ( e Portugale como já vimos) e muito provavelmente as restantes 3 dioceses ao sul do Douro.
Por fim, mas não menos importante, Vimara Peres faz presuria na diocese de Portucale ou do Porto 10 anos antes que o Guterres em Coimbra, em 868.
Como Braga era a sede metropolitana da Gallaecia não poderia sair da esfera dos Arcebispos e por isso não lhe é adstrito nenhum conde ou comitatus (condado). O seu território diocesano é vasto mas é puramente eclesiastico.
Ao Vimara Peres é-lhe atribuido como Comitatus o território da diocese de Portucale ou Porto. Por isso, a Casa condal de Portucale não é a casa condal de Portugal. É a casa condal do Porto até chegarmos a 1071 com a morte do último conde dessa casa, o Nuno Mendes.
Quando nos referimos ao Nuno Mendes como portucalense, é porque esse conde, tal como o bispo do Porto escrito em latim, é portucalense, mas não necessariamente um independentista português como gostam os tugas de lhe chamar com brios nacional socialistas do costume.
Por isso vamos até ao García e ao momento imediatamente anterior ao Condado Portucalense.
1090, ano da Morte do Garcia, rei de Portugal e da Gallaecia.
E porquê Portugal e não Portucale como o Vimara Peres ou Nuno Mendes?
Porque no ano de 1064, o Fernando Magno terminou as suas conquistas privativas das 4 dioceses lusitanas do reino suevo ( ver atrás quais), que nesse século e no anterior já se chamava de Portugal.
Se não vejamos:
1. Ramiro, em pleno século X , antes de ser rei de Oviedo e Leão na Gallaecia era o senhor do Portugalensis territorium em Viseu. Ou seja era o senhor de Portugal. Ou seja, era o senhor das terras desde Gaia até Idanha ao sul do Douro e porque também foi educado pelos senhores da nobreza de Coimbra.
2. Em 1028, o Afonso V de Oviedo-Leão, que foi educado pelo Conde de Portucale ou Porto, Mendo Gonçalves, e casou com a sua filha Elvira, estava em Viseu, Portugal quando uma flecha o atingiu no peito.
Daqui se pode verificar que o seu tutor era o conde do Porto, mas o local da sua morte era em Portugal ao sul do Douro. Portucale e Portugal são pois coisas distintas na mesma época. São territórios e potestades diferenciadas.
Aquilo que as une, Portugal e Portucale é o ponto de inflexão na foz do Douro que é precisamente o ponto Portucale-Portucale como vimos desde o início deste texto.
Assim, o Portugal do Rei Garcia não é a recuperação do condado do Porto do Nuno Mendes que morre na Batalha de Pedroso em Braga.
O Portugal do Garcia são as 4 dioceses suevas ao sul do Douro que o Fernando Magno conquistou privativamente com o auxílio do moçárabe de Coimbra, Sesnando Davides e que desde 666 estavam sob a tutela da metrópole de Mérida que entretanto estava vacante, pelas razões conhecidas das investidas árabes ao sul e nomeadamente na denominada Taifa de Badalhouce que mais não é que a própria Lusitânia.
Para descartar a hipótese de o conde do Porto, Nuno Mendes não era um independentista “portucalensis”, está documentado que o confisco das suas terras pelo Garcia após a sua morte na citada batalha de Pedroso, foi retrocedido por influência do rei Afonso VI e devolvidas essas terras a Loba Nunes e Sesnando Davides, filha e genro do malogrado vassalo leonês e conde do Porto, Nuno Mendes.
Sesnando Davides foi inclusive agraciado com o titulo de governador de Toledo pelo Afonso VI. O condado de Portucale ou Porto era um aliado de peso do Reino de Oviedo-Leão desde todo o sempre.
Por fim e para consolidar esta proposta diferenciadora entre Portucale e Portugal e de certa forma desconstruir os mitos nacionais socialistas que a envolvem, é importante referir que após a morte do Garcia num Mosteiro ou Prisão de Leão ou outro lugar mais recôndito em 1090, fica definido o Comitatus Portucalensis no amplo Espaço do Reino do Garcia, excepto a parte da Galiza lucense ou compostelana.
E isso não será por acaso.
O chanceler do Conde Raimundo é uma personalidade de tal forma poderosa e ambiciosa que nunca cederá espaço a uma Gallaecia unida sem que Compostela seja a sua centralidade metropolitana.
E essa influência é tida em conta pelo próprio Afonso VI, que pelo seguro da sua própria existência decide dividir o Reino entre esse chanceler do Raimundo e aquele que demonstrou ser o único capaz de vencer batalhas ao sul, o conde Henrique, com o prémio de levar também a metrópole de toda a Gallaecia ironicamente restaurada ou retificada pelo irmão Garcia que entretanto morreu na prisão à sua guarda.
O Condado portucalense leva o nome de Portugal assim como também o nome de Portucale. Uma parte é lusitana outra é galaica. Ambas são Portugal.
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Christian Salles

Comer tripas?
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prémio foto

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Filipe Clemente updated his cover photo.

2º Prémio no Concurso de Fotografia “Dia de Promoção do Desenvolvimento Urbano 2023” (Tag der Städtebauförderung 2023) da cidade de Neuenburg am Rhein, Alemanha
PT:
“Reflexão da Torre Berthold no início da hora azul”
DE:
“Spiegelung des Bertholdturms zu Beginn der blauen Stunde”
EN:
“Reflection of the Berthold Tower at the beginning of the blue hour”
Neuenburg am Rhein, Alemanha
Maio 2023
© Filipe Clemente
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Nelson Pedrosa

Muito bem, Filipe! Parabéns
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Filipe Clemente

Nelson Pedrosa Obrigado Nelson, Abraço.
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João Lourenço venceu este ano Prémio Aparecido de Oliveira da CPLP

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O Presidente de Angola, João Lourenço, foi o vencedor deste ano do Prémio Aparecido de Oliveira, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, anunciou hoje a organização.

Source: João Lourenço venceu este ano Prémio Aparecido de Oliveira da CPLP

Dia das Letras Galegas – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

Source: Dia das Letras Galegas – Observatório da Língua Portuguesa

O TURISMO QUE VE,M

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O futuro do turismo de montanha em Portugal?
CARRIS-GERES.BLOGSPOT.COM
O futuro do turismo de montanha em Portugal?
Recentemente, surgiu numa rede social uma imagem que retrata na perfeição o que muitos municípios querem que sejam o futuro do turismo nos…
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ROSTO DE CÃO NA HISTÓRIA

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O ilhéu de Rosto de Cão
No povoamento pertenceu ao João de Prestes.
Toda a Fajã Baixo era dele e só foi freguesia em 1911.
No livro IV Saudades da Terra Capitulo XLII página 170 escreveu o Doutor Gaspar Frutuoso “Na outra parte deste ilhéu, da banda do norte, estão algumas quatro ou cinco covas, algumas já desfeitas e quebradas, estreitas nas bocas e tão grandes dentro como jarras ou tinagens sevilhanas, cavadas no tufo,que no tempo antigo fez ali um João de Preste cavouqueiro, para encovar e guardar, como a granel, seu trigo.” Eu estou ao pé de uma antiga cova de guardar trigo e no tempo da II Guerra Mundial 1935 a 1945 serviu de ninho de metralhadoras. Nas escadas do ilhéu tem uma cova que serve de escada. E no tempo de guerra algumas covas foram aproveitadas para defesa da entrada do Porto de Doutor António Oliveira Salazar. Este ilhéu devia ter o nome de João de Prestes porque está na História dos Açores. E nos Prestes de Cima deve ser feita justiça que já devia estar como Rua de João de Prestes.
Curiosidades: As tinagens sevilhanas são muito parecidas ao nosso talhão de barro as covas tinham por dentro esta configuração e levavam cerca de 4 alqueires de trigo. Aqui neste ilhéu de João de Prestes tem duas histórias a das covas de guardar trigo e a outra militar.

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