excerto de eduardo bettencourt pinto

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O ESTRANGEIRO
Aria de Encarnação arrastava os pés no chão despido. A luz do tecto deixava-lhe, na figura miudinha, um equânime facho de luz. Robert e Hannah seguiam-na pelo corredor.
– Tudo isto é muito breve mas é aqui que cabe a minha vida – disse, voltando-se para trás.
Exalava das paredes uma capa estanque de olvido e solidão. Humidade de pedras e barro. Robert, com a mão esquerda, fez sinal para que Hannah se adiantasse a ele. As duas entraram no quarto e ele ficou um instante sozinho, entre luz e sombra.
O cheiro da casa dominou-lhe os sentidos. Pensou no tempo como uma velhice, matéria insolúvel de ossos fatigados, escondidos em roupas escuras e movendo-se com as vicissitudes de um corpo frágil e ronceiro.
Não era ali que ecoavam as histórias que a mãe lhe foi contando ao longo dos anos. Era um espaço sem contornos no seu imaginário. Como descobrir a ilha que o levara ali, o mar de tantos anos revolto agora no espírito e no lirismo que foi guardando das emoções maternas? Estava perdido no vasto deserto das palavras. Não se pode regressar ao fim das coisas como a um princípio, pensou, avançando finalmente em direcção ao quarto.
Quando entrou, Aria de Encarnação abria as janelas.
– O mar parece-me sempre tão longe quando o sinto do quintal – disse, como se a nostalgia fosse uma explicação do mundo.
Robert sentiu que tinha que reinventar o próprio rosto naquele imenso e fragmentado espelho de sentimentos. Os olhos de uma mulher nunca estão fechados às imagens. Mesmo às mais escuras e distantes, concluiu em silêncio enquanto afundava as mãos nos bolsos.
– Excerto
in OUCÉMIO, livro de ficção inédito
Imagem: Image by StockSnap
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Russian Stereotypes Captured In These Hilarious Pictures – en.lastnighton.com

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Russian Stereotypes Captured In These Hilarious Pictures – Are you ready for an incomparable visual journey through Russia, a country rich with history, culture and very amusing stereotypes? Stay with us as we explore a series of unbelievable photographs that could only be taken in Russia, highlighting the hilarious stereotypes that will have you in stitches (and disbelief).

Source: Russian Stereotypes Captured In These Hilarious Pictures – en.lastnighton.com

Peregrina que caminhava até Fátima morre atropelada em Pombal – Portugal – Correio da Manhã

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Grupo de psicólogos do INEM foi chamado para prestar apoio psicológico à família da vítima, que assistiu ao acidente.

Source: Peregrina que caminhava até Fátima morre atropelada em Pombal – Portugal – Correio da Manhã

Jovem de 19 anos morre esfaqueada durante a madrugada em Albufeira – Portugal – Correio da Manhã

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Dupla suspeita atirou arma do crime para telhado do bar. Já foram detidos pela GNR.

Source: Jovem de 19 anos morre esfaqueada durante a madrugada em Albufeira – Portugal – Correio da Manhã

Resgate nos Açores. Jovem tinha desaparecido durante prova de caique

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Uma jovem foi ontem resgatada pela Força Aérea, depois de ter desaparecido durante uma prova de caiaque, nos Açores. O alerta foi dado por volta das seis da tarde, em Angra do Heroísmo.

Source: Resgate nos Açores. Jovem tinha desaparecido durante prova de caique

“Zombies” e chefes pouco qualificados limitam produtividade nas empresas portuguesas – ECO

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Produtividade do trabalho em Portugal praticamente estagnou na última década, indica uma análise elaborada pelo Centro de Competências da Administração Pública (PlanApp).

Source: “Zombies” e chefes pouco qualificados limitam produtividade nas empresas portuguesas – ECO

começou a campanha em timor

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Timor-Leste/Eleições: Comícios e visitas porta a porta marcam início da campanha
Díli, 16 abr 2023 (Lusa) – Comícios, conferências de imprensa, diálogos comunitários e visitas porta a porta em vários pontos do país marcam o arranque da campanha dos 17 partidos políticos timorenses candidatos às eleições legislativas de 21 de maio.
O calendário da campanha, a que a Lusa teve acesso, confirma que logo no primeiro dia da campanha, quarta-feira (19 de abril), estão previstos 11 comícios partidários, em vários pontos do país, com as principais forças políticas a arrancarem fora da capital.
A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), maior força política no parlamento, começa a sua campanha com um comício na segunda cidade do país, Baucau, enquanto o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT) avança em Manatuto, terra natal do seu presidente, Xanana Gusmão.
O Partido Libertação Popular (PLP), do primeiro-ministro Taur Matan Ruak, também tem previsto arrancar com um comício em Baucau, enquanto o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO), também no Governo (no qual está ainda a Fretilin) inicia a campanha com um comício na zona de maior apoio, Ainaro.
O Partido Democrático (PD), por seu lado, inicia a campanha com uma conferência de imprensa na sede, em Díli.
O calendário final da campanha foi hoje discutido numa reunião da Comissão Nacional de Eleições (CNE) com representantes das 17 forças políticas.
No dia 20 de abril, em que as atenções em Timor-Leste estão viradas para o eclipse solar total, quase todas as forças políticas reduzem as atividades, concentrando-se em diálogos, visitas ou encontros porta a porta.
Já no que se refere ao encerramento da campanha, 10 forças políticas têm ações marcadas para a capital timorense, com pelo menos duas forças políticas a preverem comícios ou ações na zona de Tasi Tolu, onde tradicionalmente se realizam os maiores encontros de todas as campanhas.
O calendário prevê comícios da Fretilin e do CNRT em Tasi Tolu, Díli, com o PLP a encerrar em Baucau.
A campanha em Timor-Leste decorre entre 19 de abril e 18 de maio, seguindo-se dois dias de reflexão, num dos quais, 20 de maio, se assinala o 21º aniversário da restauração da independência.
ASP // ROC
Lusa/Fim
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sempre foi o problema deste país Ministra das Finanças ganha 6000 EUR, mas não consegue poupar GANHO 6000

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Source: (4) Facebook

 

https://www.facebook.com/noscidadaos/videos/1657919241103075
€, TENHO 3 FILHOS E NÃO CONSIGO POUPAR??!!
Ministra das Finanças ganha 6000 EUR, mas não consegue poupar. Vamos todos dar as mãos e chorar por ela, porque ela é que está a sentir os efeitos da crise (qual crise?).
Maria Luís Albuquerque lembrou que tem “três filhos pequenos” e que cortes na função pública também a afetam. Voltou a sugerir que é provável que cortes nos salários e pensões se mantenham em 2015.
A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, lembrou que também ela tem “os rendimentos diminuídos” e – uma vez que tem “três filhos pequenos” – tem “pouca margem para poupar”. A revelação foi feita na quinta-feira à noite na SIC, após ter sido questionada sobre se tinha ou não um Plano Poupança-Reforma.

lula e rússia

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Para quem não percebeu Lula da Silva está do lado da Rússia
“Os países precisam parar de armar a Ucrânia” – O novo “plano de paz” de Lula
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“Os países precisam parar de armar a Ucrânia” – O novo “plano de paz” de Lula
O site Hoje no Mundo Militar é a sua dose diária de informação militar e geopolítica. Siga-nos pelo link: https://hojenomundomilitar.com.br/VISITE A NOSSA LO…
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pobreza em bobonaro timor

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Admin

14 m

0:53 / 5:16

 

Uma istoria de partir o coração de três irmãs sozinhas neste mundo numa aldeia inacessível em Bobonaro. Não falam tetum. Só falam a língua bunak de Bobonaro. Vivem sozinhas, muito muito pobres. Estão a fazer check-up médico. De saúde estão bastante bem.
***
A heart breaking story of 3 sisters left alone in the world, ages 4, 8 and 15. Both parents passed away when the youngest was 11 months.
I’m trying to figure out how to best help them. They are from a remote village in Bobonaro, speak only Bunak, their language. They have done a first check up and seem to be in good health.

 

 

O 25 DE ABRIL 49 ANOS DEPOIS

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crónica 493 O 25 DE ABRIL 49 ANOS DEPOIS, 16.4.2023

 

1. soletras autonomia (lomba da maia, abr 2013)

 

ilhas de névoas e gaze

de novelões e conteiras

do verde e do azul

ó gente de negro basalto

quem canta a tua gesta?

terra de maroiços

cais de rola-pipas

mar imenso abraseado

lacerado por vulcões

ilhas de bardos e músicos

republicanos presidentes

poetas, pintores e artistas

antero, nemésio e natália

quem te liberta das grilhetas

do passado feudal

da escravatura da fé

do atavismo ancestral?

soletras autonomia

gaguejas liberdade

titubeias emancipação

com laivos de insubmissão

como a irmã galiza

cicias um 25 de abril

que tarda em chegar

(In Crónica do Quotidiano Inútil, vols 1 a 6, 50 anos de vida literária, ed. Letras Lavadas)

 

  1. A atual geração não passou por nada em termos de privações familiares comparado com a geração de “baby boomers” a que pertenço, nascida no pós-guerra (2ª Grande Guerra). A geração rebelde que, no fim dos anos 60, se revoltava contra o status quo na França e contra a guerra colonial em Portugal tinha algo contra que lutar. Vivia melhor que a geração dos pais, em conforto e posses económicas, mas era arrastada para projetos militares alienígenas aos quais se opunham. Queria tomar parte na construção da História e não ser arrastada como nota de rodapé como acontecera aos pais. Depois chegou o 25 de abril e as liberdades misturaram-se inicialmente com as libertinagens em que tudo era permitido. Os jovens dos anos 70 e 80 nasceram já com o rei na barriga. Nada era proibido, tudo era permitido e podiam almejar a uma sociedade sem classes em que todos tinham acesso ilimitado a todos os bens, sendo felizes até todo o sempre.

Antes do 25 de abril em Portugal havia uma coisa chamada lápis azul, ou censura, que em 1972 me cortou 70 páginas a um livrinho de poemas adolescentes que publiquei com cerca de trinta páginas… o resto é já história, o 25 de abril trouxe a liberdade de pensamento e de expressão e muita água correu sob as pontes e sou confrontado por uma sociedade mais desigual do que nunca, de falsa fluência consumista.

Quando cresci havia respeito pelos veteranos sobreviventes da mortandade na campanha portuguesa na 1ª Grande Guerra, conheci alguns heróis, de medalhas ao peito em marchas da famigerada Liga dos Combatentes (a que pertenci durante anos após o 25 de abril, comprava-se comida barata no “casão”). Hoje, não sabemos quantos são, quantos sofrem, quantos sobrevivem.

Nalgumas aldeias e vilas do interior profundo de Portugal alguns autarcas mandaram erigir pequenos monumentos em honra da memória desses bravos, mas regra geral, foram esquecidos e temem falar sobre o tema, ou evitam-no a todo o custo. Nos Açores, autores houve que trataram o tema em livro: Urbano Bettencourt, Cristóvão de Aguiar, João de Melo, para citar apenas alguns que me vêm à memória de momento, mas outros preferem manter um silêncio discreto, tal como o dono do café da esquina, o dono do restaurante mais acima, o lavrador que vive na rua e se recusa a falar do tema e tantos outros de que nem sei a existência.

Cresci, como sabem, numa ditadura. Havia até quem lhe chamasse branda, como brandos eram alegadamente os costumes do povo que a suportava. Cresci acreditando que um dia o país faria parte da Europa e do mundo, tão longe que bem podia pertencer a outra galáxia. Lembro-me de ir a Tui (Galiza) comprar discos dos Beatles ou beber Coca-Cola que em Portugal eram proibidas com medo dos miasmas contagiosos de civilizações estrangeiras. Depois, veio o dia de todas as esperanças, 25 de abril (quase sem mortes e com cravos na ponta das espingardas) e eu, em Timor, esperei, tardava a chegar (teria ido de barco?) e jamais arribou.

A europa cresceu, o sonho da europa unida medrou e cresceu descontroladamente, até ter mais olhos que barriga e ficar desesperadamente obesa na palhaçada que hoje é. Por toda a parte, uma após outra, as ditaduras iam sendo aniquiladas e substituídas por modelos de democracia onde alegadamente o povo e a sua vontade eram representados em parlamentos. Com a queda do muro de Berlim e a glasnost a dar lugar a uma nova Rússia todos acreditamos que sonhar era isto, quando se tornavam realidade até na América latina e América do sul. Já o neoliberalismo da nova ordem mundial tinha disseminado sementes com a Thatcher e o Ronald Reagan, mas não sabíamos que isso iria perverter todo o ocidente.

Lentamente, nos últimos vinte anos assistimos a um constante retrocesso nas conquistas dos direitos fundamentais da humanidade: igualdade, solidariedade e justiça. Mais do que nunca as democracias estão a ser manipuladas criando a aparência de vontade popular através do voto universal, mas, na prática, substituídas por autocracias dos EUA, à Venezuela e dezenas de países, sem falar daqueles onde as escolhas democráticas foram substituídas por nomeações da grande e anónima banca internacional, do grande capital do petróleo às farmacêuticas que tudo controlam. Isto num mundo em que a verdade é ficção e a ficção é a neoverdade. Ao ler Umberto Eco, O Cemitério de Praga, apercebi-me de que como isto sempre aconteceu sem nos darmos conta. Entretanto, países que se habituaram a mandar e a serem os xerifes do universo, como os EUA continuam a inventar primaveras políticas, depondo ditadores ou democratas a seu bel-prazer.

Há algo que sempre afirmei e reitero, mesmo que já não sirva para grande coisa, o 25 de abril trouxe-me o bem mais precioso: a liberdade de expressão, a mim que sou um individualista nato e jamais conseguiria viver numa autocracia. Dantes, os países democráticos tinham eleições os outros não (nem mesmo as mascaradas eleições do partido único em Portugal o ocultavam).

Timor-Díli 25 de abril 1974: Era hora de jantar e eu estava de Oficial (Ajudante) de Dia no Quartel-general. O idoso Oficial de Dia já estava há muito a olhar para o seu umbigo, depois da sua rodada habitual de vinho “Periquita” ou outro qualquer. Toni Belo, operador da Telecom local, a Rádio Marconi, ligou para o Quartel-General a dizer-me que ia ter uma chamada telefónica uma hora depois. Chamei o condutor de serviço, mandei-o ligar o Jeep e passados minutos estava em Díli, ansiosamente esperando ‘a chamada’. Pressenti tratar-se de algo muito importante.

Anteriormente, acordara com a família que só haveria telefonemas em caso de emergência. Há muito que confirmara que toda a correspondência era sujeita a censura prévia e as chamadas telefónicas gravadas. E ouvi quase sem acreditar: Era a REVOLUÇÃO. Embora Timor não dispusesse de telex, desde o ano anterior dispunha de contactos radiotelefónicos com o mundo exterior.

Sem perder tempo, pedi ao condutor para passar por casa nos apartamentos da SOTA, no Largo de Lecidere, onde comunico aos colegas de habitação (o cirurgião Prata Dias e o Eng.º Proença de Oliveira, subchefe dos Serviços de Agricultura) o que ouvira. Pedi-lhes o máximo sigilo, ligo o rádio em ondas curtas e regresso ao Q.G. (Quartel-General) onde anoto que nada havia a assinalar da ‘ronda’ pela cidade. Durante o resto da noite, escuto avidamente os noticiários da BBC, Rádio Austrália e uma série de emissoras (até ouvi a Rádio Paquistão, pela primeira vez).

Na manhã seguinte, o camarada Freitas, que me ia render, pergunta se havia novidades de Portugal. Sem confiar em ninguém, , respondi-lhe: “Nada, que esperavas?” Os dias que se seguem são caóticos, com todos os rumores a circular e um generalizado sentimento de incredulidade pelos acontecimentos. Quando as novas de que o governador tinha mandado apreender a gravação e a versão impressa do discurso, a maior parte das pessoas convenceu-se de que a ‘Revolução dos Cravos’ não era imaginação.

Os dias passam, e o oportunismo camaleónico é avassalador. Do dia para a noite todos são revolucionáriosA oposição à continuação do coronel Aldeia no poder cresce de dia para dia. Ameaça tornar-se numa bola de neve, com os militares definitivamente divididos entre os progressistas – maioria de oficiais milicianos, furriéis e sargentos – e a velha guarda dos oficiais de carreira.

Entretanto em Portugal, os soldados usam os cravos encarnados nos canos das espingardas. O povo excitado com a liberdade acabada de aprender. Sobem os barómetros da esperança depois de 48 anos de obscurantismo. A situação começa a clarificar-se em maio, embora nem todos os decretos aprovados em Lisboa se tornem extensivos a Díli. Quase nem um tiro fora disparado em Portugal. O regime caiu porque estava tão podre que estava incapacitado de suster qualquer ataque. A celebrada vitória vem estampada em todos os jornais e revistas que chegam a Timor, mas de uma certa forma, parece estar a anos-luz de Timor.

Depois do 25 de abril (data da Revolução em Portugal) comecei a publicar artigos que o Comando Militar e, em especial o CEM (Chefe do Estado-Maior Arnao Metello) queriam evitar. Era chamado quase todas as manhãs e simpaticamente mandava o motorista no velho Volkswagen do Estado-Maior buscar-me a casa. Nessa rotina (prolongou-se por bastante tempo e trouxe consequências ao meu serviço militar) lá tinha de explicar porque publicara artigos censurados e considerado material proibido. Uma verdadeira caça ou o jogo do gato e do rato. Ramos Horta viu assim o 25 de abril (entrevista dada ao Expresso em 28.11.2015.

Ele acreditou que as coisas estavam a mudar, eu continuo à espera….

 

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

 

A Islândia é um país à parte, até na hora de atestar o depósito. Eis o que precisam de saber para viajá-lo de carro – Mundo – SAPO Viagens

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