Surprisingly Offensive Vintage Ads of the Past – Past Chronicles

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In celebration of the incredible changes our society has made over time, we’ve compiled 40 of the most shocking vintage ads of the past.

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“Painel de Autores Açorianos”

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A EBI da Maia passa a usufruir, a partir deste ano letivo, de um novo recurso que poderá ser utilizado por todos no desenvolvimento de competências várias, mormente da Língua Portuguesa – “Painel de Autores Açorianos” -, uma estrutura expositiva (permanente), e cuja idealização surge no âmbito da disciplina de História, Geografia e Cultura dos Açores, em três turmas de Segundo Ciclo.
É um projeto co-financiado pela Fábrica de Chá da Gorreana e pela Santa Casa da Misericórdia do Divino Espírito Santo da Maia, e que, além de outros, tem como objetivo primordial dar a conhecer à comunidade escolar escritores açorianos de referência, assim como algumas das suas obras, expondo-as no local designado para o efeito. Começámos pela “Ilha Grande Fechada”, uma narrativa singular da autoria de Daniel de Sá, escritor natural da freguesia da Maia.
Pelo seu empenho e dedicação, a todos os envolvidos neste projeto (que tanto nos orgulha), o nosso muito obrigado!
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O furacão Danielle mudou de rumo. E os seus “restos” vão mesmo afetar o tempo nos Açores – I Love Azores

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Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.

Source: O furacão Danielle mudou de rumo. E os seus “restos” vão mesmo afetar o tempo nos Açores – I Love Azores

lagoa do canário, uma selva a ver gratuitamente

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Lagoa do Canário = Selva
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TóZé Almeida, Artur Neto and 43 others
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  • José Tomaz Mello Breyner

    Por outro lado significa que o turismo está a bombar e a deixarem aqui € para amealhar para o inverno
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  • José Tomaz Mello Breyner

    Basta criar parques de estacionamento com maior capacidade, se possível pagos para ajudar na manutenção destas zonas naturais
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  • Jorge Pereira da Silva

    Turismos de massas! não obrigada
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  • António Pimenta

    Qual selva?
    Daqui a dias, estamos a gritar com a falta deles!
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    • Jose Melo Melo

      António Pimenta então siga a festa, já que gosta
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    • João Câmara

      António Pimenta, com carros seguidos estacionados na estrada regional, inclusivamente em curvas, mexendo com a segurança de quem tem o direito de conduzir numa estrada segura? Não, obrigado. Há que haver turistas, mas com condições para os ter.
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    • Daniel Melo

      João Câmara ja fiquei dentro de um autocarro junto a Lagoa do Canario cerca 25 min., ate que apareceu um estrangeiro para remover o carro mal estacionado. Ainda assim tive sorte, porque se tivesse decidido fazer slgum trilho, teria de gemer até que vo…

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  • Alberto Marques Alberto Marques

    Não querem “Turismo”?????? ” Aguentem”. Abração Comandante
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  • Manuel Carreiro

    Turismo no seu melhor, mas o problema não está na falta de civismo, mas sim na falta de parqueamento… Cobra-se na Lagoa do Fogo, mas aqui é o que se vê
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  • Ricardo Lalanda

    Desculpa a correção, não é Selva, na Selva não tem carros
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  • Manuel Carreiro

    Pensando melhor, é melhor não fazermos comentários, porque os comentários que foram feitos sobre o estacionamento da Lagoa do Fogo, acabou em parque pago, e se eu quiser ir as trutas, com licença e tudo mais tenho que desembolsar cerca de 15€ de parque…

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  • Emanuel Raposo

    É um pesadelo, a massificação do turismo, estão a matar a nossa ilha, sem fiscalização, sem regras, e nós passamos a viver como turistas, preços inflacionados, estruturas a rebentar com falta de mão de obra, qualificada diga-se.
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    • Daniel Melo

      Emanuel Raposo acrescento ainda, o aluguer a precos inflacionados de carros particulares alugados sem os respectivos seguros.
      Basta pesquisar no Face e ve-los a anunciar, oficialmente a inspeccao de turismo, nada faz por falta de meios.
      E viva ao turis…

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    • Emanuel Raposo

      Daniel Melo o problema é que ficamos cá nós para aguentar com mais impostos para apoios e subsídios.
      Ainda agora fomos presenteados com um PACOTAO de ajuda para recuperar o poder de compra perdido, fraude, autêntica fraude, só promessas, e reação, tardia e enganadora.
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  • Antonio Veladas

    Turismo, a “pegada do elefante na loja de porcelana”…
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  • Joaquim Coutinho Costa

    Querem um sido para parcar os automòveis? ?
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PEDRO DA SILVEIRA

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Pedro Laureano Mendonça da Silveira
(5 de setembro de 1922, Fajã Grande – 13 de Abril de 2003, Lisboa)
Da Ilha para o Mundo e do Mundo para a Ilha
No dia 5 de Setembro celebrou-se o centenário de Pedro da Silveira, poeta, escritor, investigador literário e histórico, tradutor, jornalista e etnógrafo.
Foi Diretor de Serviços de Investigação na Biblioteca Nacional e deixou colaboração variada, esparsa pela imprensa nacional e estrangeira, na Europa, na América e em África.
Ao longo dos últimos dois anos foram realizadas cerca de duas dezenas de eventos: colóquios, palestras, sessões escolares, descerramento de placas comemorativas, concertos musicais, exposições, montras-poema, sessões de poesia e até um passeio de botes baleeiros, em homenagem a Pedro da Silveira, e que juntou diversos públicos e personalidades convidadas nas ilhas das Flores, Terceira, São Miguel, Santa Maria, Faial e também na cidade de Lisboa.
Destaco a inauguração do Miradouro Raul Brandão, na freguesia da Fajã Grande, cuja edição de 1988 da obra “Ilhas Desconhecidas” foi prefaciada por Pedro da Silveira.
Foram publicadas, já este ano, 3 novas obras: “Pedro da Silveira – Minha Pedra da Vida”, uma antologia breve e para todos”, Editor Vasco Medeiros Rosa. Iniciativa da Câmara Municipal das Lajes das Flores; “Muito mais que paisagem – 100 anos de Pedro da Silveira”, Coordenação Ana Cristina Gil, Leonor Sampaio da Silva, Madalena Teixeira da Silva e Urbano Bettencourt. Companhia das Ilhas e “Edição do Centenário”, vols. I-II com a chancela do Instituto Açoriano de Cultura: Vol. I “Fui ao Mar Buscar Laranjas”. Poesia Reunida. Edição de Urbano Bettencourt; Vol II “Só o Esquecido é Passado”. Prosa Reunida. Edição de Vasco Medeiros Rosa.
Está prevista também a publicação de um opúsculo com as “Cartas e Bilhetes Postais de Pedro da Silveira a Manuel Sousa d’Oliveira”, uma iniciativa da Fundação Manuel de Sousa d’Oliveira.
Até ao final do ano estão agendadas mais seis sessões dedicadas ao Centenário, nas ilhas Terceira, São Miguel, Flores e Faial.
De sublinhar o papel impulsionador do Município de Lajes das Flores, na pessoa do seu Presidente Luís Maciel, bem como de toda a sua equipa, que lideraram exemplarmente estas comemorações.
Inesquecível foi a estreia em simultâneo, nas 9 ilhas, do emocionante documentário “Os livros que ficaram por ler de Pedro da Silveira”, de Sandra Cristina Sousa, produzido pela Comunicar Atitude. Esta foi, sem dúvida, uma boa iniciativa da Secretaria Regional da Educação e Assuntos Culturais.
Como florentina e admiradora da obra de Pedro da Silveira, não posso deixar de agradecer a todos aqueles que contribuíram para que uma das mais mal-amadas e incompreendidas personalidades deste país fosse, finalmente, colocada no lugar que merece.
Uma grande parte da sua colossal obra ficou, ao longo destes dois anos, mais visível e acessível a todos aqueles que a quiserem descobrir e foi especialmente gratificante testemunhar o empenho de tantas pessoas e entidades que tornaram isso possível: Câmara Municipal de Lajes das Flores, Governo Regional dos Açores, Instituto Açoriano de Cultura, Arquipélago de Escritores, Câmara Municipal de Vila do Porto, Universidade dos Açores, Biblioteca Luís Silva Ribeiro, Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, Museu das Flores, Junta de Freguesia da Fajã Grande, Casa dos Açores em Lisboa, Junta de Freguesia de Campo de Ourique, Jornal Diário dos Açores, onde foram publicadas mais de 30 páginas dedicadas a Pedro da Silveira), RTP-Açores, Núcleo Cultural a Horta, EBS das Flores, Parque Natural de Santa Maria, Autoridade Marítima Nacional, Instituto Cultural de Ponta Delgada, Companhia das Ilhas, Letras Lavadas, Livraria Solmar, Clube Naval de Lajes das Flores, Filarmónica União Operária de Nossa Senhora dos Remédios (Fajãzinha), Mar&Ilha, Fundação Manuel Sousa d’Oliveira, Helena Barros (que dedicou um episódio do seu programa “O Fim dos Princípios”,na Antena 1 Açores, a Pedro da Silveira), Marisa Pereira, Pedro Gomes, Pedro Pascoal de Melo, Osvaldo Cabral, Carlos Bessa, Nuno Costa Santos, Sara Leal, Cláudia Cardoso, Susete Amaro, José Andrade, Onésimo Teotónio de Almeida, João Soares, Diniz Borges, George Monteiro, Ana Cristina Gil, Leonor Sampaio da Silva, Eduíno de Jesus, Ivo Machado, Álamo de Oliveira, Luísa Ducla Soares, Rosa Goulart, João de Melo, Vasco Pereira da Costa, Luiz Fagundes Duarte, Diogo Vaz Pinto, Luís Gil Bettencourt, Nina Soulimant, Victor Rui Dores, Manuel Sequeira, Maria José Sousa, Eduarda Mendes, Telmo Nunes, Jorge Ventura, Nelson Fraga, António Monteiro, Pedro Almeida Maia, Vítor Teves, José Corvelo, João Avelar, Fábio Mendes, Fernando Nunes.
Um agradecimento especial a todos os que participaram na campanha de crowdfunding “Pela Memória de um Poeta” (Movimento de cidadãos/IAC/Arquipélago de Escritores), cujos donativos serviram para colocar a placa-poema na Ponta da Malmerenda, na ilha de Santa Maria. Faço votos para que esta campanha possa continuar e que a poesia de Pedro da Silveira fique eternizada em todas as ilhas do Arquipélago.
Importante é também relembrar todos aqueles que souberam homenagear Pedro da Silveira em vida e esperar que os bloqueios endémicos à Cultura nos Açores possam ser, cada vez mais, ultrapassados.
No fim e no princípio, tal como a ilha das Flores, um agradecimento especial à Gabriela Silva, ao Urbano Bettencourt e ao Vasco Medeiros Rosa, o mais persistente e entusiasta defensor da obra e da memória de Pedro da Silveira, cuja “curiosidade deslumbrada do mundo” tanto acrescentou às ilhas e nos continua a tocar 100 anos depois.
Viva Pedro da Silveira!
📷Daniel Blaufuks
May be a black-and-white image of 1 person and text that says "Pedro da Silveira: literato, dirige os serviços de investigação da Biblioteca Nacional W Û"
Chrys Chrystello
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