SATA reforça operação nos Açores este verão com aeronave alugada – Jornal Açores 9

Views: 1

O Grupo SATA vai reforçar a operação durante o mês de julho com um avião ATR 72-500, com capacidade para 72 lugares, através do regime ACMI (aluguer de aeronave e tripulação), anunciou hoje a operadora aérea. Segundo a companhia aérea açoriana, o plano de exploração para o verão 2022 já previa, no final do ano […]

Source: SATA reforça operação nos Açores este verão com aeronave alugada – Jornal Açores 9

a EDA E A ENERGIA PRODUZIDA POR PRIVADOS

Views: 0

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto
Queremos INDEPENDÊNCIA e CONCORRÊNCIA no acesso ao SOLENERGE e à instalação de outras unidades de produção de energias renováveis! Isto não pode ser!!!
A gestão privada da EDA não dá confiança ou idoneidade necessária a assegurar a igualdade de tratamento nem quanto às aprovações de novas instalações, nem quanto aos que terão resposta em primeiro lugar, havendo a possibilidade de passar à frente de muitos e de outros e assim condicionar o acesso aos fundos, já limitados mas a 100% a fundo perdido do Solenerge, face a ligação da EDA a um vasto grupo privado e outras empresas e contatos do seu universo.
Não venham com estórias, não há virgens, pode haver é tolos e tôtôs, e já estamos fartos de estórias!!!
As empresas e os consumidores Açorianos que desejam abraçar a transição energética, têm o direito de acesso igualitário aos fundos e a serem produtores.
A EDA tem é de ser consultada pela Direção de Energia, após o registo de produtor, e a EDA tem é de dar resposta pela exata ordem de chegada dos pedidos da Direção de Energia! Mudem isto, antes que saiam os regulamentos do SOLENERGE, estou cansado de atirarem areia para os olhos, sejamos conscientes e democratas!!!
3
1 comment
Like

Comment
Share
1 comment
All comments

salve-se o sns

Views: 0

Uma memória.
Salve-se o SNS. In memoriam de António Arnaut
Conheci António Arnaut em casa de Miguel Torga. Lembro-me de estarmos juntos em Quarteira, em Agosto de 1978, onde o casal Arnaut passava férias em conjunto com Torga e Andrée Rocha. Ali festejámos o aniversário do escritor, juntamente com Sophia de Mello Breyner Andresen e o seu marido Francisco Sousa Tavares. Arnaut falava muito connosco (um bando de jovens, que incluía Clara Rocha, a passar férias em Olhão em casa de um amigo comum) do Serviço Nacional de Saúde, tendo como principais interlocutores o Carlos, hoje meu marido, e os nossos amigos António Ramires e Isabel Faria, todos estudantes de Medicina. Jamais esquecerei o genuíno entusiasmo com que Arnaut aludia à urgência de um SNS, em cujo projeto de lei estava então envolvido. Os seus olhos brilhavam quando falava da iminente abertura dos serviços médicos a todos os cidadãos, independentemente da sua capacidade contributiva, garantindo a universalidade e a gratuitidade dos cuidados. António Arnaut considerava o SNS um dos frutos mais importantes e generosos da Revolução de Abril, no que era por todos nós secundado. O despacho ministerial que havia sido publicado uns dias antes, conhecido por «Despacho Arnaut», constituiu de facto uma verdadeira antecipação da Lei que criou o SNS no ano seguinte.
Arnaut alertou reiteradamente para a desumanidade do neoliberalismo desregulado, que redundaria na destruição do Estado Social e na concomitante redução do SNS a um serviço residual para pobres e indigentes. A degradação dos serviços de saúde públicos, antes considerados de referência internacional pelos seus bons resultados, verifica-se hoje aos mais diversos níveis: na hemorragia dos recursos humanos, principalmente dos mais jovens, para o setor privado; na destruição das carreiras técnicas; na deterioração dos equipamentos e das condições logísticas; na exiguidade ou falência de meios de diagnóstico e tratamento disponíveis; e ainda na má gestão, quase sempre decorrente de escolhas de chefias norteadas por lógicas espúrias e tráfico de influências, incluindo partidárias.
Custa constatar a desfaçatez com que alguns usam e abusam do nome de António Arnaut para defenderem um SNS que nada tem a ver com aquele SNS pelo qual aquele lutou com elevadíssima nobreza cívica até ao fim da sua vida. Arnaut insurgiu-se sempre de forma desassombrada contra a enorme promiscuidade (sim, era esta a palavra que usava!) que existia entre o setor público e o setor privado no SNS, considerando que as Parcerias Público-Privadas, orientadas para o lucro, resultavam inutilmente caras para o Estado, que poderia prestar os mesmos serviços sem ter de pagar aos privados as margens de lucro de que beneficiam. Não será por acaso que os defensores das PPP insistem em pôr ilegitimamente no mesmo saco as IPSS, que servem de almofada ao SNS, principalmente no âmbito dos cuidados continuados. Subline-se que as IPSS não têm fins lucrativos, ao contrário das clínicas privadas que continuam a nascer como cogumelos à volta dos hospitais públicos.
Arnaut recusava-se a aceitar que a gestão privada é sempre melhor do que a pública ou que a por vezes manifesta má gestão do sistema público seja uma fatalidade. Arnaut nunca desmereceu o importante papel complementar do setor privado na prestação de cuidados de saúde. Considerava todavia que o setor privado não deveria parasitar o setor público. Curiosamente, muitos dos paladinos da bondade das PPP estão ligados ao sector privado ou nele mantêm indisfarçáveis interesses financeiros.
Qualquer Governo que se preze tem de gerir de forma criteriosa os impostos que cobra e de corrigir disfuncionalidades do sistema por meio de ações das quais resulte uma melhor saúde dos cidadãos. Reconhece-se universalmente que os «mercados da saúde» são economicamente atípicos. Devemos interrogar-nos sobre se a filosofia do neoliberalismo desenfreado que tem dominado desde finais dos anos 80 é de facto a melhor forma de incentivar um crescimento assente no respeito pela dignidade da vida humana lato sensu. Na verdade, as consequências da euforia neoliberal estão à vista de todos.
O filósofo Michael Sandel tem vindo a alertar para os limites morais dos mercados, insistindo que há coisas que o dinheiro jamais deveria poder comprar, mas que infelizmente vai comprando. A mais importante de todas é decerto o direito à vida e a cuidados de saúde que assegurem a dignidade das pessoas, todas por igual.
O Governo do PS tem agora uma oportunidade única para, sem abdicar de bom senso e de honrar compromissos, dignificar o legado de um seu militante genuinamente livre, que se bateu até ao fim da vida, desinteressadamente, por uma causa tão justa e fraterna.
Devo este tributo empenhado à amizade sincera que mantive com António Arnaut. E não, não sou militante do PS.
May be an image of 1 person
Carlos Ramalheira, Maria Cantinho and 16 others
7 comments
Like

Comment
7 comments
View 5 previous comments
Most relevant

  • Fátima Silva

    Infelizmente há poucos meses necessitei do SNS, devido a um enfarte gravíssimo. Foram horas, dias de inferno. Nunca imaginei que fosse tão mau. Sinto terror só de pensar que poderei precisar novamente.
    • Like

    • Reply
    • 1 h

Reels and short videos

de bradar aos céus da ecologia mesmo que digam o contrário

Views: 1

festival com dez mil pessoas nas sete cidades…

Estou parvo!
Parece que foi autorizado (não acredito) um festival denominado, “Atlantis Concert For Earth”, nos dias 22 e 23 de julho próximo na margem da Lagoa das Sete Cidades, prevendo a organização um movimento diário de 10.000 pessoas dia.
Todos sabemos, aliás, julgava que sabiam, o quão melindrosa é a mãe natureza em tão rico local, uma das “Sete Maravilhas de Portugal” e a joia da coroa na oferta turística de S. Miguel e dos Açores.
Ao longo destes 46 anos de autonomia, tem vindo os diversos Governos Regionais a investir muito dinheiro na preservação deste local, impedindo diversas atividades na área económica, turística e outras.
É, e muito bem, a caldeira do vulcão das Sete Cidades, zona de paisagem protegida e está integrada no Parque Natural da ilha de S. Miguel.
As suas lagoas são uma enorme reserva de água e, abastecem, grande parte do concelho de Ponta Delgada.
Como é possível autorizar este evento que, esperasse movimentar 10.000 pessoas dia, num local que deve ser cuidado com pinças, sem causar sérios prejuízos a esta frágil natureza e a tudo o que a envolve!
A ser verdade, estamos perante uma grande irresponsabilidade/incompetência de quem autorizou tal barbaridade!
Estamos a destruir a nossa galinha dos ovos de ouro! Vergonhoso!
Nota: Todos nós Micaelenses, recordamos alguns eventos, de muito menor dimensão, realizados naquela caldeira e seus resultados negativos na natureza e, na população que ali vive e precisa de repousar.
Haja tino!
(A foto foi tirada do Google)
Pode ser uma imagem de lago e natureza
Artur Neto and 33 others
11 comments
2 shares
Like

Comment
Share
11 comments
Most relevant

  • Ana Albuquerque Taveira

    Já é costume! Os que tem casas lá é que teem de fugir! Os primeiros havia cocaína ao copo do italiano, além de todas as outras! Soltem os cães !
    3
    • Like

    • Reply
    • 2 h
  • Ana Maria Coelho

    É o dinheiro que manda. Espero que o evento não se venha a realizar. 10 mil pessoas num local como esse e um crime ambiental. Quem manda só vê cifrões e quem vier atrás que d
    que feche a porta!!
    • Like

    • Reply
    • 2 h
  • Luisa Câmara

    Amigo não vale a pena.No entanto se for preciso outras coisas mais simples são proibidas e levamos multa é assim.
    2
    • Like

    • Reply
    • 2 h
    • Edited
  • Odete Botelho

    Muito vergonhoso, tudo por dinheiro e não pensaram que é um local a preservar
    • Like

    • Reply
    • 1 h
  • Ester Pontes

    E ainda dizem que protegem o ambiente? Onde está a Secretaria que trata disso? Dormindo…
    • Like

    • Reply
    • 1 h
  • José Carlos Soledade

    Ainda temos esperança que chova bem e bastante nevoeiro nos dias da festa
    • Like

    • Reply
    • 1 h
  • Ló Rego Costa

    Também já ouvi falar… quem é que autoriza isto???
    • Like

    • Reply
    • 1 h
  • Gilberto Silva

    Quem autoriza um evento destes?
  • Luís Silva Melo

    Não é inédito.
  • Jose Vieira Medeiros

    Secretaria do ambiente, câmara municipal, que teem a dizer sobre isto??

Virou ou afundou? Aumenta mistério sobre restaurante flutuante de Hong Kong

Views: 1

Informações contraditórias acerca do destino da embarcação de luxo, que esteve atracada 46 anos nas águas de Hong Kong e que recebeu clientes ilustres.

Source: Virou ou afundou? Aumenta mistério sobre restaurante flutuante de Hong Kong

blogue suspenso

Views: 1

devido à crise de covid que nos afetou a todos nestes dias, é provável que as vossas mensagens fiquem sem a resposta imediata a que vos habituei, logo que recuperarmos voltaremos ao normal, o que se espera aconteça a partir de 2ª fª

Todos os 3 estão com diferentes estádios debilitantes e tentarei vir ao computador e ver o telemóvel uma vez ao dia se possível, de resto estarei e descanso. Não enviem mensagens a menos que sejam urgentes e indispensáveis

GRato

Governo dos Açores defende simplificação do reembolso do subsídio social de mobilidade – Jornal Açores 9

Views: 1

A secretária do Turismo e Mobilidade dos Açores manifestou-se hoje favorável à simplificação do reembolso do subsídio social de mobilidade e defendeu a criação de um grupo de trabalho que encontre uma solução que seja boa para a região. “Deve-se continuar a pugnar por um sistema mais simplificado no reembolso do subsídio”, afirmou Berta Cabral. […]

Source: Governo dos Açores defende simplificação do reembolso do subsídio social de mobilidade – Jornal Açores 9

jornalista executado

Views: 0

jornalista Maks Levin foi executado
Uma investigação da organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras concluiu que o fotojornalista ucraniano Maks Levin foi executado “a sangue frio” por militares russos a 13 de Março numa floresta próxima de Kyiv possivelmente depois de ter sido interrogado e torturado.
May be a black-and-white image of 1 person
Ana Teresa Pereira and 24 others
5 comments
6 shares
Like

Comment
Share
5 comments
View 1 more comment
View 3 more comments