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Entrevista do Correio dos Açores a Alexandre Borges

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Entrevista do Correio dos Açores a Alexandre Borges, no âmbito do seu novo livro de poesia “Atenção ao Intervalo Entre o Caos e o Comboio”.
«As pessoas lêem pouco e depressa. Romances e ensaios perdem espaço nestas vidas caóticas, a pedir entretenimento constante. Não se consegue ler Tolstoi em scroll. A poesia, por outro lado, tem a vantagem de ser muito mais sintética e de não exigir, necessariamente, uma continuidade. Posso ler um poema de Pessoa ou Auden e perceber o fascínio; Dostoievski ou Kundera requereriam muito mais tempo. Hoje, as pessoas partilham poesia nas redes sociais, tal como partilham fotos e memes. E melhor: filmam-se a dizer poemas. Recuperou-se, de algum modo, o lugar da poesia enquanto texto para ser dito, interpretado, mais do que apenas para ser lido. E isso, numa sociedade que faz “zone out” a partir da quarta linha de texto, pode ser muito eficaz e muito interessante».
No espaço literário açoriano “tenho o meu lugar muito pequenino no coração daqueles que têm tido a gentileza de me dar atenção”
e onde se mencionam os colóquios da lusofonia…http://correiodosacores.pt/NewsDetail/ArtMID/383/ArticleID/28762/No-espa231o-liter225rio-a231oriano-%e2%80%9ctenho-o-meu-lugar-muito-pequenino-no-cora231227o-daqueles-que-t234m-tido-a-gentileza-de-me-dar-aten231227o%e2%80%9d?fbclid=IwAR0hjYKC2sm8UkZbh6SLu19XyUdrBI1GYOQuqWeiE7AShrnzHvIE0hUPnTE
CORREIODOSACORES.PT
No espaço literário açoriano “tenho o meu lugar muito pequenino no coração daqueles que têm tido a gentileza de me dar atenção”

15 PINTORES açorianos que tem mesmo de conhecer

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Agenda Açores

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Cultura Açores

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👨‍🎨 O Dia Mundial da Arte comemora-se hoje, a 15 de Abril, e a Agenda Açores dá-te a conhecer, precisamente, 15 pintores açorianos.
Fazemos a ressalva, no entanto, de que há muitos outros pintores açorianos, cuja obra vale a pena conhecer. Comenta nesta publicação outros pintores açorianos que aprecies! 👩‍🎨
15 PINTORES açorianos que tem mesmo de conhecer
AGENDACORES.PT
15 PINTORES açorianos que tem mesmo de conhecer
Neste artigo poderá conhecer 15 pintores açorianos que tem mesmo de conhecer, desde os mais antigos aos contemporâneos.
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Timor-Leste. “Este não é o Xanana que eu conheci”

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Xanana Gusmão, herói da independência de Timor, foi filmado a esbofetear duas pessoas na rua e dormiu à beira de um hospital. Pode ser resultado da velhice, agravando traumas da guerra, ou frustração por perder o poder, diz a sua amiga Ana Gomes.      Xanana Gusmão, herói da independência de Timor, foi filmado a esbofetear duas pessoas na rua e dormiu à beira de um hospital. Pode ser resultado da velhice, agravando traumas da guerra, ou frustração por perder o poder, diz a sua amiga Ana Gomes.     &etilde;

Source: Timor-Leste. “Este não é o Xanana que eu conheci”

AFEGANISTÃO OS TALIBÃ GANHARAM MAIS UMA GUERRA

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DIZ O TALIBAN:
“NÓS GANHÁMOS A GUERRA E A AMÉRICA PERDEU”
Taliban mayor: ‘We won the war and America lost’
By EUOBSERVER
TODAY, 07:13
“We have won the war and America has lost”, Haji Hekmat, a local mayor for Afghanistan’s Islamist army and shadow government, the Taliban, has told the BBC, echoing wider sentiment in the country following a US announcement that it was pulling out remaining troops in September. The US invaded Afghanistan in 2001 after the 9/11 attacks. It currently has some 3,500 soldiers there as part of a 9,600-strong Nato force.
May be an image of 4 people, beard, people standing and indoor
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  • Portugal também perdeu esta guerra
    Os militares portugueses que estão no Afeganistão vão regressar a Portugal depois de terem sofrido mais uma derrota na Guerra do Afeganistão
    O que estavam a fazer os militares portugueses no Afeganistão? Não conhecem os militares portugueses o que diz a nossa Lei Fundamental?
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  • E nesta coisa de ganhamos/perdemos, ninguém ganha, embora pense. Pela diplomacia é que vamos, ou devíamos. Mas não aprendemos. E ainda por cima achamo-nos inteligentes e evoluidos. O planeta ameaça rebentar, ruge, abana, cospe fogo. O mar vomita lixo p…

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  • That’s ok, it’s not a necessary war!
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  • vai voltar tudo ao que era antes…
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“Most relevant” is selected, so some comments may have been filtered out.

TERMINOU MAIS UMA LUTA DE GALOS EM TIMOR (xANANA GANHA SEMPRE)

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LUTA DE GALOS
Terminou mais um penoso capítulo em que Timor é fértil desde a sua independência. O corpo do morto foi entregue aos seus familiares. Que repouse em paz ele que não foi tido nem achado. Xanana Gusmão ganhou a luta de galos e o país perdeu. Em Timor Xanana Gusmão ganha sempre. O pais perdeu tempo e seriedade. Veremos qual será o próximo episódio desta luta de galos. Nunca um morto foi tão disputado pelos vivos. Não sei se os mortos pensam. Imaginem vocês o que lhe deverá passar pela cabeça com toda essa trapalhada. Há vidas de mortos que os próprios enquanto vivos nunca imaginariam. Tenham um bom dia.

pf consigne os 0,5% do irs aos colóquios da lusofonia

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CONSIGNAÇÃO DO IRS E IVA... 
                            
indique o nosso nº fiscal, nif 509663133 

 

AICL ASSOC DOS COLOQUIOS DA LUSOFONIA

 

ATENÇÂO A TODOS OS QUE CONSIGNAM 0,5% DO IRS OU IVA A UMA ASSOCIAÇÃO DA SUA PREFERÊNCIA:

Para fazê-lo vão à página das finanças, https://sitfiscal.portaldasfinancas.gov.pt/geral/dashboard

seleccionem,na coluna do lado esquerdo, a opção “Todos os Serviços” -surge uma lista de serviços por

ordem alfabética, procurem Comunicar Entidade a Consignar IRS/IVA https://irs.portaldasfinancas.gov.pt/dadosagregadoirs/consignacao/comunicar

até 31 de março...NOS SEUS IMPOSTOS (declaração de IRS) INDIQUE A AICL PARA
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                            indique o nosso nº fiscal, nif 509663133 

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‘The Crown’: Surda, freira e vítima de Freud, a fascinante história da sogra da rainha Elizabeth II | Brasil | EL PAÍS Brasil

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Alice de Battenberg, mãe do príncipe Philip de Edimburgo que aparece pela primeira vez na terceira temporada da série ‘The Crown’, poderia ser protagonista de uma série própria

Source: ‘The Crown’: Surda, freira e vítima de Freud, a fascinante história da sogra da rainha Elizabeth II | Brasil | EL PAÍS Brasil

mais um texto do LUIS FILIPE SARMENTO

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5.
Era ruivo como um foguetão, o Cabrita, e fora parido no túnel do metropolitano ali para os lados do acontecimento. Sempre gostei dele e ele de mim. Amigos sem estandartes mas com convicções em chamas e sem alertas. Fomos magotes nas praças e a polícia não dava mãos a medir às nossas ocorrências. Bandos como furacões de imagens. Tínhamos a intuição do tempo e do amor. O Levi proclamava-o: «para que tu me possas amar». Olhava-o com admiração sob o seu tapete capilar que lhe cobria as artérias do corpo e as transversais do movimento. O Raposão voava à espera de um corpo que lhe caísse em cima, garantindo que «brotavam tulipas prateadas da calçada». Como ele dizia, «esta é a nossa onda gigante». E ainda nem se falava em surf. O metódico Fritz pensava muito. O Madureira fora sempre um acidente sob nuvens acesas de revolta. O Abel procurava a última moda dos tique-taques. Hoje, creio que éramos anjos como palavras, mas com a vantagem poética da efabulação opiácea e foi só nessa dimensão que existimos na tormenta capciosa da literatura. Bem a enganámos. Quando alguém gritava arrasava a memória do instante, transformava-a numa abstracção. E intuímos que a linguagem como organismo é um mistério assustador, cativante e indecifrável. Galopámos o tempo no último lustro da década de setenta sem saber que os eventos artísticos transcendem os lugares.
6.
Estávamos para além da modernidade. Nem questionávamos musas. Elas deslizavam de jeans, bem justos à pele escultórica, pelos vapores da cerveja, e nós ficávamos de sorriso paralisado, por timidez, ao vê-las estacionar, com sumptuosidade, em frente do nosso nariz. Turbilhões de ideias encostavam nas boxes do tempo suspenso para mais tarde largarmos em corridas contra a demora, fervendo os motores de emoções onde a arte acontecia.
Luís Filipe Sarmento

, «B.-L.», 2021

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o novo normal ou a nova escravatura

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BEM-VINDOS AO NOVO NORMAL |
Conto-vos hoje a história de um amigo, anónimo, e sem qualquer detalhe da entidade patronal por causa dos impedimentos legais.
Foi colocado a trabalhar em casa antes da páscoa de 2020. O meu amigo trabalha num construtor automóvel que tem como público alvo quem se situa da classe média-alta para cima. Por essa altura, abril de 2020, os mercados fecharam e as vendas pararam. A forma da empresa combater a perda de receitas foi, para início de conversa, despedir 1300 pessoas. Aos sortudos que por lá ficaram, cortaram uma percentagem dos salários enquanto recebiam apoio do Estado.
Um dos critérios para despedimento era o conhecimento (ou falta dele) de ferramentas de desenvolvimento no mundo digital. Ou seja, aquelas pessoas cujo trabalho se adaptava melhor ao mundo digital e remoto, tinham maiores probabilidades de não perderem os respectivos empregos.
O meu amigo safou-se apenas com um corte de 5%. Foi bom.
Durante um ano transformou a casa em escritório e pagou, obviamente, as despesas daí resultantes. Água, luz, internet, telefone. No terceiro piso da casa montou um laboratório que consumia a corrente eléctrica de 5 máquinas de lavar.
Durante aquele ano a família teve que conviver, dentro de casa, com os barulhos repetitivos do laboratório durante horas a fio. O meu amigo trabalha com áudio.
Por causa da pandemia e fecho das escolas, o segundo piso da casa ficou transformado em sala de aula.
No piso térreo mantinha-se, apesar de tudo, alguma normalidade.
Ainda assim, disse-lhe, que tinha alguma sorte. Num t2 teria ficado maluco ao fim de um mês.
Entretanto o mercado abriu. E aqui mercado quer dizer China e EUA. As vendas voltaram a disparar e a companhia chegou ao primeiro trimestre de 2021 com os melhores resultados de sempre.
O meu amigo continuou em casa. Ele e mais alguns milhares que, tal como ele, deixaram de usar a água da cantina, a luz do escritório e o papel higiénico do wc partilhado. E como se comprou papel higiénico nesta pandemia, senhores.
O departamento de financas comecou a fazer contas e percebeu que a poupanca era gigante. O trabalho apareceu na mesma e o custo por carro diminuiu, ou seja, o lucro disparou.
Em simultâneo, a pandemia fez com que as compras de bens essenciais pela internet aumentassem exponencialmente e por isso, os rapazes do marketing também comecaram a rolar os dados.
Chegaram à conclusão que dentro de poucos anos a empresa acabará com todos os stands de vendas e passará, exclusivamente, a vender online. Mais uns milhares irão para o desemprego e compraremos um carro, de luxo, como quem encomenda uma pizza bacana com extra queijo (há 20 anos que é o meu “guilty pleasure”).
Numa sociedade cada vez mais fechada e menos aberta ao diálogo, a indústria transforma-se e procura o lucro que existe no el dorado do trabalho online. Com a vacinacão em crescente e o regresso ao trabalho presencial por semanas, as chefias do meu amigo já avisaram que a flexibilidade está para ficar. Ou seja, quem quiser poderá continuar a trabalhar de forma remota, pelo menos parcialmente.
O meu amigo diz-me que não ficou muito aborrecido. Por vontade dele sentava-se em San Pedro, nas águas do Belize, e trabalhava de lá, indo ao escritório uma vez por mês para almocar com os colegas.
O que o meu amigo não percebe é que o CEO dele, ou os outros, não estão preocupados com o bem estar ou flexibilidade necessária à vida dele. Ou de outros como ele. Estão apenas interessados em criar robots que produzam o máximo, investindo a empresa para isso o mínimo possível.
Disse-lhe para multiplicar a realidade dele e dos milhares de colegas por mais uns milhões. Da mesma área profissional, semelhante ou até diferente. Seguradoras, bancos, servicos, tecnologias, quem sabe até ensino e saúde. Disse-me que parecia ser um boa e elaborada teoria da conspiracão, inspirada no mundo pós-pandemia.
Respondi-lhe que parece ficção, de facto, mas é real.
Bem-vindos ao novo normal.
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Aníbal C. Pires, Sandra Cardoso and 117 others
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  • Tenho uma amiga que sente novidades iguais à tua e que diz que não se importa também do novo normal. E eu confrontei-a e disse-lhe se ela se rala com todos os trabalhos que agora não encaixam no novo normal. E ela com muito egoismo disse “tenho o meu, …

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      Maria João

      , parece-me é que se comecam a reduzir as necessidades no mercado profissional e a virar tudo para blá blá blá online.

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    • Tiago Franco

      é curioso que digas isso porque mesmo dentro do meu trabalho sinto isso. Mais tempo a analisar o que devia ser feito, do que efectivamente o que estamos a fazer. Soa-me sempre a inventar trabalho que só serve para justificar os analistas q…

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    • Maria João Pessoa

      adorei a referência wall-e 😁 e realmente…a bolha de consultores e analistas tinha de rebentar. Ficou impossível injectar mais redundâncias no sistema. Mas é um conceito complexo de explicar à funcionária do supermercado que me pergu…

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      • 10 h