em 2015 o Museu da Graciosa ganhou um clavicórdio

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Terry Portugal Costa

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Museu da Graciosa
Chrys Chrystello

conheces?!? 🤪😎

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J Chrys Chrystello oferece este instrumento [herdado da sua família materna Magalhães, da Eucísia, Alfândega da Fé], ao museu da Graciosa como prova da sua dedicação à açorianidade e preito a esta ilha amante da música mas sempre tão esquecida

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a sua história consta do livro Chronicaçores uma circum-navegação 2011…Extrato das páginas 115-117

Na aldeia ora quase deserta da Eucísia, Alfândega da Fé, distrito de Bragança, a casa de seus avós estava também abandonada e arruinada, como tantas outras, sucumbindo à inexorável e reivindicativa voragem do tempo. A natureza readquire tudo que o homem constrói. Não houvera um pastor Manuel Cordovão, como no livro [de Daniel de Sá] “O Pastor das Casas Mortas”, para cuidar daquela e doutras casas. Iam ficando desabitadas, os donos ausentes ou mortos sem que alguém fosse lá acender a lareira da sua História, das famílias que ali tinham vivido e sonhado.

 

Ali, albergavam-se memórias de meninice que nenhuma autobiografia publicitaria. Além, habitavam esconsos sonhos e pensamentos que nunca chegariam a ser escritos numa folha de papel. Era o refúgio secreto das infâncias que a idade e a maturidade não revelavam nunca nem às almas gémeas. Havia toda uma mitologia lendária de contarelos, de pequenos episódios e de grandes celebrações pascais, que a recordação desvanecera e atenuara mas, conquanto esmaecida, ainda havia fragmentos de imagens, sons e cheiros a preservar.

 

Do brasão original com as armas da família Madureira Magalhães e do armário, antiquíssimo de séculos, onde estava embutido, nada restava além da imagem que uma máquina fotográfica, a preto e branco, registara na década de 1960. Esse aparador e outras peças ancestrais foram sucessivamente vendidos ou trocados por candeeiros de plástico e quejandos modernismos. Um aparador (armário) daqueles valia uns bons quinhentos mil réis (500$00 escudos = € 2.50 euros) que era em 1965 o valor dum novo lampião de plástico com três velas elétricas para pendurar nos altos tetos de talha, trabalhados e pintados à mão. Na época, na família quase ninguém valorizava antiguidades. Os que as poderiam apreciar não viviam lá, afastados destas e outras transações mundanas labutando no bulício impiedoso das cidades onde trabalhavam. Muitos foram os antiquários da época que enriqueceram fazendo uma verdadeira razia pelo interior do país em busca de peças valiosas.

 

Em casa apenas uma única peça antiga sobreviveu e data de 1794. É um clavicórdio, com algumas teclas ainda em bom estado, a maioria das cordas intacta mas a necessitar de uma reparação profunda e dispendiosa. Era a única coisa de valor que restava na casa.

 

No sec. XV, os primeiros clavicórdios tinham 20-22 cordas de latão, a vibrar num sistema simples e original, mas pouco eficaz. Na ponta da tecla havia uma pequena lâmina metálica (chamada tangente), montada em posição vertical. O movimento da tecla fazia a tangente encostar à corda que era então mais “agitada” do que vibrada. Entre o séc. XV e XVIII o clavicórdio passou por vários estádios experimentais numa interessante evolução. As teclas aumentaram para 50, agrupadas sobre 5 pestanas, tal como no KE chinês, um instrumento de corda beliscada. Foi em 1725 que o germânico Daniel Faber fabricou um clavicórdio com uma corda para cada tecla e uma fita de feltro entrelaçada na parte não vibrante das cordas para evitar vibrações desnecessárias e desagradáveis.

 

É portanto desta época o clavicórdio que existe lá em casa (data de 1794).

 

No início do séc. XVIII o clavicórdio reúne já quatro caraterísticas do piano moderno: Tampo harmónico independente, cordas de metal, a agitação da corda por percussão e finalmente os abafadores para interromper a vibração das cordas quando se larga a tecla. Apesar do seu volume de som ser muito fraco, o clavicórdio produzia delicados gradientes de toque, permitindo executar crescendos e diminuendos como até então não tinha sido possível. João Sebastião e Emanuel Bach escrevem para este instrumento, tirando partido das possibilidades de vibrato que o mecanismo proporciona.

 

Tem-se deteriorado progressivamente este clavicórdio abandonado e condenado a apodrecer. Quem sabe quais os seus avoengos que o terão tocado, e para quê? Teria sido usado em declarações apaixonadas de amor ou em estudos religiosos que a isso também eram afeitos? Teria servido para alguma cerimónia mais formal na igreja que ali ao lado foi construída no século XIX? Teria servido para entreter os convivas que vindos de longe visitavam aquela imponente casa de gente culta e dada à música?

 

Da coleção de instrumentos, em tempos existente naquela casa, sobraram apenas os do bisavô que o primo em Ponta Delgada ora guardava ciosamente. Não sobrevivera o bandolim de oito cordas, pertença do seu avô de Vimioso que recorda vagamente ter sido tocado nas férias, a contragosto da avó materna que não ia muito em assuntos de música, fosse ela qual fosse. Dos seus tios e tias-avós não lhes sabia dons musicais pelo que se presume terem perdido a vocação do bisavô.

 

Nada disto se sabe nem se saberá. Nem a sua mãe guarda memórias de tais eventos na meninice ali passada antes de ir para Bragança estudar. É curioso haver tantas perguntas e ninguém sobrevivo para lhe dar resposta. Pena não as ter questionado enquanto podia mas então os seus interesses eram outros e não estava inclinado a recriar mentalmente os hábitos e costumes dos seus antepassados.

 

Restava especular qual o uso intenso, a avaliar pelo estado do teclado, que o clavicórdio terá tido em mais de duzentos anos de existência. Como terá chegado até ali? Transbordado de cavalo em cavalo ou de carruagem em carruagem desde a Inglaterra (ou seria mesmo da Alemanha?) até aquele recôndito lugar nessa ilhoa perdida do nordeste transmontano. Como terá sido encomendado? Terá alguém ido, propositadamente, ao fabricante buscar tão valioso instrumento? Porquê um clavicórdio que até é mais típico das mãos femininas do que o seu parente mais comum, o piano?

 

Podem adiantar-se vários cenários alternativos, pode até ter sido ganho num qualquer jogo de azar ou de cartas a algum nobre das vizinhanças. Ou seria o cumprimento de uma promessa à mulher ou a uma filha como forma de a dotar de mais um predicado para o

de mátrias e pátrias

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in ChrónicAçores uma circum-navegação 2011

Foi então. Nesse dia, pela primeira vez, a escassos metros da que fora a minha casa em Bragança, frente ao castelo e ao presépio de S. Sebastião, senti um apelo inesquecível. Foi então que me senti transmontano dos quatro costados, apesar do pouco tempo contabilizado a viver na região. Não sabia dizer porquê, mas lembrar-me-ia sempre do instante exato, já era lusco-fusco, quando senti aquela picada no coração, aquela dor profunda de mágoa e alegria, em simultâneo. Tinha acabado de encontrar as raízes. Senti os pés pesados a colarem-se ao solo. Uma experiência que se assemelha ao que se sente quando uma pessoa sabe que está apaixonada e que encontrou a alma gémea para partilhar o resto da vida.

Como alguém disse, em tempos, a pátria não é o lugar onde nascemos, mas o lugar onde o coração habita. Ali estava bem visível. Descobrira-a sem a procurar, instantânea e espontaneamente nas origens e raízes. Bragança mátria. Que disso não restem dúvidas. Jamais senti um apelo emocional tão forte, em parte alguma. Estou mais apegado àquela terra do que imaginei. Inenarrável sentimento. Não se descreve a quem nunca o experimentou. Sentimentos não se partilham em palavras. Para os que têm pátria ou sempre pertenceram a um local, de nascimento, trabalho ou necessidade, esta noção não se explica. Para os apátridas, sem bússola geográfica a marcar o ritmo de pertença, é fácil entender o que atrás se disse. Um dia, tentarei explicar esta afeção. Não se define. É inexpressável.

Já há muito dizia que Sidney era a base terrena. Jamais sentira – antes deste momento mágico -, um tal sentimento de pertença. Mesmo que os coevos bragançanos me não aceitem, não preciso deles para ser aceite. Podemos não ter projetos comuns ou seguir vias díspares, mas são da família e esta não se escolhe. Tal como o meu pai, que disse sempre ser de Afife (Viana do Castelo) embora nascido no Porto, sempre me afirmei australiano. De nacionalidade. Quando me perguntarem donde sou, direi TRANSMONTANO. De Bragança.

Nem de propósito li, no jornal diário, que alguém radicado em Castelo Rodrigo, há anos, dizia sempre “Quando me perguntam donde, digo que sou donde está o coração.” De facto, em Bragança ficou a minha alma. Podia ser habitada por nazis, por espanhóis invasores, por extraterrestres ou pelos meus maiores inimigos, mas sempre a sentiria minha. Essa sensação não se apaga, nem se limpa com lixívia, que para esses sentimentos não há branqueador que chegue. Nada disto sinto em relação ao Porto natal onde vivi um terço da vida.

Nada me diz. Turisticamente, acho a Ribeira e a Foz do Douro espantosas em dia de borrasca e atraentes no período estival. Já a medieval Sé e as velhas ruas do antigo burgo me deixam indiferente, talvez por terem sido desbaratadas e maltratadas, em vez de estimadas e recuperadas. O clima cinzento, as gentes de sotaque desagradável e palavrões vernaculares incómodos. Sonoridades agrestes e demasiado vulgares para ouvidos sensíveis. Pessoas, macambúzias, preocupadas com futilidades. Vi gente em casas da Câmara, pretensamente necessitadas, com carros novos. Iam almoçar e jantar a restaurantes e marisqueiras. Vidas sem um único livro. Mas gabavam o último modelo de telemóvel e TV de plasma.

 

…..

já o Takas, Luis Cardoso de Noronha diz

MÁTRIA E PÁTRIA
Pediu-me uma estudante de literatura se a língua portuguesa é a minha língua Mátria. A minha língua Pátria, respondi. Timor é a minha Mátria e Portugal é a minha Pátria. A ilha de Timor deu-me à luz, o leite materno, a minha língua materna, a cultura, o culto dos antepassados e quando nasci acenderam uma fogueira onde aqueceram água para me darem o primeiro banho. Comecei a conhecer a Pátria na minha infância quando entrei para a escola. Era à luz do petromax que comecei a descobrir um outro país que aprendi a chamar Pátria, também um Deus, uma língua e uma outra cultura. Sou o fruto dessa união. Falo a minha língua Mátria e escrevo na minha língua Pátria. Fiz uma tradução livre para tétum do poema ” As velhas florestas de agora” de Fernando Sylvan que a RTP 2 brevemente transmitirá. Direi na altura própria. Bom fim de semana.

torga censurado e detido, nunca esqueceremos!

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CLARIDADE
Quando o terceiro volume de “A Criação do Mundo” (1939), de Miguel Torga (1907 – 1995), foi editado, a polícia política apreendeu o livro e prendeu o escritor na cidade de Leiria, onde nessa época vivia e trabalhava.
Salazar não admitia a expressão da repugnância que os ditadores provocavam ao poeta, nomeadamente Mussolini que, à época, arrebatava os italianos com os seus inflamados discursos, e da dor sentida, a partir de uma vivência in loco, perante a destruição de Espanha durante a Guerra Civil que opôs republicanos e nacionalistas (liderados por Franco).
De Leiria, passados alguns dias, Miguel Torga foi transferido para a cadeia do Aljube, em Lisboa, onde escreveu, entre outros, um poema magnífico em que fala de uma rapariga loira, avistada das grades da cela, e da roupa branca que ela estende numa corda. Um pequeno gesto, porém, com tão grande significado ao nível dos sentimentos do poeta… Como se essa imagem representasse a liberdade sonhada, a paz e o próprio povo português:
Clareou.
Vieram pombas e sol,
e, de mistura com Sonho,
pousou tudo num telhado…
(Eu, destas grades, a ver,
desconfiado.)
Depois,
uma rapariga loira,
(era loira)
num mirante
estendeu roupa num cordel:
Roupa branca, remendada,
que se via
que era de gente lavada,
e só por isso aquecia…
E não foi preciso mais:
Logo a alma
clareou por sua vez.
Logo o coração parado
bateu a grande pancada
da vida com sol e pombas
e roupa branca, lavada.
Chrys Chrystello
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o estado de conservação do Palácio da Fonte Bela.

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Hoje partilho um artigo do amigo Pedro Gomes sobre o estado de conservação do Palácio da Fonte Bela.
No mesmo sentido, acrescentaria o resgate das memórias baleeiras, acautelar as instalações da SINAGA perspetivando-se uma instalação futura do necessário e urgente Museu Regional do Comércio e Indústria e a recuperação efetiva das Locomotivas do Porto de PD.
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  • Concordo. Seria importante recuperar este tão valioso e importantes património da cidade com tão boas memórias para muitos e carregado de interesse arquitectonico.
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    • 1 d

TRISTE POVO ESTE AO QUE CHEGOU…..Namorar com um ciborgue? Mais de metade dos portugueses aceitaria – Ciência & Saúde – SÁBADO

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Somos dos países mais recetivos a ter uma relação com alguém ‘melhorado’. Portugal destaca-se face aos europeus, segundo uma sondagem da empresa de cibersegurança Kaspersky

Source: Namorar com um ciborgue? Mais de metade dos portugueses aceitaria – Ciência & Saúde – SÁBADO

UNESCO associa-se às comemorações do centenário de José Saramago

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A UNESCO associou-se hoje às celebrações do centenário de José Saramago e da primeira travessia do Atlântico Sul em avião realizada por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, anunciou o embaixador de Portugal António Sampaio da Nóvoa.

Source: UNESCO associa-se às comemorações do centenário de José Saramago

J F VENTURA DO PLANO E DOS ORÇAMENTOS , AÇORES

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Dos Planos e dos Orçamentos…

ERA UMA VEZ!

Aproxima-se a todo o momento, a discussão em plenário da ALA, do Plano e Orçamento apresentado pelo XIII Governo dos Açores em exercício desde 24 de novembro de 2020 com a sua tomada de posse e, a aprovação do seu Programa pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores na data de 11 de dezembro de 2020…

Desde a apresentação do Plano e Orçamento algumas intervenções pelos “eleitos” já se ouviram e se leram através dos OCS. “Incertezas” nas suas declarações e intenções de voto, são algumas “certezas” com que ficamos nos “nis” que são, q.b. Governantes em “ativo”, temos uma minoria num governo dos maiores, desde a implantação de uma Autonomia submissa e servidora de uns famigerados políticos com poucas exceções. Do alto da sua “cátedra” no Palácio Cor de Rosa, o presidente Bolieiro, desfaz-se em promessas de apoio a todas as romarias que ao mesmo recorrem. No palco das atuações político-governamentais, o estrelato pertence a Clélio Meneses, secretário da Saúde e Desportos e, à sua equipe contratada.

Dos documentos referidos neste nosso trabalho,” Dos Planos e Orçamentos” constam nos mesmos, as intenções políticas de acção governativa de um Povo que entrega por plebiscito a um grupo de cidadãos constituídas no chamado de “Partido”, a condução dos seus destinos durante um período geralmente constituído por quatro anos de mandato.

No Plano como indica a palavra, as intenções de acção nos setores implícitos à economia, saúde, educação, segurança, justiça, relações políticas com terceiros na defesa dos interesses territoriais bem como o rol de outras situações de todos nós conhecidas.

Do Orçamento podemos dizer que é o documento que prevê e autoriza as receitas e as despesas a efetuar pelo Estado no nosso caso pela chamada de Região num determinado período de exercício anual e no respeito ao Plano apresentado

Num “orçamento” existem 3 elementos decisivos: o económico (previsão da atividade financeira) o político (autorização para a realização de atividade proposta) e, o jurídico (controle legislativo dos poderes das administrações públicas no domínio financeiro no caso da ALRAA)

Atenção quanto baste, exige-se na adaptação das despesas às receitas. A sua limitação, permite a gestão eficiente e racional dos dinheiros públicos. A definição de políticas financeiras, económicas e sociais deverão ser cuidadosamente escolhidas na promoção do desenvolvimento económico com a promoção e a criação de emprego, a garantia da estabilidade dos preços, assegurar o equilíbrio das contas externas (nomeadamente a defesa dos nossos interesses junto do poder central e comunitário)

Como Região distante dos meios de decisão e usada no proveito de terceiros, obrigam-se os governantes e os seus “fiscais” a pensarem muito e bem no bem-estar do Povo que lhes entregou um “capital” que deve ser devidamente remunerado.

O Governo no seu “Plano” deverá ser, equilibrado e sério no seu conteúdo. Se prometeu deve cumprir. O ditado diz que “o Inferno está cheio de boas intenções” à “Assembleia” como entidade fiscalizadora do cumprimento das promessas e da execução do Orçamento, exige-se, uma acção despida de partidarites agudas e levianas. Daí… o “ERA UMA VEZ”

Região Autónoma dos Açores – Presidência do Governo

Departamento Regional de Estudos e Planeamento dos Açores

PLANO PARA 1986 – (a Pág. 96)

PROGRAMA Nº 33 – PROTECÇÃO DA PRODUÇÃO AGRICOLA

Objetivos: – Defender a Região contra a entrada de doenças e pragas; Divulgar os novos métodos de defesa das culturas contra as pragas; Garantir a qualidade das sementes e do material de propagação. (Dotação ……. 12,0 mil contos)

PROGRAMA Nº 34 – PRODUÇÃO E MELHORAMENTO ANIMAL

Objetivos: – Manutenção das ações de melhoramento genético dos efetivos pecuários regionais, com o fim de melhorar a produtividade; – Estimular a produção de outras espécies para além da bovina; -Melhorar as características do efetivo bovino, através da inseminação assistida. (Dotação …… 63,0 mil contos)

PROGRAMA nº 35 – SANIDADE E HIGIENE PÚBLICA VETERINÁRIA

Objetivos: – Defesa sanitária da Região contra a introdução de zoonoses; – Campanha de luta contra a tuberculose, brucelose, mamites e parasitoses; – Melhoria de qualidade higiénica dos produtos. (Dotação ……… 88,0 mil contos)

Até hoje se aguarda a construção de duas estações de Quarentena para o efeito e, a construir nas Ilhas – Terceira e S. Miguel.

A omissão de Execução do Plano da Região Autónoma dos Açores para 1986, no que se referia a “Sanidade e Higiene Pública Veterinária, traduziu-se na omissão de um ato de gestão pública por parte do governo de então e de cor laranja, que levou ao encerramento de uma promissora empresa com mercado internacional e que perante o não-reconhecimento dos Açores como zona indemne de doenças animal, levou ao seu encerramento embora o seu proprietário até tivesse sido reconhecido como empresário do ano em 1988 pelo número de emprego jovem alcançado.

Recomendo a leitura do Artigo de Opinião publicado no AO a 1 de novembro de 1998 da autoria do Médico Veterinário Dr. António Manuel Cabral, intitulado “O passado que deveria ter sido futuro” no qual o mesmo escreve; ”Tínhamos obrigação de ter conseguido para estas ilhas um Estatuto de Zona Indemne que nos permitisse controlar com muito rigor tudo o que aqui entra porque disso depende o futuro dos nossos filhos”

Atenção Açorianos estejam atentos “Os Planos e Orçamentos” são o que são… Quantas vezes construídos para uma selecionada clientela.

“Os políticos têm todos a mesma política”

Eça de Queirós

José Ventura

PADRE ANTÓNIO VIEIRA ROUBOS À PORTUGUESA, DESDE SEMPRE

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Muito oportuno!
“Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.”
Pe António Vieira, in ‘Sermão do Bom Ladrão’
Jesus expulsou os vendilhões do Templo. O Padre Antônio Vieira pregou sobre os bons e os maus ladrões. É facto que existiram em todos os tempos. Mas no Séc. XXI, em Portugal, os Alexandres sofisticaram os meios de tal maneira que ladrões e Justiça andam de braço dado. O povo assiste escandalizado e impotente. Não há volta a dar !!!!…
Temos sol e lindas paisagens!