o mamarracho ilegal das sete cidades fez anos e continua de pé

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Sete Cidades – E o “Mamarracho continua lá plantado, impávido e sereno”
Há muito tempo que não passava neste paraíso – Sete Cidades! Hoje, ao circular por esta Freguesia, fiquei triste, revoltado com quem gere a defesa do nosso património. Em 26 de Maio do ano de 2020, publiquei uma foto idêntica a esta, tirada hoje, com a seguinte legenda: “Esta “obra” na rua principal da Freguesia de Sete Cidades, não será um atentado ao património construído nesta rua e na Freguesia?”
A resposta das diversas Autoridades foi de que a obra era ilegal, seria dada ordem de demolição!
Passados quase dois anos e, lá está, o “mamarracho” denegrindo e ferindo um local que devia de ser preservado por quem tem a responsabilidade para o efeito!
Em que País vivemos?
Como se pode acreditar nas Autoridades que têm o dever e obrigação de zelar pelo nosso património, pelo interesse público?
Vergonhoso!
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a fortuna da família espírito santo do bes levantada a tempo

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A CAUSA DAS COISAS
Um mês antes da queda do BES, os elementos do clã desdobraram-se em movimentações para salvaguardar algum património financeiro. José Maria até terá contado com a ajuda do antigo presidente do Deutsche Bank, que chegou a ser suspeito de violação do segredo de justiça.
Os números não enganavam: depois de décadas de reconstrução e consolidação do poder, o impérito dos Espírito Santo estava a um passo de cair num precipício. Mas, antes da queda, o clã Ricciardi conseguiu salvar algum património financeiro, através de uma série de movimentações que foram reconstruidas pelo Ministério Público num processo que correu paralelamente ao chamado “caso BES”. No final, tudo foi arquivado por falta de prova suficiente.
Vamos ao início da história: ao mesmo tempo que decidiu pela resolução do BES, que chegou ao final de julho de 2014 com prejuízos na ordem dos 3,5 mil milhões de euros, o Banco de Portugal determinou ainda uma espécie de congelamento das contas bancárias e outros produtos financeiros de “pessoas especialmente relacionadas” com o banco falido, sujeito a a sua movimentação a uma autorização do regulador.
A primeira tentativa para movimentar dinheiro ocorreu logo a 2 de julho de 2014, com Filomena Ricciardi, irmã do banqueiro José Maria Ricciardi, a ordenar a transferência de 1,2 milhões de dólares (938 mil euros à época) domiciliados no BES para uma conta aberta no Barclays do Estoril (o grupo inglês, entretanto, vendeu a sua operação em Portugal ao Bankinter). Quando a medida de resolução do Banco de Portugal foi anunciada, a 3 de agosto, Filomena ordenou a transferência do montante para uma outra conta no mesmo banco, mas de um amigo: Francisco Sousa e Mendonça. “Em alternativa, solicitou que tal valor lhe fosse entregue em numerário ou que fosse transferido para a conta de uma amiga, Maria Casal Ribeiro Bravo”. Tal só não aconteceu, porque o banco, no dia seguinte, e já depois de ser publicamente conhecida a medida de resolução, alertou o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que suspendeu a operação.
Também o comandante Ricciardi, pai de Filomena e de José Maria, tentou retirar algum do seu património fora do alcance do Banco de Portugal e do Ministério Público. A 11 de julho de 2014, António Ricciardi ordenou a transferência de 500 mil euros de uma conta domiciliada no BES para uma no Barclays, da qual era titular juntamente com os filhos José Maria e António Ricciardi. Entre os dias 31 de julho e 1 de agosto, a conta foi ainda provisionada com fundos provenientes da venda e resgate de aplicações financeiras, pertencente ao líder do clã, no valor de 514 mil euros.
Com a conta a exibir um saldo de um pouco mais de um milhão de euros, no dia seguinte à resolução do BES, “António Ricciardi solicitou o levantamento em numerário”, lê-se no despacho do Ministério Público, de um milhão de euros, mas apenas lhe foram disponibilizados 20 mil. No mesmo dia, 4 de agosto, António Ricciardi ordenou a transferência de 689 mil euros para uma conta no Deutsche Bank, enquanto que 311 mil euros foram mobilizado para a amortização de um financiamento no próprio Barclays.
A 5 de agosto de 2014, o DCIAP emitiu um despacho, ordenando a suspensão de todos os movimentos nas contas do Barclays, documento que ainda foi a tempo de congelar 477 mil euros fruto do resgate de aplicações financeiras. No total, o Ministério Público conseguiu congelar 1,2 milhões de dólares numa e 477 mil euros numa segunda conta ligada ao clã Ricciardi.
Além do Barclays, o Ministério Público também detetou movimentação de capitais da família Ricciardi no Deutsche Bank, que entretanto vendeu a sua operação de retalho aos espanhóis do Abanca. “No âmbito de obstar a que os seus ativos fossem objeto de medida que os privasse da sua disponibilidade”, refere o Ministéri Público, o comandante Ricciardi, os filhos e a mulher de José Maria, Teresa Ricciardi, “decidiram abri contas no Deutsche Bank para as quais seriam transferidos valores mantidos” noutras instiuições.
A primeira conta foi creditada com 1,2 milhões através de duas transferências: 352 mil euros, a 22 de julho; 852 mil euros a 25 de julho de 2014. Depois de ter pedido cheques sobre essa conta, Filomena Ricciardi apresentou, a 4 de agosto, no balcão do Deucthe Bank de Cascais uma requisição de um cheque bancário no valor de 1,2 milhões de euros. No mesmo dia, o diretor do balcão pediu a uma empresa de transporte de valores a “movimentação urgente” de 1,2 milhões em numerário para o balcão de Cascais.
O diretor do balcão pediu informações internas sobre se existia alguma penhora, arresto ou bloqueio em relação a Filomena Ricciardi, sem nunca mencionar que a conta era titulada, por exemplo, pelo comandante Ricciardi, “pessoa especialmente relacionada” com o universo BES. A quantia acabaria por ser entregue no balcão de Cascais a 5 de agosto. E Filomena Ricciardi recebeu o valor do cheque em 24 sacos com 2400 notas de 500 euros.
Naquele mesmo dia, o banco recebeu um fax do DCIAP a ordenar a suspensão dos movimentos de contas bancários do comandante Ricciardi e do seu filho, José Maria. O documento, porém, já não chegou a tempo de impedir o levantamento dos sacos. O DCIAP ainda insistiu, tentando apurar a hora do levantamento. Para isso, pediu, a 11 de novembro de 2014, as imagens de videovigilância da agência de Cascais relativas ao dia 5 de agosto de 2014.
O banco começou por responder que as imagens tinham sido já destruídas. Depois, remeteu o Ministério Público para a empresa ISS Facility, alegadamente responsável pela videovigilância da agência de Cascais. Questionada, esta empresa referiu que a prestação de serviços de segurança tinha sido subcontratada à Securitas, mas só em 2015. No ano anterior, sublinhou a ISS Facility, era o próprio Deutsche Bank que realizava a recolha e tratamento da videovigilância.
Para tentar encontrar os 24 sacos com dinheiro, os procuradores do DCIAP decidiram fazer, em setembro de 2014, uma busca à casa de Filomena Ricciardi, onde encontraram um documento escrito pelo pai, no qual era referido que parte do dinheiro levantado no Deutsche, 652 mil euros, tinha sido utilizado para pagar uma dívida às Finanças. Ou seja, alguém entrou com 652 mil euros em notas numa repartição de finanças e pagou uma dívida e a autoridade Tributária emitiu o respetivo documento de liquidação do IRS.
O amigo Bernardo Meireles
José Maria Ricciardi também, segundo o despacho de arquivamento consultado pela SÁBADO, mantinha uma relação próxima com o Deutsche Bank e o seu presidente, Bernardo Meireles, que chegou a fazer parte da comissão de honra de Ricciardi quando o banqueiro se candidatou, em 2018, à presidência do Sporting.
Em julho de 2017, José Maria Ricciardi, juntamente com a mulher, Teresa Meneses Ricciardi, abriram uma conta no Deutsche Bank, no valor de 312 mil euros, transferidos do BES. Apesar de toda a situação pública e notória do Grupo Espírito Santo, nas fichas internas do banco não foi apontada qualquer tipo de ligação do casal ao grupo em pré-falência. No mês seguinte, e já após a medida de resolução, José Maria Ricciardi abriu uma segunda conta no “private banking” do Deutsche para onde pretendia transferir fundos do Credit Suisse de Londres.
Porém, com a ordem de congelamento de contas emitida pelo DCIAP, José Maria Ricciardi e Bernardo Meireles terão combinado que a disponibilização de fundos passaria por um financiamento do banco à sua mulher, através de uma conta corrente caucionada, tal como teria sido combinado com Bernardo Meireles. Isto depois de Ricciardi, segundo o Ministério Público, ter sido informado pelo próprio banco de que a conta aberta se encontrava congelada à ordem do DCIAP.
O antigo presidente do Deutsche Bank chegou a ser constituído arguido no processo por suspeitas de violação do segredo de justiça – uma vez que terá comunicado a Ricciardi a medida de congelamento de contas, antes do banqueiro transferir de Londres os fundos -, mas o MP não recolheu prova suficiente para uma acusação. No fundo, como refere o despacho, uma vez inserida no sistema, a ordem de suspensão dos movimentos era do conhecimento de praticamente todos os funcionário dos Deutsche e José Maria Ricciardi, como pessoa conhecida e influente na banca portuguesa, poderia ter obtido essa informação por outra via.
O Ministério Público equacionou ainda uma acusação ao clã Ricciardi por branqueamento de capitais, mas admitiu a ausência de um crime precedente que explicasse a origem do dinheiro movimentado.
Os 24 sacos de notas de 500 euros levantados pelo clã Ricciardi
SABADO.PT
Os 24 sacos de notas de 500 euros levantados pelo clã Ricciardi
Um mês antes da queda do BES, os elementos do clã desdobraram-se em movimentações para salvaguardar algum património financeiro. José Maria até terá contado com a ajuda do antigo presidente do Deutsche Bank, que chegou a ser suspeito de violação do segredo de justiça.
Artur Arêde and 2 others
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Governo dos Açores levanta cerca de Ponta Garça e mantém a de Rabo de Peixe – Jornal Açores 9

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“O Governo determinou o levantamento da cerca de Ponta Garça, com a manutenção da proibição de circulação, com a manutenção do encerramento dos estabelecimentos de ensino, com a manutenção do encerramento dos estabelecimentos de bebidas e restauração”, disse hoje o secretário regional da Saúde, Clélio Meneses, numa conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo. Desde […]

Source: Governo dos Açores levanta cerca de Ponta Garça e mantém a de Rabo de Peixe – Jornal Açores 9

para que serve a vacina?

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Reflectindo ……..”se fôr para ficar tudo na mesma…..para que serve a vacina🧐🤔?! Servirá apenas para que uns “quantos”, “arrecadem” uns triliões € …?! 🤔😉
Se eu for vacinado:
1.- Posso parar de usar a máscara?
– Não, não.
2.- Podemos reabrir restaurantes, lazer noturno, hotéis etc.
E todo mundo trabalha normalmente?
– Não, não.
3.- Serei imune ao covid?
– Talvez, mas não sabemos exatamente, provavelmente não vai impedir que você o contraia.
4.- Se eu contrair, pelo menos não serei mais contagioso para os outros?
– Não, você ainda pode transmitir, possivelmente ninguém sabe.
5.- Se vacinarmos todas as crianças, a escola será retomada normalmente?
– Não, não.
6.- Se eu for vacinado, posso parar o distanciamento social?
– Não, não.
7.- Se eu for vacinado, posso parar de desinfectar as minhas mãos?
– Não, não.
8.- Se eu for vacinado e o meu avô, nós podemos nos abraçar?
– Não, não.
9.- Cinemas, teatros e estádios serão reabertos graças às vacinas?
– Não, não.
10.- Os vacinados poderão viver normalmente?
– Não, não.
11.- Qual é o benefício real da vacinação?
– O vírus não vai te matar.
12.- Tem certeza que ele não me vai matar?
– Não, não.
13.- Se estatisticamente o vírus não me matou de qualquer jeito…
Por que haveria de me vacinar? ′′
– Para proteger os outros.
14.- Então, se eu for vacinado, os outros têm 100 % de certeza de que eu não estou transmitindo o vírus?
– Não, não.
Então a injeção não dá imunidade.
Não elimina o vírus.
Não previne a morte.
Não garante que eu não volte a contagiar-me.
Não impede que eu o contraia se ainda não o tivesse tido.
Não te impede de passares isso aos outros.
Não elimina a necessidade de proibições de viagem.
Não elimina a necessidade de fechar negócios.
Não elimina a necessidade de confinamentos.
Não elimina a necessidade de máscaras.
Então… Porque diabos é que nós realmente o fazemos?
Cortesia Vanessa Ld
Helena Canotilho, Pompeu José Vieira Pais and 12 others
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mulheres indecentes (1920)

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Desobediência à Moral vigente
Mulheres presas por usarem trajes de banho indecentes
Em 1920, a polícia de Nova Jersey prendeu algumas mulheres alegando que os trajes de banho que elas usavam eram muito indecentes.
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  • Não se metam com elas que vos levam a certa!!!!
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    • 23 h
  • Em Portugal, nos anos 60, o chamado Cabo do Mar percorria as praias para fiscalizar os fatos de banho femininos, obrigatoriamente de uma só peça. Ou seja, era proibido usar biquíni.
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    • 23 h
  • Força aí parceiras, não deixemos que nos roubem o que com luta conquistámos!
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    • 22 h
  • Que estejam atentas pois há por aí quem as queira obrigar a esse tempo. Pensem no Batom!
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    • 22 h
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Governo dos Açores considera “inaceitável” cortes anunciados no POSEI – Agroportal

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O Governo dos Açores considerou “inaceitável” os cortes hoje anunciados no regime de apoio às regiões ultraperiféricas (RUP) na agricultura (POSEI) depois de 2022, defendendo o reforço do programa de forma a responder às […]

Source: Governo dos Açores considera “inaceitável” cortes anunciados no POSEI – Agroportal

SIC Notícias | ESTRANHO…Covid-19. China constrói centro de quarentena gigante para travar contágios

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País registou casos da variante do Reino Unido.

Source: SIC Notícias | Covid-19. China constrói centro de quarentena gigante para travar contágios

PEDRO PAULO CÂMARA 2020 MORRE-SE NOS GINETES

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a MORTE nos GINETES (Parte I)
Nos Ginetes, morre-se! Morre-se devagarinho e em silêncio! Morre-se por detrás das persianas cerradas e nas dobradiças das janelas, ou do corpo, que enferrujam sem que alguém se importe, sem que alguém se incomode. Morre-se! E nada nem ninguém permanece eternamente, nem sequer os fetos, mais ou menos reais, da Fonte do Sapateiro. Nem matéria nem essência sobrevivem! Há ruínas em cada rua; mais importante: há ruínas dentro de nós; ruínas vivas que se arrastam pelas ruas avelhentadas desta terra feita de gerações.
Morre-se nos Ginetes. Ou vai-se morrendo, como cortinado roxo que vai perdendo a cor, consumido pela dolorosa luz tórrida de muitos verões. Morre-se. Oh, morre-se em silêncio e na desesperança. Em surdina, nas esquinas, nos cafés, só trivialidades importam e ervas daninhas.
Nos Ginetes, morre-se… ou se deixam morrer. Ou deixam morrer a obsoleta terra.
Cansam-me as metáforas e as abstrações. Concretizemos.
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