votar em 2013 e em 2021 pouco mudou

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638. voto 2, moinhos, 21/8/2013

 

com tanta guerra

e fome no mundo

nós aqui vamos a votos

exercício pueril de democracia

e pretensa liberdade

ciclicamente repetido

para escolhermos quem

nos vai governar

nos vai roubar

nos vai escravizar

fingindo não ver

a fome

a pobreza

a miséria

que nos rodeia

 

(até que nos bata à porta)

voto eletrónico já nas próximas eleições

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  • – porque é que um país que já só aceita declarações de impostos (IRS) via internet não evolui o seu sistema eleitoral da mesma maneira (voto electrónico, voto por correspondência) ?
    – porque é que nós, os votantes, temos de ver, logo na primeira linha do boletim de voto, o nome de um aldrabãozeco que nem entregou o nº de assinaturas necessárias e em que todo o processo burocrático de o eliminar foi superior a um simples acto de exclusão ?
    haja saúde
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  • Chrys Chrystello,Jornalista, tradutor
    BLOG.LUSOFONIAS.NET
    Chrys Chrystello,Jornalista, tradutor

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    • 14 m
  • o voto eletronico não convém, assim como o voto dos emigrantes pois são todos das direitas, dizem os que mandam e os temem.. e eu que não sou nem do centro nem da direita penso que o medo é mau conselheiro, voto eletrónico para todos já….

phishing pouco inteligente

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de info4@strato.de

assunto Sua fatura está online

para endereço que nunca usei em faturas

(nota a minha fatura está a pagamento, por débito direto e a data é o último dia do mês….são mesmo burros…..


SUA FATURA ESTÁ ONLINE

Olá ,
Lamentamos informar que a última liquidação de sua fatura de janeiro de 2021 foi paga duas vezes.

Convidamos você a solicitar um reembolso clicando no link abaixo:

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Observação: se este problema não for resolvido nas próximas 12 horas, nenhum reembolso estará disponível.

Pedimos desculpas por qualquer inconveniente

PORTUGAL E SUÉCIA Tiago Franco · O COLAPSO DO SNS E AS LIÇÕES DESPERDIÇADAS|

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O COLAPSO DO SNS E AS LIÇÕES DESPERDIÇADAS|
Em tempos que já lá vão, um amigo perguntava-me a razão de ouvir a TSF no caminho para Trollhättan. A estrada entre Gotemburgo e a cidade da Saab não passava pela segunda ponte do Feijó e, em princípio, o que por ali se ouvia não me ajudaria muito a chegar ao destino.
Expliquei-lhe que não me conseguia desligar do que se passava em Portugal, mesmo que essa informacão não contribuísse para o desenrolar do meu dia. E disse também, lembro-me, que seria uma questão de tempo até perder esses hábitos.
Enganei-me. 15 anos depois continuo, diariamente, a ler a imprensa portuguesa e a viver a realidade do país. Mais, bastante mais, do que a do país de acolhimento.
A razão, imagino eu, é porque desde que emigrei que penso em voltar e mesmo com o avancar do calendário, mantenho a sensacão de que estou aí, num bairro qualquer perdido entre Lisboa e a Margem Sul, onde as casas foram feitas com madeira.
Quando a imprensa nacional noticiava a Suécia pelos piores motivos no combate ao Covid, era como se fizessem uma ponte entre Gotemburgo e Lisboa. Não é que eu gostasse do que por lá ia lendo, mas sentia-me perto.
Agora viramos o disco e metemos a agulha novamente na primeira faixa (que saudades do vinil). É a imprensa local que vai retratando, espero eu de forma mais fidedigna, o caos em que Portugal mergulhou depois do Natal.
Pegando nesta irmandade luso-escandinava na desgraca covideira, dou por mim a pensar nos lares. Primeiro porque chegam daí os números mais aterradores de mortes e depois, porque as centenas de notícias sobre a falha sueca, algures na primavera de 2020, fazia-me crer que ninguém seria apanhado de supresa junto ao Atlântico.
Produziram-se quilómetros de tinta sobre os lares suecos. Em Portugal escolheram falhas, causas, diagnósticos, solucões. Apontaram-se dedos ao governo, desenvolveram-se teorias sobre o “alívio do sistema de pensões” ou “das vidas humanas menos importantes do que a economia”. Todos sabiam tudo.
É justo perguntar então como é que, quase um ano depois, caímos no mesmo erro com a agravante de deixarmos o SNS perto do colapso?
Todos os decisores sabiam onde estava o maior grupo de risco (isolados e dependentes). Há números oficiais para consulta. Esperava-se nova vaga de infectados numa altura de frio (inverno 2020/2021). O conhecimento sobre o pessoal que trabalha nos lares (pouco qualificado e rotativo) e a própria existência de lares ilegais, são realidades com anos de debate. Em cima de tudo isso, sabemos da debandada de profissionais do SNS (nomeadamente enfermeiros) desde que as carreiras comecaram a ficar congeladas e Passos Coelho lembrou que o mundo não terminava em Elvas.
Ora…não era preciso ser um Zandinga para perceber que esta mistura ia explodir. A nossa reacão, este navegar à vista, parece a discussão anual que temos sobre incêndios no verão (a mata está suja) ou as cheias no inverno (as sarjetas não são limpas).
Portanto, do “milagre no sul da europa”, passámos a fazer as capas alusivas aos caos.
Bismarck dizia que só os tolos aprendem com a própria experiência e que ele, preferia aprender com os erros alheios. Não concordo na totalidade mas deduzo que Bismarck, apelidado de visionário, soubesse que no séc. XXI frases “cool” tivessem muita saída.
Eu ter-me-ia dado por contente se nos gabinetes do Governo alguém se tivesse sentado a pensar nisto. A ver as notícias que em “loop” passavam sobre a Suécia, a juntar as condicionantes portuguesas e a tentar evitar a catástrofe.
Costa disse que o orcamento para a Saúde, este ano, foi algo nunca antes visto. Isso quer dizer que as carreiras dos enfermeiros da funcão pública deixaram de estar congeladas? Segundo o SEP (sindicato dos enfermeiros), havia em 2019 pessoal com carreiras congeladas desde 2002. Foram requisitados para a batalha os hospitais privados? Médicos já são compensados decentemente ou precisam de trabalhar no privado ainda? O pessoal da linha da frente (lares, ambulâncias, urgências) foi vacinado na primeira fase? Foram feitas vistorias aos lares ilegais? Foi criado um pacote de incentivos para evitar a rotatividade de pessoal nos lares legais? Foi dada alguma formacão para evitar que sejam pessoas sem qualquer qualificacão a tratar de “velhos”? Temos hospitais de campanha prontos? Foram feitas contratacões para o SNS?
Eu compreendo que seja difícil controlar lares/pessoal que estão fora da esfera pública mas, há quase um ano que sabíamos que seria por aí a entrada da catástrofe. Ninguém pode dizer que foi apanhado de surpresa.
A sensacão que me resta é de, durante anos a fio, termos negligenciando o SNS. Seja pelo congelamento de carreiras ou pela falta de pessoal. Ou até por aquela ilusão dos seguros que nos levam para as consultas nos hospitais privados. Quando a coisa aperta, e esse dia chega sempre, é para o SNS que corremos.
E argumentos como a falta de dinheiro no período “pré-bazuca” são a evitar porque, recordo, há 12 anos que andamos a desviar dinheiro do OE para a banca privada.
A pandemia, por si só, não explica o colapso do SNS.
Image may contain: outdoor, text that says "DAGENS NYHETER. Nyheter Ekonomi Kultur St Sverige Världen Politik Fakta fragan Världen Intensivvärden nära kollapsi Portugal har högsta smittspridningen i Europa PUBLICERAD 2021-01-17 Tomt pả gatorna Lissabon när samhället har stängt. Foto:Paticia De Melo Moreira/AFP Portugals sjukvard är pả väg att kollapsa. Den senaste veckan har Portugal haft den högsta smittspridningen i Europa i relation till befolkningsstorleken Pả"
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  • Basta ver que chegámos a Janeiro com menos 1000 médicos que em Janeiro de 2020…Só uma ideia, era assim tão difícil ter antecipado em 3 semanas o início do internato médico para o problema ser mitigado? Se eu sozinho consigo encontrar uma pequena solu…

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    Luis de Carvalho replied
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os cuidados no regresso a macau na pandemia

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Diary of a return to Macau during a pandemic.
[The following photo report was provided by Antonio Mil-Homens, local resident and photographer on his return to Macau via a KLM flight from Amsterdam and then an Air Macau flight from Tokyo under special health prevention conditions]
After an almost fully booked flight from Lisbon to Amsterdam and the second one with more correct distance between passengers, we got the amazing decision of the 115 – 109 passengers and 16 crew staff – that would travel to Macau by Air Macau being divided into two smaller groups into two different flights on January 21.
From the start of the travel in Lisbon until we arrived Macau, the safety concerns gradually increased. As mentioned before, the flight passengers capacity kept showing it quite well.
This way, the risk of positive Covid-19 cases upon arrival and subsequent nearby contacts has been reduced.
And that would be the situation, after a passenger testing positive and generate eight closer contacts, instead of the initially 24 considered with everybody on the same flight.
Good judgement, best decision!
Snacks were provided by Air Macau before departure from Narita Airport to Macau, along with protection equipment and, just in case we felt the need to wear it for not using the plane toilet, a diaper was handed out.
Starting at Narita, Tokyo airport, with the distribution of full protection equipment, assigned seats with maximum distancing and perfect identification, Macau Government and Air Macau start assisting us in a complete and well-organized process that, with extraordinary safety measures, aloud to trace the apparently only positive case and make all of us feel safe.
As already mentioned, two flights have been organized, with a one and a half-hour gap, the first departing at 3.30 pm and 5:00pm. I got the second one, departing from Tokyo at 5:00pm and five and a half hours later arrived in Macau at 9:18pm.
If at Narita airport no more test has been done, as we were still under the 72 hours period from the time we tested in Portugal, we got two different Covid-19 tests while arriving at Macau airport.
A quick antigen one, for faster determination and set of quarantine or treatment destination, according to negative or positive results, and a PCR one.
Leaving the aircraft by groups, we kept queuing in four different lanes, related to colour distribution corresponding to test spots, followed by around two hours waiting for results, at numbered seats.
During that period we presented declarations for health check acceptance and did immigration clearance control.
After that we have been divided by two buses, keeping distance control and escorted to the Grand Coloane Resort hotel.
Afterwards, I was informed that one person tested positive, and with eight passengers considered close contacts.
So, different destinations for all of them, the positive case going to the Conde S. Januario Hospital for observation and treatment and the eight close contacts to close observation in Alto de Coloane.
Now, in the first day of a 21 days quarantine period, in really good conditions, lets still keep some hope about the possibility of the rest of the world start to understand that nothing is too much in terms of preventing and fighting this one and all the pandemics.
Nelson Moura.
Macau Business, 23 de Janeiro de 2021.
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Votar é permitido, mas quem se sentar num banco de jardim a ler um livro, incorre num crime de saúde pública…

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Votar é permitido, mas quem se sentar num banco de jardim a ler um livro, incorre num crime de saúde pública… Cúmulo da insanidade de uma sociedade doente e hipócrita… Mas mais doentio é quem fica indiferente a isto…
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Os Açores precisam de um novo modelo logístico”

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Fernando Grilo, especialista em Transporte Marítimo: “Os Açores precisam de um novo modelo logístico”
Fernando Grilo, economista de Transporte Marítimo, consultor e uma das vozes mais ouvidas no país sobre assuntos deste sector, defende um novo modelo logístico de transporte marítimo para os Açores, agora que o novo Governo dos Açores pretende realizar um estudo que avalie um novo modelo de transporte marítimo.
“O modelo de transporte marítimo na Região Autónoma dos Açores é o que está na lei da “Cabotagem Insular”, lei elaborada na Assembleia da República, por pressão dos armadores face a uma mudança no enquadramento legal, decorrendo de um Regulamento de 1992 da Comissão Europeia que determinou “a aplicação do princípio da livre prestação de serviços aos transportes marítimos nos Estados membros”. Mudança altamente disruptiva porque punha em causa a posição competitiva dos armadores que até aí se desenrolava num mercado reservado. A lei teve vários ajustamentos desde o ano de 1998, mas o modelo manteve-se”, escreve Fernando Grilo no site da “Transporte & Negócios”.
“Em consequência: o comércio interno de produtos locais quase desapareceu, a exportação de vários produtos não tem oferta logística que permita colocá-los no continente (por exemplo, carne fresca, peixe, alguns produtos láteos, flores e frutas), fazem-se investimentos vultuosos em armazéns intermédios e centros logísticos na Região e em Lisboa para constituir stocks. Tudo porque a frequência e os tempos de trânsito dos serviços marítimos são inadequados”, afirma o especialista em transporte marítimo.
E acrescenta: “Nos raros debates sobre o assunto quase nunca se menciona um MODELO LOGÍSTICO para a RAA. Por várias razões, algumas reais outras apenas fruto do horror à mudança, o assunto adquiriu o estatuto de “tabu” a vários níveis”.
O importante, sugere o economista, é comparar a estratégia da Boluda Lines para as Canárias com a postura dos armadores que intervêm no transporte marítimo nos Açores.
“No primeiro caso, procura-se construir uma cadeia de abastecimento com o menor número possível de quebras (do produtor ao local de venda ao consumidor). No caso dos Açores, constroem-se armazéns intermédios para constituir stocks e a partir daí entregar em centros logísticos de onde, finalmente, é efectuada a distribuição ao retalho”, conclui.
“No primeiro caso, o transporte marítimo decorre do modelo logístico que importadores e exportadores consideram mais eficiente. No caso dos Açores, o transporte marítimo decorre de uma lei com 22 anos onde os interesses dos importadores e exportadores (a economia regional) não foram tidos em conta, ou pelo menos não o foram de forma eficaz”, adianta ainda.
E questiona: “Não será altura de iniciar um debate sério sobre o tema? De por fim ao “tabu”? Não teriam os três armadores presentes no mercado vantagem em serem os dinamizadores da mudança? O que esperam? Uma mudança por rotura económica do modelo, provavelmente mais perigosa e penalizante para todos? Uma mudança por decreto?”.
Fernando Grilo descreve um novo modelo que nasceu recentemente nas Canárias, embora ressalve que não se pode comparar os dois arquipélagos.
“As comparações entre o transporte marítimo dos Açores e das Canárias têm de ser muito cautelosas porque as duas economias são diferentes. As Canárias têm 2,2 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto per capita de 20.892 euros, os Açores 243 mil habitantes e um PIB per capita de 17.513 euros. O tráfego de contentores é, respectivamente, de 1.400.000 TEU´s e inferior a 140.000 TEU’s”, justifica.
O novo modelo da Boluda Lines, segundo a interpretação de fernando Grilo, indicou como motivador da mudança é a consolidação da sua posição de liderança no mercado. O vetor estratégico-chave da sua ação consiste em por em prática um MODELO LOGÍSTICO que garanta “uma flexibilidade horária de carregamento sem precedentes”:
“Pela primeira vez os exportadores da Península para as Canárias poderão efetuar operações de carregamento a partir de qualquer ponto de Espanha e ligar-se diretamente durante o dia com as saídas marítimas que a Boluda tem programadas a partir de Cádis. A Boluda irá alargar os horários noturnos de descarga nas Canárias de modo a que as mercadorias possam ser entregues nos armazéns de forma imediata na sequência do desembarque do navio”, descreve o economista.
E continua: “Por outro lado, aos exportadores das Canárias serão disponibilizadas saídas diárias a partir dos portos de Tenerife e Las Palmas e beneficiarão de um aumento das ligações inter-ilhas (Fuerteventura, Lanzarote e La Palma) orientadas para satisfazer a procura pelos produtos perecíveis. Os “cut-off” dos navios passarão a ser diários, o que pressupõe, pela primeira vez na história deste tráfego, que perder o embarque de um contentor não implica ter de esperar uma semana”.
“O novo serviço de transporte marítimo, com a denominação comercial DAILY CANARIAS, será suportado em seis navios porta-contentores e numa estrutura logística onde se engloba uma ligação fluvial (serviço feeder) entre Cádis e Sevilha e uma ligação ferroviária Sevilha-Madrid”, prossegue.
“O armador Boluda pretende que a sua organização operacional se converta numa extensão da cadeia de abastecimento dos seus clientes. Com o Daily Canarias os clientes da Boluda passarão a ter menores tempos de distribuição, menos stocks de produtos, uma redução das emissões de gases (maior eficiência ecológica) e, “last but not the least”, uma maior vida útil das mercadorias transportadas”, conclui Fernando Grilo.
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