Inês Sá · A (des)igualdade de um direito

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A (des)igualdade de um direito
Há coisas que, para quem vive nos Açores, não deveriam precisar de ser explicadas. Uma delas é que viajar para o continente não é, muitas vezes, uma escolha. E muito menos um luxo.
Talvez por isso me incomode tanto aquilo a que estamos a assistir.
As novas regras do Subsídio Social de Mobilidade trouxeram dificuldades acrescidas aos açorianos. À complexidade de uma plataforma que está longe de ser simples para todos, junta-se um problema que considero ainda mais grave: a obrigação de pagar antecipadamente a totalidade da passagem, por vezes centenas ou mesmo milhares de euros, para só depois recuperar parte desse valor.
E não consigo deixar de pensar numa pergunta muito simples: quantas famílias açorianas têm capacidade financeira para adiantar esse dinheiro?
Os preços atualmente praticados nas ligações entre os Açores e o continente atingem, em determinadas datas e ligações, valores de 500, 600 ou 700 euros por pessoa. Valores desta dimensão não podem ser encarados como uma realidade normal para quem depende do transporte aéreo para vencer a distância que o separa do resto do país. Muito menos numa Região onde o avião não é apenas uma forma de viajar. É, demasiadas vezes, a única.
E quando falamos de mobilidade não estamos a falar apenas de férias.
Estamos a falar de saúde. De açorianos que precisam de se deslocar ao continente para consultas, exames, cirurgias, tratamentos ou especialidades que não existem na Região. Pessoas que já carregam a preocupação de uma doença e que não deveriam ter de carregar também a angústia de perceber se têm dinheiro suficiente para comprar uma passagem de avião.
Não é aceitável que alguém tenha de fazer contas à sua conta bancária antes de poder cuidar da sua saúde ou acompanhar um familiar que necessita de tratamento.
E custa-me igualmente pensar no que acontecerá já nas próximas semanas.
Setembro aproxima-se e centenas de jovens açorianos vão sair das suas ilhas para ingressarem no ensino superior. Para muitos será a primeira vez que deixam verdadeiramente a sua casa, a família e tudo aquilo que conhecem.
Quem é pai ou mãe sabe o que representa esse momento. A vontade de acompanhar um filho, ajudá-lo a instalar-se, conhecer o quarto ou a casa onde vai viver, perceber se fica bem e dar aquele último abraço antes de regressar aos Açores, não é um capricho. É um momento importante na vida de uma família.
Mas este ano muitos pais poderão não conseguir fazê-lo.
Às propinas juntam-se cauções, rendas, alimentação, transportes, materiais e todas as despesas de começar uma vida longe de casa. Acrescentar a tudo isto passagens aéreas de centenas de euros por pessoa, pode significar simplesmente não ir.
E haverá pais que ficarão nos Açores enquanto os filhos partem sozinhos. Não porque não queiram acompanhá-los. Não porque aquele momento seja menos importante. Mas simplesmente porque não conseguem adiantar mais algumas centenas ou milhares de euros.
É esta realidade que não podemos aceitar.
Porque o verdadeiro problema não está apenas na plataforma, nos procedimentos administrativos ou no tempo que demora o reembolso. Está num modelo que exige que o cidadão tenha primeiro capacidade financeira para só depois poder beneficiar de um mecanismo criado precisamente para garantir a igualdade na mobilidade.
Um direito fundamental não pode depender da capacidade de o financiar antecipadamente. Se para exercer o direito à mobilidade um açoriano tem primeiro de ter centenas ou milhares de euros disponíveis e só depois pode esperar recuperar parte desse valor, estamos inevitavelmente a separar as pessoas entre aquelas que podem e aquelas que não podem.
Quem tem dinheiro, viaja e espera pelo reembolso. Quem não tem, fica.
Dito assim, na sua forma mais crua, percebemos como isto é profundamente injusto.
Viver nos Açores é uma escolha que fazemos com orgulho. Gostamos das nossas ilhas, queremos construir aqui a nossa vida e queremos que os nossos filhos possam fazer o mesmo se assim o desejarem. Mas amar a nossa terra, não pode significar, ou seja, aceitar resignadamente que a geografia nos transforme em cidadãos com menos oportunidades.
No continente, uma família pode procurar alternativas: carro, autocarro ou comboio. Nós temos um oceano pelo meio. Do Faial não existe uma estrada para Lisboa.
E é precisamente por isso que o Subsídio Social de Mobilidade nunca deve ser encarado como uma benesse. Não é um favor que fazem aos açorianos. É um instrumento para compensar uma desigualdade que nasce do território e da nossa condição insular, garantindo que viver numa ilha não significa ter menos oportunidades ou menos direitos.
Podemos discutir plataformas, procedimentos, reembolsos e até mudar o nome do mecanismo quantas vezes quisermos. Mas há uma pergunta à qual temos de responder:
Estamos verdadeiramente a garantir que todos os açorianos podem sair e regressar à sua terra, independentemente do dinheiro que têm na conta?
Se a resposta for não, então alguma coisa está profundamente errada.
A mobilidade não pode depender da sorte. Não pode ser um luxo. E não pode transformar-se num privilégio reservado a quem consegue pagar primeiro e esperar depois.
É um direito.
E os direitos só são verdadeiramente direitos quando chegam a todos!

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Mas por que razão Montenegro não demite Luís Neves? – Eurico Reis – SÁBADO

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Ao deixar arrastar todo este processo em que se procura descobrir que ‘esqueletos’ tem no seu armário o ex-diretor nacional da PJ, o actual ministro da Administração Interna, está a prejudicar enormemente e de forma devastadora o prestígio, a credibilidade e até a eficiência e a eficácia da PJ no combate à criminalidade.

Source: Mas por que razão Montenegro não demite Luís Neves? – Eurico Reis – SÁBADO

Vila Boa de Quires,

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CONHECI ESTA FACHADA EM 1962 com o tio arquiteto Luís Almeida D’Eça e impressionou-me até hoje. No photo description available.

E quando se fala em portas, para mim é inevitável falar das Obras do Fidalgo, também conhecidas como a casa inacabada de Vila Boa de Quires, são constituídas quase apenas pela fachada principal de um edifício do século XVIII. Em ruínas, com grande profusão de detalhes decorativos, é considerada uma das mais extensas e imponentes fachadas barrocas da arquitetura portuguesa. Os motivos para a não conclusão deste edifício permanecem ainda envoltos em mistério…
Mais fotografias em:
e

NÃO HÁ DÚVIDAS KAFKA ERA PORTUGUÊS

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# O Neo, a carta de condução e o maravilhoso mundo da burocracia portuguesa
Então, vamos lá ver se vos consigo explicar.
O Neo, como gosta que o chamem, é cidadão romeno e, portanto, cidadão da União Europeia — aquele projeto que, em teoria, visava unir os povos desta região europeia, em toda a sua diversidade, num espaço comum. Mas não é disso que vou falar, até porque ainda me arrisco a meter os pés pelas mãos.
O Neo nasceu na década de 1960 e emigrou para Espanha no virar do século, onde se estabeleceu e viveu bem até se abater a crise de 2008 e ficar sem emprego. Fosse como fosse, nunca se sentiu propriamente um forasteiro.
Entretanto, conhecemo-nos e, em março de 2009, veio ter comigo a Portugal e aqui ficou, como meu companheiro de vida. Eu, apesar do nome estrangeiro, nasci, fui criada e educada em Portugal e metade da minha família é, de facto, portuguesa — provavelmente da tal raça «pura» lusitana, com pedigree e tudo. Pronto, sou rafeira.
Interessa saber que vivemos em união de facto desde essa época e que, desde então, o Neo trabalha legalmente em Portugal. Aliás, continua efetivo na mesma multinacional onde começou a trabalhar há cerca de 17 anos. Contrataram-no, se bem me recordo, porque acreditaram nas competências dele. E ali se manteve por ser um excelente profissional, acarinhado por colegas e clientes — excetuando, naturalmente, aqueles clientes que, com a delicadeza que os caracteriza, já o convidaram a regressar à terra dele porque estaria aqui a roubar o emprego a um português.
Bem tentámos viver à custa dos famosos subsídios que, segundo certas teorias populares, o Estado distribui generosamente a qualquer estrangeiro que atravesse a fronteira. Não tivemos sorte. Nem subsídios, nem casa oferecida, nem vida de luxo. Uma desilusão.
Já me desviei.
Quando o Neo chegou a Portugal, para começar a trabalhar exigiram-lhe uma autorização de residência. Tratou dela junto do falecido SEF no espaço de poucos dias. Uma trabalheira tremenda: tivemos de nos deslocar de Lisboa a Cascais.
Entretanto, essa autorização caducou e, no emprego, disseram-lhe que, sendo cidadão da União Europeia, já não precisavam dela.
Desde 2009 até hoje, o Neo trabalha, paga impostos, entrega IRS e desconta para a Segurança Social em Portugal. Tem também carta de condução portuguesa há cerca de 16 anos.
Eis o busílis da questão.
A carta caducou há uns meses e o Neo foi renová-la.
IMT. Marcação. Atendimento em Torres Vedras, a nossa atual área de residência.
— Aqui precisamos da autorização de residência, porque o sistema não aceita como identificação o seu documento de identificação romeno nem aceita os restantes documentos como prova de residência.
Mandaram-no ao IMT da Loja do Cidadão de Santarém, onde, segundo nos disseram, talvez conseguissem resolver o problema mais rapidamente.
Lá fomos. Conseguimos fazer coincidir dias de folga para eu o levar até Santarém.
Fomos efetivamente atendidos depressa. Quanto à simpatia do atendimento, digamos apenas que não foi o ponto alto da excursão.
Explicaram-nos que era necessário um título de residência válido para renovar a carta. Outros documentos não serviriam. Contudo, disseram-nos que ainda aceitariam um comprovativo de que tinha marcação na AIMA para renovar o título de residência.
Muito bem.
**Plano R: AIMA.**
Por um pequeno milagre administrativo, o Neo conseguiu ser atendido numa dependência da AIMA em Santarém. Aí explicaram-lhe algo curioso: sendo cidadão da União Europeia, já não precisava daquele título de residência.
Mesmo assim, perante o problema com a carta de condução, marcaram-lhe atendimento para tratar da situação documental.
Para outubro.
No Porto.
Entretanto, o Neo muniu-se do comprovativo dessa marcação e conseguiu atendimento no IMT de Leiria no final de julho, mais de um mês depois da ida a Santarém.
Eu, entretanto, também comecei a investigar e descobri a existência do CRUE — Certificado de Registo de Cidadão da União Europeia — que deveria ter sido requerido à Câmara Municipal quando ele se estabeleceu em Portugal.
Se eu sabia disso em 2009? Não.
Se o Neo sabia? Não.
Se alguém nos informou? Não.
Podemos certamente dizer que deveríamos ter-nos informado melhor. Mas o facto é que não o fizemos e ninguém nos alertou para essa obrigação.
Quando descobrimos a existência do CRUE, o Neo dirigiu-se à Câmara Municipal para tentar resolver a situação. Informaram-no de que, tendo passado há muitos anos o período em que deveria ter requerido esse certificado, já não lhe poderiam emitir aquele primeiro certificado de registo.
Foi então à Junta de Freguesia e obteve, pelo menos, um atestado de residência.
E lá fomos para Leiria.
Nova surpresa.
O comprovativo da marcação na AIMA, que em Santarém nos tinham indicado como suficiente, afinal já não servia. O atestado da Junta também não. NIF, Segurança Social, IRS, contrato de trabalho? Nada disso resolvia o problema.
Segundo nos disseram em Leiria, teria de apresentar o CRUE, um título de residência válido ou prova de que já tinha efetivamente tratado da renovação desse título junto da AIMA.
Deixem-me ver se percebo.
O Neo vive em Portugal desde março de 2009.
Vive em união de facto com uma portuguesa desde 2009.
Trabalha na mesma empresa em Portugal há cerca de 17 anos.
Desconta para a Segurança Social portuguesa há cerca de 17 anos.
Paga impostos e entrega IRS em Portugal há cerca de 17 anos.
Tem NIF, NISS, emprego estável e uma vida inteira documentada pelo próprio Estado português.
Tem um pedido de nacionalidade portuguesa pendente há vários anos.
Conduziu com carta de condução portuguesa durante cerca de 16 anos.
Mas o Estado português não consegue determinar se ele reside em Portugal.
Entretanto, descobrimos outra pequena preciosidade: o Banco Santander, onde recebe o vencimento há cerca de 17 anos, também se recusa a atualizar a morada dele no sistema sem a apresentação do precioso documento de residência. Os cartões continuam, portanto, a ser enviados para a morada antiga.
O Neo tem 60 anos e está a poucos anos da reforma. O emprego fica a cerca de 20 quilómetros de casa.
Onde vivemos, apesar de haver bastante população e até uma escola, os transportes públicos são escassos. Nas férias escolares, pior ainda.
E o Neo trabalha por turnos.
Ultimamente tem feito o turno de fecho e sai às 21h30. A essa hora já não há autocarro para casa.
Tem uma bicicleta elétrica e é assim que vai quase sempre trabalhar. Convém esclarecer que uma bicicleta elétrica não é uma mota: também é preciso pedalar. E o percurso daqui até Mafra é acidentado, com troços de estrada estreitos, sem berma e com curvas apertadas. Sempre que consegue, vai por caminhos de terra para evitar parte da estrada.
São cerca de 20 km para lá e 20 km para cá.
Faça chuva ou faça sol.
Nos dias de maior calor, e porque apesar de estar em boa forma já não tem propriamente 25 anos, vou eu levá-lo e buscá-lo.
20 km para lá.
20 km para cá.
20 km para lá.
20 km para cá.
Só que, quando eu voltar a trabalhar fora de casa, deixarei de ter essa disponibilidade.
Entretanto, decidimos deixar de tentar interpretar o maravilhoso labirinto administrativo português por nossa conta e pedimos aconselhamento ao **A Sua Europa – Aconselhamento**, o serviço europeu especializado em questões relacionadas com os direitos dos cidadãos da União.
E foi aí que a história ficou ainda mais interessante.
Segundo a resposta que recebemos, depois de mais de cinco anos de residência legal em Portugal, o Neo adquiriu **o direito de residência permanente**. Esse direito resulta da lei; não nasce com a emissão de um cartão ou certificado. O documento serve para certificar um direito que já existe.
Mais: foi-nos chamado expressamente à atenção o artigo 21.º da Lei n.º 37/2006, que diz que a posse do certificado de registo ou do certificado de residência permanente **não pode constituir condição prévia para o exercício de um direito ou para o cumprimento de uma formalidade administrativa**.
E diz ainda que a qualidade de beneficiário dos direitos de residência ao abrigo do regime da União pode ser demonstrada **por qualquer outro meio de prova**.
O serviço europeu foi ainda mais concreto: indicou como possíveis meios de prova contrato de trabalho, declaração de IRS, NIF, NISS, contas de água, eletricidade ou gás, contrato de arrendamento ou título de propriedade, entre outros.
Ora, disto o Neo tem para dar e vender.
Com esta informação, voltámos a questionar formalmente o IMT.
E o IMT respondeu.
Reconhece que o Neo não tem CRUE. Reconhece que a Câmara Municipal já não lho emite. Reconhece que a AIMA lhe disse que não necessita de título de residência.
Mas considera que IRS, NIF, NISS, contrato de trabalho, atestado da Junta e outros documentos semelhantes são apenas elementos «complementares».
Para o IMT, continua a ser necessário um documento oficial emitido pela AIMA ou por outra entidade competente que certifique a residência.
Perguntámos então quais eram, concretamente, esses «outros documentos legalmente idóneos» e que outra entidade os poderia emitir.
Nova resposta do IMT: deverá pedir à AIMA uma declaração, certidão ou outro documento oficial que ateste a situação de residência.
E cá estamos.
A Câmara não emite o CRUE.
A AIMA diz que, enquanto cidadão da UE, já não precisa do antigo título de residência e só o consegue atender em outubro.
O IMT exige um documento oficial de residência e considera insuficientes, por si só, os muitos documentos emitidos ou reconhecidos pelo próprio Estado português que demonstram que este homem vive cá há 17 anos.
E um serviço europeu de aconselhamento jurídico diz-nos que a posse do documento de residência não pode ser condição prévia para cumprir uma formalidade administrativa e que essa qualidade pode ser demonstrada por outros meios de prova.
O caso foi agora encaminhado para o **SOLVIT**, a rede europeia criada precisamente para tentar resolver situações em que uma administração pública de um Estado-Membro aplica incorretamente o direito da União.
Também recorremos à Provedoria de Justiça e pedimos formalmente ao IMT que reaprecie a sua posição à luz da Lei n.º 37/2006 e do direito europeu.
Portanto, a história ainda não acabou.
Entretanto, o Neo continua sem poder conduzir.
Continua a trabalhar.
Continua a pagar impostos.
Continua a descontar.
Continua a viver na mesma casa comigo.
Continua, aparentemente, a ser residente em Portugal para receber salário, pagar IRS e Segurança Social.
Só ainda não é suficientemente residente para renovar a carta de condução.
Isto, para mim, continua a parecer loucura.
Um absurdo.
Surreal.
Da próxima vez que ouvirem uma notícia sobre um estrangeiro apanhado a conduzir sem os documentos em ordem em Portugal, talvez valha a pena lembrar que, por vezes, atrás de uma situação aparentemente simples existe uma história destas.
O Neo fala português, vive com uma portuguesa há 17 anos e eu consigo acompanhá-lo aos serviços, compreender cartas, escrever requerimentos, procurar legislação e insistir.
E, mesmo assim, ainda não conseguimos resolver uma questão burocrática que, à partida, deveria ser banal.
Agora imaginem quem chegou há pouco tempo.
Quem ainda não fala português.
Quem não sabe a que porta bater.
Quem trabalha por turnos e não pode passar dias a peregrinar entre Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, AIMA e IMT.
Quem não sabe procurar uma diretiva europeia ou escrever uma reclamação.
Quem não tem ninguém que o acompanhe.
Se para nós isto se transformou numa odisseia, imaginem para essas pessoas.
E talvez o verdadeiro problema esteja precisamente aí.

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Centenas de pessoas cercaram e atacaram viaturas policias, na quinta-feira, em Rabo de Peixe, na ilha açoriana de São Miguel, depois da PSP ter detido 8 suspeitos de tráfico, entre os quais dois dos três cabecilhas de uma importante rede de distribuição de droga.

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O deputado único do PAN no parlamento dos Açores, Pedro Neves, exigiu hoje uma investigação à morte de um touro, que terá ocorrido a 19 de agosto, na freguesia do Carapacho, na ilha Graciosa, durante uma tourada à corda. “O partido espera que a situação seja investigada, de forma transparente, aberto processo de contraordenação e realmente aplicadas […]

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AFEGANISTAO HOMEM 45 CASA MIUDA DE 6 ANOS

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So glad the taliban stepped in to prevent child abuse at 6 years old 🤦🏻‍♂️ this is the reality of the people who the elites are importing to an area near you. People who would marry a 6 year old but won’t abuse them until they’re 9 years old.

Protect your children and keep them out. We already seen the impact this migration has had on the UK where child exploitation is increasing at unprecedented numbers. We must protect the children and keep them out! #islam #migrantcrisis #protectchildren #childabuse #protectkids
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So glad the taliban stepped in to prevent child abuse at 6 years old 🤦🏻‍♂️ this is the reality of the people who the elites are importing to an area near you. People who would marry a 6 year old but won’t abuse them until they’re 9 years old. Protect your children and keep them out. We already seen the impact this migration has had on the UK where child exploitation is increasing at unprecedented numbers. We must protect the children and keep them out! #islam #migrantcrisis #protectchildren #childabuse #protectkids
Estou tão contente por os talibãs terem intervindo para impedir o abuso de uma criança de 6 anosesta é a realidade das pessoas que as elites estão a importar para uma zona perto de si. Pessoas que se casariam com uma criança de 6 anos, mas que começariam a abusar dela quando tivesse 9 anos. Protejam os vossos filhos e não os deixem entrar. vimos o impacto que esta migração teve no Reino Unido, onde a exploração infantil está a aumentar a um ritmo sem precedentes. Temos de proteger as crianças e mantê-las afastadas! #islam #crisismigratória #protegercrianças #abusoinfantil #protegercrianças
Yes for Godsakes, letheratleastbecome a womanbeforemarriage!!
So, letscallit 8 yearsold. Anyolderthatthatandsheillbefar too intelligent for herhusband.
Differentcultureshaveverydifferent societal norms. InNewGuinea some oftheareas are stillsoremote, theystillhaveheadhuntingandcannibalism.
THATseems more acceptable to me thanthissickperversetreatmentofyounggirlsandwomenin Muslim society.
AndBTW….Islamdespiseshomosexuality….andisconstantlymurderingoffenders.
Yethomosexualityisabsolutelyrampantinthe Muslim world…justanotherofthemany

Sim, pelo amor de Deus, deixemna pelo menos tornarse mulher antes do casamento!!

Então, digamos que tenha 8 anos. Se for mais velha do que isso, será demasiado inteligente para o marido.

Culturas diferentes têm normas sociais muito diferentes. Na Nova Guiné, algumas regiões ainda são tão remotas que continuam a praticar a caça às cabeças e o canibalismo.

ISSO parece-me mais aceitável do que este tratamento doentio e perverso de raparigas e mulheres na sociedade muçulmana.

E, já agora… o Islão despreza a homossexualidade… e está constantemente a assassinar quem a pratica.

No entanto, a homossexualidade é absolutamente generalizada no mundo muçulmano… apenas mais um dos muitos