Deco denuncia: dívidas prescrevem, mas cobrança continua

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As dívidas prescrevem mas as tentativas para as cobrar persistem, alerta a Deco que recebe diariamente centenas de queixas destes casos.

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fotoemas fotografias do Porto e poemas dos Açores

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Há portugueses em Macau com raízes em Freixo de Espada à Cinta – RDP Internacional – RTP

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Há portugueses em Macau com raízes em Freixo de Espada à Cinta, terra transmontana muito ligada ao antigo território português a oriente – por razões históricas e familiares. Por isso, é convicção do historiador Jorge Duarte que Macau e Freixo de Espada à Cinta se deviam aproximar. Missionários, familiares e até um navegador, de Freixo […]

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Médica que denunciou casos de negligência no hospital de Faro afastada porque “nenhum cirurgião a quer tutelar” – Sociedade – Correio da Manhã

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“Eu própria também não quero trabalhar num hospital deste tipo”, responde Diana Pereira.

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O INVENTOR DOS MATRAQUILHOS

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Alexandre Campos Ramírez (1919 – 2007) foi o poeta, inventor e editor anarquista que em 1937 inventou os matraquilhos (futebol de mesa)
Originário de Fisterra (Finisterra, Galiza) foi ferido quando a sua casa foi bombardeada pelas tropas fascistas durante a guerra civil de Espanha. Quando convalescia ele teve a ideia de um jogo de futebol de mesa ao aperceber-se que ele e os seus colegas republicanos feridos nunca mais jogariam futebol devido aos ferimentos sofridos.
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Manuel Miragaia Doldán

Melhor dizer e escrever “Fisterra”, o nome oficial.
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NEM PSP NEM NINGUÉM, TOXICODEPENDENTES E DEMAIS FLAGELOS EM PONTA DELGADA

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Socorro !!!
Desculpem a insistência neste assunto mas a passividade das autoridades e dos proprietários levam-me a insistir nele. Uma casa desabitada e à venda na rua da Cruz, desta cidade, perto de vários escritórios, estabelecimentos e moradias é invadida por vadios e tóxico dependentes. Numa primeira fase, liga-se para a Polícia e para imobiliária e alguns dias depois mandam tapar as portas vandalizadas com blocos e a questão parecia resolvida. Ficavam apenas as portas de ferro e vidro do antigo Baú que pareciam difíceis de arrombamento. Passado dois meses, vejo a porta arrombada, certamente com um pé-de-cabra e diversos indivíduos a entrar, a defecar e urinar junto da porta com esgoto para a rua acompanhado de cheiros característicos de tais substâncias. Lá liguei à Polícia e para a imobiliária, há oito dias e o resultado foi nulo até agora. Da Polícia dizem-me que mandariam uma patrulha. Da imobiliária informaram-me que já denunciaram a situação à empresa proprietária. Os assaltantes porém são agora mais e fecham-se por dentro com uma tábua que engata a porta e tapam as montras de vidro com largos papelões. Tudo bem se não houvesse perigo para ninguém. Mas se um daqueles marginais resolver drogar-se e fumar ao mesmo tempo, e pegar fogo naquele velho edifício, quantas das casas anexas vão escapar ao incêndio? Quantas vidas humanas se perderão por incúria dos responsáveis? O meu escritório, há muitos anos, foi assaltado 7 vezes. Queixas, participações, etc. levaram a um julgamento duma criança de 16 anos de que desisti, optando por fechar com grades o rés-do-chão. Depois assaltaram o primeiro andar, entrando pela varanda do vizinho. Mais grades e, a partir daí, a coisa amainou até que puseram à venda o Baú. Que fazer? Uma democracia não pode ser um regime de cobardes e esquecidos. Mudem a lei, deem legalmente mais poderes à Polícia e aos tribunais antes que isto acabe mal
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ciganos

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Ciganos fartos de ser “parente pobre” acusam Governo de falta de consideração (C/AUDIO)
*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***
Lisboa, 11 abr 2023 (Lusa) – As comunidades ciganas estão cansadas de “ser o parente pobre” e acusam o Governo de falta de consideração pela indefinição quanto ao organismo público responsável por tratar das suas questões, criticando igualmente os prazos da nova estratégia nacional.
Em declarações à Lusa, o vice-presidente da Associação Letras Nómadas adiantou que essa insatisfação e as críticas estão expressas num manifesto assinado por nove associações, que será entregue ao Governo, e que motivou um pedido de reunião com a tutela, que já foi aceite mas ainda não tem data marcada.
Bruno Gonçalves explicou que se trata de um manifesto simbólico, mas que não podia deixar de ser feito, chamando a atenção para o facto de ser uma das primeiras iniciativas do género dentro da comunidade cigana, e que isso mostra que os ciganos querem marcar a sua própria agenda.
Segundo o responsável, o manifesto tem dois pontos, expressando, por um lado, “a confusão da indefinição” sobre que organismo público fica responsável por tratar de todas as questões relativas às comunidades ciganas, e, por outro, a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (ENICC), que terminou em 2022 e cuja nova edição o Governo já adiantou que estará implementada no segundo semestre de 2023.
“Nós não somos técnicos, mas da experiência que temos, achamos que ter uma nova estratégia no segundo semestre, em dezembro, é muito difícil de cumprir”, apontou, salientando que a avaliação da anterior estratégia (2013-2022) ainda não começou, para a qual não há ainda sequer caderno de encargos.
Tendo em conta o tempo necessário para a execução destes processos, Bruno Gonçalves receia chegar a 24 de Junho, quando se assinala o Dia Nacional do Cigano, sem nada.
“No dia 24, pelo menos duas coisas nós desejamos: o estatuto do mediador intercultural que seja aprovado, o estatuto de carreira, e que, de facto, no dia 24, se inicie se for preciso a avaliação e a elaboração paralelamente da estratégia nacional para as comunidades”, defendeu, em nome das nove associações.
Acrescentou que essas exigências serão igualmente apresentadas ao Governo na reunião que vier a ser agendada.
Bruno Gonçalves revelou, por outro lado, que na conversa telefónica que teve na segunda-feira com a secretária de Estado da Igualdade e Migrações, Isabel Rodrigues, pediu desculpa pelas sucessivas alterações quanto ao organismo público que ficará com a responsabilidade de trabalhar com as comunidades ciganas.
Segundo o responsável, em reuniões no final de 2022 e já em janeiro deste ano, a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, garantiu-lhes que o Alto Comissariado para as Migrações (ACM) não iria terminar. No entanto, em 14 de março a ministra anunciava no parlamento que a nova Agência Portuguesa para as Migrações e Asilo (APMA), criada no âmbito da reestruturação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), iria absorver o ACM e ficar com as suas competências.
“Alguma coisa externa houve que levou a que essa promessa não fosse cumprida”, apontou, acrescentando que no início de abril, no dia 05, houve nova reunião com a secretária de Estado Isabel Rodrigues, que anunciou que as questões relativas aos ciganos ficariam com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG).
“O que aconteceu é que não passámos para a CIG porque 14 horas depois o que aconteceu é que fomos incluídos na APMA com as minorias. A questão que se coloca é o que são as minorias?”, questiona Bruno Gonçalves.
Sobre esta questão, as nove associações escrevem no manifesto que querem uma clarificação sobre a tomada de decisão, “pois Portugal não assume de forma clara que há minorias no seu território”.
“A adoção do termo minorias foi para facilitar o processo da APMMA?”, questionam, salientando que “esta indefinição do Governo não é saudável” e cria apreensão junto das várias associações ciganas.
Para Bruno Gonçalves, estas sucessivas mudanças demonstram falta de consideração e fazem com que, mais uma vez, os ciganos se sintam o parente pobre.
“Nós estamos cá há cinco séculos e estamos fartos destas omissões”, criticou.
Deixou, no entanto, a garantia que estas associações não vão deixar que haja desinvestimento depois de todo o trabalho feito nos últimos anos e as várias conquistas, dando como exemplo o programa OPRE e os mais de 40 jovens ciganos que concluíram uma licenciatura.
Além da Associação Letras Nómadas, assinam o manifesto a Associação de Mulheres Ciganas, Ribaltambição, Sendas e Pontes, Silaba Dinâmica, Raízes Tolerantes, Associação Cigana de Coimbra, Costume Colossal e Agarrar.
SV // ZO
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algo vai mal na saúde …há encobrimento ou então?

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【A CAUSA DAS COISAS】
Não sei se as instituições estão podres, se as classes profissionais dão guarida a incompetentes ou se o rei vai nu!
Do que se sabe… é o que Diana de Carvalho Pereira refere, que apresentou queixa na Polícia Judiciária, mas também à Ordem dos Médicos, à Entidade Reguladora da Saúde, e à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
No cado da Ordem dos Médicos, o que diz, é que as denúncias “têm de ser verificadas”, mas que “têm contornos de grande gravidade”, mas isso percebemos todos nós.
A coisa passa-se no Serviço de Cirurgia do Hospital de Faro, em que vários casos de erro e negligência foram, supostamente, registados naquela unidade hospitalar entre Janeiro e Março deste ano.
Os factos apontados, terão sido, alegadamente, praticados pelo antigo orientador, que é médico cirurgião. Diana Pereira fala em 11 casos de negligência que denunciou Polícia Judiciária, mas também à Ordem dos Médicos, à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), e à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
“Dos 11 doentes: três morreram, dois estão internados nos cuidados intermédios, os restantes tiveram lesão corporal associada a erro médico, que variam desde a castração acidental, perda de rins ou necessidade de colostomia para o resto da vida. Um dos doentes esteve uma semana com compressas no abdómen”
Para além do médico em causa, Diana Pereira denunciou, ainda, o diretor do serviço. “Conhece os casos das queixas e não decidiu fazer queixa ou afastar o cirurgião em causa. É, portanto, conivente com os actos e foi também, pelo mesmo motivo, alvo das queixas”.
Diana alega estar a ser alvo de represálias.
“Inventaram uma história para me difamar junto ao hospital inteiro. Alegam insanidade, quando a minha queixa é referente a atos clínicos, baseada em provas com meios complementares de diagnóstico e relatos cirúrgicos. Alegam insanidade. Nunca fui um perigo para nenhum doente, ao contrário deles”.
O Ministério Público (MP) abriu um inquérito ao caso e a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e a Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) também estão a investigar.
O que faz entretanto a direcção do Hospital?
Instaura processo de averiguações interna, submete-se ao escrutínio da entidades, mas, pelo sim pelo não, antes de serem concluídas a gravidade das alegações e a necessária averiguação, opta o Hospital de Faro em afastar a médica que fez denúncias de negligência médica, pois claro, que isto do corporativismo ainda é o que era.
Corja, cambada, inúteis, miseráveis, o resto guardarei só para mim!
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Artur Arêde and 2 others

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