açores 1 em cada 4 jovens nem…

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https://www.facebook.com/rtpacores/videos/1288302688786723

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Um em cada quatro jovens nos Açores, entre os 15 e os 29 anos de idade, não trabalha, não estuda e não frequenta qualquer formação profissional.
São os chamados jovens NEET – uma realidade que vai ser discutida numa conferência internacional organizada pelo ISCTE, que irá decorrer em Angra do Heroísmo a 24 de maio.

gostava de vos desafiar a inscreverem-se como oradores no 38º colóquio da lusofonia (Ribeira Grande no Arquipélago de 4 a 8 outº

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ficha rg2023

fichaAICL

meus caros/as

gostava de vos desafiar a inscreverem-se como oradores no 38º colóquio da lusofonia (Ribeira Grande no Arquipélago de 4 a 8 outº incl) num painel à vossa escolha.

Desculpem a insistência mas irei antecipar o fecho de inscrições de oradores pois temos já muito poucas vagas.Se ainda não é sócio/a, se se associar fica isento/a de pagamento da inscrição…
demais detalhes em

38 COLOQUIO 2023 RIB GRANDE

🔗 https://coloquios.lusofonias.net/XXXVIII/

Os temas são

TEMAS E NORMAS

_____________________________________________

TEMAS

TEMA 1 AUTORES LOCAIS E TEMAS

1.1. Gaspar Frutuoso 500 anos depois

1.2. Autores da Ribeira Grande (Cristóvão de Aguiar, Daniel de Sá, Maria de Fátima Borges, Mário Moura, Onésimo T de Almeida, Ruy Galvão de Carvalho, Sacuntala Miranda, etc.) que se distinguiram em qualquer ramo do saber

1.3. Ribeira Grande: o concelho, história, etnografia, geografia, tradições e cultura.

1.4. Outros temas locais

TEMA 2 MULHERES DOS COLÓQUIOS

2.1. homenageadas 2023 CAROLINA CORDEIRO, HELENA CHRYSTELLO E Mª JOÃO RUIVO

2.2 A MULHER-AUTORA NOS COLÓQUIOS (para futuras homenagens de associadas AICL HELENA ANÇÃ, ROSÁRIO GIRÃO, CONCHA ROUSIA, ISABEL REI, LOURDES CRISPIM, Mª, FRANCISCA XAVIER, etc.)

Tema 3 HOMENAGEM 40 ANOS DE VIDA LIVREIRA DE FRANCISCO MADRUGA

Tema 4 LUSOFONIA E LÍNGUA PORTUGUESA

2.1. GALIZA, A LÍNGUA GALAICO-PORTUGUESA

2.2.MACAU

2.2.1. O PATUÁ DE MACAU (PROVÁVEL vídeo de teatro e vídeo conferência)

2.2.2. MACAU, OS PORTUGUESES, AS ARTES, A LÍNGUA

2.3. Língua Portuguesa no mundo. O ensino da Língua nas suas diversas vertentes.

2.4 Outros temas lusófonos, outras ciências do saber lusófono.

TEMA 3 Açorianidades (TEMAS PERMANENTES)

3.1 Literatura de matriz açoriana – Autores açorianos

3.2. Açorianos no mundo ( Diáspora, Macau, Timor, etc.)

3.3. Revisitar a Literatura de Autores estrangeiros sobre os Açores,

TEMA 4 Tradutologia (TEMAS PERMANENTES)

4.1. Tradução d Literatura lusófona

4.2, tradução de e para português

 

A espécie de planta invasora japonesa ‘impossível’ de matar – BBC News Brasil

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A grama retorcida japonesa evoluiu em um dos ambientes mais áridos da Terra;. Agora, os cientistas estão tentando desesperadamente encontrar uma maneira de destruí-lo.

Source: A espécie de planta invasora japonesa ‘impossível’ de matar – BBC News Brasil

PORTUGAL DESIGUAL 2 MILHÕES DE POBRES

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【A CAUSA DAS COISAS】
Portugal Desigual | Um retrato das desigualdades de rendimentos e da pobreza no país
Quão desigual é o país? A pobreza e as desigualdades estão a diminuir ou a agravar-se? E como é que as famílias portuguesas reagiram ao impacto social e económico da Covid-19 e mais recentemente à subida da inflação? As respostas no projeto Portugal Desigual, que resulta da análise atualizada de dados da pobreza e das desigualdades nacionais.
A evolução dos principais indicadores de desigualdade, pobreza e exclusão social recentemente divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, a partir do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento realizado em 2022 (ICOR) evidencia alguns sinais contraditórios que devem ser lidos com um cuidado adicional.
Uma parte desses sinais contraditórios resulta dos diferentes períodos de observação das suas principais variáveis. Enquanto os indicadores de nível de rendimento, de desigualdade e de pobreza refletem a realidade de 2021 os indicadores de privação material e social e de exclusão social traduzem a realidade existente na data do inquérito, isto é Março a Junho de 2022.
Portugal Desigual | Um retrato das desigualdades de rendimentos e da pobreza no país
FFMS.PT
Portugal Desigual | Um retrato das desigualdades de rendimentos e da pobreza no país

12 palavras da Língua Portuguesa de origem celta | VortexMag

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A Língua Portuguesa recebeu vários contributos ao longo da sua história, incluindo palavras com origem celta. Conheça algumas delas.

Source: 12 palavras da Língua Portuguesa de origem celta | VortexMag

Casamansa: a ex-colónia portuguesa que luta pela independência | VortexMag

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Ninguém fala nem ninguém parece preocupar-se, mas há no Senegal uma antiga colónia portuguesa que luta pela independência. Descubra a história de Casamansa.

Source: Casamansa: a ex-colónia portuguesa que luta pela independência | VortexMag

DONA CHICA DA SILVA

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História da famosa D. Chica da Silva (1732-1796)
“Escrava brasileira alforriada ficou famosa pelo poder exercido no arraial do Tijuco, hoje a cidade mineira de Diamantina. Manteve uma relação de concubinato com o Contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira.
Francisca da Silva nasceu no Arraial do Tijuco, atual cidade de Diamantina, Minas Gerais, na época em que o Brasil tornou-se o grande produtor de diamantes.
Filha do português, capitão das ordenanças, Antônio Caetano de Sá e da africana Maria da Costa, foi escrava de um proprietário de lavras, o sargento-mor Manoel Pires Sardinha, com quem teve um filho chamado Simão Pires Sardinha, alforriado pelo pai, recebeu os seus bens em testamento.
Alforria e Luxo
Com 22 anos, Chica da Silva foi comprada pelo rico desembargador João Fernandes de Oliveira, contratador de diamantes, que chegou ao Arraial do Tijuco, em 1753.
Depois de alforriada, passou a viver com o contratador, mesmo sem matrimônio oficial. Chica da Silva passou a ser chamada oficialmente Francisca da Silva de Oliveira. O casal teve 13 filhos e todos receberam o sobrenome do pai , excelente educação e instrução.
Chica da Silva, mulata, frívola, prepotente, impôs-se de tal forma, que o rico português atendia a todos os seus caprichos. O maior deles, como não conhecia o mar, pediu ao marido para construir um açude, onde lançou um navio com velas, mastros, igual às grandes embarcações.
Chica da Silva vivia numa magnífica casa, construída nas encostas da serra de São Francisco, onde promovia bailes e representações.
Era dona de vários escravos que cuidavam das tarefas domésticas da sua casa. Só ia à Igreja ricamente vestida e coberta de joias, seguida por doze acompanhantes. Consta que muitas pessoas se curvavam à sua passagem e lhe beijavam as mãos.
Fim da União
João Fernandes de Oliveira foi acusado de contrabandear diamantes, chegou a ser preso e perdeu parte dos seus bens. Mesmo assim, possuía uma das maiores fortunas do Império Português.
A união do casal que durava 15 anos, foi interrompida em 1770, quando João Fernandes retornou a Portugal, depois da morte do seu pai a fim de resolver as questões de herança familiar, levando com ele os quatro filhos homens que teve com Chica da Silva. Adquiriram educação superior e alcançaram cargos importantes na administração do reino.
Chica da Silva ficou no Brasil com as filhas e a posse das propriedades do marido, o que lhe permitiu continuar vivendo no luxo.As suas filhas estudaram artes domésticas e música.
Mesmo sem viver com João Fernandes pelo resto da sua vida, Chica da Silva conseguiu distinção social e respeito na sociedade aristocrata e elitista de Minas Gerais, no século XVIII.
Chica da Silva convivia com a elite branca local. No seu testamento, doou parte dos seus bens às irmandades religiosas do Carmo e de São Francisco, que eram exclusivas de brancos, e às das Mercês, exclusivas dos mestiços e a do Rosário dos Pretos, que eram reservadas aos negros.
Chica da Silva faleceu em Serro Frio, Minas Gerais, no dia 15 de fevereiro de 1796. Foi sepultada na irmandade religiosa de São Francisco de Assis, exclusiva dos brancos.”
Mestre Peroba
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ASEAN ROTEIRO DE ADESÃO DE TIMOR

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Roteiro de adesão de Timor-Leste à ASEAN exige compromissos em várias áreas
António Sampaio, da agência Lusa
Díli, 11 mai 2023 (Lusa) – O roteiro da adesão timorense à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) exige o cumprimento de um conjunto de critérios e marcos, em aspetos tão diversos como acordos e tratados, missões diplomáticas, infraestruturas e compromissos financeiros.
Detalhes desses compromissos estão definidos no “Roteiro para a adesão plena de Timor-Leste à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN)”, aprovado na 42.ª cimeira da organização que está a decorrer em Labuan Bajo, na Indonésia, e a que a Lusa teve acesso.
O roteiro prevê uma implementação faseada, colocando grande pressão não apenas sobre o Ministério dos Negócios Estrangeiros, mas sobre o resto do Estado, já que a integração regional obriga a amplos recursos humanos em várias vertentes.
No que toca ao relacionamento com a organização, por exemplo, Timor-Leste tem de designar “agências nacionais de implementação, pontos focais e representantes para reuniões setoriais e grupos de trabalho da ASEAN como parte de um sistema mais amplo de desenvolvimento da coordenação interagências” sobre a organização.
Timor-Leste tem ainda que “assegurar pessoal de língua inglesa suficiente em todos os ministérios e agências relevantes que participarão em todos os níveis das reuniões da ASEAN”, assegurando “uma representação significativa em todas as reuniões e atividades” da organização e junto da sua rede.
O ‘peso’ da adesão implica que poderá ser necessário contratar milhares de funcionários e especialistas adicionais, já que o país terá de participar em mais de 1.300 reuniões da ASEAN, incluindo exercícios conjuntos de segurança, e a proficiência necessária para negociar e facilitar as relações com parceiros de diálogo como a China, a União Europeia e os Estados Unidos.
Igualmente complexas são as exigências de que Timor-Leste precisa de ter “infraestruturas físicas e logísticas necessárias para acolher reuniões e acolher delegados, como faria um Estado-membro da ASEAN, sob uma presidência rotativa”.
Exemplo disso são hotéis e salas de conferências de grande escala, infraestruturas digitais, um aeroporto capaz de receber delegações ao mais alto nível e “instalações de saúde adequadas para atender às necessidades de reuniões essenciais”.
Fundamentais são igualmente os requisitos de segurança alargada, incluindo cibersegurança e “sistemas de informação adequados e seguros para garantir a confidencialidade dos documentos internos da ASEAN”.
O contributo financeiro anual para a ASEAN é de 2,5 milhões de dólares (2,27 milhões de euros), com contributos obrigatórios “para uma lista de fundos e entidades da ASEAN, como a Fundação ASEAN, os seus próprios recursos humanos e custos de participação nas reuniões da ASEAN”.
Somam-se as “despesas de participação e acolhimento das reuniões da ASEAN, contribuições para o orçamento operacional anual do Secretariado da ASEAN e todos os outros fundos que requerem contribuições anuais obrigatórias, todos baseados no princípio da partilha equitativa entre os Estados-membros da ASEAN”.
O roteiro, cuja preparação foi concluída com a intervenção de Timor-Leste, determina sete “critérios e marcos” gerais que o país tem que cumprir até á adesão, prevendo missões de avaliação semestrais do seu cumprimento, a serem conduzidas pelo secretariado da ASEAN.
Timor-Leste tem, por exemplo, que “demonstrar a capacidade e prontidão para implementar e cumprir a Carta da ASEAN” e outras obrigações associadas à adesão, incluindo compromissos financeiros.
Exige um “plano claro do Governo” para esse processo, que inclui demonstrar a capacidade institucional para implementar e cumprir a “Visão Comunitária da ASEAN 2025” e pós-2025 e os “Planos Comunitários” da organização regional.
Um dos aspetos mais complexos é a implementação de mais de 80 tratados, convenções juridicamente vinculativas, além de acordos e instrumentos da ASEAN no âmbito dos três pilares da comunidade regional (sociocultural, político e económico).
Isso implica harmonizar as suas leis e regulamentos em aspetos tão diversos como a economia, o tráfico de seres humanos e contraterrorismo ou acordos sobre gestão de catástrofes e resposta a emergências.
Neste caso em particular, o roteiro determina que Timor-Leste leve a cabo negociações e consultas com outros Estados-membros da ASEAN para preparar documentos e relatórios relevantes, “empreendendo reformas políticas, jurídicas e regulamentares e/ou promulgando leis relevantes”.
Timor-Leste já tem missões diplomáticas em todos os Estados-membros da organização (Brunei Darussalam, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Myanmar (antiga Birmânia), Singapura, Tailândia e Vietname), sendo que apenas em dois (Filipinas e Myanmar) é que ainda não há embaixadores designados.
É ainda necessário abrir uma missão diplomática dedicada à ASEAN em Jacarta, chefiada por um embaixador de Timor-Leste e que inclua “funcionários económicos e socioculturais relevantes”.
No campo diplomático, terá que haver acordos bilaterais sobre o reconhecimento mútuo de passaportes oficiais e diplomáticos com os Estados-membros da ASEAN e “acordos para conceder facilidades de isenção de visto aos cidadãos da ASEAN, em conformidade com o Acordo-Quadro da ASEAN sobre a Isenção de Visto”.
A ASEAN, por seu lado, compromete-se a dar apoio a Timor-Leste para a implementação do roteiro, incluindo no “reforço das capacidades” do país, cabendo ao secretariado avaliações sobre o cumprimento do documento.
Relatórios semestrais serão fornecidos pelo Secretariado da ASEAN ao Grupo de Trabalho do Conselho de Coordenação da ASEAN (ACCWG) “sobre os progressos alcançados nas metas intermédias”.
O relatório dos progressos alcançados será depois apresentado e aprovado pela Cimeira da ASEAN.
ASP // CAD
Lusa/Fim
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contas da TAP

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Deste artigo bem pode dizer-se que são contas certas. Só um aperitivo:
“3,2 mil milhões (6400 IAR) – A TAP tinha, em finais de 2021, cerca de 6600 trabalhadores. O montante que Pedro Nuno Santos enterrou na companhia seria suficiente para pagar a todos os trabalhadores uma indemnização equivalente à que foi acordada com Alexandra Reis. Foram 3200 milhões que demonstraram à evidência a visão estratégica e a capacidade de gestão de Pedro Nuno, o homem que percebe de aviação. Os 3,2 mil milhões permitiriam também indemnizar uma Alexandra Reis todos os dias ao longo de 17 anos. Ou pagar 100.000 euros a cada trabalhador e ainda sobravam 2,5 mil milhões (5000 IAR).
Uma curiosidade: ao preço a que o Estado alemão vendeu as suas ações, o Estado português poderia ter comprado 59% da Lufthansa por 3,2 mil milhões de euros, obtendo a maioria do capital da empresa. Mudava-se o hub de Frankfurt para Lisboa e os alemães ficavam com as pernas a tremer. Como é evidente, esta ideia não teria pernas a tremer para andar. O Estado alemão e os restantes acionistas privados nunca aceitariam vender as suas participações a um dono completamente irresponsável.”
Vale a pena ler. E reler, para assimilar bem os números.
ABC dos Grandes Números
OBSERVADOR.PT
ABC dos Grandes Números
O Estado português gastou 404 000 milhões de euros do dinheiro dos outros para chegarmos ao estado em que estamos. Mas para muitos portugueses o que é mesmo indigno é a indemnização a Alexandra Reis.
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