açores e a necessidade de comunicação bilingue josé gabriel ávila

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Comunicação bilingue (crónica de rádio)
Um dia destes, um casal de turistas estrangeiros tentou perceber o que dizia uma mensagem em português colocada junto à máquina de pagamento do parque de estacionamento das Portas do Mar, em Ponta Delgada.
Preocupava-o, certamente, saber onde arrumar a viatura de aluguer durante as festas, para continuar a ter férias agradáveis e sem problemas.
Ao ver alguém aproximar-se perguntou o que queria dizer a mensagem. Satisfeita a natural curiosidade agradeceu gentilmente e foi à sua vida.
A situação pode parecer ridícula ou de pouca importância, mas não é.
Qualquer região turística ou que dá grande importância a essa atividade económica, deve preocupar-se também em comunicar com o visitante estrangeiro, pelo menos, em inglês – língua que tem mais de um bilião de falantes.
Qualquer serviço público ou privado, mesmo que faça um simples aviso num parque de estacionamento, não pode esquecer esta regra que respeita a diferença.
Não proceder assim é impedir que o turista se insira, facilmente, no destino que escolheu, e não desfrute do modo de vida e da cultura das pessoas que o rodeiam.
Na mesma ordem de ideias, outras entidades, nomeadamente religiosas, devem preocupar-se em disponibilizar aos turistas estrangeiros serviços religiosos em inglês, ou pelo menos, transmitir-lhes nessa língua uma síntese da homilia, já que os ritos são idênticos nos vários países de rito latino. A sugestão deveria ser seguida sobretudo nas igrejas próximas de unidades hoteleiras.
Por outro lado, a primeira geração da comunidade emigrante açoriana na América do norte está a desaparecer e, devido à inculturação, muitos descendentes já não falam a língua de seus avós. Resultado: há cada vez mais edições bilingues de livros escritos em português.
A crescente procura pelo destino Açores gerou alterações no mercado hoteleiro, na restauração e nos serviços conexos, bem como nos processos de atendimento e comunicação com os visitantes estrangeiros.
O experiencialismo na atividade turística é uma perda de tempo, porque existem regras consagradas que devem ser adotadas, quanto antes, quer pelos agentes turísticos quer por outros meios de comunicação social: rádio, Tv e jornais.
Receber bem é, antes de mais, saber comunicar e entender quais os interesses dos nossos visitantes e respeitar as suas diferenças culturais. Esse é um fator de bem-estar que qualquer visitante apreciará no nosso pequeno mundo insular e atlântico.
14 maio 2023
José Gabriel Ávila
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Paulo Casaca

Pertinente observação José Gabriel Ávila! Portugal tem aqui uma cultura muito fechada. Até no Iraque do Saddam Hussein as placas na autoestrada eram sempre bingues árabe-inglês.
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Um português em Nagasáqui. Gambarimasu!

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Foi-me dada a responsabilidade, privilegiada, de fazer convergir estórias do Japão. São estórias na primeira pessoa, que pretendi descontínuas, acaso impressionistas porque me autorizaram o afeto. De resto, estas estórias de vivência no país são resultado de uma espécie de peregrinação, por vezes aleatória, ao longo de mais de vinte e cinco anos.

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há uns anos era impensável….China lança campanha para “promover casamento e procriação em idades apropriadas” – TVI Notícias

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Evento que esteve em pousio desde 2002 tem novo formato e novo conceito, tocando na 18.ª edição seis das ilhas do arquipélago. Cartaz vai de Pavel Gomziakov a Herman José, passando pela Ucrânia.

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Música | Eva & Sin, o duo que une a música chinesa à Bossa Nova – Hoje Macau

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Chamam-se “Eva&Sin” e juntos fazem aquilo que, à partida, parece difícil ou impossível: composições que juntem a música chinesa às sonoridades da Bossa Nova, mesclando com o jazz. …

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timor e equipamento naval

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Timor-Leste/Eleições: PR timorense defende compra de equipamento naval a Portugal
Díli, 15 mai 2023 (Lusa) – O Presidente da República timorense defendeu hoje que Timor-Leste deve comprar equipamento naval e ‘know-how’ a Portugal para estabelecer um pequeno estaleiro no país para garantir a manutenção das embarcações timorenses.
“Porque não contactamos com as autoridades portuguesas (…) e encontramos uma fórmula (…) em que Portugal nos venda, não é dar, nos venda equipamento naval, ‘know-how’, e construímos aqui um estaleiro naval”, questionou José Ramos-Horta em entrevista à Lusa.
“Por amor de Deus, eu peço aos governantes para pensarem com seriedade nesta questão de manutenção: não há um exército, não há uma polícia séria sem uma manutenção na retaguarda, muito, muito boa”, afirmou.
Ramos-Horta presidiu hoje à inauguração do recém-recuperado Centro de Operação Marítima (COMAR) instalado na base naval de Hera, a leste da capital timorense, estrutura recuperada com apoio da cooperação australiana e que acolhe a Autoridade Marítima Nacional.
O Programa de Cooperação Australiano para a Defesa forneceu cerca de 375 mil dólares americanos (345 mil euros) com apoio técnico adicional a nível de engenharia.
O Presidente saudou os progressos conseguidos pela componente naval das Forças de Defesa timorense (F-FDTL), com mais de 800 elementos e cada vez mais equipamento, considerando que é essencial evitar os erros do passado.
Notou, por exemplo, que anualmente o Estado gasta entre 600 e 800 mil dólares para a manutenção do seu ferry de passageiros, feita na Indonésia e sem “controlo de que se faz mesmo a manutenção” nesse valor.
O Estado comprou ainda dois navios da Xangai Class, à China, “por 30 milhões de dólares, sem manutenção”, recebendo três outras embarcações da Coreia do Sul, também sem manutenção, das quais uma “vai ser afundada” e as outras foram entregues à polícia.
“É necessário pensar muito na manutenção. Não há uma instituição que pode funcionar sem uma manutenção rigorosa. Refiro-me a uma manutenção de segurança e de defesa. Temos tantas embarcações, algumas compradas sem se pensar duas vezes”, disse.
O chefe de Estado defendeu ainda que o país trabalhe com a Austrália e com a Indonésia, de forma bilateral ou trilateral, para garantir a segurança nas águas do país, considerando “romântico ou irrealista” Timor-Leste pensar que o pode fazer sozinho.
“É caríssima a segurança marítima. E é romantismo ou irrealismo total pensar que um país pequeno como Timor-Leste, ou de maior dimensão, pode fazer segurança marítima da sua orla económica exclusiva sozinho. Austrália, que é a Austrália, uma potência mundial, potência regional, só consegue controlar 10% da sua zona económica exclusiva, incluindo no mar de Timor. Quanto mais Timor-Leste”, afirmou.
“Sempre insisti: para fazermos acordo, ou trilateral (Austrália, Timor-Leste e Indonésia) ou bilateral (Austrália e Timor-Leste). A Indonésia de uma maneira geral não gosta desses acordos tripartidos. Prefere o princípio da coordenação, em vez de acordo trilateral. Muito bem. Timor-Leste e Austrália, façamos o acordo de cooperação e coordenamos com a Indonésia, entregamos à Indonésia a coordenação para a patrulha no mar de Timor”, afirmou.
Intervindo na cerimónia de hoje, a Encarregada de Negócios da Embaixada da Austrália em Díli, Caitlin Watson – que está no país há apenas 15 dias – reafirmou a importância que Camberra dá às suas relações com Timor-Leste.
“A nossa amizade assenta no respeito mútuo. As nossas nações partilham a ambição de um Timor-Leste mais forte, mais próspero e mais resiliente”, disse.
“As vossas conquistas como nação – num período relativamente curto – são verdadeiramente notáveis. É testemunho da determinação do vosso povo e dos vossos líderes que Timor-Leste seja hoje democrático, soberano, estável e livre”, afirmou.
Watson destacou o contexto internacional de segurança, e vincou que a Austrália quer uma “região com previsibilidade, que opere com regras, padrões e leis acordadas”, onde “nenhum país domina, nem nenhum país é dominado”.
Nesse sentido, disse, a região deve respeitar a soberania e todos os países devem beneficiar de “equilíbrio estratégico”, o que para a Austrália implica trabalhar com parceiros e amigos na região.
“Queremos uma região aberta e inclusiva, baseada em regras acordadas, onde países de todas as dimensões podem escolher o seu próprio destino”, sublinhou.
A nível bilateral, Timor-Leste e a Austrália assinaram no ano passado o novo acordo quadro de cooperação no setor da defesa, que o parlamento em Camberra deverá ratificar este ano e que assenta numa parceria “moderna, respeitosa e mútua”.
“Dada a nossa fronteira marítima comum e proximidade geográfica, não é surpresa que a segurança marítima seja o principal foco de esforço na nossa relação de defesa. Reconhecemos que Timor-Leste, tal como a Austrália, também procura contribuir e responder aos desafios de segurança comuns da região”, notou.
A diplomata relembrou que as capacidades do país neste setor têm contado ainda com a colaboração de Portugal e do Brasil e que, no âmbito da cooperação australiana, o país deverá receber ainda dois navios da classe Guardian, oferecidos pela Austrália, que permitirão reforçar o controlo das suas águas territoriais.
Uma capacidade que ajudará a responder a “incidentes de busca e salvamento, pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, ameaças à segurança das infraestruturas de petróleo e gás ‘offshore’, pirataria e tráfico de pessoas e de estupefacientes”.
“Uma capacidade marítima mais forte ajudará a proteger os vossos recursos naturais, mitigar os efeitos do aumento das catástrofes naturais, apoiar a vossa resiliência económica e contribuir para a segurança da região”, disse.
“É igualmente necessária uma estreita cooperação entre os parceiros regionais em matéria de segurança marítima para que estas questões possam ser abordadas de forma coerente. E é por isso que o envolvimento prático com parceiros com ideias semelhantes, como a Indonésia, Portugal, Estados Unidos e outros, é tão importante”, defendeu.
ASP // SB
Lusa/Fim
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Helen Mary Hill

Timor-Leste also needs a civilian Maritime College like most of the Pacific island countries have, and regional co-operation through the Forum Fisheries Agency now that GIZ has pulled out of Cnefp Tibar . Perhaps Australia could help!
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Prostituto de luxo revela encontro sexual com bispo – Sociedade – Correio da Manhã

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