“Não se passa nada nesta terra”, tornou-se numa das frases emblemáticas do arranque de “Rabo de Peixe”, a produção nacional para a Netflix que se tornou mesmo na décima série mais vista da plataforma em todo o mundo. Aquela frase específica diz muito a Romeu Bairos, açoriano das Furnas, que trocou a ilha por Lisboa, … Continued
Se as origens do Universo fossem ligeiramente diferentes, os planetas, estrelas, galáxias ou reações químicas poderiam nunca ter existido. Se algum destes cinco acontecimentos universais fosse ligeiramente diferente, seria fisicamente impossível para os seres humanos surgir no Universo. Um Univer
A Inteligência Artificial representa riscos significativos para a humanidade, e a mitigação destes riscos deve ser uma prioridade global, alertam figuras proeminentes da indústria tecnológica, incluindo executivos da Microsoft e do Google. Os líderes mundiais devem dedicar-se a reduzir “o risco d
Três dias depois da estreia na Netflix, a série portuguesa Rabo de Peixe está no top 10 de visualizações em todo o mundo. A história é inspirada em eventos reais: o naufrágio de um veleiro, em 2001, que levou a que mais de uma tonelada de cocaína desse à costa em São Miguel.
Estou completamente abismado com este Governo Regional, fartavam-se de criticar os Governos Socialistas por colocarem placas de inauguração de edifícios, estes afinal fazem pior, não se contentam com inaugurações, até colocam placas em futuras realizações, nomeadamente em novos centros de saúde, escolas, habitações etc, quando tudo não passa de intenções pois os estudos (como sempre mais estudos) projectos e respectivas licenças ainda nem existem ou seja não vão começar a realizar-se com este Governo e pior, ninguém nos garante que o futuro Governo vá fazer o que este agora preconiza. A pressa de tentar mostrar obra feita é tão grande que só dão afinal tiros nos pés, julgam que os humanos destas terras ainda andam de olhos fechados, estão bem enganados.
Lisboa, 30 mai 2023 (Lusa) – O livreiro José Pinho, fundador da Ler Devagar, morreu hoje, aos 69 anos, no Hospital CUF, em Lisboa, vítima de doença oncológica, confirmou à Lusa fonte da família.
Nascido em 1953, em São Pedro do Sul, no distrito de Viseu, o nome de José Pinho fica para sempre ligado ao livro em Portugal, tendo fundado o festival Folio, em Óbidos, o Latitudes, no mesmo concelho, e estado na criação da Rede de Livrarias Independentes (RELI), entre muitas outras ações de divulgação e promoção da literatura.
Também diretor do Festival Internacional de Literatura e Língua Portuguesa 5L, em Lisboa, foi este mês agraciado com a medalha de mérito cultural pela Câmara Municipal da capital, por ser considerado “uma personalidade ímpar da cidade”.
Aquando da entrega da medalha de mérito cultural em Lisboa, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Pedro Sobral, enalteceu “o papel fundamental que José Pinho tem tido na promoção do livro e da leitura, através de projetos inovadores e independentes que são ainda hoje marcos fundamentais da cultura do livro e da livraria”.
Uma semana depois, recebeu, pelas mãos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o grau de comendador da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.
Se a gestão da Cultura sempre teve a tendência para ser um barco meio à deriva, será seguro afirmar que o atual Governo Regional conseguiu afundar e embarcação. Depois da autocrática gestão de misoginia do Padre Ricardo, e da boa vontade de Brito Ventura, a tempestade perfeita estava criada para a chegada de Duarte Freitas. […]
A droga tinha como destino Espanha, mas acabou por, em 2001, ficar nos Açores. A polícia diz que a embarcação levava pouco mais de meia tonelada de droga, mas há quem acredite que era muito mais. “Quase 20 anos depois, continua a afetar-nos”, afirmava uma jornalista local em 2017.