Telmo R. Nunes is in Montréal

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Os últimos dias foram muito intensos, mas extremamente enriquecedores. A convite do jornal LusoPresse e do programa LusaQ TV, estive presente na “Conferência – A Comunidade Portuguesa do Quebec – Uma Visão do Passado, Presente e Futuro”, levada a efeito na Casa dos Açores do Quebec.
Por entre intervenções de grande valia, tive a oportunidade de partilhar a minha opinião sobre o estado atual da literatura açoriana, valendo-me, para tal, de duas grandes obras recentemente publicadas – “Os Velhos”, de Paula de Sousa Lima e “A Escrava Açoriana”, de Pedro Almeida Maia.
A título pessoal foi uma verdadeira descoberta estar entre estas pessoas que, com o seu caloroso acolhimento, nos fazem esquecer do frio canadiano: açorianos orgulhosos, de enorme sentido telúrico e que carregam constantemente o arquipélago no coração. Com estes novos amigos, integrei uma percepção muito mais profunda e clarividente da expressão que garante que conhecemos melhor o “ser-se açoriano” assim que chegamos à diáspora, ideia, aliás, veiculada pela própria Natália Correia, no seu livro “Descobri que era europeia” e por Onésimo Teotónio Almeida na sua célebre frase, onde, entre outras descobertas, garante que foi no exterior que se sentiu verdadeiramente açoriano.
Conheci pessoas muito interessantes, com pontos de vista reveladores e opiniões bastante diferenciadas, mas todas empenhadas em calcorrear um caminho que se pensa ser promissor, sem nunca olvidar o sítio de onde viemos.
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Pedro Almeida Maia

Mais uma vez obrigado, Telmo. Abraço-te.
AnaBela Terceira

Muitos parabéns meu querido amigo. Desejo-te o melhor, sempre.
Beijinho
Urbano Bettencourt

Parabéns, Telmo! É sempre bom descobrir outros mundos. Abraço
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Ana Dinis

Parabéns! Bjinhos
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Maria José Pinheiro

Parabéns e muito sucesso

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Tenor
Maria Joao Fraga

Muito bem Telmo! Parabéns! Bjhs
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2012 conclusão da trilogia da histórias de timor

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NO 18º COLÓQUIO DA LUSOFONIA NA GALIZA LANÇOU-SE UMA PEQUENA EDIÇÃO DE AUTOR (250 EXEMPLARES ASSINADOS) E SOBRARAM ALGUNS EXEMPLARES DO CD-LIVRO da TRILOGIA DA HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE.

Este volume atualiza Timor-Leste, 1983-1993, volume 2 Historiografia de um repórter, ( 2ª edição revista com mais de 3760 páginas ) e inclui os outros dois LIVROS DA TRILOGIA da HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE vol. 1 (O Dossier Secreto 1973-1975 em PT e Inglês) e vol. 3 (As guerras tribais. A história repete-se 1894-2006 ), de J. Chrys Chrystello

custo de apenas euros 10.00 € (incluindo portes) por mais de 3760 páginas, ENCOMENDE PARA chrys@lusofonias.net INDICANDO NOME E MORADA e eu indicarei o nº da conta para onde pagar

Nota explicativa

Quando comecei a trilogia da História de Timor movia-me o sentimento de perda das novas gerações de timorenses despojados de arquivos e registos sobre o seu passado mais recente. Assim escrevi e publiquei em 1999 “Timor Leste: o Dossier secreto 1973-1975” com uma edição efémera de 3 mil exemplares, esgotados ao fim de três dias, pela já desaparecida Contemporânea Editora, e traduzida diretamente do original em Inglês. Cobre todos os acontecimentos vividos pelo autor em Timor Leste no período de 1973-1975, achando-os importantes para reportar uma fase inicial dos mais negros 25 anos da História e um contributo importante para a reposição desta.

O segundo volume em 2005 (com cerca de 3600 páginas, vai na mesma senda de tentar reconstruir essa História perdida e chama-se Timor Leste: Historiografia de um Repórter e serve como contributo para a recuperação dos arquivos históricos de notícia sobre aquele país, a ideia visava englobar os períodos de 1973-1975 (1º volume) e 1984-1992 (2º volume), recuperando dados dos arquivos pessoais e de noticias enviadas e publicadas ao longo dos vários anos em que Timor dominou a atividade jornalística do autor. Incluem-se reproduções de textos de Xanana Gusmão, Mons. Ximenes Belo, e vários outros documentos relacionados com a causa timorense, desaparecidos na voragem dos incêndios de 1999 e alguns deles exemplares quase únicos da grande saga do povo de Timor no período em questão. O material que lhes deu origem e outro não publicado foi ofertado à Torre do Tombo em 2011.

Enquanto o primeiro volume visa ilustrar os dois últimos anos de ocupação portuguesa pelos olhos dum oficial do exército colonial, o segundo volume ilustra uma luta intensa e raramente falada na comunicação social mundial, rumo à libertação do jugo neocolonial indonésio, pelo olhar privilegiado de um jornalista que escreveu talvez mais sobre Timor que qualquer outro, e cujo convívio diário com personagens como José ramos Horta, João Carrascalão, Roque Rodrigues, Ágio Pereira e tantos outros, lhe deu uma visão singular do interior da Resistência, das suas lutas com o mundo exterior e dissidências internas. Pouco texto foi acrescentado, apenas a visão dos artigos e sua posterior publicação ou não nos jornais, com a censura que lhes foi imposta.

Trata-se, creio duma obra fundamental para os Historiadores mais tarde poderem reconstruir a História de Timor nessas décadas, servindo-se das notícias veiculadas por diversos órgãos de comunicação social nos quatro cantos do mundo. A reprodução de documentos da época torna ainda mais atraente este volume dado que grande parte deles não existe já em qualquer arquivo. O livro aflora ainda eventuais casos de censura ou limitação do direito à informação impostos ao autor, as suas suspensões de serviço da agência Lusa, Público, etc., a sua proibição de se deslocar a Timor aquando da visita papal, e a sua luta para que a voz silenciada dos timorenses não fosse manipulada por interesses políticos, partidários e outros dos governos de Lisboa e meros interesses económicos dos governos em Camberra.

O terceiro volume reúne capítulos publicados avulso noutras obras e visa estabelecer paralelismos entre as guerras tribais do final do século XIX e o reacender de tribalidades ancestrais em 2006.

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Marina

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campeã açoriana

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A Leonor Januário acaba de se sagrar Campeã da Europa de Ginástica Aeróbica, em Antalya (Turquia).
É um extraordinário momento para Portugal mas, particularmente, para os Açores.
Um grande abraço à Leonor e à sua treinadora, a Alexandra Barroso, alma e coração de uma geração de campeões.
(Fotos: Alexandra Barroso)
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Aboo Choonara

Muitos parabéns pela conquista! 😊

Jovem viveu disfarçada de rapaz durante dez anos no Afeganistão para escapar à opressão do regime – Mundo – Correio da Manhã

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Nilofar Ayoubi diz ter vivido “com liberdade” durante a infância devido ao disfarce.

Source: Jovem viveu disfarçada de rapaz durante dez anos no Afeganistão para escapar à opressão do regime – Mundo – Correio da Manhã

Açores: Ryanair reduziu os voos e os turistas são cada vez menos – CNN Portugal

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Nos Açores já se fazem contas ao impacto que a redução da operação da Ryanair no arquipélago vai ter. No alojamento local registam-se quebras nas reservas para o final do ano e início de 2024. No aeroporto de Ponta Delgada, os taxistas também dizem que o movimento está a baixar de forma significativa

Source: Açores: Ryanair reduziu os voos e os turistas são cada vez menos – CNN Portugal

Viana firma intercâmbio internacional de oportunidades com cidade de Açores – PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA – ES

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O termo foi assinado durante o Congresso Internacional de Economia Criativa e Inovação

Source: Viana firma intercâmbio internacional de oportunidades com cidade de Açores – PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA – ES

quando os açores pertenceram à flandres

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Enquanto eu via ou ouvia o jogo Boavista-Sporting fui virando as páginas do meu livro de Cartografia e procurando os Açores. Como podem ver vi muitos mapas com Açores e há duas coisas interessantes que muita gente talvez não saiba.
Alguns mapas mencionam os Açores da Flandres, o que é verdade, mas muitos historiadores passam por cima desses anos. Um dia o nosso Rei ofereceu as ilhas á sua irmã, duquesa de Borgonha e durante alguns anos os Açores foram flamengos, e uma das razões foi a grande movimentação de flamengos para todas as ilhas. Um dia a duquesa morreu e o Rei português decidiu que as ilhas regressariam ao trono português.
A outra cousa interessante são as variações do nome da ilha Terceira.
Tenho historiadores amigos que nos poderão explicar essas variações de nome.
Para verem melhor as ilhas usem os dedos para ampliar as fotos.
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