plágio e IA AI

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May be an image of text that says "COMUNICADO SOBRE PLÁGIO E USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA PROVA DA ONHB ANPUH SẠĘ estudante"

Após intensa análise por parte da banca, que recebeu 742 indicações de plágio, confirmamos 74 plágios dentre as 2807 tarefas. Ainda, recebemos cerca de mil indicações de utilização de Inteligência Artificial, sendo que confirmamos 265 utilizações de I.A. dentre as 2807 tarefas.
Esses números, ainda que não extremamente altos, devem servir para a reflexão de professores, alunos e instituições de ensino, em um necessário exercício pedagógico. Nos casos confirmados, as tarefas foram descontadas em 25% da nota (plágio) e 25% da nota (I.A.), cumulativos.
Esse desconto aplicado às notas, matematicamente, desclassifica as equipes e impede sua convocação para a final.

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Torre do Aeroporto do Porto autoriza aterragem de avião da Ryanair na pista onde avião da SATA ia descolar – Sociedade – Correio da Manhã

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Piloto alertou o controlador para a presença de um outro avião na pista.

Source: Torre do Aeroporto do Porto autoriza aterragem de avião da Ryanair na pista onde avião da SATA ia descolar – Sociedade – Correio da Manhã

livro imperdível

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Pode ser uma imagem de livro e texto

Depois de mil lutas e canseiras, arrelias e adiamentos que se prolongaram e foram sempre gerando novos adiamentos, catorze anos após o assentamento da minha vida em Banguecoque, onde aprendi o idioma, deixei-me imergir nos dédalos do Arquivo Nacional, da Biblioteca Nacional da Tailândia, do Arquivo da Igreja Católica da Tailândia e das bibliotecas da Siam Society e da Universidade de Chulalongkorn, com sucessivas incursões aos arquivos do Camboja, à Biblioteca Nacional de França e aos arquivos das Missions Étrangères de Paris, aos quais juntei o Arquivo Histórico Ultramarino, a Biblioteca Nacional de Portugal, a Torre do Tombo, a Sociedade de Geografia e o Arquivo Histórico Diplomático, saiu hoje, com chancela da BNP, parte de mim nestas Relações entre Portugal e o Sião: 1782-1939. Seguirá para o circuito comercial em breve, mas os amigos que me fizerem a honra de acorrerem à apresentação pública terão de esperar pela sessão pública que só ocorrerá em Novembro, após as férias a que todos temos direito.

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Sul-coreanos estão mais novos um ou dois anos. Entenda porquê

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Até agora, considerava-se que os sul-coreanos tinham um ano de idade à nascença, sendo acrescentado um ano a cada dia 1 de janeiro. Com a entrada da nova lei, passa a vigorar o sistema internacional.

Source: Sul-coreanos estão mais novos um ou dois anos. Entenda porquê

Preço do gasóleo baixa 3,1 cêntimos por litro nos Açores em julho – Jornal Açores 9

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O preço do gasóleo nos Açores desce 3,1 cêntimos por litro, no sábado, enquanto o preço da gasolina se mantém sem alterações, pelo segundo mês consecutivo, de acordo com um despacho publicado hoje em Jornal Oficial. O executivo açoriano justifica o “ajustamento do preço máximo de venda ao público” dos combustíveis com “as recentes variações […]

Source: Preço do gasóleo baixa 3,1 cêntimos por litro nos Açores em julho – Jornal Açores 9

O que não podemos fazer na praia? E as coimas? Guia para época balnear

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“Jogos de bola ou similares fora das áreas afetas a esses fins”, “circulação e permanência de animais fora das zonas autorizadas” ou “depósito ou abandono de quaisquer resíduos”. Eis o que está proibido nas praias nacionais e as informações para uma época balnear em segurança.

Source: O que não podemos fazer na praia? E as coimas? Guia para época balnear

DÁ VONTADE DE IR FAZER FÉRIAS NA GRACIOSA

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Apartamento T2 para férias a 3min do centro de Santa Cruz da Graciosa.
Mais informações, mensagem privada.
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carta de condução há tantos anos…

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Chrys Chrystello

Carta de maio 1968, sem acidentes desde 1969, conduzo por prazer, após ralis 1966-1972 e a cobertura rádio dos mesmos para a Renascença, em moldes originais como conto em ChrónicAçores uma circum-navegação vol 5 …..e transcrevo aqui: (ed Letras Lavadas ) Tudo começou em 1967. Iniciei a minha longa carreira de jornalista da forma mais casual possível ao fazer uma reportagem (a brincar, para trei-nar-me) do Circuito Internacional de Vila Real e da Fórmula 3. Vendi um exclusivo à Rádio Renascença e graças a isso, haveria de trabalhar para eles até sair de Portugal em 1973. A história começa de forma bem mais prosaica. Estava convidado em Vila Real pelo meu tio Nóbrega Pizarro, à data Diretor Clínico do Hospital e responsável médico pela prova. Calmamente assistíamos na bancada principal quando se deu um grande acidente com um corredor chamado Tim Cash, segundo a reminiscência que guardo do incidente. Como falava bem inglês, fui com ele para servir de intérprete. Acabei a entrevistar o acidentado, gravando tudo no gravador portátil que já me acompanhava sempre para toda a parte. Quando saí do hospital era lógico que queriam saber o que se passava (o homem salvou-se sem grandes mazelas) e ofereci a venda da entrevista em pela fita (naqueles tempos ainda não havia cassetes).
Foi a RR (Rádio Renascença) que me deu 500$00 (2,5€) pelo feito. Mais tarde, escrevi-lhes, numa clara demonstração de saber aproveitar as oportunidades, e ofereci-me para colaborar em futuras provas. A RR achou que o jovem empreendedor tinha pinta e aceitaram-me como colaborador de automobilismo para a Zona Norte. Fui trabalhar com o célebre programa Página 1 de José Manuel Nunes, com colaboradores como Joaquim Amaral Marques, Adelino Gomes, Pedro Castelo. Era o programa de rádio mais ouvido e logo à primeira tentativa, tinha entrado. Viriam a ser notáveis as coberturas que fizemos dos eventos a norte do pa-ís.
Curiosamente, uma das notícias mais importantes que transmiti foi, por mero acaso, a da morte de Otis Redding, num desastre de aviação (10 de dezembro de 1967). Isto porque não se usavam frequentemente telexes (quem se lembra deles hoje?) e eu passava a vida a ouvir estações piratas como a Rádio Caroline, Rádio Luxemburg, onde tinham acabado de dar a notícia.
Nessa altura as notícias do mundo demoravam dias a chegar às redações dos jornais e das rádios. Não só nessa época, em ple-na década de 1990, enviava os despachos para a Lusa, para a Rádio Macau (TDM, RTP) e, mais tarde, para o jornal Público através de telex. Tinha de os enviar da baixa de Sidney. Chegava a Lisboa e ao jornal, provavelmente, com mais de um dia e meio de atra-so. O sistema de reportagem fui-o desenvolvendo e melhorando ao longo dos tempos, sem lições de ninguém porque nunca fora feito antes. Inicialmente não me pagavam, depois começaram a pagar as despesas, gasolina, telefones e alimentação. Por fim, já tinha uma avença e pagava aos colaboradores em cada prova. Era um dos dois maiores sonhos da juventude: advogado – carreira diplomática, ou ser jornalista. Antes, aos nove anos, sonhava ser condutor de táxi para andar de carro todos os dias. Desde os 12 ou 13 anos que sonhava com essas profissões. Esta já cá cantava, da outra desistiria. Viria a não diplomaticamente acabar por dar voltas ao mundo sem ser advogado nem diplomata.
Numa primeira fase fazia a cobertura de eventos motorizados com o meu melhor amigo e piloto de competição em ralis, o Taka e ocasionalmente um primo ou um amigo juntava-se a nós. Íamos ver as classificativas cronometradas mais importantes e seguíamos em busca dum telefone para dar os tempos desse troço cronometrado. A seguir começamos a ter mais de um carro para fazer a cobertura e podíamos ter várias equipas a transmitir os dados à medida que os concorrentes iam percorrendo os vários troços. Era a verdadeira cobertura em direto e ao vivo. Já nessa época se vivia com muita inten-sidade a febre dos Ralis em Portugal.
Havia gente em todos os montes e serras, fosse a que hora fosse. Por mais ermo e deserto que fosse o local havia lá gente. Nos primeiros anos o que nos identificava perante os polícias era uma cartolina grossa, retangular, prensada (feita por nós) com a pala-vra PRESS a branco sobre fundo vermelho. Depois mandamos imprimir autocolantes com a identificação da emissora e progra-ma. Havia um gravador portátil de cassetes e um par de auscultadores de estúdio para as entrevistas, à partida e à chegada, com uns fios esquisitos e uma ventosa que serviam para transmitir o som através do telefone. Reportagem na hora com meios improvisa-dos e inventados por jovens como eu. Uma vida excitante para um adolescente que permitia contactar com os pilotos, organiza-dores, equipas de assistência, e as jovens atraídas para estes eventos. Que mais podia desejar? e ainda me pagavam para ter a voz na rádio. Foram, anos e anos sempre a correr, vividos intensamente entre ralis e treinos num velho Opel Kapitän 1958 ou num Vol-vo “Marreca” PV 544 de 1959, percorrendo tudo o que era estrada municipal ou caminho de cabras. ….
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Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora:

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https://www.facebook.com/watch?v=2389364904575160

Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora: “Políticas de Ciência e da Língua, Publicação Científica e Rankings Académicos”, coeditada por Helena Pires.
O livro está disponível em acesso aberto 👉 https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/book/66
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Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora: “Políticas de Ciência e da Língua, Publicação Científica e Rankings Académicos”, coeditada por Helena Pires.
O livro está disponível em acesso aberto 👉 https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/book/66

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Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora: “Políticas de Ciência e da Língua, Publicação Científica e Rankings Académicos”…

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Chrys Chrystello

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Alojamento local: Airbnb não gosta das novidades em Portugal

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Plataforma gosta da decisão tomada em Bruxelas sobre arrendamentos de férias de curta duração. Mas portugueses podem ficar fora.

Source: Alojamento local: Airbnb não gosta das novidades em Portugal

É a “morte” do alojamento local nas cidades? Basta um condómino recusar

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Para haver alojamento local, tem de haver unanimidade do condomínio. “Esta lei não é mais que a proibição total do AL nas cidades”.

Source: É a “morte” do alojamento local nas cidades? Basta um condómino recusar