Faleceu o médico pediatra Pereira Duarte

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Faleceu o médico pediatra Pereira Duarte

Faleceu, ontem, o médico Carlos Pereira Duarte, aos 80 anos. O especialista em Pediatria Médica e Neonatologia estava aposentado desde 2013.
Passou pelo Hospital da Misericórdia em Ponta Delgada, onde foi chefe de Serviço Hospitalar de Pediatria. Já no Hospital do Divino Espírito Santo, foi responsável pela Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais, diretor de Serviço de Pediatria (2007) e diretor do Departamento da Mulher e da Criança (2011). Recebeu a Insígnia Autonómica de Mérito Profissional em 2017.

https://www.acorianooriental.pt/…/2023-09-22/artigo/348531

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Rita Fragoso

Um bom homem excelente profissional, a pediatria ficou pobre, paz a sua Alma e sentimentos à familia
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Dionisia Vieira

Descansa em paz
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Governo timorense altera regras de funcionamento de região de Oecusse-Ambeno

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Governo timorense altera regras de funcionamento de região de Oecusse-Ambeno
Díli, 25 set 2023 (Lusa) – O Governo de Timor-Leste aprovou hoje alterações ao funcionamento da Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA) retirando da lei as referências à Zona Especial de Economia Social de Mercado (ZEESM) que abrangia o enclave e a ilha de Ataúro.
As medidas, segundo explica o Governo, pretendem “impulsionar o desenvolvimento nacional”, criando um quadro jurídico adequado para as ZEESM em todo o território.
As mexidas na lei, que têm agora que passar pelo Parlamento Nacional, regulamentam o “grau de autonomia da Região Administrativa Especial de Oe-Cusse Ambeno”, com os mandatos dos atuais responsáveis a cessarem automaticamente com a entrada em vigor das mudanças legislativas.
Entre outras mexidas, refere um comunicado do executivo, foram retiradas “todas as referências à Zona Especial de Economia Social de Mercado de Oecusse-Ambeno e Ataúro, de forma a permitir criar um quadro legal” deste tipo de espaços, “que poderão ser aplicadas a várias áreas do território nacional e não estar restritas” ao enclave e à ilha.
Posteriormente, explica o Governo, será aprovada legislação especial para regular as ZEESM em todo o país.
No quadro da gestão da RAEOA, por seu lado, o Governo deliberou que o poder de tutela passa a ser “exercido exclusivamente pelo primeiro-ministro, em vez do Governo como um todo”.
Serão retiradas da legislação, explica o Governo “conceitos estrangeiros não compatíveis com a realidade nacional”, com regulamentos administrativos para a RAEOA a exigirem “um parecer vinculativo do primeiro-ministro” e o orçamento da Região a fazer parte integrante do Orçamento Geral do Estado.
Impostos e as taxas cobradas na eegião serão receitas próprias desta, de acordo com a legislação a ser aprovada que regulará a sua afetação, sendo que “os bens do domínio público e privado do Estado que estão em uso não passarão para a Região”.
O Governo aprovará posteriormente um decreto-lei para a organização e o funcionamento dos órgãos regionais, cabendo ao Conselho de Ministros, com base em proposta do chefe do Executivo, nomear os membros da autoridade regional.
“A Autoridade da Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno responderá apenas perante o Primeiro-Ministro, garantindo a separação de poderes. O Presidente da Autoridade da Região terá impedimentos legais definidos, semelhantes aos deputados ao Parlamento Nacional”, explica a nota do Governo.
“Em casos de ausência ou impedimento do Presidente da Autoridade, ele será substituído por um membro designado pelo primeiro-ministro”, nota ainda.
O Governo determina ainda a criação de um Conselho Consultivo do presidente da autoridade regional, com membros de todo o enclave e define que “as receitas da Região serão prioritariamente investidas na Região, e investimentos fora dela requererão autorização do Governo”.
Este aspeto em concreto abrange, por exemplo, o investimento projetado no estaleiro de Aveiro, onde está há vários anos a ser construído um navio para a RAEOA.
O Governo limitou igualmente o regime fiscal independente que se aplicava, determinando, porém, que “taxas de impostos diferenciadas podem ser estabelecidas na Região”.
As mudanças revogam o regime especialmente de aprovisionamento que se aplicava, e que será substituído pelo quadro legal de aprovisionamento nacional, deixando a Autoridade funções de regulação e fiscalização financeira, “sendo essa responsabilidade mantida pelo Banco Central”.
Deixa ainda de existir um regime aduaneiro próprio, mas procedimentos aduaneiros especiais ou simplificados podem ser estabelecidos por lei.
Um decreto-lei regulará a gestão do Fundo de Desenvolvimento Regional e o regime de funcionários regionais “será alinhado com o do resto do país, com exceções definidas por decreto-lei”.
Fim.
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Biden recebe líderes do Pacífico para tentar conter influência chinesa na região
Presidente dos EUA quer reforçar investimento e laços diplomáticos com as nações insulares. Primeiro-ministro das Ilhas Salomão, que se aproximaram de Pequim nos últimos anos, rejeita convite.
António Saraiva Lima para o Público …

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Como as casas de luxo escapam aos impostos – ZAP Notícias

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É um paraíso fiscal inesperado. “Truque” permite que os proprietários de imóveis de luxo beneficiem de um incentivo fiscal para “fugir” ao IMT e IMI. O mercado imobiliário de luxo em Portugal tem beneficiado de uma série de vantagens fiscais, inicialmente destinadas à reabilitação urbana. Estes benefícios incluem essencialmente a isenção de Imposto Municipal de Imóveis (IMI) e do Imposto Municipal de Transações (IMT), agora sob escrutínio público e político graças ao seu impacto na desigualdade social e na arrecadação de receitas pelo Estado. O incentivo fiscal, pensado para fomentar a reabilitação de áreas degradadas, está a ser apropriado por

Source: Como as casas de luxo escapam aos impostos – ZAP Notícias

Muçulmanos querem ter direito à nacionalidade portuguesa tal como os judeus

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—– Mensagem encaminhada —–
De: Margarida Castro <[email protected]>
Enviado: segunda-feira, 25 de setembro de 2023 às 08:02:01 BRT
Assunto: [FORUM]Muçulmanos querem ter direito à nacionalidade portuguesa tal como os judeus por Marta Vidal

[FORUM]

Muçulmanos querem ter direito à nacionalidade portuguesa tal como os judeus

Marcos Borga

Lei que dá nacionalidade portuguesa a descendentes de sefarditas ignora “mouros” também expulsos em 1496

2 FEVEREIRO 2020 12:59

Brafame Gordo e o seu irmão Galebo partiram do Alentejo tão contrariados que chegaram a pedir autorização ao rei para os deixar regressar. Numa petição dirigida à Coroa portuguesa, hoje guardada na Torre do Tombo, pedem para voltar para Portugal e para lá viver com as suas famílias, “assim mouros como sempre foram”. Como estes irmãos, outros muçulmanos tentaram regressar para as suas terras de origem, de onde foram expulsos em 1496.

Na altura, um édito do rei D. Manuel I, denominado “Que os Judeus e Mouros forros se saiam destes Reinos e não morem nem estejam neles”, decretou que as minorias religiosas deveriam partir no prazo de dez meses. Os judeus e muçulmanos que não o fizessem seriam condenados à morte e os seus bens seriam confiscados.

50 anos de Guiné-Bissau

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Passaram ontem 50 anos da declaração de independência da Guiné-Bissau, feita unilateralmente em 24 de setembro de 1973. Portugal apenas a reconheceu cerca de um ano depois, a 10 de setembro de 1974, já depois de eclodir a Revolução dos Cravos. Instabilidade política, pobreza e subdesenvolvimento têm caracterizado, para a Guiné-Bissau, este meio século que passou. Entre as causas para tal, quero destacar a questão linguística no ensino.

Source: 50 anos de Guiné-Bissau

Carvalho Rodrigues recebe Medalha de Mérito Científico pelo primeiro satélite português – Observador

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Carvalho Rodrigues foi distinguido por Elvira Fortunato no auditório do LNEC “pela visão que teve há 30 anos”, que levou ao lançamento do PoSAT-1, o primeiro satélite português.

Source: Carvalho Rodrigues recebe Medalha de Mérito Científico pelo primeiro satélite português – Observador

Polls show Australia Indigenous referendum support slipping, likely to fail | Reuters

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Support for a referendum to constitutionally recognise Australia’s Indigenous people slipped further, with the landmark proposal set to fail in a national vote roughly three weeks away, two opinion polls showed on Monday.

Source: Polls show Australia Indigenous referendum support slipping, likely to fail | Reuters

conselhos de pais aos avós

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Não sei quem escreveu mas está brilhante 😊
Recado de uma mãe para a avó dos filhos:
• Deixei um saco com comida para os miúdos. Arroz sem glúten, massa sem glúten, bolachas sem açúcar, alfarroba desidratada e biscoitos de aveia e quinoa dos Andes.
• Não lhes dê bolos de pastelaria. Nem sumos de pacote. Nem leite de vaca. Nem chocolates. Nem leite com chocolate.
• Eles não comem nada que tenha açúcar refinado. Eu sei que a mãe faz um bolo de cenoura ótimo, mas se fizer use apenas açúcar amarelo. Mas só metade da dose. E cenoura biológica.
• Deixei também açúcar amarelo. É especial, extraído de cana-de-açúcar explorada de forma sustentável.
• Se eles insistirem muito para comer doces, dê-lhes uma peça de fruta biológica. Ou um abraço.
• O Pedro pode brincar com o iPad dele antes de ir para a cama. Mas não nos últimos 34 minutos antes de apagar a luz. É o que dizem os estudos mais recentes.
• Se ele ensaiar uma fita por causa disso, não o contrarie de mais. Não lhe tire o iPad das mãos à força. Dialogue com ele. Convença-o. Queremos que os miúdos tenham capacidade de argumentação e não queremos contrariá-los de mais, para não serem castrados na construção da sua personalidade. No fim, dê-lhe um abraço.
• O iPad é a única coisa eletrónica que o Pedro tem. O psicólogo dele dizia que não devia haver tecnologia nenhuma até aos 12 anos. Mudámos de psicólogo e o outro diz que pode haver, desde que tenha jogos que estimulem a parte do cérebro onde se constroem as emoções. Como ficámos baralhados, arranjámos um terceiro psicólogo, que disse para fazermos o que quisermos.
• Eles têm uma série de brinquedos de madeira e metal, feitos por artesãos velhinhos. Às vezes queixam-se que as rodas de lata não andam. Se for o caso, ajude-os a brincar com outra coisa qualquer, desde que não tenha plástico. Não queremos brinquedos de plástico.
• Se forem à feira e eles quiserem comprar bugigangas nos vendedores, compre-lhes uma rifa. Ou uma maçã. Ou dê-lhes um abraço.
• Todos os brinquedos devem ser partilhados. Não há brinquedo de menina e brinquedo de menino. Se o João quiser brincar com as bonecas de linho biológico da irmã, não há problema.
• Se ele quiser vestir as saias dela, também não há problema. Não queremos limitar a identidade de género dos nossos filhos.
• Há um saco com sabonete natural e champô à base de plantas medicinais sem aditivos químicos. Cheira um pouco mal, mas é ótimo para o cabelo.
• Mandei também umas toalhas de algodão biológico. Use só essas quando forem para a praia. São as melhores para o pH da pele deles.
• Todas as noites eles devem ouvir um pouco de música. Não pode ser o Despacito. O ideal é ser aquele CD de monges tibetanos. Aqueles sons são bons para o cérebro e para a digestão.
• Se eles quiserem subir às árvores, podem subir. Mas devem dar um abraço ao tronco antes disso. De preferência, devem agradecer à árvore antes de subirem para cima dela.
• Eles precisam de três abraços por dia. Pelo menos. Por favor não esqueça isso. E se puder, dê-lhes abraços de pele a tocar na pele. A energia positiva assim passa de forma mais eficaz.
PS 1: Mãe, não se enerve depois de ler isto tudo.
PS2: Cole este papel na porta do frigorífico, para não se esquecer de nada. Mas não use fita-cola, que isso tem plástico.
RESPOSTA DA AVÓ:
• Olha, filha, não sei se percebi bem os recados que me deixaste. Dizias que a Matilde não come arroz, mas houve um dia em que ela quis provar do arroz de frango que fiz para mim e para o teu pai e gostou. E pediu para repetir. Duas vezes. Já não me lembro se vocês são vegetarianos ou não, se os miúdos comem carne às vezes ou só às terças e quintas, mas ela pareceu tão consolada que no dia seguinte fiz mais. E também gostou do sarrabulho.
• Não lhes dei bolos, como pediste. Mas o teu pai não leu os recados. E ele deu. Todos os dias ao fim da tarde iam dar um passeio com o avô e o cão e passavam por casa da tia Idalina, que lhes dava uns biscoitos. Só soube isto no fim das férias. Mas acho que os biscoitos são muito bons. Depois peço-lhe a receita para te dar. Mas ela não usa cá açúcar amarelo. Não há disso na aldeia.
• Comeram iogurtes e tivemos de comprar mais queijo porque eles acabaram num instante o que tínhamos cá em casa. Já não me lembro se podiam comer queijo ou não ou se era o leite de vaca que não podiam beber. Mas como é difícil arranjar leite de cabra, comprámos do outro na mercearia e não nos chateámos com isso. Não te chateies tu também.
• Não brincaram com o iPad. Enquanto estiveram cá na aldeia nem lhe mexeram. Mas adormeciam a ver televisão. Dizias uma coisa qualquer sobre ecrãs à noite, mas eu não percebi bem.
• Houve algumas birras. E numa delas o João fartou-se de chorar. Ele disse que ia ligar-te, mas o teu pai disse-lhe para ir mas é jogar à bola e estar calado e a coisa resultou.
• Não lhes comprei brinquedos de plástico na feira, como tu disseste. E eles ficaram amuados comigo e não quiseram voltar à feira mais nenhum dia, o que foi uma chatice. Que raio de ideia, filha. Isso não correu muito bem.
• O champô que mandaste para eles, aquele das plantas medicinais, cheirava mesmo mal. Tem paciência, mas lavei a cabeça dos teus filhos com o meu champô. É bem mais barato do que o teu. Andas a gastar uma fortuna numa coisa malcheirosa, filha.
• As toalhas de algodão armado ao pingarelho que tu mandaste são tão fofinhas e estavam tão bem arrumadas que as deixei estar no sítio. Tive medo de as estragar. Os teus filhos tomaram banho todos os dias e limparam-se às toalhas que havia cá em casa. E não lhes caiu nenhum pedaço de pele. Acho que fiz tudo bem.
• Querias que lhes desse três abraços por dia. Nuns dias dei mais, noutros não dei nenhum. E houve um em que me apeteceu dar um tabefe à Matilde, porque estava a fazer uma fita, mas depois acalmou.
• Não houve cá abraços a árvores. Esqueci-me. E houve um dia em que o Pedro caiu da árvore do quintal e fez uns arranhões. Acho que não tinha vontade nenhuma de dar abraços ao tronco.
• Aquela coisa de o João vestir as saias da Matilde é que me pareceu esquisito. Ele nunca pediu para vestir a roupa da irmã. Eu achei isso bem e fiquei contente.
• Todas as noites ouviram música, como pediste, mas não foi o CD dos monges tibetanos, que isso irritava o teu pai. Ouviam a música dos altifalantes da festa. Não querias o Despacito, mas ouviram isso umas dez vezes por dia. E o Toy também. E o Tony Carreira e o Emanuel.
• Só deves ver este papel quando acabares de tirar as coisas dos sacos dos miúdos. Deixei isto no fundo da mochila do Pedro de propósito. Assim, antes de saberes das coisas que não fiz como tu querias, viste os teus filhos e viste como estavam bem alimentados e cuidados.
PS: não precisas de colar isto na porta do frigorífico. Não quero que gastes fita-cola. Se tiveres alguma dúvida, telefona-me. É isso que as mães fazem: atendem o telefone às filhas para responder a dúvidas sobre os netos.”
E é isto que está certo …
Lindo !!!!! 🤣🤣
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«POEMA DA BUGANVÍLIA Obra Completa de António Gedeão e outras obras de Rómulo de Carvalho

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«POEMA DA BUGANVÍLIA
Algum dia o poema será a buganvília
pendente deste muro da Calçada da Graça.
Produz uma semente que faz esquecer os jornais, o emprego e a família,
e além disso tudo atapeta o passeio alegrando quem passa.
Mas antes desse dia há‑de secar a buganvília
e o varredor há‑de levar as flores secas para o monturo.
Depois cairá o muro.
E como o tempo passa
mesmo contra vontade,
também há-de acabar a Calçada da Graça
e o resto da cidade.
Então, quando nada restar, nem o pó de um sorriso
que é o mais leve de tudo que se pode supor,
será esse o momento de o poema ser flor,
mas já não é preciso.» [pp. 208-209]
Obra Completa de António Gedeão e outras obras de Rómulo de Carvalho estão disponíveis em
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Moisés Roque

… mas, será “preciso”, Sempre !!!
Viva , o Poema !!
Viva , a Poesia, Sempre !
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A LUA JÁ NÃO É O QUE ERA?

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A LUA JÁ NÃO É O QUE ERA?
Dados enviados pela sonda indiana levantam muitas questões quando comparados com os dados da alunagem americana do século passado.
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Escreve Jose Valente:
Ao que parece, a Lua em que os americanos alunaram nos anos 60 do século passado, não é a mesma Lua onde alunou o veículo indiano. Vamos ouvir falar muito sobre este estranho caso.
“Dados estranhos do Chandrayaan-3. As perguntas aos EUA sobre a aterragem lunar tornaram-se mais numerosas
Uma fotografia da superfície lunar tirada pela nave indiana Chandrayaan-3, que pousou com sucesso no final de agosto, durou alguns minutos na conta da ISRO antes de ser rapidamente apagada.
Mas há muito mais questões sobre os EUA e a sua missão Apollo à Lua em 1969-1972, e nem sequer por essa razão.
Sim, toda a gente esperava ver que a bandeira americana não estava lá. Até agora, não ficámos convencidos. Mas há dois outros factos indiscutíveis que vieram do veículo lunar indiano.
Verificou-se que a temperatura na Lua é muitas vezes superior à prevista. Em vez da temperatura prevista de +20…+30 graus Celsius, o aquecimento do solo foi de 70 graus – duas a três vezes superior! Mas no Pólo Sul, onde o bebé indiano “Pragyan” (rover de seis rodas que pesa 26 kg, cujo nome se traduz por “Investigação”) está agora a gatinhar, o Sol está no horizonte e o aquecimento deveria ter sido mínimo!
Podemos então imaginar a temperatura do outro lado da Lua! E o que era em 20 de julho de 1969 na zona da fenda Maria Serenitatis, onde aterraram os astronautas americanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin!
E agora quero perguntar à NASA: quando enviaram as tripulações da Apollo para aterragens lunares (quando as pessoas estavam na superfície durante 1 a 3 dias), notaram temperaturas inesperadamente elevadas na Lua? Não? Não houve nada disso?
Muito estranho… Afinal, os astronautas americanos nesta falha Maria Serenitatis podiam muito bem, em vez do máximo esperado de 90-100 ° C, “deparar-se” com o escaldante 170-180 graus. A tais temperaturas, como sabemos, a possibilidade de suporte de vida é simplesmente inexistente.
Em todo o caso, porque é que só agora ficamos a saber de uma temperatura tão elevada e não depois – através deles? Trata-se de um facto extremamente importante para toda a humanidade. Não é uma boa notícia para nós.
Continuando. Segundo facto.
Descobriu-se também que na superfície da Lua existem processos eléctricos complexos, em particular causados por tempestades de poeira e pela atividade do Sol – ondas de milhares de volts.
Acontece que os volts ali acumulados não só são mortais para as pessoas que aterram e para o seu equipamento espacial, como também acrescentam problemas com a seguinte capacidade: a eletricidade na superfície da Lua transforma-se em calor.
Aparentemente, esta é a razão para o aumento do aquecimento do solo, que é o que Bee Darukesh, o funcionário indiano da ISRO que relatou todas estas notícias, estava tão genuinamente surpreendido.
Para além disso, a poeira, que pode literalmente rodopiar a partir da superfície do regolito, deverá causar grandes interferências com o equipamento de observação, de filmagem e fotográfico… e, em geral, com toda a atividade humana à superfície. e toda a atividade humana na superfície da Lua.
Neil Armstrong, Edwin Aldrin, e outros, nunca estiveram sequer perto de mencionar tudo isto nas suas entrevistas, apesar de parecer ser a coisa básica e óbvia de que deviam ter falado.
Agora, os Estados Unidos, compreensivelmente, vão bloquear este tópico de todas as formas possíveis. Porque quando a comunidade mundial souber da maior mentira da humanidade, o resto da “verdade” americana cairá como um castelo de cartas. Juntamente com a Ucrânia.
Acho que estão a pensar em algo agora. Bem, por exemplo… Sim, há altas temperaturas, milhares de volts e tempestades de areia – não o negamos. Mas em 55 anos, tudo mudou na Lua! (Aqui será inventada uma circunstância pela qual, de acordo com os cientistas americanos – os cientistas mais inteligentes do mundo, tudo mudou). E antes – não, não existia tal coisa antes.
E agora a questão. Será que os ocidentais vão engolir isto? E será que vão acreditar…? “
Nenhuma descrição de foto disponível.

Ao que parece, a Lua em que os americanos alunaram nos anos 60 do século passado, não é a mesma Lua onde alunou o veículo indiano. Vamos ouvir falar muito sobre…

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Carlos Fino

O meu avô, como muitos milhares de pessoas em todo o mundo na época, foi sempre céptico em relação ao voo americano. A sua realização foi entretanto comprovada e não parece que possa, hoje, ser posta em causa. Mas se os dados da sonda indiana não batem…

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