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Joffre Antonio Justino shared a link.

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LAURINDA C. ANDRADE.(1899-1980):
“A Porta Aberta”
A autobiografia da jovem que aos 18 anos deixou tudo e todos para trás e atravessou o Atlântico para concretizar o seu sonho.
Organização, texto português e posfácio de Francisco Cota Fagundes. Edição da Companhia das Ilhas.
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Laurinda Cândida Andrade (1899-1980) nasceu na freguesia de São Brás, Terceira, Açores.
Ainda criança, a sua família mudou a sua residência para Angra do Heroísmo. Em 1917, sem a companhia de qualquer membro da família, emigrou para os Estados Unidos da América e estabeleceu residência em New Bedford, Massachusetts. Sofreu uma série de contratempos, devidos sobretudo a uma doença associada ao árduo e perigoso trabalho das fiações onde se empregou. Conseguiu, apesar das contrariedades, completar o curso do Liceu de New Bedford, e foi aceite como aluna de Românicas no Pembroke College, sector feminino da prestigiosa Universidade de Brown, onde concluiu um Bacharelato em 1931. Após uma longa saga à procura de trabalho durante a Grande Depressão, acabou por encontrar emprego como editora e directora do semanário A Tribuna, em Newark, New Jersey. Tornou-se depois secretária da Legação Portuguesa em Washington, D. C. Em 1942, aceitou um emprego menos bem remunerado e regressou a New Bedford para estabelecer o primeiro Programa de Português no liceu onde se havia formado. Em 1955 fundou, nesse liceu, o primeiro Departamento de Português de nível secundário nos EUA. Conclui o Mestrado no Departamento de Espanhol da Universidade de Columbia, Nova York, em 1948.


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Do alto de cada Aldeia Histórica, há um Castelo que vigia, imponente e altivo, as suas queridas gentes. ❤️ Percorrer as suas muralhas, torres e ruínas é embarcar numa emocionante viagem ao passado, até às origens do nosso país. 😍 Viaje connosco neste vídeo, à descoberta dos Castelos das Aldeias Históricas de Portugal… 🏰😉


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As forças militares americanas usaram este produto na Base das Lajes?

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“Maria Eugenia” is for sale.
“Maria Eugenia” is one of the last living pieces of Azorean naval architecture. It was built in the Santo Amaro shipyards, on the island of Pico, by Master Builder Manuel Bento, in the early decades of the last century, based on a design by Manuel Inácio Nunes (who at the time had already emigrated to California) by request of a ship-owner from Graciosa Island.
Like others built in the shipyards of Santo Amaro do Pico at that time, this boat represented the coming together of the famous art of the builders of that island with the experience gained by the first Azorean emigrants in California, who were able to understand and develop the techniques and use them in their homeland.
“Maria Eugenia” sailed from then (about 1920) until the end of the 1980s.
The hull was completely restored in Santo Amaro do Pico by Mestre José Adriano, which was completed in 2011, with the purpose of transforming her into a school boat, a project now abandoned.
She can be visited in Santo Amaro at Mestre José Adriano’s shipyard.
Proposals are welcome.
Contact: adpma@cabotagem.org
Patrimônio dos Açores.
Um barco com história que bem podia ser como escreveu Carlos De Bulhão Pato Homenagem aos estaleiros feitos em cima de rochas pelos seus construtores sem apoios de ninguém deixaram uma grande obra Naval dos Açores de grandes marinheiros de todas estas ilhas dos Açores. Atenção Secretaria da Cultura a nova diretora pode fazer história se tiver coragem. Assim vai os nossos Açores.
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14 hrs
As ilhas açorianas em livro de excelentes crónicas: uma sugestão
Caro João Câmara! Tu, que me conheces há muitos anos, sabes bem que eu não sou de hipocrisias e falsos elogios. Se não gostasse das crónicas que tens escrito sobre as nossas ilhas, calava-me ou criticava mesmo. Acontece, porém, que tenho apreciado muito – muito mesmo! – esses teus textos, num estilo leve e apetecível para a leitura, cheios de pormenores e curiosidades. Estás a prestar um excelente serviço à promoção no exterior das ilhas açorianas. Mas eu quero fazer-te uma sugestão: com esta qualidade de escrita e com esta riqueza de informação, nomeadamente histórica, geográfica, paisagística e sociológica, tudo bem articulado e harmonizado, no final estas nove crónicas merecem e devem ser publicadas em livro, eventualmente com algum ajuste para o efeito, acompanhadas com boas fotografias. Não tenho dúvidas que esse livro será um sucesso editorial!

17 hrs
ILHA DO FAIAL NA VISÃO
Fechamos hoje o périplo pelas ilhas do grupo central do arquipélago com o desembarque da Visão no bonito Faial, a ilha azul.
Boas leituras.
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1 hr
ândola sejam momentos de fraterno reencontro.
Um abraço Tio.




10 hrs
J. H. SANTOS BARROS:
Eis, finalmente, os Poemas Todos do mais intenso e diverso poeta açoriano revelado nos anos 60 do século passado.
Organização de Jorge Reis-Sá para a Imprensa Nacional.




Já saiu a Obra completa do José Henrique Santos Barros!!
Maravilhosa prenda pela mão da INCM, sob orientação do Jorge Reis-Sá, com prefácio do António Lobo Antunes e a preciosa ajuda dos amigos em especial o Urbano Bettencourt que há pouco me deu a notícia.
Uma obra justíssima e necessária. Uma oportunidade para revisitarmos todos os seus trabalhos, uma oportunidade para (re)conhecermos e colocarmos o José Henrique no lugar que merece na Literatura Açoriana e Portuguesa.
Jorge Reis-Sá afirma esperar que J.H. Barros Santos seja lembrado “como um dos mais inventivos poetas de língua portuguesa, imerecedor do esquecimento a que foi votado durante quase 40 anos”.
Lobo Antunes destaca os poemas do final de vida do poeta “em plena maturidade”, que aponta como “peças de primeira água pelas quais [J.H. Santos Barros] deverá ser julgado”, atrevendo-se, como escreve, a referir que “quatro ou cinco (…) resistirão ao tempo
Espero que os lançamentos que decerto se farão, quer na Terceira, quer em São Miguel, quer em Grândola sejam momentos de fraterno reencontro.
Um abraço Tio.