Londres 250 mil por um lugar de estacionamento

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In London, parking spaces sell for over 250,000 euros, so naturally, protecting your space or parking rights is an important matter.

When I got home, I discovered that someone had parked their Porsche 911 in my parking space.

The conversation unfolded as follows:

Me: “This is my parking space, can you move your car?”

Him: “Not really. I used to live on this street and I know you don’t actually own your parking spaces, so I’m going to park here from now on. The police won’t do anything because it’s a private street.”

Me: “Okay, we’ll do this the hard way then.”

I parked my motorcycle about 15 centimeters from its rear bumper, engaged the disc lock, put a huge chain around the rear wheel, and activated the alarm and immobilizer. Then I went back inside the house.

A few hours later, there was a knock at my front door:

The lackey: “My boss has to go out, would you mind moving your motorcycle?”

Me: “Of course, no problem.”

A long, truly uncomfortable silence followed as I stared at him and he began to shift his weight from one foot to the other.

The lackey: “Can you move it now?”

Me: “No.”

Him: “When can you move it?”

Me: “Wednesday.”

Him: “Wednesday?”

Me: “Yes, Wednesday. That’s when I’ll be using my motorcycle again. It would be a good time for him to move his car.”

Him: “He’s going to call the police.”

Me: “He can do it, yes, but, as he said, it’s a private road and they don’t care. He’ll have to wait until Wednesday to get it out. And, if using his car is important to him, he’d be better off parking somewhere else in the future.”

I waited until Wednesday to move my motorcycle and let it out.

He moved the car.

And never parked there again.

And everyone lived happily ever after…

Thanks for reading.

a história sempre a repetir-se

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a História repete-se, embora nunca da mesma maneira…May be an image of text
(…) Na América Latina, alguns historiadores estimam em mais de 50 milhões o número de indígenas mortos durante a colonização espanhola. Portugal não esteve isento de crimes semelhantes, quer no Brasil, quer em África. O Congo belga, sob o reinado de Leopoldo II, representa talvez o ápice do horror colonial europeu. (…)
[Carlos Narciso, “Duas Linhas”, 10/02/2026]
…………
O colonialismo europeu, iniciado no século XIV com a chamada “descoberta” de novos mundos pelos navegadores portugueses, fez da Europa senhora do planeta. Ingleses e franceses colonizaram a América do Norte; portugueses e espanhóis submeteram a América do Sul e Central; África foi retalhada entre ingleses, alemães, belgas, portugueses e franceses; a Ásia conheceu destino semelhante. Poucos povos escaparam à dominação colonial.
Durante séculos de ocupação e exploração, não foi apenas a escravatura humana que devastou esses territórios. Houve também a espoliação sistemática de recursos: ouro, prata, especiarias e produtos agrícolas como o açúcar, que alimentaram a acumulação de riqueza na Europa. O progresso europeu assentou, em larga medida, nesta pilhagem organizada.
Essas conquistas foram acompanhadas por genocídios em larga escala. Os povos indígenas da América do Norte foram quase exterminados pelos colonos europeus.
Na América Latina, alguns historiadores estimam em mais de 50 milhões o número de indígenas mortos durante a colonização espanhola. Portugal não esteve isento de crimes semelhantes, quer no Brasil, quer em África. O Congo belga, sob o reinado de Leopoldo II, representa talvez o ápice do horror colonial europeu.
Esses crimes históricos tendem hoje a ser relativizados. O sofrimento alheio, quando distante no tempo, é facilmente diluído em narrativas civilizacionais ou atenuado por uma falsa neutralidade histórica. Mas o presente começa a devolver-nos uma imagem perturbadora desse passado.
O ressurgimento de um colonialismo explícito por parte dos Estados Unidos, como reação às tentativas de erosão do império que construíram ao longo dos últimos 250 anos, permite-nos vislumbrar, pela primeira vez, o que outros povos sentiram quando foram submetidos pela força dos canhões. Ontem, o pretexto era a “expansão do cristianismo”. Hoje, chama-se “democratização”. A lógica é a mesma, a mentira também. Hoje é pelo petróleo, gás natural, terras raras, que se fazem as guerras dos EUA.
Sem remorso e sem qualquer assunção de culpa histórica, o Ocidente prepara-se para aceitar aquilo que outrora impôs. A Dinamarca ficará sem a Gronelândia e nada será feito para contrariar uma intenção já assumida por Donald Trump. O direito internacional, tal como a moral que o sustenta, revela-se descartável quando confrontado com a lei do mais forte.
[Carlos Narciso, “Duas Linhas”, 10/02/2026]

Quishing em 100% Português, o AO 1990 nos jornais de Portugal, a crise dos dicionários, aforismo com vírgula e a palavra que

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Tudo, aqui, à volta da língua portuguesa – o idioma oficial de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Source: Quishing em 100% Português, o AO 1990 nos jornais de Portugal, a crise dos dicionários, aforismo com vírgula e a palavra que

NASA Finds Lost Cold War City Beneath Greenland Ice NASA discover secret US military base dubbed ‘city under the ice’ hiding beneath Greenland

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NASA radar accidentally revealed a Cold War city under Greenland raising questions about climate change buried waste

Source: NASA Finds Lost Cold War City Beneath Greenland Ice NASA discover secret US military base dubbed ‘city under the ice’ hiding beneath Greenland