Stabbing and vandalism: Australia must not lose the war within over religion, ideology and politics

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While there is a huge difference between spilling blood and paint, recent episodes reflect a radical intolerance for different political, ideological and religious views.

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poema meu contra a guerra em 1969 (em franc^ªes, creio ser o único em Fr)

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91. mes armes, mai, 2, 1969

les soldats sans armes

s’enfoncent dans la guerre

ils sont les pauvres avocats

de la paix sur la terre

mes armes sont l’amour

la compréhension

elles tuent

les sentiments des déshonnêtes

tant que les fusils

ceux qui bataillent

je cherche la paix

pas la guerre.

…”A Família Tradicional Da Rita” ou “A Família Moderna: Uma Comédia de Erros para os Reacionários”

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…”A Família Tradicional Da Rita” ou “A Família Moderna: Uma Comédia de Erros para os Reacionários”
No vasto espectro do século XXI, onde as ideias dançam entre o conservadorismo mais rígido e a progressão mais iluminada, a noção de família tornou-se um campo de batalha para os mais reacionários. Ah, os reacionários, aqueles que se apegam tão ferozmente à noção de “família tradicional” que parecem esquecer que o mundo mudou mais do que a moda nos últimos séculos!
O conceito de família evoluiu tanto que agora parece ter mais reviravoltas do que um episódio de novela. Casais do mesmo sexo? Ah, a quebra dos alicerces morais, gritam eles! Filhos adotados? Uma afronta ao “sangue”, eles lamentam com seus lenços de renda desatualizados. E a nova mentalidade? Bem, é como pedir a um dinossauro para entender a teoria da relatividade (não querendo insultar os dinossauros).
Esses reacionários estão enraizados em uma visão de mundo tão antiga que suas ideias poderiam ser exibidas em um museu de história natural. Eles defendem a família tradicional com tanta ferocidade que você imagina se eles estão realmente tentando manter um modelo de família ou apenas preservar um troféu empoeirado de um passado longínquo.
Para esses senhores e senhoras da “tradição”, é hora de um reality check! A família moderna é como um buffet de almoço – diversa, cheia de opções e, às vezes, com um pouco de tempero picante. Não é mais um encaixe perfeito de papá, mamã e dois filhos felizes. É uma tapeçaria de cores vibrantes, com padrões que desafiam a monotonia e celebram a diversidade.
Os reacionários podem ficar roxos de indignação, mas a verdade é que a família moderna é como uma versão remixada de um clássico antigo – ainda tem o mesmo ritmo cativante, mas com uma batida renovada e uma nova melodia. E, vamos encarar, o mundo seria um lugar muito chato se todos estivéssemos presos a uma única nota na partitura da vida.
Então, meus amigos, levantemos nossas taças para a família moderna – com seus casais do mesmo sexo dançando na pista de amor, seus filhos adotados escrevendo novas histórias de esperança e seus pais solteiros provando que o amor não tem uma fórmula definida. E para os reacionários? Bem, talvez eles se possam juntar a nós nesta festa da vida e descobrir que a diversidade é a verdadeira essência da família. Ou pelo menos podem pegar um lenço e secar suas lágrimas de riso enquanto assistem a essa comédia de erros que é tentar manter uma noção de família tradicional em um mundo que se recusa a ficar parado no passado. Vítor Rua, 2024.

AI now beats humans at basic tasks — new benchmarks are needed, says major report

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Nature – Stanford University’s 2024 AI Index charts the meteoric rise of artificial-intelligence tools.

Source: AI now beats humans at basic tasks — new benchmarks are needed, says major report

A GUERRA DAS CRIANÇAS POR ANTÓNIO BULCÃO

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A guerra das crianças
Eram guerras a brincar.
Cóbois contra índios, castelos contra castelos.
Não tínhamos televisão no Faial, nos anos sessenta do século passado. Nem playstations, telemóveis, internet, nada do que hoje em dia é banal. Tínhamos que nos safar. E inventávamos jogos.
Não sei a razão pela qual a guerra entrava nesses jogos. Seriam os pequenos livros de banda desenhada, cada um de nós querendo-se Búfalo Bill fora do papel? Seriam os filmes no Teatro Faialense, sonhando cada um dos putos ouvir troar na Espalamaca os Canhões de Navarone?
A verdade é que não sabíamos o que era guerra, para além dos livros que trocávamos entre nós, já leste este? e das grandes metragens que faziam as paredes do cinema estremecer.
E era a brincar. Nos castelos, a coisa mais próxima de violência que vivi foi dentro de uma barraca feita de canas e plástico no quintal do Raulinho. Lá dentro, a planear invasões inconsequentes, sentimos pequenas pedras a cair sobre o plástico do telhado e saímos esbaforidos, podia ser tremor de terra. Mesmo a tempo. O filho do vizinho preparava-se para deixar cair sobre nós uma pedra do muro divisório.
Ai tal calhau. Teria sido a nossa Hiroshima de certeza. Cabeças rachadas ou gesso para uma perna, para os colegas autografarem na escola. O filho do vizinho não sabia brincar…
Como não sabiam brincar os rapazes do castelo da ribeira. Usavam farpas de guarda-chuva em vez de setas de plástico. Aquilo se entrava na barriga de uma perna era injecção contra o tétano suplementar. Não sabiam brincar, eram brutos e inconscientes. Guerra, só a brincar.
As verdadeiras guerras deviam passar-se muito longe, para trás do Pico. Mas a gente só sabia delas muito tempo depois, nas páginas de “O Telégrafo”, e não ligávamos muito. Às vezes um mais velho ia para a guerra do Ultramar e voltava com os olhos esbugalhados, metido na aguardente logo de manhã. Às vezes não voltava…
Só muitos anos depois, com a televisão, comecei a “ver” a guerra. Casas caídas, buracos de bombas, gente morta. Nos anos 90, vi a guerra em directo, deitado na cama. No Iraque. Uns traços de luz para um lado, chamados scuds, que atacavam, outros traços de luz, chamados patriot, que defendiam. De noite. Não se via nada de jeito, devo confessar.
Hoje, vejo a guerra depois dos mísseis e dos drones. Nos olhos das crianças. Na Faixa de Gaza, na Ucrânia, em Burkina Faso, na Somália, no Sudão, no Iémen, na Nigéria, em tantos outros países e regiões.
Crianças magras de fome, agitando um tacho, à espera de lhes calhar uma sopa aguada, com sorte uma batata a boiar. Acotovelando-se aos milhares para se chegarem à frente, antes que o caldeirão mor fique vazio.
Crianças gravemente feridas, entrapadas de gaze, aos gritos em tendas que só por terem uma cruz pintada se podem chamar hospitais. E sangue nas suas cabeças, nos seus corpos raquíticos, a dor a sair pela televisão fora e a ficar no quarto, imensa, colada às paredes de breu quando apago a luz para tentar dormir.
As que ainda não levaram com uma bala, com um estilhaço, conseguem sorrir. Mas nos seus olhos não vejo o reino dos céus.
E que Deus perdoe os adultos que não as deixam brincar.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)

de enxovais e namoros tradicionais

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Ancestralidades

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Até aos inícios do século XX em todas as localidades portugueses namorava-se para casar e casava-se para consolidar património, ter filhos e amparar a família. A relação iniciava-se no dia do consentimento do pedido.
O casamento poderia ser antecedido por um período de namoro consentido e autorizado pelo pai da noiva.
Seguia-se a formalização do pedido que podia ser deferido ou indeferido. Sentando-se em torno da mesa, o candidato expunha as suas intenções e formulava o pedido: “Senhor fulano, eu sou um homem honesto, trabalhador, poupado, gosto da sua filha e vinha pedir autorização para a gente se casar”. Consentindo, o futuro sogro, abria uma garrafa de licor caseiro, brindava e a partir desse momento podia decorrer o namoro de janela.
O pedido urbano é mais formal e frequentemente completado com um segundo momento, o pedido de noivado, que implica a oferta à noiva de um anel de ouro com brilhante (anel de noivado, solitário). O anel de noivado masculino só começou a generalizar-se nos meios rurais pela década de 1970.
O casamento católico passou a ser considerado sacramento no século XVI por determinação do Concílio de Trento. A função religiosa em templo era obrigatoriamente antecedida de banhos, pregões, proclamas ou denúncias.
Durante os três domingos que precediam o casamento, o padre lia em voz alta na missa um pregão do tipo “Com o favor de Deus e da Santa Madre Igreja querem contrair o santo sacramento do matrimónio X e Y (nome, idade, estado, ocupação, naturalidade, filiação, residência). Quem souber de algum impedimento que faça com que este casamento não possa realizar-se, debaixo de pena de excomunhão maior o declare e na mesma excomunhão incorre aquele que por malícia, o pretender impedir”.
Tradicionalmente os convites de casamento eram orais, indicando-se o dia, hora e local e o percurso do cortejo (a pé, em carroças). Pelo mesmo modo se convidavam os padrinhos do noivo e da noiva.
Foi nos casamentos urbanos da aristocracia e da alta burguesia que se começou a utilizar o convite escrito, popularizado no primeiro terço do século XX.
Por influência dos casamentos urbanos, quase todos os noivos organizam listas de prendas em lojas comerciais, outros pedem dinheiro ou electrodomésticos. Estas prendas costumam ser entregues antes do casamento.
Em alguns antigos casamentos rurais, as vizinhas e amigas visitavam a noiva no dia seguinte ao casamento, ofertando-lhe panos de linho, feijão seco, carne de porco, azeite, vinho. A noiva deveria agradecer a visita e as prendas, distribuindo licores e fatias de bolo dos noivos.
Tradicionalmente os noivos pobres não tinham dote e optava por morar em casa dos pais. Dizia-se que a noiva não levava tijela nem penico. O noivo também não tinha património que não fosse de alfaias agrícolas.
Nos meses que antecediam o casamento, a noiva, a madrinha de baptismo e a mãe bordavam abundantemente lençóis, travesseiros, toalhas, e confeccionavam peças de vestuário que constituíam o enxoval da noiva.
O bolo dos noivos não era costume generalizado em Portugal. Era confeccionado, fatiado e distribuído em algumas terras. O “bolo da noiva”, recamado de branco é um costume urbano.
Foi tradição em muitas terras realizar-se um baile em honra dos noivos na noite do dia do casamento: bailarico, bailho, balho, feito na casa de baile, isto é, na sala principal da moradia.
A bênção e troca de alianças no acto do casamento (algumas com nomes e datas gravadas no interior) é uma tradição aristocrática que só se popularizou no século XX.
O vestido branco de noiva com véu é um costume aristocrático do século XIX lançado em 1840 pela rainha Vitória da Inglaterra.
Nos meios rurais a noiva vestia traje domingueiro ou de festa, sempre com saia pregueada comprida, como confirmam todas as recolhas de trajes de noivos efectuadas por grupos folclóricos. O traje de noivo era a indumentária domingueira e não o fraque com cartola.
Na tradição portuguesa o ramo da noiva era de flores naturais de laranjeira.
Na foto, uma noiva e seus pais posam para a fotógrafo tendo ao fundo o enxoval que, muitas vezes, podia ser apreciado pelos convidados.
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Tráfico humano em Timor-Leste: um problema grave em crescimento contínuo – DILIGENTE

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Atualmente, Timor-Leste enfrenta uma crise grave: o tráfico humano está a aumentar, aproveitando-se de pessoas vulneráveis que procuram segurança económica. Recentemente, houve muitos casos que mostram como os timorenses continuam a ser vítimas de redes criminosas. Em 2022, chamou a […]

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growing pains – ao meu adolescente johnny boy (16 anos) 01.09.12

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561.

ver crescer os filhos são partos constantes

dores difíceis de conter

a ti vi-te crescer na barriga da mãe

desde que foste à austrália sem o saberes

depois quase não nascias por incúria médica

e ali ficaste no porto cinco anos

geneticamente carente de mimos

antes de viveres na minha bragança

e vires desabrochar adolescente nos açores

correste as ilhas e o mundo

sentiste a lava no pico

o barro na faneca de santa maria

a vertigem das fajãs de s. jorge

viste o mar imenso no farol da maia

o rochedo do topo e o ilhéu da vila

mergulhaste nas lamas das furnas

antes de nadares em copacabana

aprendeste a nadar na rousia

fizeste-te às ondas nos moinhos

foste á caldeira no faial e capelinhos

visitaste hong kong e macau

brasília, são paulo e rio de janeiro

viajaste a anhatomirim

ribeirão da ilha, santo antónio de lisboa

lagoa da conceição e palhoça

na grande floripa de santa catarina

correste a galiza paraste em londres

andaste de burro, cavalo e bicileta

deste cabo da cabeça aos profes

da escola da maia e à tua mãe

convertes alegrias em preocupações

canseiras, dores e horrores

privilegiado sem o saberes

viveste os últimos sonhos da geração beat

e dos baby boomers antes da crise

hoje preocupo-me com o futuro

o teu e dos teus contemporâneos

sem sonhos para viverem

sem amanhã para sonharem

sem teorias permissivas do dr spock

embalados no conformismo urbano

sem saber de sputniks nem guerra fria

sem a ordem natural da família nuclear

sem ler os angry young men

sem os verões de amor nem os dias de raiva

sem a geração do flower power

if you go to san francisco

antes de serem yuppies nos anos 80

sem guerras do vietnam ou das colónias

sem disputas entre beatles e stones

sem joan baez nem bob dylan

sem a route 66 do kérouac

agora terás de encontrar a rota na selva

viveres a vida sem rede de segurança

sem sistema universal de saúde

nem serviço público de televisão

cursos sem saída nem amanhã

que não seja emigrar e fugir

amizades feitas no facebook

a virtualidade de sentimentos

a solidão das multidões

e eu carregado de experiência e saber

escrevo desabafos mudos em poesia

impotente sem nada poder fazer

eivado de utopias antigas, democracia

igualdade, fraternidade e liberdade

abafadas neste neoliberalismo selvagem

a minha voz será flor murcha

neste deserto de ricos prepotentes

e às massas sem forças para marchar

só resta gritar antes de perecer

 

(depois de ler, ver http://www.youtube.com/watch?v=RXYAJF9ZmkY&feature=share)

Cientistas podem ter descoberto “vacina universal” – Açoriano Oriental

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Cientistas da Universidade da Califórnia (Estados Unidos) revelaram uma nova estratégia para a vacina baseada em RNA que é eficaz contra qualquer estirpe de um vírus e segura mesmo para bebés e para quem tem o sistema imunitário enfraquecido.

Source: Cientistas podem ter descoberto “vacina universal” – Açoriano Oriental