malditos aposentados (e enganados)Henrique Schanderl

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OS MALDITOS APOSENTADOS!
É verdade, ser aposentado hoje em dia não é uma regalia de quem trabalhou mais de 44 anos ou ultrapassou os 65 anos de idade, é sim alguém que já devia ter morrido há bastante tempo para não ser um “peso” nas reformas futuras de quem está a trabalhar.
A realidade, pelo menos no meu caso como de milhares de trabalhadores da Administração Pública, é que quando assinamos o contrato de trabalho com o Estado, estava lá bem claro que me comprometia a trabalhar para este até aos 55 anos de idade e que de acordo com a minha carreira especial do ensino superior, teria obrigatoriamente de passar por provas públicas estipuladas, em determinado tempo pela Lei, nomeadamente provas de Capacidade Científica e Pedagógica ou Mestrado e Doutoramento para além de um aumento simbólico de vencimento a cada 5 anos.
A verdade é que o Estado nos enganou como quis e entendeu ao longo dos anos, foi alterando o nosso Estatuto contratual em todas as formas e feitos fazendo que em termos académicos, cada vez tivéssemos mais sobrecarga de trabalho, tivéssemos de fazer parte de um novo sem número de cargos que aumentava em muito o nosso horário de trabalho como foi aumentando ano após ano o tempo de serviço a que éramos obrigados a trabalhar.
Estas alterações, não são conhecidas pela maioria de quem nos veio a substituir, razão pela qual somos mal vistos por quem nos veio substituir.
Ninguém, e muito menos o Estado disse a quem nos veio a substituir que as verbas por nós pagas mensalmente para usufruirmos nas nossas reformas, foram por diversas vezes utilizadas pelo Estado para outros fins, descapitalizando o que salvaguardava as nossas reformas, e muito menos lhes informou porque teriam de trabalhar mais, igualmente como aconteceu connosco, ou que só teriam no máximo de reforma 80% do seu vencimento bruto aquando das suas reformas.
É esta falta de conhecimentos, das nossas camadas mais jovens de trabalhadores, por culpa de quem os contratou, que não lhes explicou como as coisas podiam mudar, como mudou connosco, sem que alguém nos explicasse o porquê, que leva a que muitos odeiem, a nós “pobres” aposentados.
Ufa! Espero que não me chateiem mais.

pensamento crítico

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Thinking Critically about Time: A Cyclical View of Knowledge and Civilization

Ancient Origins UNLEASHED

Aug 15

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Deriv; Old Father Time and Ancient Ruins (CC BY 2.0) and Boeing 757-30

Many people think of time as linear. In other words, human beings begin ignorant, and as the ages progress, they become increasingly more advanced. However, various cultures worldwide perceive time differently. They think it is cyclical: human beings progress, they are wiped out by worldwide disasters such as floods or meteor strikes, and then the survivors begin again. After enough time has gone by, their technological advancements compare to those of previous civilizations.

This might seem difficult to believe, but evidence to support this idea exists. Besides proof of advanced technology used by ancient cultures, there are more than five hundred different stories that explain how people survived a massive worldwide flood. In many cases, the stories are considered legends because they reference gods. However, anytime something great or traumatic occurs, various cultures attribute it to divine intervention; just because a god is mentioned in a tale does not mean the event did not occur.

Global Legends of Flood

According to the biblical account, Noah created an ark to save his family and the various plants and animals deemed worthy. This story likely came from a much more ancient tale called the Epic of Gilgamesh, in which people entered tebitu (a ship that can tumble and turn) to escape the deluge.

The Deluge tablet of the Gilgamesh epic in Akkadian. (Public Domain)

In the Greek account, Zeus created a flood to wipe out humankind, and the only survivors sought refuge on mountaintops. …

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café em são miguel

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Depois de deixarem Angola e regressarem à ilha de São Miguel, Pedro e Dina Pimentel apostaram numa plantação de Café.
Hoje o casal tem 9 mil plantas numa quinta na Ribeira Seca, no concelho da Ribeira Grande.
A Delta Cafés já há algum tempo que aposta na produção do café nas ilhas dos Açores e Pedro e Dina também fazem parte desses produtores.
https://www.facebook.com/watch?v=359226743882401

Maria Antónia Fraga

Nos Açores sente-se – ou pelo menos as pessoas conscientes sentem – a necessidade de diversificar; não podemos continuar limitados aos géneros que vêm de fora, por vezes de bem longe, e às monoculturas locais. É necessário produzir localmente, e produzir localmente grande diversidade de culturas. Por isso parabéns, Dina e Pedro, pelo vossa coragem em correr o risco e abrir caminhos novos. Espero que depois de café local e morangos (locais), nos continuem a presentear com outras produções!
0:22 / 9:33

Depois de deixarem Angola e regressarem à ilha de São Miguel, Pedro e Dina Pimentel apostaram numa plantação de Café.
Hoje o casal tem 9 mil plantas numa quinta na Ribeira Seca, no concelho da Ribeira Grande.
A Delta Cafés já há algum tempo que aposta na produção do café nas ilhas dos Açores e Pedro e Dina também fazem parte desses produtores.

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quando a arte é comédia

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The comedy time

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These paintings are by Cy Twombly, one of the most expensive contemporary artists. His paintings range from $2 million up to $75 million. 😲
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MKP Studios

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Aos 94 anos, morre Gena Rowlands

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Nomeada para dois Óscares de Hollyood, galardoada com uma estatueta honorária, quatro Emmys e dois Globos de Ouro, ficam, para sempre, os grandes filmes que interpretou sob a realização do marido, John Cassavetes (por exemplo, “Noite de Estreia”, “Diário de uma Paixão”, “Uma Mulher Sob Influência” e “Glória”) e em “A Outra”, de Woody Allen. Ou, ainda, comtracenando com o filho Aidan Quinn, na ficção televisiva “An Early Frost”, sobre a sida.
Aos 94 anos, morre Gena Rowlands, de Diário de uma Paixão
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Aos 94 anos, morre Gena Rowlands, de Diário de uma Paixão
Morre Gena Rowlands, de Diário de uma Paixão, aos 94 anos
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Morreu Gena Rowlands, actriz da nossa paixão

Morreu Gena Rowlands, actriz da nossa paixão

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