fajã de Pedro Velho Santa Maria Açores

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O SUL, A Fajã de Pedro Velho. Em tempos recuados o lugar que hoje conhecemos como Sul denominava-se Fajã Pedro Velho, por ser esse o nome do dono de aquele lugar. Pedro Velho era descendente de um sobrinho de Gonçalo Velho Cabral. Mais precisamente era neto de Nuno Velho Cabral Travassos e Melo (nasc. 1451), filho de Violante Velho Cabral irmã de Gonçalo Velho. Nuno Velho veio ainda criança para Santa Maria acompanhando o seu tio materno Gonçalo Velho. Do segundo casamento de Nuno Velho com África Anes nasceu Duarte Nunes Velho - pai de Pedro Velho que viria a dar o seu nome à fajã que hoje conhecemos como o Sul. Pedro Velho no seu testamento feito a 10 de Julho de 1587 ordena ser enterrado na igreja matriz na capela do Bom Jesus edificada pelo seu pai e vincula a terça dos seus bens em beneficio da sua alma nomeando administrador do vinculo o seu filho padre José Pimentel Velho. Este filho foi ouvidor eclesiástico em Santa Maria. A primitiva ermida de Nossa Senhora da Piedade na Malbusca foi por ele mandada edificar na propriedade que herdara de seu pai. Apesar desta ermida já não existir o local da antiga edificação está assinalado com uma cruz de pedra. O Padre José Pimentel Velho fez testamento a 6 de Maio de 1594 e mais tarde a 7 de Março de 1630 doou os seus bens a Bárbara Velho, casada com Estêvão Dias de Bulhões, "doou também uma escrava Ana, e Maria sua mãe, e Cosme, escravo baço, recomendando que não os vendam e os tratem bem." Um neto de Bárbara Velho, Padre Bartolomeu de Bulhões por escritura de 18 de Janeiro de 1674, viria a ser o proprietário das terras doadas pelo Padre José Pimentel Velho à sua avó, que incluíam a Malbusca, Sul, Zimbral e casas sobradadas na rua Direita de Vila do Porto (actual Rua Frei Gonçalo Velho). Bartolomeu de Bulhões mandou edificar a ermida de Nossa Senhora da Boa Morte na Fajã Pedro Velho. Em 1886 essa ermida seria construída no lugar do Panasco porque a primitiva, demasiado próxima do mar, fora destruída por um temporal.

O SUL, A Fajã de Pedro Velho.
Em tempos recuados o lugar que hoje conhecemos como Sul denominava-se Fajã Pedro Velho, por ser esse o nome do dono de aquele lugar. Pedro Velho era descendente de um sobrinho de Gonçalo Velho Cabral. Mais precisamente era neto de Nuno Velho Cabral Travassos e Melo (nasc. 1451), filho de Violante Velho Cabral irmã de Gonçalo Velho. Nuno Velho veio ainda criança para Santa Maria acompanhando o seu tio materno Gonçalo Velho.
Do segundo casamento de Nuno Velho com África Anes nasceu Duarte Nunes Velho – pai de Pedro Velho que viria a dar o seu nome à fajã que hoje conhecemos como o Sul.
Pedro Velho no seu testamento feito a 10 de Julho de 1587 ordena ser enterrado na igreja matriz na capela do Bom Jesus edificada pelo seu pai e vincula a terça dos seus bens em beneficio da sua alma nomeando administrador do vinculo o seu filho padre José Pimentel Velho. Este filho foi ouvidor eclesiástico em Santa Maria.
A primitiva ermida de Nossa Senhora da Piedade na Malbusca foi por ele mandada edificar na propriedade que herdara de seu pai. Apesar desta ermida já não existir o local da antiga edificação está assinalado com uma cruz de pedra.
O Padre José Pimentel Velho fez testamento a 6 de Maio de 1594 e mais tarde a 7 de Março de 1630 doou os seus bens a Bárbara Velho, casada com Estêvão Dias de Bulhões, “doou também uma escrava Ana, e Maria sua mãe, e Cosme, escravo baço, recomendando que não os vendam e os tratem bem.”
Um neto de Bárbara Velho, Padre Bartolomeu de Bulhões por escritura de 18 de Janeiro de 1674, viria a ser o proprietário das terras doadas pelo Padre José Pimentel Velho à sua avó, que incluíam a Malbusca, Sul, Zimbral e casas sobradadas na rua Direita de Vila do Porto (actual Rua Frei Gonçalo Velho).
Bartolomeu de Bulhões mandou edificar a ermida de Nossa Senhora da Boa Morte na Fajã Pedro Velho. Em 1886 essa ermida seria construída no lugar do Panasco porque a primitiva, demasiado próxima do mar, fora destruída por um temporal.

prémio Meendinho para a AICL

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meendinho

Vai anexo a proclamação do Prémio Meendinho, abraço, alexandre banhos

 

O padroado da Fundaçom Meendinho, decidiu que a Comissão promotora da ILP Valentim Paz Andrade; e Os Colóquios da Lusofonia, na pessoa do seu Presidente e impulsionador Chrys Chrystello, foram os ganhadores do Prémio Meendinho 2014.

 

Aos promotores da ILP: Valentim Paz Andrade, hoje já convertida na Lei da Galiza 1/2014 para o aproveitamento do português e vínculos com a Lusofonia. Por demonstrarem como se faz um trabalho duro e cansativo dum jeito bem abrangente e integrador, e se faz que o esforço alcance sucesso.

 

Aos Colóquios da Lusofonia, dos que já se realizaram XXI edições, e que se devem à vontade, entusiasmo, e duro trabalho de Chrys Chrystello, do que é inseparável o apoio e contributo decisivo da sua esposa e companheira Helena. Recebem o prémio por muitas e diversas razões das que pomos em destaque as seguintes:

  • Os Colóquios da Lusofonia criaram um espaço de convívio, partilha de experiências e criação de laços solidários muito importantes, entre pessoas de toda a Lusofonia e lusófonos do mundo inteiro.
  • Os Colóquios da Lusofonia ajudaram a difundir os problemas e realidades da nossa língua, desde perspetivas muito originais e integradoras.
  • Os Colóquios da Lusofonia, ajudaram a difundir a realidade do português da Galiza, como o que é, mais um português, infelizmente submetido a asfixia pelo castelhano.
  • Nos Colóquios da Lusofonia, encorajou-se o nascimento da Academia Galega, e foram decisivos os seus trabalhos para o imediato reconhecimento pelas academias parceiras dos distintos estados da nossa língua portuguesa.

O Prémio Meendinho vai ser entregue à AICL de 25 a 29 de setembro no 22º colóquio da Lusofonia; da que se dará a correspondente publica difusão

Outros prémios Meendinho:

GALANDUM GALUNDAINA la lhoba

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https://www.youtube.com/watch?v=D-JRPwabObw&feature=youtu.be
Musica de Galandum Galundaina, La Lhoba.www.mogadouroterragente.blogspot.com
https://www.youtube.com/watch?v=D-JRPwabObw&feature=youtu.be
  • ► La Lhoba
    • Uma história de sobrevivência nas terras de Miranda.
    • Uma música lindíssima pelos Galandum Galundaina
    E planalto mirandês conta-se em toda a força, dureza e beleza das suas paisagens e vidas.
    A não perder, este vídeo com montagem do Bruno Lopes!

josé eduardo agualusa “Em Nome do Povo”

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…a minha crónica de domingo no jornal Rede Angola, a propósito do recente lançamento do livro de Lara Pawson, “Em Nome do Povo” (com a chancela da Tinta da China) que recomendo a todos quantos se interessem por Angola…

http://www.redeangola.info/opiniao/aquele-terrivel-mes-de-maio/

1970 COMO ERA MAGNÍFICO COMER EM AVIÃO

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  • INTRO ÀS CRÓNICAS AUSTRAIS

    OU VER AQUI EM

    Como introito, a esta quarta edição (revista e ampliada em 2015) das CRÓNICAS AUSTRAIS 1978-1998, decidi mostrar aos mais jovens como se viajava em beleza nas décadas de 1970-1985 em classe económica (antes das companhias de baixo custo ou low-cost) …nas próximas páginas verão as ementas deliciosamente impressas para cada segmento de viagem de longo curso. Um rico cardápio, variado e delicioso com que nos tratavam, que nos fazia sentir especiais e não meros usuários de transporte de gado como agora nos consideram.

    INTRO ÀS CRÓNICAS AUSTRAIS

VISITA VIRTUAL AO CORVO

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Faça uma viagem virtual a locais, paisagens e miradouros da ilha do Corvo.

 

Take a virtual trip to places, landscapes and sights of Corvo island .

http://www.iloveazores.net/2014/05/vamos-fazer-uma-viagem-virtual-ilha-do_17.html#.U3fSFctOX4g

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LOCOMOTIVA EM PDL 1901

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Luis Filipe Franco shared a post to the group Info Açores.

Sabia que em 1901 foi experimentada uma locomotiva que ligaria Ponta Delgada à Ribeira Grande?
https://www.facebook.com/media/set/?set=oa.1424451097818356&type=1

 

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MARIA NOBODY musicada em 4 versões

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MARIA NOBODY, poema de Chrys Chrystello interpretado em versão pop (fado/tango) por pedro teixeira, paulo peixoto e joana costa, trio da EBI Maia nos Moinhos de Porto Formoso no 21º colóquio da lusofonia a 27 abril 2014

http://youtu.be/OkM8_nr3jrI

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espantosos os ceus vistos de S. Miguel

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espantosos os ceus vistos de S. Miguel

Spectacular! São Miguel is a volcanic island, dotted with cinder cones. The lake you see in the foreground is Lagoa de Fogo — “Lagoon of Fire” — named so due to its volcanic nature. But the moniker rings true in Babak’s photo, as well! The clouds look like ghostly flames, illuminated by the southside town of Vila Franco do Campo a few kilometers away.

It’s rare to see shots of the Milky Way this wide, and when I do I’m always overwhelmed with how obvious it is — once you know what you’re looking at — that we live in the outskirts of a spiral galaxy.

The Milky Way over the Lake of Fire (Lagoa_do_Fogo) in the beautiful Sao Miguel island of Portugal, Azores, Atlantic Ocean. This is a volcanic crater lake in the center of the island. The light of Vila Franca do Campo, a town at the southern shore of the island, appears at the horizon and illuminates the clouds. In the sky, Saturn is at the upper right. Antares, the bright star that marks the Scorpion’s heart, is below Saturn, next to the bright bulge of the 103480galaxy. The three bright stars of Stars of the Summer Triangle (Vega, Deneb, and Altair) are on the left, along the Milky Way.

--      Oh, So That's How We Know We Live in a Spiral galaxy!