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SÃO JORGE COMO NUNCA VIU! A segunda… – São Jorge Island. Paradise in the Azores
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O Castelo de Bragança fica situado na freguesia de Santa Maria, no centro histórico da cidade.
https://youtu.be/W5qRt1QdvM0
Fonte: Castelo de Bragança: Um dos mais bem preservados castelos portugueses

O Castelo de Bragança fica situado na freguesia de Santa Maria, no centro histórico da cidade. É naquela cidade transmontana, sede de concelho e de distrito, e à margem do rio Fervença, que se encontra um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses. Do alto dos seus muros, até onde a vista alcança, vê-se a serra de Montesinho, a serra de Sanabria, a serra de Rebordões e a serra de Nogueira.
Este é um castelo de arquitetura militar, em estilo gótico, isolado, erguido a quase 700 metros acima do nível do mar, sendo o limite leste do núcleo urbano de Bragança.
A cerca da vila, adaptada à morfologia do terreno, composta por muralhas aprumadas, com cerca de dois metros de largura, reforçadas por 15 torres ou cubelos, de diferentes formas e normalmente mais altas que as muralhas. Algumas das ameias (aberturas no parapeito das muralhas, por onde os defensores visavam o inimigo) são rasgadas por seteiras retangulares. Interiormente a muralha possui duas portas, em arco de volta perfeita, interligadas pela via estruturante da cidade. A cerca integra ainda, a sudoeste, uma couraça para proteger uma fonte de abastecimento de água, o poço do rei, e, quase a oeste, uma alta torre com faces exteriores de seção semicircular ao centro.
No interior da cerca espalha-se o aglomerado de fundação medieval estruturado pela Rua Fernão o Bravo, com orientação leste/oeste, estabelecendo a comunicação entre as duas portas da muralha, a Porta do Sol, a leste, e a Porta da Vila ou de Santo António, a oeste, que dá acesso ao antigo arrabalde e ao rio. Ali o visitante pode apreciar as edificações do “DomusMunicipalis” (exemplar único no país da arquitetura civil românica e que se acredita tenha tido, primitivamente, as funções de cisterna), da Igreja de Santa Maria (ou de Nossa Senhora do Sardão) e o Pelourinho medieval.
Para defesa das suas gentes
Em meados do século X, numa altura em que se tentava repovoar a região de Guimarães com um esforço muito grande nesse sentido sobretudo pelo conde Hermenegildo Gonçalves e sua esposa Mumadona Dias, os domínios de Bragança tinham como senhor um irmão de Hermenegildo: o conde Paio Gonçalves. Posteriormente, o senhorio passou para a posse de um ramo da família Mendes, encontrando-se no domínio de Fernão Mendes de Bragança II, “tenens” da Terra de Chaves e senhor de Bragança, cunhado de D. Afonso Henriques (1143-1185). Considera-se que, nesse período, por razões de defesa, a povoação terá sido transferida para o atual sítio, no outeiro da Benquerença, à margem do rio Fervença, reaproveitando-se os materiais na construção das novas residências e de um castelo para a defesa das gentes.
As informações mais seguras referem entretanto que, pela importância de sua posição estratégica sobre a Galiza, em 1 de junho de 1187 recebeu carta de foral de Sancho I de Portugal (1185-1211), que ordenou o repovoamento e a edificação do castelo no lugar de Benquerença, dando isenções e privilégios aos moradores. Este soberano deixou em testamento, em março de 1188, uma verba para a construção das muralhas de Bragança, empreitada que durou várias décadas. Os conflitos entre este soberano e Afonso IX de Leão levaram a que esta região fosse invadida pelas forças leonesas (1199) até à reação do soberano português.
Afonso II de Portugal (1211-1223) confirmou o foral da vila (1219), e o mesmo fez Afonso III de Portugal (1248-1279), a 20 de maio de 1253. Ainda no reinado deste soberano, as Inquirições de 1258 referem a existência na vila de quatro paróquias: Santa Maria e Santiago intra-muros e São João e São Vicente no arrabalde. As terças das igrejas de Santa Maria de Bragança e de Grijó eram para a construção das muralhas de Bragança.
Sob o reinado de Dinis I de Portugal (1279-1325), entre 1261 e 1325, a pedido dos procuradores de Bragança, o soberano contribuiu para a reconstrução das muralhas.
O seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), ao subir ao trono, confiscou os bens de seu meio-irmão, D. Afonso Sanches (1289-1340), que então residia na vila de Albuquerque. Defendendo os seus interesses, D. Afonso Sanches declarou guerra ao soberano e invadiu Portugal pela fronteira de Bragança, matando quem lhe fizesse frente, saqueando bens e destruindo propriedades. A paz foi acordada, com dificuldade, pela viúva de D. Dinis, a Rainha Santa Isabel.
Posteriormente e já sob o reinado de Fernando I de Portugal (1367-1383), recebeu novas obras. Neste período, por via do forte envolvimento do monarca na disputa sucessória de Castela, no contexto da I Guerra Fernandina (1369-1370), Bragança foi cercada e conquistada pelas forças de Henrique I de Castela, retornando à posse portuguesa apenas mediante a assinatura do Tratado de Alcoutim (1371).
No contexto da afirmação da nova dinastia – a de Avis – teve lugar uma grande campanha de reforço das defesas da cidade, nomeadamente nas torres que ladeiam a porta principal, de planta pentagonal, na chamada “torre do relógio”, com reforços laterais semi-circulares, e nos cubelos semicirculares da barbacã do castelo, apenas documentadas em planta por Duarte de Armas (c. 1509).
Em 1401 foi estabelecida a Casa de Bragança pelo casamento de D. Afonso, conde de Barcelos e 1.º duque de Bragança, com D. Beatriz, filha de D. Nuno Álvares Pereira. Em 1409 tiveram início os trabalhos de consolidação das muralhas e a construção de torres, obras que duraram quarenta anos.
Afonso V de Portugal (1438-1481) fez a doação do castelo ao I duque de Bragança (28 de junho de 1449). A pedido de D. Fernando, II duque de Bragança, o soberano concedeu o título de cidade à vila de Bragança no dia 20 de fevereiro de 1464.
Museu histórico militar
O castelo foi classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16 de junho de 1910. A partir da década de 1930 a Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) iniciou uma extensa intervenção de consolidação e restauro. Foram restauradas e reconstruídas as muralhas, torres e caminhos de ronda, incluíram-se ameias em toda a extensão das muralhas, demoliu-se o quartel oitocentista e vários edifícios contíguos aos muros. E em 1936 foi instalado um museu histórico-militar nas dependências da torre de menagem.
Os trabalhos prosseguiram nas décadas de 1940, 1950 e 1960. Viriam a ser retomados, na segunda metade da década de 1970, com destaque, no início da década de 1980, para as obras de recuperação da torre de menagem, visando requalificá-la para a reinstalação do museu militar. Em 22 de agosto de 2008 a Câmara Municipal de Bragança, atribuiu a medalha Municipal de Mérito ao Museu Militar de Bragança, na comemoração dos 25 anos daquela instituição.
A lenda da Torre da Princesa
No lado norte da cerca existe a chamada Torre da Princesa. A ela está ligada uma lenda que conta que quando Bragança ainda se chamava Benquerença, ali vivia com o seu tio, uma bela princesa. Era pretendida por um nobre mas pobre cavaleiro, que se viu na necessidade de partir em busca de fortuna, prometendo-lhe a princesa esperar pelo seu regresso, para pedir a sua mão a seu tio.
Durante vários anos a princesa recusou todos os seus pretendentes, até que o seu tio a prometeu a um amigo, tentando força-la ao compromisso. Mas a princesa confessou que o seu coração pertencia a outro homem, e que esperava pelo seu regresso. O tio decidiu usar um estratagema e, uma noite, disfarçado de fantasma, penetrou por uma das portas nos aposentos da princesa. Simulando ser o fantasma do jovem, disse-lhe que se não aceitasse casar-se com o novo pretendente, seria uma alma condenada. Mas apesar de ser noite, um raio de sol entrou pela segunda porta e desmascarou o tio. As portas passaram a ser conhecidas como Porta da Traição e Porta do Sol.
O acesso à cidadela realiza-se pela Rua do Santo Condestável e pela Rua da Rainha D. Maria I. No Castelo/torre de menagem localiza-se o Museu Militar de Bragança. Para os nossos leitores que pretendam visitar este local único, podem fazê-lo de terça-feira a domingo, das 9h às 12, da parte da manhã, e das 14h às 17, da parte da tarde. O custo dos bilhetes fica pelos dois euros no caso dos adultos e um euro para crianças e jovens até aos 17 anos e cidadãos acima de 65 anos. Há descontos especiais para famílias, grupos e escolas.
ver https://lusofonias.net/portugalizafilms/brigantiafilms/2128-bragan%C3%A7a-promo-2015.html
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Imagínense caminando por el desierto, explorando lo desconocido y se encuentran con una enorme piedra de pie, dividida por la mitad por una línea perfecta. ¿Cuál sería la primera cosa que pensaría? La
Fonte: Megalito de Al-Naslaa: ¿Dividido por la mitad utilizando «láser» en la antigüedad?
Megalito de Al-Naslaa: ¿Dividido por la mitad utilizando «láser» en la antigüedad? by Redacción CO…
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Um terço dos noruegueses em idade de trabalhar não faz absolutamente nada e mais de um milhão vive do dinheiro do Estado sendo que a maioria é pensionista. Conheça melhor o povo mais feliz do mundo.
Fonte: São muito ricos, não trabalham muito (e vivem no país mais feliz do mundo). Sabe quem são?
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extraído de Timor Leste o dossier secreto 1973-1975 de Chrys Chrystello edição de 1999 da Ed Contemporânea (esgotado mas disponível em linha em TIMOR LESTE 1973-1975 vol.1 https://www.lusofonias.net/textos.html#)
….
IV. ABRIL, A REVOLUÇÃO DAS FLORES. Continuar a ler
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como é meu costume prefiro estas para celebrar o 25 de abril
tudo tem a ver com o facto de viver em timor em 25/4/74 como o meu amigo Prémio Nobel 1996 Ramos Horta bem o expressou aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=A_2Gtz-zAzM
para não dizerem que não falei de flores, geral´do vandré
avril au portugal georges moustaki
o cálice de chico buarque
tanto mar, chico buarque
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http://noticias.sapo.tl/portugues/info/artigo/1502551.html
Equipas de arqueólogos detetaram vestígios que comprovam a ocupação humana há pelo menos 18 mil anos na ilha timorense de Ataúro, a norte de Díli, com gravuras rupestres que podem datar de há cerca de 8.000 anos.

Ilha de Atauro. Foto@ António Cotrim/EPA
As investigações foram conduzidas por uma equipa de arqueólogos franceses liderada por Jean-Christophe Galipaud, que começou recentemente a publicar alguns dos resultados de estudos conduzidos nos últimos anos em vários pontos de Timor-Leste.
Galipaud, que começou a residir a longo prazo em Timor-Leste desde 2013 – país que visitou pela primeira vez em 2011 -, é um arqueólogo que nos últimos 35 anos se especializou em trabalhos de investigação no Pacífico e no Sudeste Asiático.
Depois de três anos de investigação, Galipaud identificou quatro locais de grande significado arqueológico, dois na região de Balibó, próximo da fronteira com a Indonésia e dois na ilha de Ataúro, a cerca de 30 quilómetros a norte de Díli.
Em Arlo, no centro de Ataúro, o arqueólogo e a sua equipa encontraram vestígios importantes de aldeias habitadas entre 2.500 e 3.000 anos atrás e em Atekru, na costa do sudoeste da ilha, encontraram-se vestígios de gravuras rupestres que podem datar de há cerca de 8.000 anos.
Na mesma caverna em Atekru, Galipaud diz ter encontrado vestígios de ocupação humana datada de há mais de 18 mil anos atrás, a datação mais antiga comprovada até hoje em Ataúro.
Recorde-se que os estudos conduzidos em Timor-Leste nos últimos 15 anos permitiram corrigir significativamente as estimativas anteriores sobre a colonização humana da ilha, com as datações arqueológicas mais antigas a serem de 42 mil anos.
Arte rupestre, alguns objetos e outros elementos orgânicos (como conchas em cavernas) são alguns dos vestígios que ajudaram a contextualizar a datação.
O interesse do arqueólogo em estudar este período em Timor-Leste deve-se não só para explicar algo do passado do país mas também porque ajuda a perceber melhor o que ocorreu no Pacífico.
“Sabemos que chegaram novas populações à região, austronésios, oriundos de Taiwan, que se espalharam pelo sudeste asiático. A maioria das línguas faladas nestas ilhas, incluindo Timor, são da família austronésia”, recordou.
“O sudeste asiático, as ilhas desta região, são um local muito especial que viu desenvolvimento muito original em termos de culturas e influência. Quando se trabalha no pacífico não podes não ter interesse na história do sudeste asiático”, recordou.
Se alguma da arte rupestre lida com representações ou imagens nem sempre reconhecíveis, a arte rupestre encontrada em Ataúro é “especialmente interessante” porque mostra “representações vividas de animais, como crocodilos ou mamíferos marinhos” de vários tipos.
“Num dos painéis nessa gruta podemos ver algo que pode representar uma caça de baleias ou a caça de um qualquer mamífero marinho. Este tipo de gravuras são muito raras e não se encontram entre outros exemplos de arte rupestre de Timor-Leste”, explicou.
Galipaud considera Timor-Leste “arqueologicamente rico” mas refere que esta é uma ilha que coloca desafios aos arqueólogos.
“Encontrar locais com 3.000 anos torna-se difícil porque nesse período muitas comunidades já viviam perto do mar, o que torna as zonas que habitavam mais difíceis de detetar devido à erosão que ocorreu”, explicou.
Os trabalhos de Galipaud, como de outras equipas de arqueólogos que têm sido realizados em Timor-Leste têm contado com o apoio e colaboração da Secretaria de Estado da Cultura e suscitado amplo interesse entre as comunidades locais.
“Há sempre algumas expetativas e muita curiosidade. Depois, quando começamos a trabalhar, as pessoas começam a perceber o que procuramos, como se desenvolve o trabalho do arqueólogo”, explicou.
“É um processo moroso, encontrar os locais, procurar com guias locais, escavar nas zonas potenciais. Nesta fase tento sempre envolver os habitantes locais porque posso explicar o significado das pequenas coisas que encontramos: o carvão, os instrumentos, algumas estruturas, ou ossos de animais que já não existem”, referiu.
Galipaud continuará ligado a Timor-Leste: tem previstas visitas regulares para continuar a investigação e agora um leque amplo de estudos para publicar.
com Lusa